Um dia fomos convidados para o aniversário da Iara. Ela tem 33 anos, é casada com o Doni e é a professora do funcional. Muito bonita, corpo firme, e tinha voltado recentemente a dar aula depois de colocar silicone. Os peitos novos ficavam em evidência em qualquer blusa nas aulas.
A festa foi na casa deles, durante a tarde. Churrasco, piscina, gente da academia. Eu estava de biquíni preto e um short jeans por cima. Natan, de sunga e camiseta. Desde o começo ele não tirava o olho dos peitos da Iara. Cada vez que ela se inclinava pra pegar uma cerveja ou ria jogando o cabelo pra trás, o olhar dele ia direto pro decote. Aquilo me incomodava… e ao mesmo tempo me deixava com fogo, mas não falava nada...só observava meu marido comendo ela com os olhos.
Enquanto isso, o Doni, marido dela, estava uma delícia. Alto, ombros largos, peito marcado, a sunga preta apertada. Toda vez que ele passava perto de mim molhado da piscina, ele me fazia apertar as coxas. Doni chamava a atenção de todas as mulheres e até das mais velhas da academia quando ia buscar a Iara. Firme, marcando presença, o tipo de homem que fazia a gente virar a cabeça sem querer. Confesso que já tinha sentido atração por ele antes. Várias vezes, no final do treino, quando ele aparecia eu precisava desviar o olhar pra não ficar óbvio.
A tarde foi andando. As pessoas foram embora aos poucos. No final sobrou eu, Natan, Iara e Doni. O sol já estava mais baixo. A gente ficou na área da piscina, bebendo, conversando, dando risada. Natan continuava olhando demais. Em determinado momento Iara se levantou, tirou o short e ficou só de biquíni. Os silicones pesados, hipnotizavam todos e aquilo estava me incomodando...ou não.
— Tá calor, né pessoal? — ela falou e se jogou na água.
Natan engoliu seco. Eu vi. Doni se aproximou de mim, ofereceu outra cerveja e falou baixo:
— Seu marido não disfarça, hein Camila.
Eu ri sem graça. Não sabia se ele tinha ficado incomodado ou não, e não soube o que falar de volta. Acabei pedindo desculpas meio atrapalhada e chamei o Natan pro canto, longe o suficiente pra eles não escutarem.
— Você tá olhando demais pra ela — falei com a voz carregada. — Tá me deixando puta de verdade.
Natan passou a mão no rosto, o pau já marcado na sunga.
— Eu sei. Desculpa. Mas porra… o clima ta meio diferente aqui.
Nós dois estávamos com tesão, era evidente mas ninguém quis assumir. O ciúme, o álcool, o calor, o corpo do Doni, os silicones da Iara, nós quatro...tudo misturado. Em poucos segundos a conversa virou outra coisa.
— E se a gente tentar alguma coisa com eles? — eu perguntei, quase sem acreditar no que estava perguntando.
Natan olhou pra mim com álcool na cabeça e indeciso.
— Devagar amor. A gente nunca fez isso. Capaz deles mandarem a gente embora. Deixa rolar...
Voltamos pra beira da piscina decididos a ver o que ia dar. Eu entrei na água e fui até a Iara. Comecei conversando normal, rindo das mesmas histórias da academia, mas me aproximando mais do que o necessário. Minha perna encostava na dela e eu não tirava. A mão dela, debaixo d’água, passou de leve na minha coxa. Eu não afastei. Minha buceta já pulsava dentro do biquini.
Do outro lado Natan conversava com o Doni, quase imperceptível. Em determinado momento vi a mão do Doni encostar nas costas do Natan e demorar um segundo, tipo conversando. O clima foi esquentando sem ninguém falar direito.
Chamei o Natan. Nós quatro ficamos lado a lado na borda rasa da piscina. Eu me abracei nele e o beijei de língua bem na frente deles. Natan passou a mão na minha bunda, apertando forte, sem se importar que os dois estivessem vendo. Eu senti o clima ficar mais que quente. O ar pesou. Iara riu baixo e brincou:
— Opa opa opa...Se deixar, pega fogo essa água de piscina…To com inveja deles amor..
Ela beijou o Doni de língua bem do nosso lado. O beijo deles foi molhado, demorado. Eu e Natan continuamos nos beijando também. As mãos começaram a se perder debaixo d’água. A mão da Iara subiu pela minha coxa e encontrou a lateral do meu biquíni, se encontrando com a mão do Doni na minha bunda. Eu não afastei.
Por impulso, minha mão direita desceu e encontrou o volume grosso da sunga do Doni. Segurei por cima do tecido, apertando de leve o pau dele que já estava duro. Senti ele tremer. Continuei apertando, subindo e descendo os dedos devagar, sentindo o tamanho enquanto beijava o Natan. Doni soltou um gemido baixo contra a boca da Iara e não tirou minha mão.
