Hoje vou contar uma experiência real que recebi da minha seguidora Andressa. Ela me enviou tudo no privado, inclusive as fotos reais do ocorrido. O nome real dela e dos envolvidos foram alterados por sigilo, mas o restante é 100% real.
Meu nome é Andressa. Na época, eu tinha 25 anos, uma morena linda com cabelos loiros tingidos, de olhos cor de castanho, seios com silicone que coloquei com 20 anos e bunda grande. Estudava Direito numa faculdade aqui de Campinas-SP, onde conheci meu namorado Nicolas, de 28 anos. Namoramos por 2 anos. A família dele morava em outro estado, mas Nicolas morava em Campinas por causa da faculdade. Ele era cara alto, atlético, cabelos castanhos curtos com presença de grisalhos em degradê, olhos pretos e uma barba bem-feita.
Nicolas marcou de passarmos as férias em Três Lagoas onde sua família morava. Pegamos a estrada e fomos conversando, cantando, fofocando etc.
- Amor, você vai amar minha família. Meu pai e minha mãe são muito ativos para festas e estão animados para te conhecer. – disse Nicolas.
- Estou tão ansiosa meu lindo...os vídeos e fotos que eles mandam animados diz tudo. – eu completei ansiosa, mas com frio na barriga.
Chegamos em Três Lagoas por volta das 16h30. O sol ainda queimava forte, o ar quente e úmido grudava na pele. Nicolas estacionou na frente da casa grande de esquina, e já dava pra ouvir risadas altas e música vindo do quintal. Ele apertou minha coxa de leve antes de descer.
— Relaxa, amor. Eles vão te receber super bem — ele disse
Respirei fundo, ajeitei a regata preta e saí do carro. Quando entramos pelo portão lateral, a cena era animada: piscina grande, churrasqueira soltando fumaça, som tocando. Naldo meu sogro foi o primeiro a nos ver. Aos 55 anos, ele era praticamente o clone do filho: alto (1,85 m), corpo atlético apesar da idade, ombros largos, com a barriguinha discreta de quem curte uma cerveja, grisalhos elegantes no degradê, barba bem aparada e olhos pretos penetrantes que transmitiam uma presença magnética. Era impossível não notar como ele ainda era absurdamente atraente para a idade — o tipo de homem que faz as cabeças virarem na rua, o famoso tiozão. Veio andando rápido, sorriso aberto, copo na mão. Me abraçou forte, daqueles abraços calorosos de família.
— Então essa é a Andressa! Meu filho não mentiu, hein? Bem-vinda, minha nora! — ele falou alto — Pode ficar à vontade aqui.
Nicolas riu atrás de mim e deu um toque leve nas minhas costas. Erica saiu da piscina logo em seguida. Aos 52 anos, ela era impressionante: 1,65 m, corpo de academia, seios fartos, bunda redonda e empinada, pernas torneadas e longas. O tipo de mulher que parecia ter parado no tempo, ainda mais linda e atraente do que muitas de 30 anos. Usava um biquíni vermelho que valorizava tudo isso. Veio me abraçar ainda molhada, o abraço apertado e carinhoso.
— Minha filha, que alegria te conhecer pessoalmente! — Ela segurou meu rosto com as duas mãos. — Linda demais, Nicolas tem sorte mesmo.
— Eu sei, mãe — ele respondeu, já tirando a camisa e jogando na espreguiçadeira.
A tia Angela apareceu em seguida. Aos 48 anos, ela era a versão mais descontraída da irmã Erica. O marido dela, Edson, tinha 54 anos, 1,90 m, corpo grande e musculoso (ainda forte apesar da idade), peito largo coberto de pelos grisalhos, braços tatuados até o pescoço, barba cheia e olhar confiante. Estava parado perto da churrasqueira observando tudo.
— Essa é a nora nova? — Angela perguntou, me olhando de cima a baixo com curiosidade. — Gostei. Tem cara de quem se dá bem com a gente.
Todo mundo riu. Eu sorri, um pouco tímida, mas sentindo o clima leve e acolhedor.
— Angela, deixa a menina respirar um pouco — Erica brincou, mas estava rindo também.
Naldo já me entregou um copo de caipirinha gelada.
— Bebe, nora. Aqui o negócio é curtir bastante — ele disse, dando um tapinha amigável nas minhas costas.
No meio da tarde, eu já tinha tomado duas caipirinhas e o álcool começava a soltar meu corpo, mas minha cabeça ainda estava presa na obrigação chata: precisava enviar os arquivos finais do TCC antes da meia-noite ou perderia o prazo da banca.
— Amor, meu celular tá bugando de novo, não envia nada — reclamei baixinho pro Nicolas.
— Usa o notebook da minha mãe. Ela deixa na mesa da área mesmo. Vai lá, resolve rápido e volta pra curtir.
Erica ouviu e já veio sorrindo
— Pode usar à vontade, filha. Tá ligado na tomada. Qualquer coisa me chama.
