VIREI PUTA DO FUNCIONÁRIO DA MINHA EMPRESA



Sou dona de uma clínica de estética e me chamo Sueli, tenho 60 anos. Sou casada com o Norival, de 65. A clínica eu abri há muitos anos. O financeiro de confiança sempre foi o Zeca. Ele cuidou dos números desde o primeiro dia. Agora, depois de tanto tempo, o Zeca se aposentou. Precisávamos de alguém de confiança pra assumir o lugar dele.

Faz três anos que estamos treinando o Osmar pra essa função. Quando ele entrou na empresa tinha 23 anos. Inteligente, formado, falava pouco e trabalhava muito. Conquistou nossa confiança aos poucos. Sempre foi um homem bonito de rosto — olhos claros, sobrancelha marcada, sorriso discreto — mas estava bem acima do peso. Gordo mesmo. A barriga aparecia por baixo da camisa social, o pescoço engrossava no colarinho.

Nas últimas férias ele pediu alguns dias a mais. Disse que ia fazer uma bariátrica. Eu apoiei. O Norival também. Quando voltou, a diferença já era notável. Em poucos meses o corpo mudou de verdade. A barriga sumiu, os ombros apareceram, a roupa começou a cair diferente. O homem que eu via todo dia no escritório já não era o mesmo.

No começo eu só notava de relance. Depois passei a prestar mais atenção. A forma como a camisa social marcava o peito agora de academia e bem cuidado. O jeito que ele se movia pela clínica, mais leve, mais confiante. O Norival continuava tratando ele como o “menino do financeiro”. Eu já olhava diferente.

Precisávamos abrir um novo setor na clínica e fomos até Campinas, cidade vizinha, pra cotar alguns equipamentos e materiais. O Norival não pôde ir e mandou o Osmar junto comigo pra ir passando os orçamentos pelo notebook, atualizando a planilha e mandando no WhatsApp em tempo real.

Era uma quinta-feira, depois do almoço. O calor estava insuportável. Eu fui de saia e camisa social. Meus peitos são grandes e, com o tecido fino da camisa, ficaram mais aparentes do que eu gostaria. Osmar veio de camisa preta social que grudava no peito dele. Na ida pra Campinas eu dirigia. Ele ia no banco do passageiro, notebook aberto no colo, falando com o Norival pelo fone e digitando números.
De vez em quando eu pegava ele olhando. Disfarçado, rápido, mas olhando. Primeiro pras minhas pernas, que a saia deixava à mostra quando eu trocava o pé do acelerador pro freio. Depois pro meu peito, quando eu me inclinava um pouco pra ajustar o GPS do painel.
— Tá quente demais hoje, né Dona Sueli? — ele comentou de repente, sem tirar os olhos da planilha.
— Demais — respondi, ajustando o vento do ar-condicionado. — Essa camisa tá grudando em mim.
Ele deu um risinho baixo e voltou a falar com o Norival no viva-voz:
— Tá, Norival… esse fornecedor pediu esse valor… já anotei aqui.

Mas o olhar dele voltava. E eu sentia.
Durante as visitas nas lojas o clima só piorou. Cada vez que ele se inclinava pra anotar algo ou me mostrava uma planilha no notebook, o corpo dele ficava perto demais. O cheiro do perfume, o peito marcado na camisa preta, a voz baixa explicando números… eu fui ficando com um fogo que fazia tempo que eu não sentia. No meio da tarde não aguentei. Fui ao banheiro da loja, tranquei a porta e puxei a calcinha. Estava meladíssima. O tecido encharcado e grudando na minha buceta, o mel escorrendo entre as coxas. Passei um papel, respirei fundo… e decidi fazer uma loucura. Guardei a calcinha na bolsa. Voltei sem nada por baixo da saia e continuamos as anotações na loja.

Na hora de voltar pra clínica era quase 16 horas, falei:
— Osmar, você dirige? Tô cansada e preciso responder umas mensagens de fornecedores no WhatsApp.

Ele aceitou numa boa. Trocamos de lugar. Eu no banco do passageiro, o celular na mão, fingindo responder mensagens e conversando. A saia subia um pouco toda vez que eu mexia a perna. Sem calcinha, eu sentia o ar gelado do ar-condicionado subir entre as coxas e indo direto na buceta.

