O TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE CONFIANÇA DO MEU MARIDO

Meu nome é Helena. Tenho 40 anos e sou casada há vinte anos com o Ricardo, de 45. Somos sócios de uma loja de eletrônicos no shopping da cidade.
Trabalhamos duro, vivemos bem num sobrado espaçoso dentro de um condomínio fechado de alto padrão. Casa grande, dois andares, jardim, piscina… tudo que a gente sempre quis.

Naquele dia eu estava em home office no escritório do segundo andar. A conexão de wifi com os meshes estava um lixo. Travava toda hora, as reuniões caíam e o roteador principal, que controlava tudo na sala e os três pontos espalhados pela casa, parecia ter enlouquecido. Peguei o celular e liguei pro Ricardo, que já estava na loja:
— Ricardo, essa merda de internet não funciona! Os meshes do wifi estão uma zona de novo!
Ele respondeu do outro lado da linha, com o barulho da loja ao fundo:
— Calma. Eu já ligo pro Pedro, o técnico de confiança da loja. Ele resolve. Eu vou ficar o dia todo aqui no shopping, então ele vai aí.

Desliguei. A empregada, Rosa, estava na cozinha fazendo a rotina dela: lavando a louça do almoço, organizando a despensa e passando o pano nos armários. Minha filha estava ainda na escola. Eu voltei a tentar trabalhar.

Meia hora depois o interfone tocou. Abri a porta e me deparei com o Pedro. Alto, ombros largos, braços firmes sob a camisa preta, quieto e seguro. Eu nunca tinha visto ele pessoalmente — só ouvia o Ricardo falar que era o cara de confiança.
— Boa tarde. Helena. O Ricardo me pediu pra olhar a rede de vocês.

Eu estava usando um vestido leve de ficar em casa, solto, sem sutiã. Os seios balançavam livres a cada passo. Expliquei o problema enquanto ele ia direto ao roteador principal na sala. Eu disse que os outros pontos eram no meu escritório, na área de lazer e no meu quarto no final do corredor.

Pedro abriu o notebook, se agachou atrás do rack e começou a mexer. Eu fiquei andando de um lado pro outro, explicando onde a internet caía mais, apontando as tomadas, mostrando os meshes do wifi. Em determinado momento, quando eu passava perto dele carregando o notebook de um cômodo pro outro, peguei ele me olhando. O olhar dele não era discreto. Descia pelo decote do vestido, parava nos seios sem sutiã que marcavam o tecido fino, descia pela cintura e pelas coxas. Era um olhar pesado, direto, de quem estava comendo com os olhos.

Aquele olhar me deixou estranha. Puta da vida. Era Proibido. Mas ao mesmo tempo…me senti desejada. Eu senti um calor subir entre as pernas e apertei as coxas sem querer. Continuei andando fingindo que não tinha notado, mas o coração batia mais forte. Ele se levantou devagar, o notebook ainda na mão, e falou com a voz meio timida:
— O sinal aqui na sala está fraco. Preciso testar o ponto do escritório e o do quarto. A senhora pode me acompanhar?

Subimos juntos. No escritório ele se agachou de novo perto do mesh. O vestido subiu um pouco quando eu me inclinei pra mostrar o cabo, e eu senti o olhar dele de novo, agora mais perto. Quando se levantou, estava quase colado em mim.
— A rede está bagunçada — disse ele. — Vou precisar reiniciar tudo. Pode demorar. Ai tenho que ir ponto por ponto.

Ele começou a fazer exatamente o que tinha programado. Abriu o notebook no chão, conectou cabos, reiniciou o roteador principal pelo aplicativo e foi configurando mesh por mesh. Eu voltei pra minha cadeira no escritório e tentei trabalhar, mas a concentração tinha ido embora. De vez em quando eu escutava o barulho dele andando pelo corredor, entrando e saindo do quarto.
Depois de uns quinze minutos ele apareceu na porta do escritório, meio constrangido:
— Helena… posso usar o banheiro? O da área de serviço está ocupado com a Rosa.
Eu respondi sem nem levantar a cabeça do computador:
— Pode usar o do meu quarto. Você já está fazendo a manutenção lá mesmo.
Ele agradeceu e sumiu pelo corredor. Eu continuei digitando, mas a curiosidade me ganhou. Levantei devagar, caminhei até a porta do quarto e olhei pelo espelho grande que ficava em frente ao banheiro. A porta estava aberta.
Pedro estava de pé, de frente pro vaso, com a calça e a cueca abaixadas até as coxas. O pau dele pendia pesado, grosso, meio duro ainda, e o jato de xixi saía forte. Deu pra ver tudo: a cabeça rosada, as veias marcadas, o tamanho generoso mesmo mole. Meu estômago revirou de tesão.

