Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 31/07/2026 19:25:51
Assuntos: Arrombada, Buceta, Casada, Chifradeira, Corno, Esperma, Goza Dentro, Heterossexual, Sexo Anal, Traição, Vizinhos.
Eu sou o Samuel. Sessenta anos. Empresário. Dono de herdade
Ela tem vinte e dois. Esposa do caseiro de quarenta e cinco. Os dois moram e trabalham aqui. Minha mulher não sabe de nada. O marido dela muito menos.
Eu notava o cheiro dela. Forte. Natural. Axilas que o desodorante barato não dava conta depois de um dia inteiro de sol e serviço. Eu ficava louco pra saber como era o cheiro daquela bunda e da buceta depois de horas sem banho. Um dia eu falei. Ela estranhou. Ficou até com raiva.
— Seu Samuel, que conversa é essa?
Eu não falei da bunda logo. Falei só das axilas. Dei presentes. Perfume bom, roupa nova, batom. Ela foi se abrindo. Conversava cada vez mais. Quando eu mostrei no celular que existia gente que gostava daquele tipo de cheiro, ela ficou curiosa.
— Achei estranho… mas interessante.
O primeiro beijo foi numa sexta-feira, ela ainda suada do serviço. Pediu pra tomar banho. Eu segurei o braço dela e enfiei o rosto na axila.
O cheiro bateu forte. Desodorante barato quase vencido brigando com o suor do dia. Eu lamei. A língua passou devagar na pele quente e úmida. Ela tremeu. A mão dela desceu entre as pernas e começou a se tocar. Em menos de um minuto ela gozou, gemendo baixo, a voz embargada.
— Puta que pariu… nunca tinha gozado assim… nunca…
Eu continuei lambendo a axila enquanto ela tremia.
Na sexta passada eu cheguei um dia antes da família. Mandei o marido dela fazer umas compras na cidade. Levei ela pra casa. Ela ainda estava suada, o vestido amarelo desbotado e sujo colado no corpo.
Fechei a porta.
Comecei pelo pescoço, desci pro peito, limpei o suor com a língua. Cheguei na buceta. O cheiro de xixi antigo misturado com suor subiu forte. Eu lamei mesmo assim. Ela se masturbava enquanto eu chupava, ainda com vergonha, as pernas tremendo.
Depois eu virei ela de quatro. Abri a bunda.
O cheiro bateu.
Forte. Muito mais forte do que eu esperava. Não era só suor. Parecia residual, como se ela não tivesse limpo direito ou tivesse feito as necessidades pouco antes. Meu estômago revirou por um segundo. Quase desisti. Mas o tesão era maior.
— Porra… tá fedendo pra caralho…
— Eu avisei, seu Samuel… bunda é lugar sujo…
— Não. Sua é maravilhosa. Mesmo com cheiro natural.
Eu passei o dedo no cu. Senti um pouco de resíduo. Mesmo assim aproximei o rosto e lamei. O gosto era amargo, salgado, nojento… e ao mesmo tempo o mais gostoso que eu já tinha experimentado na vida. Eu lamei fundo, a língua entrando, enquanto ela gemia misturando nojo e tesão.
— Seu Samuel… você é maluco… nojento…
— E você tá molhada pra caralho.
Peguei o óleo que tinha deixado no banheiro (nunca manteiga, eu sabia que ia melar tudo). Passei no pau e na entrada do cu dela. Empurrei. O anel resistiu. Ela era apertada, quente, difícil.
— Aaaaai… é grosso… tá doendo… não entra…
— Relaxa… vai entrar…
Fui entrando aos poucos. Quando cheguei no fundo ela soltou um gemido longo. Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O cu dela apertava, quente, latejando.
— Seu Samuel… tá difícil… acho que vou me cagar…
— Caga no meu pau então. Caga aí mesmo, caralho.
Ela começou a se tocar com força. O corpo inteiro tremia. De repente ela gritou:
— Tô cagando… vou cagar, seu Samuel… vou… porra… que gozada gostosa…
Ela gozou apertando o pau com o cu, o corpo se contraindo. Eu senti a pressão e gozei junto, fundo, enchendo ela enquanto ela ainda tremia e gemía.
Ficamos ali um tempo, sujos, ofegantes. O cheiro daquela foda impregnado no quarto.
Se a minha esposa imaginasse o que eu faço com a mulher do caseiro… eu estaria fudido. E o marido dela nem sonha o nível que a esposa dele chegou.
Final de semana que vem eu chego de novo um dia antes. Vou mandar ele fazer outras compras.
Aguardem.