Vamos lá...
Meu nome é Bruna. Tenho 45 anos e sou casada há 20 anos com meu marido, Antonio. Sou uma coroa morena linda, com cabelos negros, seios grandes e naturais, e uma bunda grande. Meu casamento com Antonio sempre foi bem saudável e quente, mas ultimamente está uma merda por causa das viagens de trabalho dele. Minha filha Denise é noiva do meu genro Alex há 5 anos e, de vez em quando, eles nos visitam, já que moram do outro lado da cidade.
Meu relacionamento com o genro Alex sempre foi bem tranquilo, sabe? Nada de tensão ou clima estranho em casa. Ele é um gordinho nerd daqueles clássicos: barba cheia, óculos de armação grossa, sempre com uma camiseta de banda ou de jogo, grudado no computador editando fotos ou montando campanhas de marketing digital pros clientes dele. O cara é fera no que faz, vive no Photoshop, no Lightroom e no Canva o dia inteiro, mas fora isso era basicamente sofá, delivery e trabalho.
A Denise, minha filha, é o oposto total. Ela sempre foi mais ativa, gostava de academia, de correr, de se mexer. No começo do namoro, eu achava que ia durar pouco porque eles eram tão diferentes, mas ela mudou ele aos poucos. Tirou o Alex do sofá e da frente do computador de vez. Começaram a correr juntos na rua de manhã cedo, se inscreveram em provas de 5 km, depois 10 km, e aí veio a febre das corridas de rua mesmo.
Numa ultima visita que eles fizeram em casa, meu marido estava viajando e logo eles chegaram depois de alguns meses que não via eles. Primeiro apareceu Denise.
- Mãe, quanto tempo...a faculdade e o trabalho do Alex encheram nossa agenda. - disse minha filha.
- Sem problemas meu amor...seu pai pra variar foi viajar e me deixou sozinha. – eu disse pra ela reclamando.
Logo em seguida, Alex apareceu na porta. Caralho... Eu congelei por uns segundos. Parecia outra pessoa. O gordinho nerd de barba cheia e camiseta larga que eu conhecia tinha sumido. No lugar dele estava um cara diferente pra porra: ombros largos, braços marcados de treino, abdômen aparecendo por baixo da regata justa de corrida, pernas grossas de quem faz agachamento pesado. A barba estava aparada, o cabelo mais curto e estiloso, e aqueles óculos de armação grossa agora davam um ar de intelectual safado.
— Oi, sogra... Desculpa a demora — disse ele com a voz estava mais grave, mais confiante.
Eu respondi algo automático tipo "Entra, entra...", mas meus olhos traíram. Desceram pelo corpo dele sem permissão: a bermuda de corrida colada marcando as coxas e... puta merda, marcando também o volume entre as pernas. Não era pouco. O Alex tinha emagrecido, mas o pau parecia ter ficado do mesmo tamanho — ou maior, sei lá. Senti um calor subindo pelo meu pescoço, uma umidade traiçoeira entre as pernas. Senti algo que nunca senti na vida. Um desejo cru, animal, proibido. Meu corpo inteiro formigou. A buceta pulsou, molhou a calcinha na hora. Era errado pra caralho. Era minha filha ali do lado, era o noivo dela, era 20 anos de casamento com Antonio...
— Sogra... cadê aquele pendrive com as fotos do evento do clube mesmo para eu editar pra senhora? — ele perguntou,
— Ah, sim... eu salvei tudo no escritório. Vem comigo que eu pego rapidinho. – falei engolindo seco.
Fui até a mesa, abri a gaveta... e congelei de novo. Tinha uns cinco pendrives ali, todos pretos, idênticos. Eu estava tão avoada quando salvei as fotos na sexta à noite que nem prestei atenção em qual deles usei.
— Valeu, sogra. Edito tudo essa semana e te mando o material pronto pro clube. — disse ele já saindo pra ir embora com minha filha.