Enquanto o Outlook carregava devagar, cliquei sem querer no explorador de arquivos que já estava aberto. Uma janela com várias pastas apareceu na tela. A maioria com nomes genéricos: “Fotos 2024”, “Receitas”, “Viagens”. Curiosidade é foda. Cliquei. Primeira foto que abriu me fez prender o ar.
Naldo meu sogro, completamente pelado, de pé atrás da Erica que estava de quatro na mesma cama king size que eu tinha visto nas fotos da sala. O pau dele — grosso, veinoso, cabeça rosada e brilhando — estava inteiro enterrado na buceta dela. A expressão da Erica era de puro tesão. A buceta dela era realmente grande, carnuda, lábios inchados e escuros abraçando a rola do marido com força. Tinha até um close-up da penetração: o pau saindo quase todo e voltando com força, deixando os lábios virados pra fora.
Fechei a foto rápido com o coração na boca. Olhei pros lados — ninguém prestando atenção, todos na piscina ou na churrasqueira. Voltei.
Próxima pasta dentro daquela: “Erica sozinha”. Abri.
Meu corpo inteiro formigou. Senti a calcinha ficando úmida de repente. A buceta pulsou só de imaginar aquele pau lindo — idêntico ao do Nicolas, só que mais grosso na base e com veias mais marcadas — rasgando a sogra.
Mas o que me fez quase derrubar o copo foi a pasta chamada simplesmente “Festinha”. Abri tremendo.
Primeira imagem: Erica e Angela de quatro lado a lado na cama, bundas empinadas, cabeças viradas uma pra outra se beijando com língua. Atrás delas, Naldo e Edson também pelados. Naldo estava com o pau inteiro no cu da Angela — a bunda dela era maior que a da irmã, mais redonda, e o cuzinho piscava engolindo a rola do cunhado. Edson, com aquele pau pesado e meio curvado pra baixo, metia na buceta da própria cunhada Erica. Tinha uma sequência: Naldo tirando do cu da Angela e enfiando na boca da Erica, que chupava com vontade enquanto o cunhado continuava socando a buceta dela.
Meu Deus.
Senti um calor subindo do ventre até o rosto. A calcinha já estava encharcada, o biquíni por baixo da saída de praia marcando a excitação. Olhei de novo pra piscina: Naldo ria alto com uma cerveja na mão, o volume na sunga preta bem evidente agora que eu sabia o que tinha ali embaixo. Erica dançava com Angela, as duas rebolando juntas, se esfregando de leve, como se nada fosse. Edson virava carne na churrasqueira, mas olhava pras duas com aquele sorriso safado de quem já tinha comido as duas na mesma noite.
Continuei ali parada, hipnotizada, agora com os olhos grudados no volume da sunga preta do Naldo enquanto ele ria e gesticulava na beira da piscina. A peça de roupa molhada marcava tudo: o formato grosso da rola meio de lado, a cabeça arredondada pressionando o tecido, as veias que eu agora sabia que existiam ali embaixo. Desci o olhar para a Erica, que dançava com a Angela — o biquíni vermelho estava colado na pele, e dava pra ver o contorno carnudo da buceta grande dela, os lábios grossos delineados pelo pano fino, quase como se o tecido estivesse sendo sugado para dentro da fenda. Minha buceta latejava forte, roçando na costura da calcinha toda melada.
Tentei me concentrar na conversa, responder algo, sorrir... mas minha cabeça estava presa naquela pasta “Festinha”.
O tempo passou voando. O sol caiu, a galera foi se despedindo aos poucos — tios, primos, vizinhos. A casa foi esvaziando até sobrar só a família. Naldo disse que ia arrumar as coisas lá na piscina e Erica disse que ia tomar banho pra tirar o cheiro de cloro e churrasco. Nicolas se aproximou de mim, já com a chave do carro na mão.
— Amor, vou buscar pizza na avenida. Aproveito e passo no Juninho rapidinho, ele me pediu pra levar um negócio pra ele. Demoro uns 40 minutos, no máximo uma hora. Fica à vontade, tá?
Dei um beijo rápido nele, o coração acelerado.
— Tá bom, meu lindo. Dirige com cuidado.
Meu corpo ainda fervia das imagens que vi no notebook. A calcinha estava grudada na buceta, melada de um jeito que eu nem conseguia disfarçar ao andar. Decidi tomar banho pra tentar esfriar a cabeça — e o resto.
Entrei no banheiro principal, abri o chuveiro... e a água saiu morna, quase quente. Nem gelada pra dar um choque. Suspirei frustrada, fechei a torneira e fui direto avisar a Erica, que estava no corredor enrolada numa toalha branca felpuda, o cabelo ainda úmido do banho anterior.
— Sogra... a água não tá gelando de jeito nenhum. Tá saindo morna demais — falei, tentando soar normal, mas minha voz saiu um pouco rouca.
Ela me olhou com aquele sorriso tranquilo, segurando a toalha no peito.
— Ah, filha, pode ir primeiro, toma seu banho com calma no meu banheiro. Eu espero no quarto mesmo, depois eu vou.
— Tem certeza? Não quero te atrasar...
— Certeza absoluta. Vai lá, se joga na água morna. Relaxa esse corpinho lindo — ela piscou,.