Natan me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na borda da piscina. Puxou o biquíni de lado e enterrou o rosto entre minhas pernas, chupando minha buceta com fome. Do lado, Doni fez exatamente a mesma coisa com a Iara. Nós duas ficamos lado a lado, com as pernas e bucetas abertas, enquanto nossos maridos nos chupavam. O barulho molhado das línguas e os gemidos baixos se misturavam.
O tesão era tanto que eu virei o rosto e beijei a Iara na boca. A língua dela invadiu a minha enquanto Natan chupava os lábios da minha buceta. Em seguida começamos a chupar os peitos uma da outra. Eu puxei o biquíni dela e chupei o silicone pesado, enquanto ela fazia o mesmo comigo. Os dois homens continuavam embaixo, lambendo e chupando sem parar.
De repente, sem ninguém dizer nada, os maridos trocaram de posição. Natan saiu de entre minhas pernas e foi direto pra Iara. Doni veio pra mim. A língua dele era diferente, mais larga, mais agressiva. Ele chupava meu clitóris com força enquanto enfia os dedos bem no fundo. Eu gemia alto contra o peito da Iara. Do lado, Natan fazia o mesmo com ela.
O tesão subiu rápido demais. Eu gozei na boca do Doni, esguichando, as coxas tremendo, apertando a cabeça dele. Iara gozou logo depois na boca do Natan, gemendo alto, com o corpo inteiro contraindo.
A piscina ficou pequena demais. Iara tirou a boca do meu peito e falou:
— Vamos lá pro quarto da edícula.
Nós quatro saímos da água pingando. A edícula ficava do lado da casa, um quarto simples com cama de casal e ar-condicionado. Doni trancou a porta. No segundo seguinte as roupas molhadas foram pro chão.
Iara me puxou pra cama. Deitamos de frente uma pra outra, peito com peito, nos beijando fundo enquanto as mãos exploravam cada centímetro. Eu sentia os silicones pesados dela apertando nos meus seios.
— Porra, esses peitos… — eu murmurei contra a boca dela.
Natan ficou atrás de mim, abriu minhas pernas com as mãos e enfiou o pau de uma vez, até o fundo. Eu gritei abafado no peito da Iara. Do outro lado Doni fazia exatamente o mesmo com ela. Os dois homens fodiam as duas mulheres lado a lado com nossos gemidos se cruzando.
— Isso… mete fundo — eu gemia.
Natan metia com força, as mãos grandes apertando meus seios, os dedos beliscando os mamilos enquanto eu chupava o peito da Iara com fome. A língua dela entrava na minha boca cada vez que eu gemia.
— Sua esposa tá gostosa pra caralho — Doni falou pra Natan.
Depois trocamos de posição sem falar nada. Doni me virou de quatro, segurou minha cintura e enfiou o pau grosso de uma vez. Era mais grosso que o do Natan, quente, abrindo tudo. Eu gemia alto, a cara virada pro lado, vendo meu marido comer a Iara com vontade. Ele segurava o cabelo dela e metia fundo.
— Olha seu marido comendo ela — Doni falou no meu ouvido metendo forte. — Enquanto eu fodo você, sente esse pau diferente sua puta.
— Mais forte… — eu pedi. — Fode…
Ele deu um tapa na minha bunda e acelerou.
— Isso… rebola nessa pau.
Eu rebolava contra ele, pedindo mais. Ele deu outro tapa e meteu ainda mais fundo. Eu gozei de novo, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele com força, o mel escorrendo pelas coxas.
— Tô gozando… — eu gritei.
Iara gozou logo depois, gemendo alto contra o colchão.
— Porra, Natan… assim… — ela gemia.
Natan tirou o pau da Iara, puxou a cabeça dela pelos cabelos e enfiou na boca.
— Abre a boca Iara— ele mandou.
Ela engoliu fundo o pau dele. Ele tremeu as pernas e gozou forte, enchendo a boca dela de porra.
— Engole tudo — ele gemeu.
Ela não conseguiu engolir tudo. O excesso escorreu pelos cantos da boca, desceu pelo queixo e pingou nos silicones pesados, escorrendo entre os seios dela em fios brancos e grossos. Doni fez o mesmo comigo. Tirou o pau de dentro, me virou de frente e enfiou na minha boca.
— Chupa… toma leitinho — ele falou.
Eu engoli o máximo que pude enquanto ele despejava porra quentes e farta. Engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo queixo e caindo nos meus peitos, escorrendo devagar. Ficamos nos quatro ofegantes na cama da edícula...ninguém falou nada por um tempo. Só a respiração pesada e o barulho do ar-condicionado. Depois tiramos algumas fotos da nossa putaria.
O clima ficou diferente depois daquele dia. Nos treinos seguintes, Iara e Doni evitavam olhar direto pra gente e foram se distanciando. Conversavam o mínimo necessário, saíam mais cedo, pareciam arrependidos do que tinha acontecido e até mudaram de academia. Como se quisessem apagar tudo.
Eu e Natan, não. A gente não se arrependeu. Em casa, gente ainda falava daquilo. O casamento tinha mudado. E a gente gostou.




