A GARÇONETE ME SEDUZIU E MEU MARIDO ASSISTIU

Meu nome é Larissa, tenho 35 anos, sou loira, baixinha com 1,50m, bunduda e com peitos médios. Sou casada com Bruno e, quando aconteceu esse episódio, nós estávamos recém-casados.
Nos conhecemos na faculdade e nos apaixonamos à primeira vista. Ele, com seus 35 anos, é na mesma vibe que eu. Gostamos de sair, curtir com os amigos, ir em festas, barzinhos, mas sempre juntos. Sou ciumenta pra caralho e meu marido é só meu.
Numa tarde de sábado, decidimos ir no nosso barzinho de sempre na Zona Oeste de São Paulo. Eu estava com uma saia curta jeans, daquelas que mal cobrem metade das coxas, mas nada demais — só o suficiente pra valorizar minha bunda grande e deixar minhas pernas à mostra. Por baixo, uma calcinha fio-dental preta que Bruno adorava. A blusinha básica branca marcava meus peitos médios, sem sutiã, porque o calor estava insuportável.

A gente sempre vai nesse bar pra beber, fofocar e curtir o fim de tarde. Conhecemos o casal de donos há anos, eles são super amigos nossos e ainda foram ao nosso casamento. Quando chegamos, o lugar estava com aquele movimento gostoso de sábado, música baixa, ar-condicionado gelado e cerveja bem gelada.

Ficamos bebendo com os amigos, rindo alto, mas aos poucos o pessoal foi embora. Eu e Bruno resolvemos ficar. “Só mais uma rodada, amor”, ele disse, apertando minha coxa por baixo da mesa. Eu sorri e me inclinei pra dar um beijo demorado nele, marcando território.
Já era quase fim de tarde quando mudaram o turno dos garçons. Foi aí que ela surgiu.Tania. Uma baixinha linda, do meu tamanho mais ou menos, pele morena clarinha, cabelo liso preso num rabo de cavalo alto, corpo bem lindo. Ela veio até nossa mesa com um sorriso simpático, carregando uma bandeja.
— Oi, tudo bem com vocês? Posso trazer mais uma pra vocês? — perguntou, olhando primeiro pra mim e depois pro Bruno, com uma educação quase doce demais.

Eu já senti o ciúme subir. Ela era muito atenciosa. Demorou um segundo a mais olhando pro meu marido enquanto anotava o pedido, riu de uma piadinha boba que ele fez sobre o calor. Quando ela se virou pra voltar pro balcão, não teve como não notar: a calça legging preta que ela usava estava colada pra caralho na bunda dela. Grande, redonda, empinada. Balançava de um jeito natural a cada passo.

Olhei pro Bruno de canto de olho. Ele disfarçava, mas eu conheço meu marido. Vi o olhar dele descer direto pra aquela bunda enquanto ela se afastava.
— Tá olhando o quê, hein? — perguntei baixinho, com tom de ciúme, apertando a coxa dele por baixo da mesa.

Bruno riu, daquele jeito safado, e colocou a mão sobre a minha, subindo devagar até quase tocar minha calcinha.
— Nada, amor… só achei que a menina é simpática.
— Simpática demais — resmunguei, mas senti um calor estranho subindo pelo corpo.

Admito, a bunda dela era grande pra porra, bem mais empinada que a minha, mas eu nunca me interessei por mulher na vida. Nunca tive o menor contato, nunca nem fantasiei. Mesmo assim, ver meu marido olhando pra ela me deixava incomodada… e, pra minha surpresa, um pouco molhada.

Tania voltou com as cervejas, se inclinou um pouco pra colocar as garrafas na mesa. A blusinha do uniforme subiu um pouco, mostrando a pele da barriga lisinha. Ela sorriu pra Bruno de novo.
— Qualquer coisa é só chamar, tá? Estou ali — disse ela, olhando direto nos olhos dele e depois pra mim.

Quando ela se afastou, eu cruzei as pernas, apertando as coxas uma contra a outra. Meu marido estava com aquele olhar que eu conheço muito bem… o olhar de quem já estava imaginando coisas.
— Você tá com ciúme, Larissa? — ele perguntou surpreso.
— Tô pra caralho — respondi brava e curiosa ao mesmo tempo.

O pagode misturado com sertanejo estava animando todo mundo, e eu e Bruno já estávamos bem alegrinhos, rindo alto, as mãos dele subindo pela minha coxa por baixo da mesa, roçando de leve na minha calcinha fio-dental que já começava a ficar molhada.

