Meu nome é Eunice. Tenho 58 anos. Sou loira, de cabelo sempre bem tratado, corpo que ainda chama atenção porque eu não abro mão da academia cinco vezes por semana, mesmo depois de um filho, meu corpo continua bonito graças a boa genética da familia.
Sou casada com José Roberto há 30 anos. Temos um filho, o Tiago, de 28. O menino já é homem feito, casado, tem a própria vida junto com minha nora. Tenho um netinho de 5 anos já . E eu e o José Roberto… bem, a gente virou quase dois estranhos que dividem o mesmo sobrenome e a mesma cama.
Houve uma época conturbada. Uns quatro, cinco anos atrás. Eu estava no auge da mudança de prédio da empresa. Ele reclamava, eu reclamava, a gente discutia por qualquer coisa. Sexo virou raro. Depois virou quase inexistente. Eu chegava em casa morta de cansada, ele já dormindo no sofá com a TV ligada. Eu ia para o quarto. Ele ficava lá. Às vezes eu tentava me aproximar, colocava a mão no peito dele, beijava o pescoço… e ele só murmurava “tô cansado, Eunice” e virava de lado. O olhar dele não voltava. Era como se eu tivesse me tornado invisível dentro da minha própria casa. Com o tempo, parei de tentar.
Foi então que a empresa precisou de um novo estagiário de design. Eu mesma conduzi as entrevistas. A maioria era jovem, inseguro. Até que entrou o último da tarde.
Ele se chamava Rafael. 24 anos. Alto, ombros largos, cabelo curto e degrade, olhar direto. Não gaguejou. Não se curvou demais. Quando eu levantei para cumprimentá-lo, percebi que ele me olhou de cima a baixo por uma fração de segundo a mais do que o profissionalmente aceitável.
— Boa tarde, dona Eunice. Prazer, Rafael — disse ele, estendendo a mão.
— Prazer, Rafael. Pode se sentar.
A entrevista fluiu fácil. Ele falava com segurança. No final, eu já tinha decidido.
— Você começa na segunda — falei, sorrindo. — Seja pontual.
— Pode deixar. Obrigado pela oportunidade.
Nas primeiras semanas, aos poucos fui pegando confiança e intimidade com Rafael. Ele era educado, competente e tinha um jeito natural de se aproximar. A gente conversava sobre os projetos, ele pedia minha opinião, eu pedia a dele.
Foi numa tarde de quinta-feira que aconteceu a situação. Eu estava sentada na minha cadeira, revisando um layout no notebook, quando Rafael veio mostrar um projeto.
— Dona Eunice, dá uma olhada nisso? Acho que o espaçamento ficou estranho — disse ele, se inclinando sobre a mesa ao meu lado, apontando a tela.
Eu nem percebi a proximidade até sentir, com o cotovelo, o volume duro do pau dele encostando de leve no meu braço. Fiquei constrangida na hora. O rosto esquentou. Ele também percebeu, porque se afastou um pouco rápido demais.
— Desculpa, dona Eunice… — ele disse com a voz de assustado.
— Tudo bem… — consegui responder, tentando disfarçar.
Mas o contato ficou marcado. Aquele volume firme, quente, pressionando meu cotovelo por um segundo. Naquela noite, o gatilho veio forte. José Roberto já roncava no sofá.
Eu fui para o quarto, tirei a roupa e deitei nua na cama. Fechei os olhos e a sensação voltou: o pau do Rafael encostando em mim. Meu corpo reagiu sozinho. A buceta latejou, molhou rápido. Não aguentei. Passei a mão entre as pernas, abri os lábios com os dedos e comecei siriricar. Imaginei ele me empurrando sobre a mesa do escritório, abrindo minhas pernas, enfiando tudo de uma vez. A imagem foi tão forte que eu gozei como nunca tinha gozado sozinha. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou meus dedos com força, um fio de gozo escorreu pela coxa. Fiquei com o coração disparado.
No outro dia era sexta-feira. Como sempre, a gente fazia happy hour no bar perto da empresa. Rafael acabou indo. Ele sentou do meu lado.
— Você veio — comentei, tentando soar casual.
— Não ia perder — respondeu ele, sorrindo de canto.
Durante a conversa, eu percebia claramente o olhar dele descendo para o meu decote. Eu estava de blusa um pouco mais aberta, e ele não disfarçava. Bebemos, rimos, conversamos sobre trabalho e besteira. Nada demais aconteceu fisicamente, mas o clima entre a gente já era outro. A partir daquele dia, começamos a trocar mensagens escondidas.
No começo era só sobre trabalho. Ele era atencioso, engraçado e com isso ficou íntimo....e logo ficou picante. Depois de um happy hour, recebi um whatsapp dele dizendo:
Rafael: Você ficou linda hoje de novo chefe.
Eu: Para com isso… assim eu fico tímida
Rafael: Não consigo disfarçar. Fico olhando pro seu decote o tempo todo.
Eu: Eu vi… você nem tenta esconder
Rafael: Queria ver mais. Muito mais.
Eu: Mais o quê exatamente?
Rafael: Tira uma foto pra mim. Só do peito, com a blusa aberta.
Eu: Você tá pedindo nude, estagiário? Assim vou te mandar embora rsrsrs
Rafael: Tô. E eu mando primeiro se quiser.
Eu: Então manda foto do seu pau. To curiosa pra ver.
