Primeira Foda Incestuosa: Meu sobrinho



Meu nome é Rose, tenho 45 anos. Sou uma mulher meio gordinha, baixinha, mas com peitos naturais bem marcados.
Sou casada com Zé Eduardo, de 55 anos, há 20 anos. Nosso relacionamento teve altos e baixos por causa do trabalho dele como chefe de logística e responsável pelos caminhoneiros aqui na minha cidade, mas conseguimos superar tudo e seguimos morando juntos, firmes e fortes, com nossa filha Alice, de 25 anos, que eu tive aos 20 anos. O amor que sentimos um pelo outro sempre foi maior que qualquer dificuldade e que as viagens dele.

No entanto, nesses últimos meses as coisas andaram mais difíceis no nosso sexo. Estava morno, sem graça e sem nenhuma novidade. Parecia que a rotina havia tomado conta da nossa intimidade, e isso começou a me preocupar.
Foi então que, numa tarde, minha irmã Lurdes me ligou.
— Rose, o Raul tem um concurso público aí na sua cidade amanhã. Será que ele pode dormir aí em casa? Pra não gastar com hotel...

Aceitei na hora, sem pensar duas vezes. Raul sempre foi muito presente aqui em casa na adolescência. Depois que meu cunhado mudou de cidade por causa do trabalho, ele acabou indo junto e fazia tempo que não o via. Ele é alguns anos mais velho que Alice, mas os dois sempre se deram muito bem. Raul era daqueles meninos centrados nos estudos, bem feinho pra idade dele na época, tadinho. Hoje em dia, pelo que minha irmã comentava, ele havia mudado bastante.
Além disso, seria bom ter um homem em casa. Zé Eduardo estava viajando a trabalho. Ia ser legal assistir o jogo da Copa de 2026 — Brasil x Marrocos — no final da tarde com mais gente: eu, Alice, meu genro e agora o Raul.

Ele chegou sábado de manhã de uber, com uma mochila nas costas e um sorriso tímido. Quando abri a porta, quase não reconheci o menino que eu criava aqui em casa. Raul tinha crescido, estava mais alto, com ombros largos, barba bem feita e um corpo que claramente mostrava que não era mais o garoto franzino de antes.
— Tia Rose… nossa, quanto tempo! — disse ele, me dando um abraço apertado.

Senti seu corpo firme contra o meu. Meu peito grande e macio espremeu contra o peito dele. Foi só um segundo, mas algo estranho percorreu meu corpo. Fazia meses que eu não sentia um abraço tão forte e quente de um homem.
Depois do almoço, meu genro trouxe algumas bebidas. Fizemos porções de petiscos e preparamos taças de gin para todos. A sala estava arrumada para o jogo. Alice e o namorado sentaram no chão, em frente à TV, em cima de umas almofadas. Eu e Raul ficamos no sofá atrás deles.

Eu estava de shortinho de algodão e uma blusa soltinha do Brasil, sem sutiã, como gosto de ficar em casa. Raul estava de bermuda de academia e camiseta do Brasil. Durante o jogo, Raul estava bem próximo de mim.

Enquanto o jogo rolava, Brasil atacando, eu sentia o calor do corpo dele ao meu lado no sofá. Cada roçada da perna dele na minha coxa fazia um arrepio subir pela minha espinha. Eu tentava me concentrar na TV, mas meu corpo traía.
— Calma, tia... jajá o Brasil empata — disse ele quando o Brasil quase empatou.

Raul tinha assumido o controle da sala de um jeito natural, quase automático. Enquanto o jogo rolava, ele comentava as jogadas com voz firme, xingando o juiz quando necessário.

Alice e o namorado viravam a cabeça para ele, concordando, rindo das piadas. Até eu me pegava olhando mais para o perfil dele do que para a TV. Ele falava como se fosse o homem da casa, ocupando o espaço que Zé Eduardo deixava vazio nas viagens. Aquilo me deixava tensa pra caralho. Meu corpo inteiro formigava, uma mistura estranha de vergonha e tesão que eu não sentia há anos. Eu apertava as coxas uma contra a outra, tentando ignorar o calor que subia entre elas, mas quanto mais ele se comportava assim, mais molhada eu ficava.

Quando o Brasil empatou, a sala explodiu em gritos. Alice e o meu genro pularam, se abraçando. Eu soltei um “Aí sim!”, mas meu coração disparou tanto que parecia que ia sair pela boca. Foi aí que Raul, ainda empolgado e sem malícia nenhuma no olhar, pegou minha mão direita com a dele e colocou direto no peito dele.
— Sente isso, tia? Tá disparado! — disse ele rindo, inocente.

Sem pensar, movida pelo mesmo impulso, eu levei a mão dele até o meu peito, logo acima do meu seio esquerdo.
— O meu também… olha — respondi, a voz um pouco rouca.

No momento em que a mão grande dele encostou, meus bicos já estavam duros pra caralho, marcando visivelmente a blusa soltinha do Brasil. Ele sentiu. Os dedos dele roçaram de leve sobre um dos mamilos túrgidos, parando ali por um segundo a mais do que devia.

Nós dois ficamos sem graça na hora. Raul tirou a mão rápido. Meu rosto queimou. Ele desviou o olhar, ajeitando a bermuda discretamente, mas eu vi o volume do pau dele crescendo ali. O ar entre nós ficou pesado, carregado. Alice e o namorado nem notaram nada, ainda comemorando o gol.

Raul e eu nos recompusemos como se nada tivesse acontecido, mas o ar da sala ainda estava carregado. O jogo terminou no empate e a casa inteira vibrou com os gritos finais de um empate suado. Alice e o namorado se levantaram animados, já pegando as chaves e os celulares.
— Mãe, a gente vai sair beber na rua! Tá rolando uma galera lá no centro, fogos, cerveja gelada... Quer ir com a gente? — perguntou minha filha Alice.