Tania voltou várias vezes pra nossa mesa, não só pra trazer mais cerveja, mas pra bater papo mesmo. Ela era simpática pra caralho, ria das nossas piadas, comentava sobre o movimento do bar, perguntava como tinha sido o casamento. Parecia que a gente se conhecia há anos. Bruno fazia aquelas piadinhas dele, e ela respondia no mesmo tom, olhando ora pra mim, ora pra ele, com aquele sorriso doce que me deixava com um ciúme doido misturado com uma excitação estranha que eu nunca tinha sentido.

Numa das vezes que ela trouxe mais uma rodada, já quase no fim do turno, ela se inclinou mais na mesa, a blusinha subindo de novo e mostrando a curva da barriga morena.
— Vocês são um casal tão bonito, hein? Dá pra ver que se amam pra caralho — disse ela, olhando direto pros meus peitos marcados na blusinha branca antes de voltar o olhar pro Bruno.

Eu sorri forçado, mas por dentro estava pegando fogo. Meu marido apertou minha coxa com mais força, como se soubesse exatamente o que estava acontecendo na minha cabeça. No meio da conversa, Tania disse:
— Olha, depois do turno eu vou beber sozinha lá em casa. Moro num apartamento aqui mesmo, dois quarteirões pra cima. Meus amigos todos viajaram esse fim de semana, tô meio entediada. Se vocês quiserem continuar a noite lá, tomar umas cervejas geladas, ouvir música... estão super convidados.

Bruno olhou pra mim na hora, com aquele olhar de curiosidade que eu conhecia bem. Eu senti o coração acelerar. Ciúme, curiosidade, tesão... tudo misturado. Pensei e pra minha própria surpresa, respondi:
— Pode ser... né amor? A gente tá animado ainda.
Bruno sorriu largo:
— Demorou, então. A gente espera você acabar o turno.
Quando Tania acabou o turno, ela pegou a biz e disse:
— É logo ali, seguem eu de carro que eu vou devagar.

Fomos seguindo ela pelos quarteirões da Zona Oeste. Chegamos no prédio, subimos pro apartamento dela no setimo andar. Era um AP pequeno, arrumadinho, com sofá, uma mesinha baixa e som bom.

Entramos, ela abriu três cervejas geladas e colocou uma playlist de. A gente sentou no sofá, eu no meio entre ela e Bruno. A conversa fluiu fácil, risadas, mais cerveja. Depois de uns vinte minutos, ela se levantou e disse, com um sorrisinho diferente:
— Ai, tô morrendo de calor ainda. Vou colocar uma roupa mais confortável, tá? Fiquem à vontade.

Quando ela voltou, vestia uma saia de tecido fino e leve, bem curtinha, quase transparente. Estava sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido da regata fina que ela manteve por cima. A saia era tão leve que dava pra ver claramente a calcinha preta por baixo, especialmente quando ela se mexia. A calcinha mal cobria aquela bunda grande, redonda e empinada, o tecido marcando a carne morena de um jeito que deixava pouco para a imaginação.
— Assim tá bem melhor... — disse ela, sentando de novo, agora mais perto de mim, com a perna roçando na minha. A saia subiu um pouco nas coxas, deixando a calcinha preta ainda mais visível. — Vocês também podem ficar mais à vontade, se quiserem.

Eu senti aquele calor subir forte entre as pernas. Era a primeira vez que eu sentia tesão por uma mulher... e a curiosidade estava me consumindo. Tania sentou bem pertinho de mim no sofá, com sua perna morna roçando na minha coxa exposta. O cheiro dela me deixou tonta. Ela olhou nos meus olhos com aquele sorriso safado e colocou a mão na minha perna, subindo devagar com os dedos por baixo da minha saia jeans curta.
— Vocês são tão gostosos juntos... — murmurou ela, olhando de mim pra Bruno. — Dá pra sentir a química no ar. Eu adoro casais que se amam, mas que também curtem brincar...

Bruno estava quieto, só observando, com o pau já marcando forte na calça. Eu sentia o ciúme queimando, mas a buceta pulsando de tesão. Tania se inclinou e me deu um beijo leve no pescoço, depois subiu até minha orelha.
— Relaxa, Larissa... eu vi como você me olhava no bar. E como o Bruno olhava minha bunda. Deixa eu cuidar de vocês hoje.

Eu só consegui gemer. Ela me beijou com fome, enfiando a língua fundo na minha boca enquanto apertava meus peitos e beliscava os bicos. Bruno já tinha tirado o pau pra fora, latejando, batendo punheta devagar, com o celular na outra mão filmando e tirando foto de tudo. Tiramos todas as roupas, ficando completamente nus. Tania me jogou no sofá, abriu minhas pernas bem abertas e cuspiu direto na minha buceta.
— Olha essa bucetinha de casada toda melada… tá louca pra ser comida, né sua vadia? — disse ela, rindo safada.

