CEDI O PAU DO MEU MARIDO PRA MINHA MEIA-IRMÃ



Boa Tarde lindos e lindas. Mas uma história real de uma seguidora vindo do forno com foto e tudo mais.   
Me chamo Celina, tenho 33 anos e sou recém-casada com Bernardo, 36. Nos mudamos para um apartamento tranquilo num bairro perto do centro de Piracicaba-SP.

O prédio era silencioso, as janelas davam para uma rua arborizada. Parecia o lugar perfeito para começar.   Depois de uns seis meses de casamento e correria de trabalho — ele na engenharia, eu na área administrativa — quase não tínhamos tempo de arrumar o apartamento direito. Caixas ainda empilhadas no quarto de hóspedes, roupa amontoada na cadeira, a cozinha funcionando com marmitas.
Um dia, no carro voltando do mercado, falei pra ele:
— Bernardo, não tenho ninguém que eu confie de verdade pra dar uma geral aqui e ajudar a gente. Não quero estranho mexendo nas nossas coisas.   

Ele só balançou a cabeça, concentrado no trânsito. Foi aí que eu lembrei dela.
— Sabe quem podemos chamar pra nos ajudar? A Gabriely. Cresceu a vida toda comigo. É minha meia-irmã de consideração. Nossas mães eram muito amigas… minha mãe até batizou ela. A gente se tratava como irmãs de verdade. Ela está desempregada e procurando um serviço até ela encontrar um da área de pedagogia dela.   
Bernardo só conhecia por foto.
- Aquela de cabelo cacheado, sorriso largo, corpo cheio que sempre estava com você nas fotos? – ele perguntou.   
Eu comecei a contar animada sobre a nossa vida enquanto ele dirigia pra deixar ele tranquilo e falar que ela era de confiança.
- Quando ela tinha vinte anos engravidou. O pai da menina abandonou os dois assim que soube. Ela criou a filha sozinha, sem nunca reclamar. Trabalhou, estudou, aguentou tudo.

Eu liguei pra Gabriely ainda no mesmo dia. Expliquei a situação do apartamento, as caixas, a bagunça acumulada, e fui direta:
— Gabi, preciso de alguém de confiança pra dar uma geral aqui esse final de semana junto com a gente . Te pago uma quantia boa se você precisar, sério. Você merece, e a gente se vê pouco. Vem sexta, fica até domingo se quiser. A gente conversa, arruma tudo… e você ajuda a gente a respirar um pouco.

Ela aceitou na hora, a voz alegre do outro lado. “Claro, Célia. Eu vou. Obrigada de verdade.”

A noite enquanto estávamos assistindo filme e bebendo vinho, fui mais longe e falei sem perceber:
— A gente sempre foi íntima pra caralho, Bernardo. Pode confiar. Na adolescência a gente tomava banho juntas quase toda semana. Uma vez a gente se beijou pra ver como era. Só curiosidade de menina, coisa de adolescente. Nada demais. E depois a gente riu e nunca mais tocou no assunto.

Eu olhei de canto de olho. Bernardo continuava bebendo, mas o maxilar estava mais tenso. A mão dele no controle apertou um pouco. E entre as pernas, por baixo do pijama, dava pra ver o volume crescendo. Ele não falou nada. Só engoliu em seco e continuou olhando a TV e concordando. Eu senti o calor subir na minha barriga só de perceber.

Gabriely chegou no final da sexta-feira. O interfone tocou e eu fui abrir. Ela estava de short jeans curto, camiseta justa que marcava os seios fartos e o cabelo solto. O sorriso largo de sempre, aquele corpo cheio, curvas generosas, coxas grossas e bunda redonda que balançava quando ela andava. Eu abracei ela forte, matando a saudade da minha meia-irmã.
Bernardo ficou um pouco atrás, cumprimentando com um aperto de mão. Os olhos dele desceram rápido pelo decote dela.

No começo da noite a gente começou a organizar algumas coisas. Gaby nos ajudava com vontade, curvando-se pra pegar objetos no chão, o short subindo e marcando a calcinha fina. Toda vez que ela se inclinava, a camiseta subia um pouco e o decote generoso aparecia. Eu notava Bernardo olhando. Não era um olhar rápido e discreto. Ele olhava a bunda dela quando ela virava de costas, e os peitos quando ela se abaixava pra abrir outra caixa.

Uma pontada de ciúme me apertou o peito. Ao mesmo tempo, um calor sujo descia entre as minhas pernas. Eu gostava de ver ele desejando-a. E odiava um pouco também. Fingi que não reparava, mas ficava de olho nos dois.

