Me chamo Telma, tenho 35 anos e sou recém-casada com Beto, de 36. Estamos juntos há 10 anos e o que aconteceu naquela tarde apimentou bastante nosso relacionamento.
Tudo ocorreu num sábado à tarde na represa de Avaré-SP. Beto chamou nosso amigo e padrinho de casamento, Jonas, para passar a tarde conosco. Ele havia se separado da noiva, Jaciara, e estava muito mal com o término. Os dois tinham sido nossos padrinhos, e a separação foi um choque para todos. Jaciara era uma grande amiga minha e teve de se mudar para a capital.
Jonas chegou na hora do almoço no píer, meio cabisbaixo. Estávamos esperando mais um casal de amigos, mas eles foram de jet-ski e seguiram em frente. Eu e Beto temos a lancha, e Jonas embarcou conosco.
Beto dirigiu até bem no meio da represa de Avaré. Ancoramos ali mesmo, abrimos a caixa térmica, tiramos as cervejas e o uísque, e ficamos bebendo e conversando.
Jonas estava quieto, realmente. Respondia só o necessário, olhava pro horizonte a maior parte do tempo. O término com a Jaciara ainda pesava nele. De vez em quando forçava um sorriso quando alguém falava alguma coisa, mas logo voltava a ficar sério e cabisbaixo.
Eu estava de biquíni, o de duas peças que marcava bem o corpo. Sentei no banco de trás e fui observando. Jonas me secava. Não era um olhar rápido. Era demorado. Quando eu me inclinava pra pegar a cerveja, os olhos dele desciam pelo meu decote, demoravam no peito, desciam pela barriga, paravam na curva do meu quadril. Quando eu cruzava as pernas, ele olhava a coxa. E toda vez que eu o pegava no flagra, ele desviava o olhar rápido, como se tivesse sido pego.
Aquilo me deixava estranha. Incomodada e molhada ao mesmo tempo. Eu sentia o tecido do biquíni colando entre as pernas e na buceta. Cada vez que ele me olhava daquele jeito, meu corpo reagia. Beto não percebia nada. Estava entretido conversando com o outro casal, rindo, sem notar os olhares de Jonas em mim.
No meio da tarde o casal de amigos precisou ir embora. Ficamos só eu, Beto e Jonas no meio da represa. O silêncio ficou mais pesado. Jonas bebia devagar, olhando pra água. Eu me levantei pra ir ao banheiro da lancha. Ao passar por Beto, puxei ele pelo braço e falei baixo, bem perto do ouvido:
— Amor… preciso te contar uma coisa.
Ele me olhou e perguntou:
— O que foi?
Esperei a porta do banheiro se fechar atrás de nós e falei, quase tremendo de nervoso e excitação:
— O Jonas tá me secando o tempo todo. Desde que chegou. Olha pro meu peito, pras minhas pernas… toda vez que eu me mexo.
Beto ficou parado por um segundo. Vi a expressão dele mudar, ele olhou pra baixo, pro meu biquíni, e depois de volta pra mim. A respiração dele ficou mais pesada e tensa.
— Ele tá te desejando… — disse ele. — E você tá gostando.
Não era pergunta. Era afirmação. O volume do pau dele cresceu na bermuda dele. Beto estava excitado. Excitado com a ideia de eu estar sendo desejada por outro homem.
Ele se aproximou mais passando o dedo na minha buceta por dentro do biquini:
— Vamos provocar ele, amor. Eu tiro umas fotos suas. Deixa ele ver. Deixa ele ficar louco.
No começo fiquei incomodada. A ideia me deixou com o rosto quente e o coração batendo forte. Ser exposta assim, de propósito, pro padrinho de casamento… parecia demais. Mas o olhar de Beto, o volume na bermuda dele e a excitação que eu já sentia entre as pernas me fizeram ceder. Respirei fundo e acenei com a cabeça, ainda um pouco timida.
— Tá… mas devagar...nunca fizemos isso — falei baixo.
Saímos do banheiro. Jonas ainda estava no convés, quieto, olhando a água e bebendo uma longneck. Beto pegou o celular e começou a falar naturalmente pra mim:
— Amor, vira de lado aí. Quero tirar umas fotos suas com o sol batendo.
Eu obedeçi. No começo fiquei rígida, os braços meio cruzados, o rosto quente de vergonha. Mas Beto ia guiando e me deixando a vontade.
“Abaixa um pouco o biquini… isso… agora vira de costas… levanta o quadril.”
A cada foto ele mostrava pra mim o resultado, e eu via o quanto o biquíni já marcava tudo e meus bicos do peitos endurecer. Jonas não conseguia disfarçar. Os olhos dele iam e vinham, e a bermuda dele começou a estufar. O pau dele estava estourando ali dentro apertando o tecido.
Beto percebeu e sorriu de canto. Falou mais alto, proposital:
— Tira o de baixo também, amor. Quero a bucetinha aparecendo.
Hesitei um segundo e a timidez foi embora. Meu coração disparou. Mas a excitação já era maior que o constrangimento. Desci o biquíni devagar, senti o ar frio na pele molhada, e fiquei nua da cintura pra baixo. Beto tirou várias fotos: eu de pernas abertas no banco, com a buceta rosada e brilhante exposta, o clitóris inchado, os lábios entreabertos. Em uma delas ele pediu pra eu abrir mais com os dedos. Eu fiz. A câmera clicava e Jonas não tirava os olhos. O pau dele estava rasgando a bermuda e ele começou a massagear por cima.
Beto olhou pra ele e falou direto, sem enrolação:
— Pode bater uma, irmão. Não precisa disfarçar. Ela tá gostando de ser olhada e desejada.
Jonas engoliu em seco. A mão dele desceu e tirou o pau grosso e duro. Ele começou a punhetar devagar com os olhos fixos em mim. Beto continuava tirando fotos, agora mais próximas, focando na minha buceta que já escorria de tesão. Eu estava encharcada. O líquido brilhava na luz do sol, escorrendo pelas coxas e molhando o banco.
— Olha pra ele, amor — mandou Beto. — Mostra como você tá molhada.
Eu abri as pernas mais, segurei os lábios e mostrei. Jonas gemeu baixo, com a mão acelerando naquele pau dele. Os olhos dele não saíam da minha buceta escorrendo. Em poucos segundos ele gozou. O gozo saiu forte, espirrando na própria mão e caindo no convés, enquanto ele gemia contido, com o corpo tremendo, ainda me olhando.
Beto tirou mais uma foto naquele momento: eu completamente exposta, a buceta pingando, e Jonas ainda com o pau latejando na mão, sujo de porra.
Eu estava com o coração batendo na boca, com o rosto quente e o corpo inteiro latejando. O constrangimento inicial tinha virado pura excitação. Beto se aproximou, beijou meu pescoço e falou que estava tudo bem.
Jonas foi se limpar no banheiro, evitou meu olhar por um instante, depois sorriu de canto, constrangido e excitado ao mesmo tempo. Bebemos mais um pouco. Ninguém falou sobre o que tinha acontecido, mas o ar entre nós três tinha mudado.
Naquela noite, de volta para casa, Beto me fodeu, me fazendo contar cada detalhe do que eu tinha sentido sendo olhada e desejada pelo nosso padrinho de casamento. E eu contei. Com a buceta ainda latejando e a lembrança daquele dia proibidos.
Foi o nosso primeiro exibicionismo. E não seria o último.



