O prédio era silencioso, as janelas davam para uma rua arborizada. Parecia o lugar perfeito para começar. Depois de uns seis meses de casamento e correria de trabalho — ele na engenharia, eu na área administrativa — quase não tínhamos tempo de arrumar o apartamento direito. Caixas ainda empilhadas no quarto de hóspedes, roupa amontoada na cadeira, a cozinha funcionando com marmitas.
Um dia, no carro voltando do mercado, falei pra ele:
— Bernardo, não tenho ninguém que eu confie de verdade pra dar uma geral aqui e ajudar a gente. Não quero estranho mexendo nas nossas coisas.
Ele só balançou a cabeça, concentrado no trânsito. Foi aí que eu lembrei dela.
— Sabe quem podemos chamar pra nos ajudar? A Gabriely. Cresceu a vida toda comigo. É minha meia-irmã de consideração. Nossas mães eram muito amigas… minha mãe até batizou ela. A gente se tratava como irmãs de verdade. Ela está desempregada e procurando um serviço até ela encontrar um da área de pedagogia dela.
Bernardo só conhecia por foto.
- Aquela de cabelo cacheado, sorriso largo, corpo cheio que sempre estava com você nas fotos? – ele perguntou.
Eu comecei a contar animada sobre a nossa vida enquanto ele dirigia pra deixar ele tranquilo e falar que ela era de confiança.
- Quando ela tinha vinte anos engravidou. O pai da menina abandonou os dois assim que soube. Ela criou a filha sozinha, sem nunca reclamar. Trabalhou, estudou, aguentou tudo.
Eu liguei pra Gabriely ainda no mesmo dia. Expliquei a situação do apartamento, as caixas, a bagunça acumulada, e fui direta:
— Gabi, preciso de alguém de confiança pra dar uma geral aqui esse final de semana junto com a gente . Te pago uma quantia boa se você precisar, sério. Você merece, e a gente se vê pouco. Vem sexta, fica até domingo se quiser. A gente conversa, arruma tudo… e você ajuda a gente a respirar um pouco.
Ela aceitou na hora, a voz alegre do outro lado. “Claro, Célia. Eu vou. Obrigada de verdade.”
A noite enquanto estávamos assistindo filme e bebendo vinho, fui mais longe e falei sem perceber:
— A gente sempre foi íntima pra caralho, Bernardo. Pode confiar. Na adolescência a gente tomava banho juntas quase toda semana. Uma vez a gente se beijou pra ver como era. Só curiosidade de menina, coisa de adolescente. Nada demais. E depois a gente riu e nunca mais tocou no assunto.
Eu olhei de canto de olho. Bernardo continuava bebendo, mas o maxilar estava mais tenso. A mão dele no controle apertou um pouco. E entre as pernas, por baixo do pijama, dava pra ver o volume crescendo. Ele não falou nada. Só engoliu em seco e continuou olhando a TV e concordando. Eu senti o calor subir na minha barriga só de perceber.
Gabriely chegou no final da sexta-feira. O interfone tocou e eu fui abrir. Ela estava de short jeans curto, camiseta justa que marcava os seios fartos e o cabelo solto. O sorriso largo de sempre, aquele corpo cheio, curvas generosas, coxas grossas e bunda redonda que balançava quando ela andava. Eu abracei ela forte, matando a saudade da minha meia-irmã.
Bernardo ficou um pouco atrás, cumprimentando com um aperto de mão. Os olhos dele desceram rápido pelo decote dela.
No começo da noite a gente começou a organizar algumas coisas. Gaby nos ajudava com vontade, curvando-se pra pegar objetos no chão, o short subindo e marcando a calcinha fina. Toda vez que ela se inclinava, a camiseta subia um pouco e o decote generoso aparecia. Eu notava Bernardo olhando. Não era um olhar rápido e discreto. Ele olhava a bunda dela quando ela virava de costas, e os peitos quando ela se abaixava pra abrir outra caixa.
Uma pontada de ciúme me apertou o peito. Ao mesmo tempo, um calor sujo descia entre as minhas pernas. Eu gostava de ver ele desejando-a. E odiava um pouco também. Fingi que não reparava, mas ficava de olho nos dois.
A noite foi tranquila. Jantamos tarde, conversamos sobre a filha dela, sobre o trabalho, sobre o prédio. Bebemos um pouco de vinho, mas nada demais. Perto da meia-noite Gaby bocejou e disse que estava cansada. Eu arrumei o sofá da sala com lençóis limpos e um travesseiro macio. Ela se despediu com um beijo no meu rosto e um sorriso cansado pra Bernardo. Dormiu na sala, de short e camiseta, o corpo curvado de lado sob o lençol leve.
