Categoria: Heterossexual
Contém 1480 palavras
Data: 29/08/2026 22:25:22
Assuntos: Heterossexual, Incesto
Como disse, no ano 2023 foi o inicio de muita coisa.
Ano 2023
As coisas em casa continuaram iguais mas a minha autoestima estava em alta. Filho mais próximo (antes daquele beijo dele na caminhada não me lembro do ultimo beijo que ele me deu). O Alexandre sempre foi um menino distante. Nada de afetos. Talvez pela ausência do pai e de ter "crescido" à força conquistando o seu espaço junto dos amigos do futebol. A minha filha (vou chamar de Maria- nome fictício) sempre foi próxima da mãe, em tudo.
Os meses foram se passando e aquela minha autoestima foi desaparecendo com o tempo. A nível intimo era o mesmo. Tocava me quando a filha ia dormir. O marido voltava do café já tarde. O Alexandre só voltava à sexta feira a noite e ia logo para o treino dele.
Ficava sozinha a arrumar a cozinha, estava um pouco com a minha filha a ver tv e depois ia para a cama.
Os meses foram se passando. Vieram as férias, desta vez em Albufeira (algarve).
Desta vez viemos nós, a minha irmã o cunhado e os filhos e o meu irmão com a sua esposa e a filha.
Ficamos num aldeamento perto da praia com piscina. Esperava recarregar novas energias e assim foi. Mal fizemos o chek in e depois de irmos para os quartos fomos para a piscina a pedido da minha filha. Assim fui. O marido ficou no quarto. Entretanto apareceu o Alexandre e disse lhe que entrasse na piscina (sem qualquer maldade). Quando entrou e veio até mim perguntou pelo pai. Respondi que tinha ficado no quarto. Entre brincadeiras e mergulhos houve uma altura em que me coloquei nas suas costas (dentro de agua) na tentativa de o derrubar. Não pensei muito mas deduzo que ele me tenha" sentido" nas suas costas. Eu senti o seu peito quando o agarrei na tentativa de o derrubar. E quando consegui, aqueles segundos quando caímos na água, as suas mãos passaram na minha barriga e perto dos meus seios. Foi um flash que tive de que tinha de parar, apesar de estar a divertir muito, não só com ele mas com a Maria.
A minha desculpa foi que estava cansada. Deitei me em cima da toalha na espreguiçadeira e vi os a brincarem na agua. Quando ele veio para junto de mim não deixei de reparar que ele olhava me. Em tom de brincadeira diz me :" Então cotinha, já cansada? " Só lhe respondi:" Eu dou te a cotinha".
Estivemos uns minutos a falar antes da Maria vir ter connosco. Como estava a faculdade, se estava a gostar, conversa normal.
Ele responde que sim, estava a correr tudo bem e que estas férias estavam a fazer nos falta, a família.
Perguntou como estavam as coisas em casa.
Respondi que normais. Tudo igual.
A resposta dele surpreendeu me: "vá la mãe, eu tenho olhos".
Não respondi e disse que era melhor irmos desfazer as malas porque tínhamos de tomar banho e ver o de iriamos jantar com os tios dele e os primos. Fiquei a pensar no que quereria dizer com aquilo.
Chamei a minha filha e subimos.
Nos dias seguintes reparei numa proximidade da parte dele sempre que ia à agua, fosse na praia ou na piscina. Acompanhava me sempre que a Maria queria que eu fosse. Podia ser impressão minha pela minha carência mas tinha a sensação que me olhava com outros olhos (mas sempre discreto).
Na minga cabeça era imaginação minha....estava a fazer filmes ate porque tinha a irmã por perto para não falar na tia ( minha irmã) e o tio ( meu irmão) e respetivos acompanhantes também.
O que mais me "incomodou" foi numa noite em fomos jantar fora do hotel e à saída do restaurante (estava frio) a dado momento abraçar me por trás, assim do nada, e sentir as suas mãos na base dos meus seios. Pensei mil e uma coisas mas não podia ser o que me passava na mente. Dizia para mim mesma...foi sem querer. Nunca pensei no Alexandre como homem e deixava me apreensiva quando isto acontecia. Nunca me vesti de forma provocatória em casa. Será que ele namora ou está a passar aquela fase mais complicada.....pensava eu.
Seria coisas da minha cabeça??? Afinal ele tinha 22 anos.
Já não tinha nada com o marido há mais de 4 meses. Apenas os meus dedos me saciavam quando estava sozinha.
