Colega De Trabalho Estressada - Parte 8

Colega de trabalho estressada VIII
Um conto erótico de Tuga069

Publicado por by: Tufão16x6,5cm

Data: 05/01/2026 13:16:39

A noite de quinta-feira chegou carregada por uma eletricidade que parecia fazer os pelos do meu braço se arrepiarem. O apartamento estava silencioso, mas era o silêncio que precede a ruptura de um dique. Ana não era mais a esposa doce e compreensiva que eu conhecia há década; ela se movia pela casa com uma precisão cirúrgica, vestindo um robe de seda preta que deixava entrever uma lingerie de renda caríssima, algo que ela não usava há anos.

— O Tadalafila já fez efeito, Tufão? — perguntou ela, sem se virar, enquanto polia uma taça de cristal. — Não quero que você falhe hoje. Esta noite não é sobre o seu prazer, é sobre o meu controle.

Eu engoli em seco. Aos 45 anos, eu me via como um peão em um tabuleiro que eu mesmo ajudei a montar, mas cujas regras agora eram ditadas por ela. Às 20h30, a campainha tocou. Camila estava deslumbrante em um vestido tubinho verde-esmeralda. Atrás dela, quase como uma sombra encolhida, estava Maurício. Ele exalava o cheiro da derrota.

Ana não deu tempo para cortesias. Ela caminhou até o hall com uma elegância predatória. — Camila, querida. Finalmente. E este deve ser o famoso marido. Venha, Maurício. Entre e tente não ocupar muito espaço.

O jantar foi servido sob uma tensão sufocante. Camila e Ana sentaram-se frente a frente. Eu e Maurício ocupávamos as cabeceiras. Ana assumiu o comando da narrativa com uma calma perturbadora.

— O Tufão me contou detalhes fascinantes sobre o que aconteceu na viagem, Camila — começou Ana, girando o vinho na taça. — Especialmente sobre como ele foi capaz de lidar com a sua rigidez... e com a vitalidade daquela estagiária, a Mariana.

Ao ouvir o nome de Mariana, o rosto de Camila mudou instantaneamente. A mandíbula dela travou e seus olhos brilharam com uma centelha de ódio possessivo. — Mariana? — Camila disparou, a voz subindo um tom. — Então os boatos eram verdadeiros? Tufão, você realmente colocou aquela menina no seu quarto enquanto eu sofria naquele corredor?

Camila virou-se para mim, a face transfigurada pelo ciúme. — Eu achei que o que tínhamos era exclusivo, Tufão! Que a minha entrega, inclusive aquela noite na minha casa, tinha algum valor superior ao de uma diversão com uma garota de vinte anos!

O clima na mesa gelou. Maurício encolheu-se ainda mais na cadeira. Mas Ana não permitiu que Camila assumisse o controle da cena. Ela bateu levemente com os dedos na mesa, um som seco que fez Camila se calar.

— Controle-se, Camila — disse Ana, o tom de voz gélido e autoritário. — Nesta casa, quem decide o que tem valor ou não sou eu. O ciúme é uma emoção pequena e inútil aqui. O Tufão pertence a mim, e se eu decidi que ele pode usufruir da juventude da Mariana e da sua perversão madura, você não tem o direito de questionar.

Camila tentou retrucar, mas Ana sustentou o olhar com uma força tamanha que a supervisora, acostumada a mandar em todos na empresa, baixou a cabeça. — Você está aqui para se integrar ao meu sistema, não para causar cenas — continuou Ana. — Se quiser continuar provando do que o Tufão oferece, você vai se resignar à sua posição. Entendido?

Camila respirou fundo, os ombros relaxando em uma rendição total. O ciúme foi esmagado pela necessidade de permanecer naquele círculo de poder. — Entendido, Ana — murmurou Camila, submissa.

Ana voltou sua atenção para o marido de Camila, que assistia a tudo paralisado. — Maurício, por que você não vai para o chão? — ordenou Ana. — O tapete da sala é caro e eu gostaria que você ficasse lá, de joelhos, enquanto nós terminamos o jantar. Você me parece um pouco... alto demais para esta mesa.

Maurício buscou o olhar de Camila. Ela, agora totalmente resignada ao comando de Ana, apenas acenou com a cabeça com um sorriso de desprezo. O marido ajoelhou-se no tapete, ao lado da mesa.