O silêncio da casa caiu como um tapa. Meu coração ainda disparado, a calcinha encharcada colando na buceta inchada, os mamilos duros roçando o tecido da blusa a cada respiração. Eu não aguentei nem dois minutos.
Fui direto pro sofá da sala tirei a calcinha devagar, sentindo o ar fresco bater na minha buceta peluda, os pelos pretos molhados e grudados nos lábios grossos. Minha mão desceu direto. Dois dedos abriram os lábios, expondo o clitóris inchado, vermelho, latejando. Comecei a circular devagar, imaginando meu genro.
Peguei o celular com a outra mão, tremendo. Ativei a câmera frontal desci a câmera: os peitos grandes, mamilos duros como pedrinhas. Desci mais: a barriga macia, a buceta aberta, dedos entrando e saindo rápido, fazendo barulho molhado. Gozei como nunca tinha gozado antes...era proibido mas fui traída pelos pensamentos impuros e proibido.
Descarreguei meu celular no notebook e pensei no Antonio, há meses ele mal me tocava. As viagens, o cansaço, sei lá. Talvez se eu mostrasse isso pra ele quando voltasse… talvez reacendesse alguma coisa. Fui salvar no pendrive e ao abri-lo, as fotos do evento do clube estava tudo lá.
- Puta que pariu...cade o meu pendrive pessoal? – eu disse desesperada.
O pânico me acertou como um soco no estômago. Abri e fechei o pendrive umas As fotos do evento do clube estavam naquele pendrive — mas o que o Pendrive que o Alex levou era outro: ao abrir ele iria ver eu de quatro na cama com Antonio me comendo forte, eu deitada de pernas abertas me masturbando com o vibrador roxo, close-ups da minha buceta peluda escorrendo, até uns vídeos curtos que gravei sozinha gemendo o nome dele enquanto gozava. Meu coração batia na garganta. Alex tinha levado aquilo. Alex, o genro nerd que virou macho alfa, tinha na mão o maior segredo da minha vida.
A noite passou em câmera lenta. Eu não dormi. Fiquei andando pela casa, imaginando ele abrindo os arquivos, vendo minha buceta exposta, meus gemidos, meus peitos balançando enquanto eu cavalgava no pau do meu marido. Será que ele ficou duro? Será que se masturbou olhando pra mim? A ideia me dava nojo de mim mesma… e ao mesmo tempo fazia minha buceta pulsar de novo. Perto da meia-noite o celular vibrou.
Alex: “Sogra… abri o pendrive pra conferir as fotos do evento. Não era o que eu esperava. Não se preocupa. Não vou contar pra Denise. Nem pro Antonio. Amanhã depois do trabalho eu passo aí e devolvo pessoalmente. Tipo 19h tá bom?”
Eu li a mensagem umas vinte vezes. As mãos tremiam tanto que quase deixei o celular cair. Ele viu. Ele viu tudo. E não ia contar. Mas também não disse que apagou. Nem que não olhou.
Respondi só: “Ok. 19h.”
O dia seguinte foi tortura. No final, o desejo venceu a vergonha. Escolhi um vestidinho preto soltinho, daqueles que mal cobrem a bunda. Sem sutiã — meus peitos grandes e pesados balançavam livres a cada passo, os mamilos já duros roçando o tecido fino. Sem calcinha também. A buceta peluda roçava nas coxas a cada movimento, já úmida só de imaginar ele chegando.
Quando a campainha tocou, meu corpo inteiro tremia. Abri a porta devagar.
Alex estava lá. Camiseta preta justa marcando o peitoral e os braços grossos, calça jeans que não escondia o volume já semi-duro. Ele me olhou de cima a baixo — demorou nos peitos, desceu pro vestido curto, parou nas coxas.
— Oi, sogra… — a voz saiu rouca. Ele engoliu em seco. — Trouxe o pendrive.
