Sábado à tarde a gente armou tudo. Os meninos foram chegando umas quatro horas. Eu e a Beatriz ficamos um tempo fazendo sala e conversando até que ela me puxou pelo braço.
— Mãe, vamos sumir um pouco? Deixa eles à vontade. A gente desce num bar e volta só no final da noite.
A mulher do Thiago, o melhor amigo do Rafael, foi junto. Nós três saímos por volta das 17:30. No bar a conversa rolou solta e ainda encontramos outras meninas conhecidas. Bebemos, rimos. Eu já tava de saco cheio e bem alterada depois de horas lá. Beatriz e as outras queriam ficar. Peguei um Uber e voltei sozinha, inquieta, com o corpo inteiro agitado da bebida e da cabeça cheia.
Cheguei e o quintal tava bem mais quieto. Entrei pela lateral e vi que quase todo mundo já tinha ido embora. Só sobraram o Rafael e o Thiago (melhor amigo do Rafa), sentados perto da churrasqueira, cada um com uma longneck na mão, conversando baixo. O Rafael se levantou meio surpreso quando me viu.
— Dona Cláudia? A Beatriz não veio?
— Ficou no bar com a mulher do Thiago e mais umas meninas. Eu voltei mais cedo....to cansada.
Sentei com eles rapidinho, peguei uma cerveja para contar como tava lá. No começo a conversa foi normal: casamento, a casa nova, besteira de despedida de solteiro. Em dado momento me levantei pra buscar mais gelo pros meninos na cozinha. Enquanto abria o freezer, escutei a voz do Thiago baixinho:
— Porra, tua sogra tá gostosa pra caralho hoje…
O Rafael riu meio sem graça.
— Cala a boca, cara…
Aquilo foi um gatilho pra mim. Quando era casada com o pai da Beatriz a gente transava em tudo que era canto. Hoje, separada, é difícil alguém me desejar de verdade ou eu conseguir me satisfazer com alguém. A vontade veio forte de repente.
Fiquei parada uns segundos, com o coração batendo depressa e apreensiva. Aproveitei que tava sozinha, levantei o vestido e percebi que minha buceta tava meladíssima, ai eu tirei a calcinha de propósito. Voltei pro quintal sem nada por baixo. Sentei de novo e comecei a fazer algumas perguntas sem nenhum tipo de vergonha.
— E aí, genro… eu voltei mais cedo achando que ia ter alguma mulher diferente fazendo graça aqui no meu quintal. Cadê o show? Cadê a dançarina? Vocês dois tão quietos demais pra despedida de solteiro.
Os dois riram constrangidos. O clima mudou. Eles me olhavam diferente. Olhei pro chão e vi um monte de longneck vazia espalhada perto da churrasqueira. Me levantei de novo.
— Deixa eu só juntar essas garrafas aqui pra não ficar essa bagunça e vou me retirar…
Comecei a me abaixar de costas pra eles, pegando uma por uma. O vestido curto foi subindo. Como eu tava sem calcinha, cada vez que eu me inclinava mais a buceta ficava toda à mostra. Fingi que não tinha percebido nada. Continuei agachada, juntando as garrafas bem devagar.
— Nossa, quanta garrafa… vocês beberam ein...esses meninos não têm fim, né?
Eu sabia o que os dois estavam vendo. O silêncio ficou pesado. O Rafael falou primeiro, com voz baixa:
— Dona Cláudia… tá tudo bem?
Antes que eu pudesse responder, o Thiago não aguentou. Ouvi a cadeira arrastar. No segundo seguinte ele estava atrás de mim. Empurrou o pau duro contra minha bunda, ainda por cima da bermuda me encoxando. Eu levantei, brava na brincadeira, e virei o rosto:
— Ei! O que você tá fazendo, Thiago? Tá me encoxando? Eu vou contar pra sua mulher e pra Beatriz, viu… vou contar tudinho!
Falei alto o bastante pra assustar. O Thiago soltou na hora, deu um passo atrás e levantou as mãos.
— Porra, desculpa, dona Cláudia… foi mal, juro. Não era pra ser assim.
O Rafael ficou branco, com o rosto assustado, olhando de um pra outro sem saber o que falar. Eu fiquei de pé, ajeitando o vestido. O silêncio pesou de novo. Os dois estavam constrangidos pra caralho. Eu olhei pra eles, ainda alterada da bebida e da vontade que não tinha passado, e soltei baixo:
— Então...Os dois vão ficar só olhando ou vão me ajudar?
Aproximei a boca do ouvido do meu genro Rafael e completei:
— Já que não veio nenhuma puta… eu sou a puta de vocês hoje.