Eu ainda sentia o corpo quente e o coração acelerado. Balancei a cabeça, forçando um sorriso casual.
— Não, filha. Vai vocês dois. Eu não quero segurar vela de casalzinho apaixonado. Fico aqui descansando.
Raul, que ainda estava sentado no sofá, ergueu os olhos do celular e completou rapidamente:
— Eu também vou ficar. A viagem de manhã cedo me deixou moído. Quero só relaxar um pouco e beber aqui tranquilo.

Alice deu um beijo na minha bochecha e saiu com o namorado, fechando a porta atrás deles. O silêncio caiu na casa. Eu fiquei de um lado do sofá, com as pernas recolhidas mexendo no celular. Raul do outro, mexendo distraidamente no celular. O clima estava estranho, pesado, cheio de tensão. Depois de alguns minutos, estiquei as pernas devagar encostando na coxa dele.
— Pode esticar à vontade, tia. Não me incomoda — disse ele sem tirar os olhos do telefone.

Eu nem percebi quando aquilo começou. Os dedos dele, grandes e quentes, começaram a massagear a sola do meu pé direito. Era inocente no começo... mas o toque dele era firme, possessivo. Cada movimento fazia um arrepio subir pela minha perna direto para a minha buceta, que já estava encharcada de novo.

O clima ficou insuportável. Meu corpo inteiro queimava. Sem falar nada, eu me levantei, subi no colo dele e ataquei sua boca com fome. Beijei ele como se estivesse morrendo de sede, enfiando a língua fundo, gemendo baixo contra os lábios dele.
— Tia Rose... porra... — murmurou Raul, surpreso, mas correspondendo imediatamente com as mãos grandes apertando minha cintura gordinha.

Ele puxou a bermuda para baixo e o pau dele pulou para fora, grosso, latejando, a cabeça vermelha brilhando e torto pro lado. Eu segurei ele com a mão, sentindo o calor e o peso, e comecei a punhetar devagar, olhando nos olhos dele.
— Olha como você tá duro pra sua tia, seu safado... Isso é errado pra caralho, mas eu tô molhada demais...foda-se todo mundo...quero você. — sussurrei, acelerando o movimento.

Raul gemeu, puxou minha blusa do Brasil para cima e expôs meus peitos grandes e pesados. Os mamilos estavam duros como pedras. Ele agarrou um com a boca, chupando forte, mordiscando, enquanto a outra mão apertava o outro peito.
— Caralho, tia... esses peitos são enormes... tão macios... eu sempre quis sentir eles assim — disse ele sugando o bico mais forte.

Ele me tirou do colo, me deitou no sofá e arrancou meu shortinho junto com a calcinha. Abriu minhas pernas grossas e mergulhou o rosto na minha buceta. A língua dele lambeu tudo, devorando meu clitóris inchado, enfiando fundo.
— Ahhh, Raul! Que boca gostosa, porra... Chupa a buceta da sua tia... assim, meu sobrinho safado! — gemi alto, segurando a cabeça dele contra mim, rebolando no rosto dele.

Ele chupava como um faminto, fazendo barulhos molhados e com dois dedos entrando e saindo de mim. Eu estava tremendo. Depois de me deixar à beira do gozo, eu o empurrei, me ajoelhei no chão da sala e peguei o pau dele na boca. Comecei a chupar com devoção, lambendo toda a extensão, enfiando até a garganta, babando.
— Isso, tia... chupa o pau do seu sobrinho... que boca quente da porra... você mama melhor que qualquer novinha — rosnou ele, segurando meu cabelo.

Eu gemia com o pau dele na boca, olhando pra cima, sentindo o gosto quente do pau dele. Ele estava louco. Raul me virou de quatro no sofá, empinou minha bunda gordinha e enfiou o pau inteiro na minha buceta de uma vez.
— Aaaaiii, caralho! Que pau grande... me fode, Raul! Come a buceta da tia Rose! — gritei, empinando mais.

Ele metia forte, segurando meus quadris
— Porra, tia... sua buceta tá apertando meu pau... tão molhada e quente... isso é tão proibido... mas eu vou te foder até você não aguentar mais — gemeu ele, dando tapas na minha bunda.

Eu gemia sem parar, empurrando contra ele:
— Me fode mais forte, sobrinho! Goza dentro da sua tia... me usa como uma vadia!

Ele metia fundo, rápido, selvagem. Eu gozei primeiro, tremendo inteira, apertando o pau dele com minha buceta, gritando o nome dele. Raul continuou metendo, cada vez mais rápido, até que puxou o pau para fora e gozou forte na entrada da minha buceta, escorrendo porra grossa e quente pelos meus lábios inchados e coxas.
— Toma, tia... todo o leite do seu sobrinho... — gemeu ele, ainda esfregando a cabeça do pau na minha entrada e no meu cu.

Nós caímos no sofá cansados e suados. O peso do incesto que acabamos de fazer caiu sobre nós, mas o tesão ainda queimava em nossos olhos. Era só o começo daquele dia proibido.
...

FOTOS REAIS QUE TIRAMOS (EU E MEU SOBRINHO)

Foto 1 do Conto erotico: Primeira Foda Incestuosa: Meu sobrinho

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Comentários


foto perfil usuario kzadojfora

kzadojfora Comentou em 13/07/2026

Delícia de conto

foto perfil usuario seuamantesp

seuamantesp Comentou em 13/07/2026

O sobrinho de sorte, ter uma tia gostosa dessas e pra poucos que delicia




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Ficha do conto

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tammyinacio

Nome do conto:
Primeira Foda Incestuosa: Meu sobrinho

Codigo do conto:
267089

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/07/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5