Os vizinhos foram muito atenciosos conosco desde o primeiro dia. Trouxeram bolo, ofereceram ajuda com caixas e se apresentaram. Mas quem realmente chamou minha atenção foi Vagner, um rapaz de 22 anos, filho dos vizinhos da casa ao lado. Ele era lindo: alto, moreno, corpo de quem malha, educado e com um sorriso que desarmava qualquer pessoa. Tinha praticamente a idade do meu filho mais velho.
Como ainda não tínhamos internet em casa (a empresa demoraria alguns dias para instalar), a família dele gentilmente ofereceu o WiFi deles. Vagner, especialmente, se mostrou bem solícito.
No primeiro dia, ele passou no portão da nossa casa quando estávamos arrumando algumas coisas. Com um sorriso educado, disse:
— Boa tarde, dona Irene. Se precisarem de qualquer coisa, é só chamar. Inclusive o WiFi. A senha é “Vagner2026”. Qualquer problema, me avisa.
Eu agradeci, reparando no jeito como ele me olhava. Robson, como sempre, ficou quieto, só acenando de longe.
De noite, depois do jantar, eu queria assistir uma série na Netflix, mas a conexão estava péssima. Tentei de tudo, mas não consegui. Robson resmungou:
— Chama o menino aí.
Eu liguei para o número que ele havia me passado mais cedo. Vagner atendeu educado, mas disse que não podia ir naquele momento porque estava ajudando o pai com uma coisa.
— Amanhã de tarde eu passo aí, dona Irene. Posso levar um repetidor de sinal pra melhorar bastante o WiFi de vocês. Pode ser?
— Pode sim, Vagner. Obrigada — respondi, tentando disfarçar o tom de animação na voz.
No outro dia, Robson saiu para trabalhar logo após o almoço. Eu, de propósito, esperei a tarde chegar. Coloquei um roupão fininho, curto, sem nada por baixo. Meus peitos grandes e pesados balançavam livres, e minha buceta coroa — carnuda, com lábios grossos e já molhada — roçava no tecido a cada passo.
Mandei mensagem para Vagner: “Oi Vagner, meu marido saiu agora. Você consegue vir colocar o repetidor?”
Ele respondeu quase na hora: “Daqui a pouco tô aí, dona Irene.”
Quando a campainha tocou, abri o portão. Vagner estava lindo, de bermuda de academia e camiseta justa.
— Boa tarde, dona Irene. Vim resolver isso pra senhora.
Enquanto ele configurava o repetidor na sala, eu ficava bem perto, deixando o roupão abrir “sem querer”, mostrando o decote dos meus seios maduros.
— Vagner… meu marido quase nunca resolve nada em casa. O corno do Robson vive brochando, não levanta mais como antigamente. Fico querendo pau e ele não dá conta…
Vagner parou o que estava fazendo, o pau já marcando forte na bermuda. Ele me olhou de cima a baixo e falou com a voz rouca:
— Sério, dona Irene? Uma mulher gostosa como a senhora… merecia um trato todo dia.
Eu abri o roupão completamente, mostrando meu corpo nu de 55 anos: peitos grandes e macios, barriga madura e minha buceta coroa carnuda, com lábios grossos brilhando de tesão.
Vagner não pensou duas vezes. Me puxou pela cintura, apertou meus peitos com força e enfiou a língua na minha boca. Depois me empurrou de joelhos:
— Chupa meu pau, sua coroa safada. Quero ver essa boca de mãe mamando gostoso.
Eu puxei a bermuda dele. O pau de Vagner era grosso, veioso, com a cabeça grande e rosada. Comecei a chupar com fome, babando bastante, lambendo as bolas e enfiando até a garganta.
— Caralho, dona Irene… que boca gulosa! Chupa mais fundo… isso, sua puta madura!
Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca. Depois me levantou, me colocou de quatro no sofá e abriu minhas pernas grossas.
— Olha essa buceta coroa… toda molhada e aberta pra mim — disse ele, esfregando a cabeça do pau nos meus lábios grossos. — Seu corno do marido não sabe o que tá perdendo.
Ele enfiou tudo de uma vez, me arrombando fundo. Começou a meter com força, batendo os sacos na minha buceta, dando tapas fortes na minha bunda gorda.
— Ai, Vagner! Me fode! Come essa buceta coroa! — gemi alto, empinando mais.
— Toma, sua vadia! Leva o pau do novinho enquanto seu corno trabalha! Essa buceta madura tá apertando meu pau pra caralho!
Ele metia selvagem, puxando meu cabelo, xingando:
— Sua buceta é tão quente e molhada… melhor que qualquer novinha. Vou encher essa coroa de porra!
Depois de me foder com força por vários minutos, ele apertou meus quadris e gozou bem fundo dentro da minha buceta coroa, jorrando porra quente e grossa. Senti cada jato enchendo o interior da minha buceta. Eu gozei tremendo, apertando o pau dele, gozando forte enquanto ele ainda pulsava dentro de mim e molhei o pau dele todo. Nossas porras se misturaram.
Vagner puxou o pau devagar, vendo a porra escorrendo da minha buceta inchada. Sorriu e falou:
— Da próxima vez eu quero comer essa coroa no quarto do corno. O que acha, dona Irene?
Eu, ainda ofegante e com a buceta pingando porra, respondi com um sorriso safado:
— Pode vir quando quiser, Vagner… minha buceta é sua agora. O corno não vai nem saber.
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