Meu nome é Lurdes, tenho 55 anos e as pessoas me chamam de Lurdinha. Sou casada com o Miguel, de 60 anos.
Fomos em família tirar umas férias em Pernambuco, num resort. Eu e meu marido, minha irmã Marilda com o novo namorado dela, além da minha prima Adriane com o marido Lucas e o filho deles, Aldrei — de quem batizamos —, que foi junto com a esposa e a criança do casal.
Ficamos em quartos separados e o ambiente familiar estava maravilhoso. Todo mundo se divertindo, conversando, rindo… aquele clima gostoso de férias mesmo. Na sexta à noite, o pessoal do hotel perguntou quem queria conhecer as praias de buggy no sábado de manhã. Eu e meu marido aceitamos na hora.
Eu acordei animada, já pronta pro passeio. Já o Miguel se sentiu forçado, como sempre. Ele fala um monte de coisa quando bebe e no dia seguinte enche o saco, reclamando de tudo. Eu dei graças a Deus, pois, podia ir livremente sem o ciúme doentio dele. Perguntamos pra família quem mais queria ir, mas só o Aldrei topou.
O bugueiro Juca chegou animado e subimos no buggy pra começar o passeio.
— E aí, pessoal, prontos pra curtir as dunas? — perguntou o Juca.
Eu me virei pro Aldrei e perguntei:
— A esposa não quis vir junto filho?
— Não tia — ele respondeu — Ela preferiu ficar tomando sol e cuidando da criança. Disse que tava cansada.
Ficamos só nós três: eu, o Juca e o Aldrei.
Paramos numa vendinha no caminho. O Juca gritou:
— Vamos comprar umas geladas aqui, pessoal?
Compramos umas Heineken bem geladas. O clima estava gostoso, o sol forte, o vento batendo no rosto…Numa determinada hora, o Aldrei tirou a bermuda e estava de sunga. Quando ele se levantou pra pegar mais uma cerveja, perdeu o equilíbrio e acabou passando a rola bem na minha coxa.
— Ai, desculpa, tia! — ele falou rápido, meio constrangido
O corpo dele era lindo pra idade dele — 40 anos. Na hora eu senti um tesão absurdo. Era proibido, eu sabia, mas aquilo deu um gatilho em mim que não consegui controlar.
— Não tem problema… — respondi, tentando disfarçar o tremor na voz.
O Juca, que estava dirigindo, olhou pelo retrovisor e perguntou sem saber:
— Vocês são casados? A senhora é esposa dele?
Eu ri, meio sem jeito, e respondi na hora:
— Não, Juca. Ele é meu afilhado. Eu batizei ele.
Aldrei ficou quieto, mas eu percebi que ele me olhava de canto de olho. Meus peitos estavam bem marcados no biquíni, e ele não disfarçava. De vez em quando a coxa dele roçava de leve na minha, como se fosse sem querer… mas eu sabia que não era.
Minha buceta começou a piscar sozinha, molhada, latejando de tesão. Eu apertava as pernas, tentando me controlar, mas o cheiro do sol, da cerveja e daquele corpo perto de mim estava me deixando louca.
Depois de mais um trecho de dunas, o Juca falou:
— Vou parar numa praia deserta ali na frente. Quero tirar umas fotos e dar um mergulho. Vocês ficam lá aproveitando enquanto eu almoço rapidinho. Coisa de uma hora no máximo, tá?
Ele deixou a gente na areia quente, com o buggy um pouco mais adiante, e sumiu.
Ficamos só nós dois. O silêncio era pesado. Eu olhei pro Aldrei, sorri e falei já com a cerveja me deixando alegre:
— Vou no mar passar uma água no corpo. Segura meu celular pra mim?
Ele pegou o celular sem falar nada. Eu me levantei, ajeitei o biquíni de propósito, enfiando o fio bem no meio do rabo e fui andando devagar até a água, rebolando só o suficiente pra ele ver.
Quando voltei, eu deixei de propósito as areolas do meu peito um pouco à mostra. Vi o olhar dele descer na hora. A sunga dele se mexeu. O pau deu uma sacudida clara. Ele engoliu em seco e falou, a voz um pouco rouca:
— Vou pro mar… mijar tia. Já volto
E se levantou, virando o corpo pra tentar esconder o volume que já estava bem marcado.
Enquanto ele se afastava, eu peguei meu celular de volta. Abri a galeria por curiosidade… e lá estavam. Várias fotos minhas. Do meu rabo, exatamente do jeito que eu tinha rebolado indo pro mar. O safado tinha aproveitado o momento e clicado tudo. Tava louco de tesão.
Sorri sozinha e com muito tesão. Aí peguei o celular dele, que ele tinha deixado na toalha, e dei um zoom pra ver meu afilhado. Lá estava: ele dentro do mar calmo, de costas, a sunga abaixada na lateral, o pau grosso pra fora, mijando. Quando ele voltou, a sunga ainda marcava. O pau dele estava meia-vida balançando um pouco a cada passo. Eu olhei direto e perguntei, propositalmente, com um sorrisinho:
— Isso aí… é por minha causa, né? E por causa das fotos que você tirou do meu rabo?