Entrei no box, tirei a saída de praia, o biquíni, a calcinha encharcada. Minha cabeça só voltava pras fotos, pro pau grosso do Naldo, pras bucetas carnudas da Erica e da Angela. Terminei o banho rápido demais. Enrolei a toalha no corpo, abri a porta do banheiro... e lá estava ele.
Naldo, de toalha amarrada na cintura, braços cruzados, encostado na parede do quarto. Ele sorriu de lado, aquele sorriso de quem sabe exatamente o efeito que causa.
— Quase entrei aí pra tomar banho junto, nora. Você demorou tanto que eu achei que tinha se perdido no vapor — brincou.
Meu coração disparou. A mente acelerada, as imagens explodindo na cabeça. Antes que eu pudesse pensar, as palavras saíram sozinhas:
— Por que não entrou?
O quarto ficou em silêncio absoluto por uns dois segundos. Naldo ergueu uma sobrancelha. Erica ainda de toalha, com os olhos arregalados de surpresa, mas com um brilho diferente surgindo rápido.
— Andressa... — ela começou, mas parou, olhando de mim pro marido.
Naldo deu um passo à frente, devagar, sem desviar o olhar do meu.
— Você tá falando sério, nora?
Engoli em seco, mas sustentei o olhar.
— Tô.
Erica soltou um risinho nervoso, mas excitada. Ela fechou a porta do quarto.
—Vamos conversar isso direito... ou não conversar nada.
A toalha do Naldo caiu primeiro. O pau dele saltou livre — exatamente como nas fotos: grosso, veinoso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo, mais pesado e mais largo na base que o do Nicolas. Erica deixou a dela cair também, revelando o seios fartos com bicos escuros endurecidos, a buceta carnuda já inchada e brilhando. Eu soltei minha toalha. Naldo gemeu baixo ao me ver nua.
— Caralho, que delícia de nora...
Erica se ajoelhou primeiro, puxando meu braço pra eu ir junto. Nós duas de joelhos na frente dele. Ela segurou a base do pau do marido e ofereceu pra mim primeiro.
— Prova, filha. É gostoso pra caralho.
Abri a boca e engoli a cabeça. Chupei devagar, sentindo as veias pulsando na língua. Erica lambeu o lado da rola, subindo até as bolas, chupando uma de cada vez enquanto eu tentava engolir mais fundo. Naldo segurou nossas cabeças, uma em cada mão, fodendo nossas bocas devagar, alternando.
— Isso... chupem juntas... porra, que putinha minha nora virou...
Depois de alguns minutos babando na rola dele, Erica se deitou na cama com as pernas bem abertas.
— Vem, Naldo. Come minha buceta enquanto eu chupo ela.
Ele se posicionou entre as pernas da esposa, enfiou tudo de uma vez. Erica gemeu alto. Ela me puxou pra cima dela, minha buceta na cara dela. Senti a língua quente da sogra abrindo meus lábios, chupando meu clitóris com vontade enquanto o marido socava forte nela, fazendo os seios dela balançarem.
— Isso, mama a bucetinha da nora... ela tá pingando, amor...
Eu gemia alto, rebolando na boca da sogra. Naldo metia com força. Depois trocaram. Agora era minha vez. Deitei com pernas abertas. Naldo se encaixou entre elas, esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta melada.
— Vai devagar no começo, amor... ela é apertadinha — Erica sussurrou, já se posicionando pra chupar meu clitóris enquanto ele entrava.
Ele empurrou devagar. Senti cada veia abrindo caminho. Quando chegou no fundo, soltei um grito abafado. Erica lambeu minha buceta em círculos rápidos, chupando com força enquanto o sogro começava a meter ritmado.
— Caralho... que bucetinha gostosa... mais apertada que a da tua sogra...
Erica riu safada entre uma lambida e outra.
— Ela aguenta, amor. Mete forte.
Ele acelerou. Eu sentia o pau dele batendo no fundo, a língua da sogra me levando à loucura. Gozei forte no pau dele e na boca dela, tremendo toda, apertando a rola dele dentro de mim. Naldo saiu de mim, ofegante.
— Agora as duas abrem a boca – ordenou
Nós nos ajoelhamos de novo. Ele punhetou rápido, segurando nossas cabeças juntas. Erica e eu abrimos a boca. O primeiro jato quente acertou minha língua, o segundo na dela, depois ele alternou, gozando em jatos grossas nas nossas bocas, no queixo, nos seios. Gememos juntas, lambendo tudo, nos beijando com a boca cheia de porra dele, passando o sêmen de uma língua pra outra.
Quando terminou, Naldo caiu sentado na cama, respirando pesado, sorrindo.
— Bem-vinda à família, Andressa.
Erica me abraçou por trás com os seios colados nas minhas costas, e sussurrou no meu ouvido:
— Isso foi só o começo das férias, filha. Ainda tem muita noite pela frente...
E eu, com o gosto da porra dele ainda na boca e a buceta latejando de tanto tesão, só consegui sorrir e pensar:
- Nicolas não faz ideia do que acabou de começar.
...
Naldo registrava tudo no celular enquanto fodia a gente...





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