No meio do caminho comecei a provocar. Abri mais um botão da camisa social. Depois cruzei e descruzei as pernas devagar, deixando a saia subir. O safado já estava com o pau estralando na calça, marcado de lado, duro pra caralho. Sem falar nada, segurei a mão dele e coloquei direto na minha buceta melada. Ele recuou no primeiro segundo, assustado.
— Dona Sueli… porra…o que é isso?

Mas não tirou a mão. Em poucos instantes os dedos dele já estavam abrindo meus lábios, sentindo o quanto eu estava encharcada. Ele não aguentou. Abriu o cinto, puxou o zíper e tirou o pau pra fora. Grosso, veias saltadas, a cabeça inchada.
Eu segurei e comecei a punhetar devagar enquanto ele dirigia. Depois me inclinei e caí de boca ali mesmo, na estrada. A língua rodando a cabeça, engolindo o máximo que dava. Ele gemia baixo, uma mão no volante e a outra no meu cabelo, tentando manter o carro na faixa.
— Porra, Sueli… assim eu não aguento…

Não aguentou mesmo. Viu a placa de um motel no meio do caminho, desviu o carro e parou lá mesmo. Nós dois descemos rápido e fomos direto pro quarto.
Assim que a porta fechou, tiramos a roupa, ele me jogou na cama e caiu de boca direto na minha xota encharcada. Eu me virei em cima dele no 69 e engoli o pau dele de novo. A língua dele chupava meu clitóris com fome enquanto eu mamava fundo. Em poucos minutos eu gozei na boca dele escorrendo pelo queixo dele. Ele engoliu tudo.

Depois me virou de quatro na cama. Segurou minha cintura e enfiou o pau de uma vez, fundo. Eu gritei de tesão. Ele meteu com força, com socadas pesadas.
— Olha a dona da clínica… sendo comida pelo funcionário — ele gemeu, metendo fundo.

Eu rebolava contra ele, pedindo mais. O celular vibrou várias vezes na bolsa. Era o Norival mandando mensagem. Nenhum de nós dois olhou. O corno não podia nem sonhar com aquilo. Osmar fodia sem parar, a mão segurando meu cabelo, a outra apertando minha bunda e dando tapa.
— Tá sentindo esse pau inteiro dentro? — ele perguntou enfiando até o fundo. — Sua buceta tá inchada Dona Sueli… tá engolindo tudo.
— Mais fundo… enche ela caralho— eu gemia rebolando contra ele.
Ele cravou até as bolas, enfiou o dedo no meu cu e ficou ali, pulsando dentro de mim.
— Vou gozar… vou encher essa buceta de porra…
— Goza dentro… enche tudo — pedi.

Ele gozou forte e sentia os jatos fartos enchendo fundo dentro da minha buceta inchada. A porra foi tanta que começou a escorrer na hora, vazando pelas bordas enquanto o pau dele ainda latejava dentro de mim. Quando ele tirou, um fio grosso de leite desceu pela minha coxa, escorrendo devagar da buceta aberta e vermelha.
— Porra… olha isso escorrendo — ele mormurou passando o dedo e empurrando um pouco da porra de volta pra dentro.

Eu ainda tremia do orgasmo, com a bunda pra cima e a buceta aberta vazando porra pelo lençol. Tomamos banho juntos e depois ficamos deitados na cama nus. O celular do corno do meu marido Norival continuava vibrando. Dessa vez eu atendi, com a voz calma, fingindo:
— Alô? Tô em reunião ainda, Norival… já já a gente termina e volta.

Osmar, ao meu lado, passou a mão pela minha coxa e sorriu sem fazer barulho. Desliguei. O corno ficou esperando em casa. E eu continuei deitada na cama do motel com o funcionário que tinha acabado de me encher de porra.

Foto 1 do Conto erotico: VIREI PUTA DO FUNCIONÁRIO DA MINHA EMPRESA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
VIREI PUTA DO FUNCIONÁRIO DA MINHA EMPRESA

Codigo do conto:
275712

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
27/10/2026

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