Ele demorou dois minutos para responder. Depois veio a foto: o pau grosso, veioso e duro que ele tirou no banho. Em seguida ele escreveu:
Rafael: Agora me manda foto do seu cuzinho e da sua buceta. Quero ver tudo.
Eu hesitei só por um segundo. Depois tirei a roupa, deitei na cama do corno do José Roberto, abri as pernas e tirei as fotos. Mandei as duas. A resposta dele veio rápida:
Rafael: Porra, Eunice… que buceta gostosa. E esse cuzinho… eu vou comer os dois um dia?
Durante a semana as mensagens foram ficando cada vez mais sujas. Eu batia siririca quase toda noite imaginando ele. Na sexta seguinte, no happy hour, o clima estava pesado. Bebemos, conversamos, mas os olhares já diziam tudo. Quando o último colega foi embora, Rafael se aproximou e falou baixo:
— Seu marido vai chegar tarde hoje?
— Vai. Foi pro clube com os amigos. Só chega de madrugada.
— Então vamos pra sua casa. Depois venho embora de Uber e busco o carro aqui no barzinho.
Não precisei pensar duas vezes. Subimos no meu carro e fomos direto.
Assim que entramos, ele me empurrou contra a parede com força e me beijou com fome. A mão dele desceu, apertou minha bunda com força, separando as nádegas por cima da calça, e subiu entre minhas pernas, esfregando a buceta já molhada.
— Fico de pau duro imaginando essa buceta pingando e esse cuzinho apertado.
Eu puxei ele para o quarto, para a cama onde eu dormia com o corno do José Roberto. Empurrei Rafael para deitar e subi em cima dele, abrindo a calça com pressa. O pau dele saltou pra fora, grosso, curvado pra baixo. Eu agarrei com as duas mãos e engoli ele fundo, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Babava, subia e descia a cabeça com vontade, olhando pra cima enquanto ele segurava meu cabelo e gemia baixinho.
— Isso… mama gostoso, chefe. Engole esse pau inteiro. Seu marido não te come mais, né? O corno não merece essa boca gulosa. Chupa até as bolas, Eunice… limpa meu pau com essa língua de casada safada.
Eu chupei com mais força, fazendo barulho, babando na base, masturbando o que não cabia na boca. Ele puxou meu cabelo e me tirou de cima.
— De quatro. Agora.
Ele me virou, me colocou de quatro na cama do José Roberto e enfiou a cara na minha bunda. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e enfiou a língua na buceta, chupando todo o mel que escorria. Depois desceu e enfiou a língua no meu cu, girando, penetrando, lambendo o buraco apertado enquanto enfiava dois dedos na buceta e masturbava.
— Que buceta molhada, caralho… pingando na cama do seu marido. E esse cuzinho… apertado pra caralho. Vou arrombar os dois hoje. Vou deixar essa bunda arrombada e cheia de porra.
Ele se posicionou atrás de mim, esfregou a cabeça grossa na entrada da buceta e enfiou de uma vez, até o fundo. Começou a meter com força, batendo a bunda, segurando meus quadris com força.
— Ai, caralho… que pau grosso… — gemi alto, sentindo ele me abrir.
— Toma, sua puta casada. Enquanto o corno do José Roberto bebe com os amigos, eu tô comendo a mulher dele na cama dele. Sente esse pau arrombando essa buceta de casada… aperta, Eunice, aperta esse pau.
Ele meteu mais forte, dando tapas na bunda, puxando meu cabelo, xingando. Depois tirou o pau todo babado, cuspiu no meu cu, espalhou a saliva com o polegar e começou a enfiar a cabeça devagar. Eu gemia alto, sentindo ele me abrir, o ardor gostoso misturado com prazer.
— Aperta esse cuzinho… isso…
— Ai, Rafa… me fode no cu… arromba esse cu…
Ele meteu tudo de uma vez e começou a arrombar meu cu com força, dando tapas fortes na bunda, segurando minha cintura, metendo fundo.
— Toma no cu, Eunice. Leva o pau do estagiário enquanto seu marido corno nem sabe. Sente esse pau grosso arrombando o cuzinho da mulher dele. Vou encher esse cu de porra… vou gozar fundo e deixar escorrendo.
Ele acelerou, metendo com violência. Segurou minha cintura com força, enterrou o pau até o fundo e gozou. A porra dele encheu meu cu como nunca senti na vida...era muita porra e meu cu ficou encharcado. Senti a porra quente e grossa escorrendo enquanto ele ainda metia devagar.
— Olha quanta porra… o cu da mulher do José Roberto todo cheio de leite — falou ele, abrindo minhas nádegas com as duas mãos e admirando o buraco arrombado, a porra branca escorrendo pela buceta e pela coxa. — Que vista gostosa… cuzinho aberto, pingando porra de estagiário.
Eu caí na cama, cansada, com a bunda suja de porra, a buceta ainda latejando, o cu latejando e aberto. Rafael se deitou ao meu lado, passou a mão na minha bunda, enfiou dois dedos no meu cu ainda cheio e riu baixo:
— Isso foi só o começo. Semana que vem a gente faz de novo… e eu quero fotos novas. Quero ver esse cuzinho arrombado e essa buceta inchada.
Eu olhei para o teto da cama do meu marido, o corpo marcado, o cu arrombado e cheio de porra, e sorri. Pela primeira vez em anos, eu não me sentia invisível.
...
Agora meu estagiário é meu amante.





Chega aplicada dar a bundinha para o estagiário ficar feliz💘💘💘