Avisamos no grupo de WhatsApp do condomínio que estávamos procurando uma diarista. No outro dia mesmo uma mulher se apresentou. Disse que se chamava Patrícia, 38 anos, casada, e que morava no prédio do outro lado do quarteirão. Não precisava de vale-transporte. Eu mesma a entrevistei na sala, gostei da postura e contratei na hora.
Patrícia começou na segunda-feira. Pontual, limpa, discreta. Nos primeiros dias a gente só conversava o necessário. Mas eu percebia o olhar dela. Demorava um segundo a mais quando eu passava de roupão ou de short curto. Eu também olhava. O corpo dela era firme, seios pesados marcando a camiseta, bunda redonda no jeans.
Na terceira semana Marcelo viajou a trabalho por dois dias. Fiquei sozinha com ela na casa. No segundo dia fui até a lavanderia buscar uma toalha. A porta estava entreaberta. Vi Patrícia parada na frente da máquina, segurando uma calcinha minha que estava no cesto de roupa suja. Ela levava o tecido até o nariz e cheirava fundo com os olhos fechados. Aquele gesto foi um gatilho. Meu corpo inteiro arrepiou. Virei as costas na hora e saí sem fazer barulho com a buceta já latejando. Fazia tempo que não ficava assim.
Mais tarde tomei banho e saí do banheiro só de roupão e escutei o chuveiro ligado no banheiro da área de serviço. A porta estava com uma fresta. Não resisti. Me aproximei devagar e olhei. Patrícia estava debaixo da água, de lado. Os peitos bicudos e mamilos duros. Quando ela se virou um pouco, a bunda redonda e firme apareceu por completo. Eu fiquei arrepiada da cabeça aos pés.
Ela desligou o chuveiro, eu saí rapidamente e fui pro meu quarto. Fiquei de costas na frente do guarda-roupa com o roupão aberto, fingindo procurar calcinha e sutiã na gaveta. Alguns minutos depois escutei a voz dela na porta:
— Dona Fernanda, terminei. Vou embora.
Eu me virei segurando o roupão na frente, mas um mamilo ficou à mostra e no susto nem percebi. Ela pediu desculpas na hora, mas o olhar dela fixou até o peito exposto.
— Desculpa… não queria atrapalhar a senhora.
O silêncio ficou pesado naquela hora. Ela não desviou o olhar do meu peito. Eu também não fechei o roupão de vez. Sorri de leve e balancei a cabeça.
— Não precisa pedir desculpa. A gente tá entre mulheres. Se quiser ficar mais um pouco, pode. A gente toma uma cerveja, conversa…Voce tem compromisso com seu marido hoje?
Patrícia hesitou só um segundo.
— Hoje não Dona Fernanda.
Ela entrou e deixou a bolsa na escrivaninha do meu quarto e do meu marido. O olhar dela ainda descia de vez em quando pro mamilo que eu já tinha fechado, mas estava meio desamarrado mais a mostra. Eu fui até a cozinha, abri a mini-geladeira de bebidas alcoolicas, peguei duas longnecks, voltei pro quarto e entreguei uma pra ela. Sentei na beira da cama, com o roupão ainda frouxo.
Ela sentou do meu lado. Bebemos e conversamos por um tempo. A tensão só aumentava. Em determinado momento ela pousou a mão na minha coxa, por cima do tecido gesticulando algo. Eu não afastei. Só olhei pra ela.
Foi aí que o clima virou de vez. Eu soltei o roupão de propósito, deixei ele abrir mais. Patrícia não hesitou. Segurou meu rosto e me beijou sem falar nada. A língua dela invadiu a minha, as mãos desceram e apertaram minha bunda. Em segundos estávamos na cama. Eu tirei a roupa dela rápido. Os seios nossos seios caíram livres, os mamilos claros já duros. Eu chupei um, depois o outro, enquanto a mão dela descia e enfiava os dedos na minha buceta, já encharcada.
Ela me empurrou de costas, abriu minhas pernas e chupou minha buceta com fome. A língua rodava no clitóris, chupava os lábios, entrava fundo. Os dedos dela entravam e saíam, fazendo barulho molhado.
— Porra, Dona Fernanda… tá molhada pra caralho… desde que eu cheirei sua calcinha eu sabia que essa buceta era cheirosa e deliciosa.
Eu gemia alto, com a mão no cabelo dela, rebolando contra a boca.
— Mais forte… assim… chupa essa buceta Patricia… mete a língua no fundo empregadinha.
Depois virei, coloquei ela de quatro e chupei a buceta dela também. Enfiei a língua no cu dela enquanto os dedos fodiam a buceta molhada. Ela rebolava contra minha cara, gemendo alto.
— Isso… chupa meu cu patroa… fode minha buceta com os dedos…
Eu enfiei três dedos fundo, curvos, enquanto chupava o clitóris inchado. Ela gozou primeiro, uma porra quente e farta espirrou e escorreu na minha boca e nos meus dedos.
Não parei. Virei ela de novo, abri minhas pernas e encaixei minha buceta na dela. Começamos a nos esfregar, buceta contra buceta, lábios molhados deslizando um no outro. O barulho era obsceno, molhado, as duas porras se misturando. Eu segurava a cintura dela e rebolava com força, a buceta dela quente e escorregadia contra a minha.
— Porra… assim… esfrega… — ela gemia.
A cada movimento saía mais porra. Esguichava liquido branco quente pelas coxas, molhando o lençol da cama de casal. Eu sentia o clitóris dela latejar contra o meu. As duas estavam encharcadas, o barulho de buceta batendo em buceta enchia o quarto.
Eu gozei forte, com o corpo inteiro contraindo, uma porrada de mel quente e esbranquiçada saindo da minha buceta e se misturando com a dela. Patrícia gozou logo depois, gemendo alto, a buceta dela pulsando e liberando ainda mais líquido quente contra a minha.
Ficamos encaixadas, cansadas, com as bucetas ainda se tocando e pulsando, a porra das duas escorrendo juntas pela minha bunda e molhando a cama do meu marido.
— O corno do seu marido não pode saber viu— ela falou baixo.
— Não vai saber.
Patrícia se vestiu, pegou a bolsa e foi embora como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei deitada, ainda sentindo o gosto e o cheiro dela. Quando Marcelo voltou no dia seguinte, beijou minha testa e perguntou se a diarista estava indo bem.
— Tá ótima — respondi, sorrindo. — Muito dedicada.
Ele não desconfiou de nada...ainda.