Ele engasgou, o rosto vermelho. Tentou falar alguma coisa, mas só saiu um “tia…” baixo. Eu não deixei ele se explicar. Falei, já com a voz baixa e o olhar direto:
— A gente tá numa praia deserta em família, Aldrei. Vamos aproveitar.
Peguei minha saída de praia, estendi na areia quente e deitei de frente para tomar sol. Tirei a parte de cima deixando os peitos pesados livres, os mamilos já duros com o vento e o tesão. Fiquei ali, deitada de frente pro sol, só de calcinha de biquíni, os peitos pesados livres, os mamilos duros.
— Tira umas fotos da sua madrinha. Vamos ver como eu estou — falei com a voz já embargada de tesão e com a buceta completamente melada.
Aldrei não hesitou. Pegou o celular e começou a clicar.
— Porra, tia… você tá linda assim — ele disse, tirando várias fotos.
Eu me virei de lado, depois de quatro, erguendo o rabo bem alto pra ele. Eu puxei a calcinha do biquíni pelas pernas e fiquei completamente nua na areia. De quatro, olhando por cima do ombro, o rabo empinado e a buceta inchada a mostra toda babada.
— Assim? — perguntei, rebolando de leve.
O pau dele estava estourando dentro da sunga. Ele puxou a sunga de uma vez e ficou pelado. O pau saltou pra fora, grosso, veias marcadas, com a cabeça rosada cheio de tesão.
— Olha o que você fez em mim… — ele falou, segurando o pau.
Sem cerimônia ele sentou ao meu lado na saída de praia. Eu não esperei. Cai de boca no pau do meu afilhado.
— Porra, tia… — ele gemeu alto quando eu abocanhei o pau dele.
Engoli o máximo que consegui. Ele segurou meu cabelo e começou a bater o pau na minha cara, esfregando a cabeça quente nos meus lábios, nas minhas bochechas, no meu queixo.
— Abre a boca… isso… chupa direito o pau do seu afilhado — ele falava enquanto eu tentava engolir de novo.
Depois ele se deitou de costas na saída de praia.
— Sobe aqui… senta na minha cara — mandou.
Eu subi na hora, ajoelhei sobre o rosto dele e comecei a esfregar minha buceta molhada na boca e no nariz dele, rebolando devagar, enquanto punhetava o pau grosso com as duas mãos.
— Isso, tia… esfrega essa buceta na minha boca… porra, que gostoso — ele falava abafado, lambendo tudo.
O safado quase gozou. Eu sentia o corpo dele tremer e o pau latejar forte na minha mão.
— Para… para senão eu gozo — ele avisou.
Desci da cara dele, me posicionei e sentei devagar no pau. A cabeça abriu minha boceta e eu desci até o fundo, gemendo alto.
— Ahh, filho da puta… que pau grosso… — eu gemia, sentindo ele me preencher por completo.
Ele me agarrou pela cintura, me virou de quatro de frente pro mar e começou a me comer com força.
— Olha pro mar enquanto eu te fodo — ele mandou, metendo fundo. — Sua buceta tá engolindo tudo…
As mãos dele apertavam minhas nádegas, o pau entrando fundo, o barulho da pele batendo. Eu gemia de quatro, com o rosto quase na areia.
— Mais forte… come sua madrinha… assim… — eu pedia.
Ele não aguentou muito. Puxou o pau de dentro, me virou de frente e enfiou na minha boca.
— Da leitinho pra madrinha, da. – pedi passando a língua na cabeça do pau dele
— Abre… toma tudo — ele falou.
Ele encheu minha boca de porra grossa e quente. Eu engoli o que consegui, mas a porra escorreu pelos cantos dos lábios e pingou direto nos meus peitos.
— Gozou na boca da sua madrinha… — eu falei, ainda cansada, mostrando a língua suja.
Ficamos uns segundos olhando um pro outro. Depois nos levantamos, ainda pelados, e fomos nos lavar no mar para limpar a porra e o suor.
— A gente acabou de fazer uma merda grande, né, madrinha? — ele falou passando a mão no meu corpo
— Acabamos… e eu quero de novo. A família não pode nem sonhar o que aconteceu aqui hoje — respondi.





Adorei, só não gostei daquela "língua suja", porra não é sujeira, mas sim um néctar maravilhoso. Bjs aos dois adoráveis incestuosos.
Que férias delícia hummmm
Mulher gostosa, conto excitante, li ele com saudades de uma aventura quase assim que tive com uma casada, caso alguma seguidora casada queira uma aventura me chama. Conto votado e gozado 👍🏽💦
é isso mesmo, não perder a oportunidade, sexo é bom e necessário e foda-se quem não gosta
Madrinha vagabunda