A noite foi tranquila. Jantamos tarde, conversamos sobre a filha dela, sobre o trabalho, sobre o prédio. Bebemos um pouco de vinho, mas nada demais. Perto da meia-noite Gaby bocejou e disse que estava cansada. Eu arrumei o sofá da sala com lençóis limpos e um travesseiro macio. Ela se despediu com um beijo no meu rosto e um sorriso cansado pra Bernardo. Dormiu na sala, de short e camiseta, o corpo curvado de lado sob o lençol leve.

Eu e Bernardo fomos pro quarto. Percebi na hora que ele estava tenso pra caralho — maxilar travado, respiração pesada, o pau já meio duro. A gente se pegou em silêncio. Ele me virou de quatro, enfiou fundo de uma vez e meteu baixinho, com a mão cobrindo minha boca pra eu não gemer alto.

Do nada a imagem explodiu na minha cabeça: Bernardo comendo a minha meia-irmã. A Gaby de quatro, a bunda redonda tremendo a cada socada, segurando a cintura dela e gemendo o nome dela. Eu gozei gostoso na hora, apertando o pau dele com força, enquanto o gozo escorria quente pelas minhas coxas. Não falei nada. Devia ser a tensão de ter outra mulher ali, algo que eu nunca imaginei que podia pensar.

No outro dia a gente acordou cedo e partiu pro ataque. Perto das quatro da tarde o apartamento já estava quase decente. Foi quando Bernardo olhou pra área gourmet e falou:
— Vamos fazer um churrasquinho aqui hoje? Tá quente pra caralho, a gente merece. Só uma carne, umas cervejas… relaxar.
Eu e Gaby concordamos na hora. Ele então se virou pra nós duas:
— Vocês vão no açougue do lado do prédio buscar a carne e a cerveja por favor? Eu tomo um banho rápido e já monto a churrasqueira.

A gente saiu. Quando voltamos, saco de carne numa mão e fardo de cerveja na outra, Gabriely estava apertada pra caralho.
— Tata, eu preciso mijar agora, senão eu faço aqui mesmo — ela falou rindo, já entrando no apartamento e caminhando rápido em direção ao banheiro do corredor.

A porta do banheiro estava entreaberta. A gente não reparou. O som do chuveiro rodando. Gabriely empurrou a porta sem pensar e entrou. Parou no meio do caminho.

Bernardo estava dentro do box, de costas. A mão direita subia e descia no pau duro, rápido, punhetando sem parar. Fora do box, no balcão da pia, o celular dele estava apoiado, a tela acesa. Era uma foto antiga minha e da Gabriely na praia. Nela, Gaby de biquíni, sorrindo, o peito quase saindo, a bunda marcada. Ele não a viu lá. Continuava punhetando, gemendo baixo.
Gabriely deu um passo pra trás com a mão na boca indignada e saiu correndo pelo corredor, com a cara vermelha de raiva e vergonha. Me encontrou na sala:
— Celina… —quase gritando. — Seu marido… ele tá batendo punheta no banheiro… olhando foto minha. Eu quero ir embora. Agora. Isso é nojo.

O peito me apertou. Raiva subiu quente, misturada com algo muito mais sujo. Eu imaginei a cena: Bernardo sozinho, punhetando gostoso pra foto dela, o gozo escorrendo enquanto pensava na bunda da minha meia-irmã. O mesmo calor de ontem à noite voltou entre as minhas pernas, forte, molhado. Fiquei parada alguns segundos, o rosto quente. Brava pra caralho. E excitada pra caralho também.

Na hora da raiva eu segurei o braço da Gabriely com força e puxei ela atrás de mim.
— Vem. Agora. Ele vai pedir desculpa na sua frente.

Arrastei ela pelo corredor até a porta do banheiro. Empurrei a porta e entrei com ela ainda pelo braço. Bernardo estava fora do box, de costas, se enxugando com a toalha. Quando ouviu o barulho virou o corpo inteiro, assustado.
O pau dele ainda estava semi-duro, grosso, veias saltadas, balançando pesado entre as pernas. A cabeça avermelhada. Ele congelou.
— Porra, Celina… Gaby… o que é isso? — ele gaguejou.
Ela não respondeu. Só engoliu em seco, os lábios entreabertos.
Olhei pra Bernardo, dura:
— Pede desculpa. Agora pra ela caralho. Pela pouca vergonha de bater punheta olhando foto dela no nosso banheiro.

Gabriely parou do meu lado. Os olhos dela desceram na hora e não subiram mais. Ficaram presos naquele pau grosso. A respiração dela mudou. Eu senti o calor sujo subir forte entre as minhas pernas só de ver o jeito que ela olhava. Ele engoliu em seco, o pau ainda balançando.
— Desculpa, Gaby… foi errado pra caralho. Eu… eu não aguentei. Desculpa pela pouca vergonha.

Perguntei baixo, quase no ouvido dela, a voz já rouca:
— Tá hipnotizada, Gabi? Ou já passou a raiva de ver meu marido punhetando pra foto da sua bunda?