No chão do banheiro, jogada no cesto de roupa suja que a Rosa ainda não tinha esvaziado, estava uma calcinha minha preta, de renda, usada, e uma cueca do Ricardo. Ele deve ter visto. Quando terminou de mijar, sacudiu o pau algumas vezes com a mão. Eu voltei correndo pro escritório, o coração batendo na garganta, a buceta já latejando dentro do vestido. Ele voltou poucos minutos depois, o notebook debaixo do braço. Eu fiquei vermelha e falei rápido, tentando disfarçar:
— Desculpa a bagunça no banheiro… a Rosa ainda não tirou a roupa suja. Tomara que você não tenha visto a bagunça lá.
Pedro desconversou na hora, mas o canto da boca tremeu num sorriso curto:
— Eu só prestei atenção na calcinha.

O olhar dele desceu. Eu percebi o volume na calça dele — o pau estava meio duro, marcando claro o jeans. Meu estômago revirou de novo. Sem conseguir segurar, perguntei baixo:
— Tudo isso… é por causa da calcinha que você viu?
— Seu marido tá na loja… a empregada tá lá embaixo… e a senhora tá aqui junto comigo? – perguntou ele.

Não aguentei. Me levantei da cadeira e beijei ele com fome. A boca dele era quente, a língua entrou com autoridade, chupando a minha, mordendo meu lábio inferior. Eu gemia dentro do beijo enquanto a mão dele apertava minha bunda por cima do vestido e a outra subia até meus seios sem sutiã, beliscando os mamilos duros através do tecido fino.

Entre um beijo e outro eu ficava espiando pela janela do escritório, checando se a Rosa ainda estava na lavanderia lá embaixo. Via a sombra dela passando, o barulho da máquina. Toda vez que confirmava que ela estava ocupada, voltava a beijar Pedro com mais vontade.
Ele me empurrou de leve contra a mesa, ajoelhou na minha frente, puxou o vestido pra cima até a cintura e puxou minha calcinha pro lado. A língua larga e quente passou devagar pelos meus lábios inchados, abrindo, lambendo o mel que já escorria na minha buceta. Eu soltei um gemido abafado, a mão nos cabelos dele.
— Chupa… assim… caralho…

Ele chupou meu clitóris com força, sugando, lambendo em círculos rápidos enquanto enfiava dois dedos fundos, curvando, batendo no ponto certo. O barulho molhado da boca dele na minha buceta enchia o escritório. Eu gozei forte na boca dele, tremendo na cadeira, esguichando um pouco enquanto ele continuava chupando tudo, engolindo meu gozo.

Quando me soltei, ele se levantou, abriu a calça e tirou o pau agora completamente duro, grosso, veioso.
— Agora vai chupar o pau. Abre a boca.

Eu ajoelhei na hora. Coloquei aquele pau grosso na boca e chupei com fome, babando, com a língua rodando a cabeça, descendo até quase engasgar. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos e metia até a garganta.
— Isso… mama o pau do técnico da loja do seu marido. Enquanto o corno tá na loja, a mulher dele tá de joelhos engolindo o meu pau… que putinha safada.

Ele puxou o pau da minha boca, me virou de quatro na cadeira, ergueu o vestido e enfiou de uma vez na minha buceta encharcada. O gemido que saiu de mim foi alto demais. Ele começou a meter com força, segurando minha cintura, o pau grosso abrindo tudo, as bolas batendo na minha bunda.
— Toma… leva esse pau grosso. Sua xota aperta gostoso demais. O Ricardo não te come assim, né? Ele é fraquinho. Eu vou deixar essa buceta bem arrombada pra ele achar depois. Quero que ele sinta o meu gozo escorrendo quando te comer hoje à noite.

Eu gemia com a cara enterrada no braço da cadeira, babando, olhando de canto pela janela pra ter certeza que a Rosa não subia. Gozei de novo, esguichando nele e no pau dele, as paredes da minha buceta apertando o pau dele com força. Ele não parou. Ele tirou o pau ainda latejando, me virou de frente e enfiou de novo na minha boca.
— Agora engole. Quero ver você tomar tudo.

Ele gozou fundo na minha boca, enchendo de porra quente e grossa misturada com o mel que ainda escorria da minha buceta. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Ele se limpou com um papel, arrumou a calça e fechou o notebook como se nada tivesse acontecido.
— Rede configurada. Agora vai ficar estável.

Antes de descer, parou na porta. Eu puxei o celular e falei baixo:
— Me passa seu número. Por qualquer coisa… de internet.

A internet estava perfeita. Mais tarde, com o Ricardo ainda na loja e a Rosa já tendo ido embora, eu estava sozinha e tirei várias fotos. Mandei uma atrás da outra pro número dele, escondida do corno. Ele respondeu em poucos minutos:
“Porra, Helena… que buceta gostosa. Manda mais.”
E eu mandei.
...

Foto 1 do Conto erotico: O TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE CONFIANÇA DO MEU MARIDO

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O TÉCNICO DE INFORMÁTICA DE CONFIANÇA DO MEU MARIDO

Codigo do conto:
269028

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/08/2026

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