Antes de eu responder, ela enfiou a boca toda. Chupava como uma puta safada — língua grossa lambendo meu cu, subindo pro grelo e enfiando fundo na minha xota encharcada. Fazia um barulho molhado e obsceno enquanto eu rebolava na cara dela, melando toda a boca e o queixo dela com meu mel.
— Isso, sua puta… come a buceta dela bem gostoso! — Bruno gemeu, punhetando mais rápido. — Faz ela gemer pra mim.
— Ai, caralho, Tania… mete essa língua fundo! — gritei, rebolando mais forte. — Chupa meu grelo, porra… tô adorando!

Tania levantou o rosto brilhando de mel e provocou:
— Sua buceta é deliciosa, Larissa. Tá gozando na boca de uma mulher pela primeira vez e já tá se comportando como uma putinha. Bruno, olha como sua esposa rebola na minha cara.

Eu não aguentei. Virei de posição e montei no 69, descendo minha buceta molhada na cara dela.
— Agora é minha vez, sua safada — rosnei. — Vou devorar essa buceta gorda.

A buceta da Tania era carnuda, lábios inchados brilhando. Eu abri com os dedos e enfiei a língua bem fundo, lambendo o interior quente e salgado, chupando o grelo com força enquanto enfiava dois dedos na buceta apertada.
— Hmmm, que delícia… chupa mais forte, Larissa! — gemeu Tania contra minha xota. — Enfia esses dedos na minha buceta, vai!

Depois desci e lambi o cuzinho dela sem vergonha, rodando o anel apertado e tentando furar aquele cu gostoso.
— Porra, você tá lambendo meu cu? — Tania gritou de prazer. — Que vadia sem vergonha! Lambe mais fundo, enfia a língua no meu rabinho!

Tania fez o mesmo comigo. Enfiou a língua no meu cu, fodendo meu rabinho enquanto chupava minha buceta babada.
— Isso, Larissa… seu cuzinho tá piscando pra mim. Tão apertadinho e gostoso — murmurou ela, enfiando a língua mais fundo.
O som era nojento e delicioso: gemidos abafados, bocas molhadas, baba e mel escorrendo. Ela gozou primeiro, gritando na minha buceta:
— Tô gozando! Toma meu gozo na boca, sua puta! Bebe tudo! Ahhh, porra!

O corpo dela tremeu todo e ela jorrou um gozo quente, grosso e doce direto na minha boca. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo meu queixo e pescoço.Logo depois eu explodi na boca dela:
— Eu vou gozar! Chupa tudo, Tania! Tô gozando na sua boca, caralho! — gritei, borrifando um pouco no rosto dela enquanto meu cuzinho piscava sem parar.

Bruno se levantou, punhetando o pau roxo de tão duro que estava.
— Agora abre a boca, suas duas vadiazinhas famintas — ordenou ele
Nós duas ficamos de joelhos, com boca bem aberta, línguas pra fora. Tania provocou:
— Goza na nossa cara, corno. Enche a boca da sua mulher e da amiga dela de porra grossa.
Ele segurou o pau e gozou com força — voou porra grossas, branca e quente batendo na nossa cara, enchendo nossas bocas, pingando nos peitos.
— Isso, toma toda essa porra… — gemeu Bruno enquanto esvaziava as bolas.

Tania e eu nos beijamos logo em seguida, trocando a porra do meu marido de boca em boca. Empurrávamos a língua uma na outra, misturando a porra grossa, deixando escorrer pelos queixos, engolindo parte e babando o resto como duas putas sujas.
— Hmmm, porra do seu marido é bem grossa e gostosa… — murmurou Tania no beijo, passando a língua nos meus lábios. — Quer mais, Larissa?
— Quero… me dá mais dessa porra — respondi, chupando a língua dela.
Foi uma noite completamente depravada. Meu marido virou o corninho oficial da vez, e eu descobri o quanto adoro ser uma vadia safada com outra mulher.

FOTOS REAIS DA NOSSA NOITE PROIBIDA (EU, BRUNO E TANIA)

Foto 1 do Conto erotico: A GARÇONETE ME SEDUZIU E MEU MARIDO ASSISTIU

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Comentários


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australiano Comentou em 02/07/2026

assim é uma delicia de foda




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A GARÇONETE ME SEDUZIU E MEU MARIDO ASSISTIU

Codigo do conto:
265971

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
02/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5