Entrei sem dizer nada. Ele me seguiu. Fechei a porta. O silêncio era pesado, elétrico.
— Você… assistiu? — perguntei quase sussurrando.
Ele colocou o pendrive na mesinha da sala. Deu um passo pra perto.
— Assisti. — admitiu, sem desviar o olhar. — Tudo.
— Eu não queria que você visse… — menti, porque no fundo uma parte de mim queria exatamente isso.
— Você entregou o pendrive errado de propósito? Todo coroa de buceta peludinha é minha fraqueza. E você… caralho… você tem a buceta mais gostosa que eu já vi nas fotos. Pelos pretos, lábios grossos, clitóris aparecendo… Eu bati uma ontem olhando pra você três vezes. - Ele riu baixo safado.
A confissão me incendiou, ele apertou minha bunda com força, enfiou os dedos entre minhas nádegas e sentiu que eu não tinha nada por baixo.
— Sem calcinha… safada? — ele perguntou já entregue.
Empurrei ele pro sofá. Ele sentou. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, abri o zíper com pressa. O pau saltou pra fora — grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Maior do que eu imaginava. Maior do que o do Antonio. Enfiei na boca sem aviso. Chupei forte, babando, engolindo até a garganta. Ele gemeu alto agarrando meu cabelo.
— Porra, sogra… assim eu gozo em um minuto…
E quase gozou mesmo. Em menos de sessenta segundos ele estava tremendo, segurando minha cabeça, empurrando devagar. Tirei da boca na hora H, apertando a cabeça com força.
— Ainda não… — falei. — Quero mais.
Ele me puxou pro colo dele. Tirou o vestido na frente com as duas mãos e meus peitos caíram livres. Ele atacou os mamilos, chupando um enquanto apertava o outro. Depois desceu, abriu minhas pernas.
— Abre essa buceta peluda pra mim… — pediu implorando.
Abriu minha bunda com as duas mãos, expondo tudo: buceta peluda escorrendo, lábios grossos abertos, clitóris vermelho latejando, cu piscando.
— Essa buceta peludinha… puta que pariu, é melhor ao vivo do que nas fotos. — Ele cuspiu direto no meu cu, depois lambeu devagar, língua circulando o anel apertado antes de enfiar fundo. Gritei, com as pernas tremendo. Depois desceu pra buceta, sugou os pelos molhados, lambeu os lábios inteiros, enfiou a língua lá dentro enquanto apertava meu clitóris com os dedos.
— Goza na minha boca, sogra…
A ideia me quebrou. Gozei forte, jorrando na cara dele. Ele não parou — continuou chupando, lambendo cada gota, até meu corpo parar de tremer.
— Me come, Alex… me come como você queria nas fotos… - implorei pra ele
Ele me colocou de quatro no sofá. Cuspiu na mão, esfregou no pau e encaixou na entrada da minha buceta. Entrou devagar no começo, depois meteu tudo de uma vez. Ele era grosso, preenchia tudo. Eu empinava mais, pedindo mais fundo enquanto ele me fodia e enfiava o dedo no meu cu.
— Goza dentro… goza na entrada do meu cu… — implorei.
Ele tirou da buceta, mirou no cuzinho apertado e começou a esfregar a cabeça ali. Não entrou inteiro — só a cabeça, pulsando. Gozou forte, jatos quentes escorrendo pela entrada do meu cu, pingando na buceta peluda por baixo. Eu gozei junto, tremendo inteira, apertando os próprios peitos. Ficamos ali ofegantes
— Isso fica entre a gente, sogra… se o Antonio e a Denise descobrirem, estamos fodidos
...





Que sogra gostosa, fiquei com muita vontade de foder com essa safada!!!! Votado.
Pqp que delícia de descrição, fantástico. E com uma sogra dessa, eu comeria sem dó…parabéns a leitora por ter te confidenciado… Vou ler os outros contos seus, leia os meus também, vai gostar.