O resto das férias foram passadas com mais cuidado da minha parte sem nunca dar a entender algo ao Alexandre. Não queria que voltasse a ser aquele menino/homem distante.
Qual a mãe que não gosta de um beijo ou abraço de um filho/a?
Mas o que nunca me saiu da cabeça foi aquela frase dele :" vá lá mãe, tenho olhos na cara".
Passaram se as férias. Voltaram as aulas, o trabalho, aquela rotina.
A carência de estar só naqueles momentos ao fim do dia quando a Maria deitava se.
Cheguei a pensar em estar com uma mulher. Viver algo diferente. Havia momentos em que subia paredes. Andava carente.
Ano 2024
Veio o que mais suspeitava.
Mesma rotina. Alexandre voltava da faculdade sexta a noite. Por vezes a Maria ia dormir a casa da prima (filha do meu irmão). O marido no café.
Os sábados de manha aproveitava para fazer as compras para casa enquanto deixava a Maria na natação.
A tarde levava a á dança. Por vezes ia a casa dos meus pais enquanto tinha as aulas de dança (2 horas).
Domingo raramente saía. Quando saía era com a minha filha. Ela normalmente ia com as amigas.
O Alexandre no domingo à noite ia para o apartamento junto da faculdade.
Chegadas as férias de 2024 optamos por não sair tudo porque tinha tido uma discussão com o meu marido umas semanas antes.
Foi nestas ferias que comecei a ter certos fantasmas na minha cabeça.
Num dia em que optamos por ir a praia ( fica a sensivelmente 30 minutos de casa) fomos apenas eu e os meus filhos.
Chegados a praia montamos o guarda sol, toalha e fomos a água (fazia mesmo muito calor). Eles adoram a água, as ondas....eu nem por isso porque aqui (norte do país) a água é mais fria. Mesmo assim aventurei me a ir com eles e numa dessas ondas fiquei com um dos seios de fora. Sinceramente nem me tinha apercebido até o meu Alexandre fazer me sinal. Foi embaraçoso.
Quando voltamos para casa, compramos algo para jantar. O marido não estava em casa(café). Jantamos e o Alexandre ajudou me a arrumar a cozinha. A certa altura o Alexandre passa atras de mim para levar o lixo e toca me na anca com uma das mãos aquilo deixou me inquieta mas não fiz caso. Quando voltou de levar o lixo estava a colocar a loiça na maquina de lavar e volta a passar atras de mim, como que a roçar. Aí estremeci mas tentei não fazer caso, não fosse ser coisas da minha cabeça. Quando terminava de arrumar a cozinha ele vem por trás de mim, abraça me e da me um beijo na face. Senti aquele abraço diferente, apertado e as mãos bem perto dos meus seios. Já para não falar que ainda estávamos com a roupa de praia. Ele de calções e eu com um vestido(de praia) bem fino.
Estivemos assim uns bons segundos e apenas disse lhe para ir tomar banho. Não consegui dizer mais nada. Estava com receio de o afastar. Receio de ser coisas da minha cabeça pela carência. Aquilo mexeu comigo.
A Maria já tinha ido tomar banho (demora bem mais tempo).
Estes gestos dele foram acontecendo no resto das férias. Fosse em casa. Fosse em momentos de convívio em casa dos meus pais. Apesar daquilo fazer me reviver fantasmas meus fui me " habituando" nunca passando daquele limite.
O que me fez mesmo comecar a ter " pesadelos" foi num churrasco em casa dos meus pais.
Quando ele foi buscar a carne para assar, à cozinha, era eu que a preparava. Senti as mãos dele na minha anca e encostar se a mim dando me um beijo no pescoço.
Nao imaginam o que senti.....foi nesse momento que comecei a pensar se ele me via como uma mulher.
Foram momentos muito confusos para mim.....
Por um lado senti aquele arrepio. Senti medo. Senti me confusa. Senti me culpada....senti me perdida. Carente.
Seria ideias erróneas da minha cabeça?
Seria que ele estava mesmo a ver me como mulher? Será que ele tinha vivido alguma coisa na faculdade? Nega de alguma rapariga?
O que poderia ver o meu filho de 23 anos em mim??? Algo contra natura....
Naquela noite adormeci com raiva mas com aquele sentimento na barriga.....será?????
Quando terminaram as férias tudo acalmou um pouco....até uma vinda dele a casa à sexta feira em Novembro.