Gabriely deu um passo pra trás, mas os olhos continuavam pregados nele. Eu falei pra ele:
— Deixa ela ver direito. Para de se esconder. Mostra esse pau que você tava gozando pensando nela.

Ele ficou parado. Gabriely deu outro passo à frente, quase sem perceber. Eu peguei a mão dela e puxei os duas pro meu quarto. Fechei a porta.
— Vamos ficar a vontade — ordenei pros dois.

Em silêncio a gente foi se despindo. Eu tirei a minha. Bernardo já estava pelado. Gabriely demorou um segundo, mas acabou ficando nua também. O corpo cheio, seios pesados com mamilos duros, coxas grossas, a buceta já brilhando de tesão. Subimos na cama os três. Bernardo encostou nas almofadas da cabeceira, as pernas abertas, o pau duro apontando pro teto.
— Chupa ele, Gabi — falei, já com dois dedos na minha buceta. — Engole esse pau que ele tava punhetando pra você.

Gabriely se ajoelhou entre as pernas dele sem falar nada. Abriu a boca e engoliu o pau grosso de uma vez. O barulho molhado, a baba escorrendo pelo queixo enquanto ela chupava fundo engolindo até a base ecoou no nosso quarto.
— Porra… que boca gostosa — Bernardo gemeu com a mão no cabelo dela. — Isso… engole tudo.

Eu fiquei de lado, as pernas abertas, siriricando gostoso, os dedos entrando e saindo da minha buceta molhada enquanto via a minha meia-irmã engolir o pau do meu marido.
— Tá gostoso, Gabi? — perguntei. — Tá sentindo o gosto do pau que gozava te imaginando?
Ela soltou o pau só o suficiente pra falar:
— Tá… tá gostoso pra caralho…

Voltou a chupar com fome. Depois de um tempo eu falei com tesão:
— Senta nele agora Gaby. Quero ver você sentir esse pau dentro da sua buceta. Eu não vou participar. Só quero ver.

Ela olhou pra mim e subiu no colo dele de frente. Segurou o pau grosso e foi descendo devagar. Eu vi a cabeça grossa sumindo entre os lábios inchados dela, depois o comprimento inteiro entrando. Gabriely soltou um gemido longo e sujo quando sentou até o fundo:
— Aahh… porra… tá enchendo tudo…

Ela começou a rebolar, os seios saltando, a bunda batendo nas coxas dele.
— Isso… senta gostoso — Bernardo gemeu, segurando a cintura dela. — Sua buceta tá apertada e molhada pra caralho.

Eu não toquei neles. Fiquei só olhando e siriricando mais rápido, os dedos atolados dentro da minha buceta e o barulho da minha siririca misturado com o gemido deles.

Bernardo segurou a cintura da Gaby e colocou de quatro na cama. Enfiou o pau de uma vez e começou a comer ela com força. A bunda redonda tremendo a cada socada.
— Porra, Bernardo… mete mais forte — ela gemia com a cara enterrada no travesseiro. — Me come… me come gostoso…
— Sua buceta tá engolindo meu pau inteiro — ele falava com as mãos apertando a bunda dela.

Ela gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando o pau dele com força, o gozo escorrendo pelas coxas grossas.
— Tô gozando… tô gozando no pau do seu marido, tata… — ela gritou

Bernardo tirou o pau dela, virou Gabriely de frente e puxou a cabeça dela pra baixo. Eu me aproximei na mesma hora, ajoelhei do lado, abri as pernas e segurei a nuca dela. Os dois juntos, ao mesmo tempo: o pau grosso dele enfiado na boca dela e a minha buceta colada nos lábios dela.
— Abre a boquinha… toma tudo agora — eu gemi.
Ele gozou fundo na garganta dela enquanto eu esguichava direto na boca aberta. Jatos quentes e grosso de gozo misturados com a minha porra escorrendo pela língua, pelo queixo, enchendo a boquinha dela.
— Engole os dois… a porra do meu marido e a minha porra — eu falava ainda esguichando. — Toma tudo na boquinha, Gaby…

Ela engoliu com o olhar perdido de tesão, com a boca cheia de porra dos dois. Depois, ainda suados e sujos de porra, fomos pro banheiro juntos. Tomamos banho nós três no mesmo box antes do churrasco começar.
...

Foto 1 do Conto erotico: CEDI O PAU DO MEU MARIDO PRA MINHA MEIA-IRMÃ

Foto 2 do Conto erotico: CEDI O PAU DO MEU MARIDO PRA MINHA MEIA-IRMÃ

Foto 3 do Conto erotico: CEDI O PAU DO MEU MARIDO PRA MINHA MEIA-IRMÃ

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Ficha do conto

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Nome do conto:
CEDI O PAU DO MEU MARIDO PRA MINHA MEIA-IRMÃ

Codigo do conto:
270329

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/08/2026

Quant.de Votos:
2

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5