Eu e Bernardo fomos pro quarto. Percebi na hora que ele estava tenso pra caralho — maxilar travado, respiração pesada, o pau já meio duro. A gente se pegou em silêncio. Ele me virou de quatro, enfiou fundo de uma vez e meteu baixinho, com a mão cobrindo minha boca pra eu não gemer alto.
Do nada a imagem explodiu na minha cabeça: Bernardo comendo a minha meia-irmã. A Gaby de quatro, a bunda redonda tremendo a cada socada, segurando a cintura dela e gemendo o nome dela. Eu gozei gostoso na hora, apertando o pau dele com força, enquanto o gozo escorria quente pelas minhas coxas. Não falei nada. Devia ser a tensão de ter outra mulher ali, algo que eu nunca imaginei que podia pensar.
No outro dia a gente acordou cedo e partiu pro ataque. Perto das quatro da tarde o apartamento já estava quase decente. Foi quando Bernardo olhou pra área gourmet e falou:
— Vamos fazer um churrasquinho aqui hoje? Tá quente pra caralho, a gente merece. Só uma carne, umas cervejas… relaxar.
Eu e Gaby concordamos na hora. Ele então se virou pra nós duas:
— Vocês vão no açougue do lado do prédio buscar a carne e a cerveja por favor? Eu tomo um banho rápido e já monto a churrasqueira.
A gente saiu. Quando voltamos, saco de carne numa mão e fardo de cerveja na outra, Gabriely estava apertada pra caralho.
— Tata, eu preciso mijar agora, senão eu faço aqui mesmo — ela falou rindo, já entrando no apartamento e caminhando rápido em direção ao banheiro do corredor.
A porta do banheiro estava entreaberta. A gente não reparou. O som do chuveiro rodando. Gabriely empurrou a porta sem pensar e entrou. Parou no meio do caminho.
Bernardo estava dentro do box, de costas. A mão direita subia e descia no pau duro, rápido, punhetando sem parar. Fora do box, no balcão da pia, o celular dele estava apoiado, a tela acesa. Era uma foto antiga minha e da Gabriely na praia. Nela, Gaby de biquíni, sorrindo, o peito quase saindo, a bunda marcada. Ele não a viu lá. Continuava punhetando, gemendo baixo.
Gabriely deu um passo pra trás com a mão na boca indignada e saiu correndo pelo corredor, com a cara vermelha de raiva e vergonha. Me encontrou na sala:
— Celina… —quase gritando. — Seu marido… ele tá batendo punheta no banheiro… olhando foto minha. Eu quero ir embora. Agora. Isso é nojo.
O peito me apertou. Raiva subiu quente, misturada com algo muito mais sujo. Eu imaginei a cena: Bernardo sozinho, punhetando gostoso pra foto dela, o gozo escorrendo enquanto pensava na bunda da minha meia-irmã. O mesmo calor de ontem à noite voltou entre as minhas pernas, forte, molhado. Fiquei parada alguns segundos, o rosto quente. Brava pra caralho. E excitada pra caralho também.
Na hora da raiva eu segurei o braço da Gabriely com força e puxei ela atrás de mim.
— Vem. Agora. Ele vai pedir desculpa na sua frente.
Arrastei ela pelo corredor até a porta do banheiro. Empurrei a porta e entrei com ela ainda pelo braço. Bernardo estava fora do box, de costas, se enxugando com a toalha. Quando ouviu o barulho virou o corpo inteiro, assustado.
O pau dele ainda estava semi-duro, grosso, veias saltadas, balançando pesado entre as pernas. A cabeça avermelhada. Ele congelou.
— Porra, Celina… Gaby… o que é isso? — ele gaguejou.
Ela não respondeu. Só engoliu em seco, os lábios entreabertos.
Olhei pra Bernardo, dura:
— Pede desculpa. Agora pra ela caralho. Pela pouca vergonha de bater punheta olhando foto dela no nosso banheiro.
Gabriely parou do meu lado. Os olhos dela desceram na hora e não subiram mais. Ficaram presos naquele pau grosso. A respiração dela mudou. Eu senti o calor sujo subir forte entre as minhas pernas só de ver o jeito que ela olhava. Ele engoliu em seco, o pau ainda balançando.
— Desculpa, Gaby… foi errado pra caralho. Eu… eu não aguentei. Desculpa pela pouca vergonha.
Perguntei baixo, quase no ouvido dela, a voz já rouca:
— Tá hipnotizada, Gabi? Ou já passou a raiva de ver meu marido punhetando pra foto da sua bunda?