O Rafael ainda hesitou um segundo, mas o Thiago não. Os dois me seguiram até a sala de TV da área de lazer. Tinha um sofá grande e o monitor das câmeras da frente e da lateral da casa. Fechei a porta. O Rafael ligou só a tela do monitor. A imagem da rua e do portão apareceu em preto e branco.
— Agora dá pra vigiar — ele falou.
Eu fiquei de pé no meio da sala, levantei o vestido, tirei tudo e abri as pernas.
— Então olha a puta de vocês.
O Thiago não esperou mais. Puxou a bermuda pra baixo e o pau grosso dele saltou. Ele enfiou na minha boca de uma vez, segurando meu cabelo.
— Chupa, porra… olha a sua sogra mamando gostoso Rafa…
O Rafael tirou o pau também e começou a bater na minha cara. Ele estava assustado ainda e o pau dele não estava muito duro. E eu alternei entre os dois, babando, engolindo fundo, a mão em cada um, punhetando devagar.
— Caralho, dona Cláudia… — o Rafael gemia. — Minha sogra engolindo meu pau na minha despedida de solteiro…
Eu tirei a boca e falei olhando pros dois:
— Para de falar e mete. Quero os dois me comendo.
O Rafael me colocou de quatro no sofá e meteu por trás bem fundo. O pau dele estava duro como uma pedra e preencheu minha buceta que estava vazando de tanto mel. Eu gemia alto enquanto chupava o pau do Thiago na frente. Os dois me usavam ao mesmo tempo. No monitor a rua continuava vazia.
Foi aí que o Thiago puxou o celular do bolso e começou a tirar foto e filmar. Eu virei o rosto, ainda com o pau dele na boca, e fiquei brava na hora:
— Ei! Para com isso, porra! Apaga!
Ele baixou o celular um segundo, mas não desistiu. Continuou filmando de longe.
— Relaxa… ninguém vai ver. É só pra gente.
Fiquei olhando pra ele uns segundos, ainda puta, mas o tesão falou mais alto. Acabei aceitando. Virei de novo e continuei chupando enquanto o Rafael fodia minha buceta com força.
— Mais forte… fode a puta de vocês… — eu pedia entre uma chupada e outra.
O Thiago segurou meu cabelo e perguntou,, enquanto eu chupava ele e o Rafael metia na buceta:
— Aguenta no cu e na buceta ao mesmo tempo Dona Claudia?
Não falei nada, só concordei. O Rafael tirou o pau, se deitou no sofá e me puxou pra cima dele. Eu sentei, encaixando o pau grosso na minha buceta até o fundo. O Thiago se posicionou atrás, cuspiu na mão, passou no meu cu e foi enfiando devagar. Doeu no começo, mas eu forcei o corpo pra trás e ele entrou inteiro.
Os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo, me fez gozar logo. Eu gritei, a sensação de estar completamente preenchida estava me fazendo tremer.
— Porra… os dois… tá me arrebentando…
Não deu nem 30 segundos. O Thiago meteu umas três, quatro vezes fundo no meu cu e já não aguentou. Gozou dentro, senti a porra quente e grossa enchendo meu cu enquanto ele gemia alto contra minhas costas.
— Caralho… gozei no cu da sua sogra Rafa…
O Rafael continuou me fodendo por baixo por mais alguns segundos. Depois tirou o pau da minha buceta, se ajoelhou na minha frente e gozou na minha cara e nos peitos. Varios jatos bateram na minha boca, no queixo e escorreram pelos seios.
Eu fiquei ali, sentada, com o cu vazando a porra do Thiago e a boca e os peitos cobertos com a porra do meu genro. O gozo escorria devagar pela minha bunda e pelo meu peito enquanto os dois olhavam. Olhei pro monitor: a rua ainda estava vazia. Sorri cansada, com a voz rouca e com porra nos lábios:
— Agora sim… despedida de solteiro de verdade. E a puta fui eu.
Os dois se arrumaram rápido, puxaram as bermudas, ajeitaram a roupa. Eu limpei o que deu no rosto com a mão e voltei pra casa da frente direto pro banheiro tomar um banho demorado.
Depois de um tempo Thiago mandando tudo por AirDrop: as fotos e o vídeo da nossa putaria. Aceitei. Tenho até hoje, guardado numa pasta escondida e compartilhei com vocês.
Beatriz chegou mais tarde com a mulher do Thiago, rindo, contando do bar. Rafael e Thiago estavam no quintal de novo, como se nada tivesse acontecido. Ninguém desconfiou de nada.
E eu continuei sendo só a sogra.




