Chegamos no final da manhã. O apartamento era amplo, limpo, com uma varanda generosa. Só que o Wi-Fi não funcionava. O anúncio prometia internet boa, mas o roteador do andar estava desligado ou com problema. Valter tentou resolver, xingou baixo e desistiu.
— Deixa pra lá — falei. — A gente veio pra praia, não pra ficar no celular.
Coloquei um biquíni preto fio-dental e descemos. Passamos o dia inteiro na areia. O sol quente, o mar agitado, e os homens… eles não paravam de me olhar. Quando eu saía da água com o biquíni colado, as olhares demoravam no meu peito, desciam pela barriga e paravam entre as minhas pernas. Alguns nem disfarçavam. Valter percebeu. Vi o volume crescendo na sunga dele várias vezes. Cada vez que um cara me secava, o pau do meu marido endurecia. E aquilo mexia comigo de um jeito absurdo. Eu ficava molhada só de sentir o desejo dos outros e a excitação dele ao mesmo tempo.
No final da tarde voltamos para o apartamento. Tomei banho rápido e vesti uma saia preta curta, sem calcinha pra esquentar a noite. O tecido fino e quase transparente marcava tudo. Minha buceta é um pouco avantajada, carnuda, e dava pra ver claramente o volume e o contorno dela sob a saia. Quando eu andava, a saia subia um pouco e a forma arredondada dos lábios aparecia. Valter olhou e soltou um gemido baixo.
— Você tá sem nada embaixo, né safada?
Sorri safadamente não dizendo nada.
Abrimos algumas cervejas que tínhamos comprado e ficamos bebendo na sala, com a porta da varanda aberta, o som do mar entrando e musica tocando na caixinha JBL. Já estávamos bem alcoolizados quando, quase às 20h, bateram na porta. Era o rapaz do prédio, Diogo, 34 anos, prestador de serviço. Tinha vindo arrumar o roteador do andar e passou para ver se estava tudo certo no nosso apartamento.
— Boa noite pessoal. Vim checar se a internet voltou e se precisam de alguma coisa — falou quando Valter abriu a porta.
Ele era alto, moreno, corpo de quem trabalhava duro. Ele entrou e parou com uma prancheta de anotação. O olhar dele caiu direto em mim. Eu estava sentada no sofá, com as pernas cruzadas, com o vestido preto subindo na coxa. Quando descruzei, a saia abriu um pouco e o volume da minha buceta avantajada ficou nítido sob o tecido. Diogo não tirou o olho. Ficou parado, engolindo em seco, com o olhar preso entre as minhas pernas. Valter percebeu na hora. Sorriu de canto e falou, como se fosse a coisa mais natural do mundo:
— Pode olhar, cara. Ela gosta.
Eu senti o rosto esquentar na hora de timidez e excitação, mas a buceta latejou forte. Abri um pouco mais as pernas, proposital. O vestido subiu e o contorno carnudo, rosado e já úmido da minha buceta ficou ainda mais evidente. Diogo respirou fundo. O pau dele começou a marcar na calça.
Valter se aproximou de mim por trás do sofá, passou a mão pelo meu peito por cima do vestido e depois desceu, puxando o tecido para o lado. Minha buceta ficou totalmente exposta: inchada, brilhante, com os lábios grossos entreabertos.
— Abre mais as pernas, Meire. Mostra direito pra ele. Deixa o Diogo ver como essa buceta fica quando tá com tesão.
Eu obedeci, abrindo ao máximo. O vestido subiu até a cintura. Diogo soltou um “porra…” rouco e sem reação.
— Pode bater uma — mandou Valter com voz de excitação. — Não precisa disfarçar. Ela adora ser olhada enquanto outro homem goza pra ela. Fala pra ele, amor… fala o que você é.
Diogo não aguentou. Abriu a calça, tirou o pau grosso , torto e curvado, e começou a punhetar ali mesmo, de pé, com os olhos fixados na minha buceta. Valter segurou minha nuca e me fez olhar direto para o pau do rapaz.
— Olha o pau dele, Meire. Olha como ele tá batendo pra você. Você gosta de ser usada só com o olhar, não gosta, putinha?
— Gosto…eu amo — gemí. — Adoro ser exposta.
Valter abriu ainda mais meus lábios com os dedos, mostrando o fundo rosado e molhado.
— Vê só como ela escorre… toda molhada. Fica de quatro agora amor. Quero que o Diogo termine de bater punheta te vendo assim, de quatro, com essa bunda e essa buceta aberta pra ele.
Eu virei de quatro no sofá na hora, ergui a saia até a cintura e abri as pernas, empurrando a bunda para trás. A buceta avantajada ficou completamente exposta, os lábios grossos se abrindo com o movimento. Diogo gemeu mais alto, acelerou a mão com força enquanto punhetava.
— Isso… fica bem aberta — ordenou Valter, passando a mão na minha bunda e abrindo meus lábios com os polegares. — Mostra o buraco pra ele. Deixa ele ver tudo. Fala pra ele que você é uma casada safada que gosta de ser exibida pra desconehcido.
Diogo soltou um gemido rouco apertando mais o pau. Poucos segundos depois gozou forte. A porra espirrou no chão da sala em vários jatos grossos, enquanto ele tremia e ainda me olhava de quatro.
Valter me manteve de quatro por mais alguns minutos, abrindo e fechando os lábios da minha buceta, tirando algumas fotos e me fazendo gemer só com a exposição, enquanto o rapaz recuperava o fôlego e continuava olhando.
Diogo se arrumou em silêncio, com o rosto vermelho e a respiração ainda pesada. Murmurou um “boa noite” rouco e saiu.
Valter passou a mão na minha buceta molhada, só esfregando de leve, e falou no meu ouvido:
— Você foi uma putinha casada perfeita hoje. Só mostrei, não te comi… e mesmo assim você escorreu pra ele. Amanhã a gente chama ele de novo. E dessa vez eu te deixo de quatro até ele gozar duas vezes.
Eu só consegui gemer em resposta com a buceta tremendo e babando de tesão. Foi só a primeira noite em Natal. E a gente ainda tinha muitos dias pela frente.





Que bucetta é essa pura tentação imaginei ela de fio dental na praia ate minha caceta endureceu aqui kkkk