Gabriely deu um passo pra trás, mas os olhos continuavam pregados nele. Eu falei pra ele:
— Deixa ela ver direito. Para de se esconder. Mostra esse pau que você tava gozando pensando nela.
Ele ficou parado. Gabriely deu outro passo à frente, quase sem perceber. Eu peguei a mão dela e puxei os duas pro meu quarto. Fechei a porta.
— Vamos ficar a vontade — ordenei pros dois.
Em silêncio a gente foi se despindo. Eu tirei a minha. Bernardo já estava pelado. Gabriely demorou um segundo, mas acabou ficando nua também. O corpo cheio, seios pesados com mamilos duros, coxas grossas, a buceta já brilhando de tesão. Subimos na cama os três. Bernardo encostou nas almofadas da cabeceira, as pernas abertas, o pau duro apontando pro teto.
— Chupa ele, Gabi — falei, já com dois dedos na minha buceta. — Engole esse pau que ele tava punhetando pra você.
Gabriely se ajoelhou entre as pernas dele sem falar nada. Abriu a boca e engoliu o pau grosso de uma vez. O barulho molhado, a baba escorrendo pelo queixo enquanto ela chupava fundo engolindo até a base ecoou no nosso quarto.
— Porra… que boca gostosa — Bernardo gemeu com a mão no cabelo dela. — Isso… engole tudo.
Eu fiquei de lado, as pernas abertas, siriricando gostoso, os dedos entrando e saindo da minha buceta molhada enquanto via a minha meia-irmã engolir o pau do meu marido.
— Tá gostoso, Gabi? — perguntei. — Tá sentindo o gosto do pau que gozava te imaginando?
Ela soltou o pau só o suficiente pra falar:
— Tá… tá gostoso pra caralho…
Voltou a chupar com fome. Depois de um tempo eu falei com tesão:
— Senta nele agora Gaby. Quero ver você sentir esse pau dentro da sua buceta. Eu não vou participar. Só quero ver.
Ela olhou pra mim e subiu no colo dele de frente. Segurou o pau grosso e foi descendo devagar. Eu vi a cabeça grossa sumindo entre os lábios inchados dela, depois o comprimento inteiro entrando. Gabriely soltou um gemido longo e sujo quando sentou até o fundo:
— Aahh… porra… tá enchendo tudo…
Ela começou a rebolar, os seios saltando, a bunda batendo nas coxas dele.
— Isso… senta gostoso — Bernardo gemeu, segurando a cintura dela. — Sua buceta tá apertada e molhada pra caralho.
Eu não toquei neles. Fiquei só olhando e siriricando mais rápido, os dedos atolados dentro da minha buceta e o barulho da minha siririca misturado com o gemido deles.
Bernardo segurou a cintura da Gaby e colocou de quatro na cama. Enfiou o pau de uma vez e começou a comer ela com força. A bunda redonda tremendo a cada socada.
— Porra, Bernardo… mete mais forte — ela gemia com a cara enterrada no travesseiro. — Me come… me come gostoso…
— Sua buceta tá engolindo meu pau inteiro — ele falava com as mãos apertando a bunda dela.
Ela gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando o pau dele com força, o gozo escorrendo pelas coxas grossas.
— Tô gozando… tô gozando no pau do seu marido, tata… — ela gritou
Bernardo tirou o pau dela, virou Gabriely de frente e puxou a cabeça dela pra baixo. Eu me aproximei na mesma hora, ajoelhei do lado, abri as pernas e segurei a nuca dela. Os dois juntos, ao mesmo tempo: o pau grosso dele enfiado na boca dela e a minha buceta colada nos lábios dela.
— Abre a boquinha… toma tudo agora — eu gemi.
Ele gozou fundo na garganta dela enquanto eu esguichava direto na boca aberta. Jatos quentes e grosso de gozo misturados com a minha porra escorrendo pela língua, pelo queixo, enchendo a boquinha dela.
— Engole os dois… a porra do meu marido e a minha porra — eu falava ainda esguichando. — Toma tudo na boquinha, Gaby…
Ela engoliu com o olhar perdido de tesão, com a boca cheia de porra dos dois. Depois, ainda suados e sujos de porra, fomos pro banheiro juntos. Tomamos banho nós três no mesmo box antes do churrasco começar.
...





Acordar com essa delícia
Que delicia de conto!! muito excitante!
Delícia,queria que minha esposa fosse assim, liberar uma amiguinha na nossa cama😈 Só faltou a foto das duas juntas