— Ótimo — continuou Ana. — Maurício, rasteje para debaixo da mesa. O Tufão está muito tenso com esse teatrinho de ciúmes da sua esposa. Use a sua boca para relaxá-lo enquanto eu e a Camila discutimos o que faremos com ele a seguir.

O marido rastejou para debaixo da mesa. Senti suas mãos desabotoarem minha calça. O sadismo era indescritível: eu estava em minha própria casa, jantando com minha esposa e minha amante, enquanto o marido desta última me servia sob a mesa, sob o comando direto da minha mulher, — Tire-a para fora Maurício— Falou Ana de uma forma impositiva, eu ainda não estava 100%, como a minha esposa falou ainda estava meio tenso com toda essa história. O marido da Camila tirou meu caralho da minha calça — Tá esperando o quê corno—até eu me assustei com a altives de Ana, não estava reconhecendo mais minha esposa, e tudo era culpa minha, estava curtindo, mas honestamente não sabia se era bom ou ruim.

— Chega Maurício — decretou Ana, levantando-se. — Vamos para o quarto. Maurício, você fica. Pode terminar os restos do risoto... no chão. Camila, venha connosco.

Fomos para o quarto principal. Ana sentou-se em uma poltrona de couro, cruzando as pernas e observando-nos. — Tufão, tire a roupa dela. Agora. Quero que você a tome exatamente como fez na casa dela, mas desta vez, você vai fazer para mim. Eu sou a sua mestre.

Despi Camila com uma urgência bruta. Ana observava cada detalhe com uma luxúria intelectualizada.

— Na cama, os dois — ordenou Ana. — De costas, Camila. Quero que ele entre por trás. Quero ver a força do impacto e a sua cara de prazer submisso.

Cheguei perto de Camila e vi que ela já estava encharcada, não resisti e já ia me abaixando para chupar aquela buceta molhada — Volte Tufão, enfia essa tora no cú dessa putinha — ordenou Ana. — senti Camila estremecer, eu comecei a penetrar Camila, sem preliminares, com uma violência rítmica, sentindo cada centímetro dela ceder. Camila gritava o meu nome, totalmente entregue, sua dignidade de supervisora derretida sob a dominação de Ana. O sexo anal foi o ápice. Eu a possuía como um animal, enquanto Ana, do seu trono de couro, dava as ordens.

— Mais forte, Tufão! Mostre a ela quem é que realmente manda nesse corpo! — Ana bradava, já se tocando, mas com a voz firme.

Quando finalmente descarreguei em Camila, um grito de triunfo escapou da minha garganta, senti que Ana também tinha atingido o seu orgasmo, pela sua respiração. Ficamos os três ali, emaranhados em suor, sob o olhar vitorioso de Ana.

O Desfecho e a Limpeza

Minutos depois, ouvimos um ruído na porta. Maurício estava ali, olhando a cena com adoração e ruína. — Maurício — chamou Ana, sem se cobrir, exibindo sua nudez com autoridade régia. — Venha. Você sabe o seu trabalho. Limpe-os. Deixe a minha cama impecável.

O marido de Camila entrou no quarto, ficou de quatro na cama e foi direto cara o cú da esposa, solvendo todo o liquido que dali saía, com Camila gemendo, alisando a sua cabeça e dizendo como ele era um corno obediente, depois veio a mim, me chupando e limpando todo resquício que existia em meu pau, sob a continua humilhação de Camila e o olhar satisfeito de Ana.

Estou deitado, exausto, percebendo que Ana não era mais apenas minha esposa; ela era a arquiteta de um novo ecossistema. — Foi um bom começo, Tufão — sussurrou Ana no meu ouvido. — Semana que vem, quero a Mariana aqui também. Quero ver como a juventude dela se comporta sob as minhas mãos e sob o olhar da Camila.

Eu fechei os olhos, sentindo o peso do mundo que agora pertencia inteiramente a Ana, mas diferente de um sentimento anterior, eu estava gostando, mesmo sabendo que ainda vinha muita coisa pela frente.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Colega De Trabalho Estressada - Parte 8

Codigo do conto:
253483

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/01/2026

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