Categoria: Heterossexual
Data: 31/08/2026 22:21:23
Assuntos: Heterossexual, Incesto.
Depois de tudo o que tinha acontecido no churrasco em casa dos meus pais comecei a pensar onde teria falhado como mãe. Para mim não era normal o comportamento do meu filho.
Sempre foi distante no que toca a sentimentos de maior afeto/carinho comigo. Teria sido pelo ano na faculdade?? Namorada?? Enfim...pensei muita coisa.
Após as ferias a vida cá em casa voltou "á normalidade". A mesma rotina. Trabalho-casa. Levar a filha à escola. Leva-la às atividades durante a semana, após as aulas, e ao sábado. Ser mãe e pai a tempo inteiro. Dona de casa....
Neste corre-corre diário não tinha tempo para pensar muito no assunto do Alexandre.....só mesmo quando parava um pouco ou então ao fim do dia quando me deitava. Essa era a pior parte.
Com o decorrer das semanas e sempre que ele voltava da faculdade à sexta feira a minha forma de estar já não era a mesma. Mesmo não jantando em casa porque ia para os seus treinos de futebol deixava sempre alguma coisa quente no forno. Quando voltava dos treinos já era tardio (raramente voltava antes da meia noite). Normalmente a Maria já dormia (a não ser que fosse dormir a casa da prima, filha do meu irmão) e o marido no café (coisa que nunca mudou, voltava sempre mais tarde). Era esse tempo que eu tinha para mim. Sozinha, a divagar em pensamentos vários. Momentos de raiva. Momentos de auto prazer que nunca me saciava mas para mim...já era bom.
Cheguei a "procurar" vídeos entre mulheres. Cheguei inclusive a "imaginar me" com outro homem com o meu marido a ver. Uma forma de o castigar pelo que se estava a passar connosco. Preferir o café à famílianem falo propriamente de mim......era um misto de raiva e odio.
Sentia falta daquele prazer carnal, sexo...sentir me desejada, amada. Alguém que me visse como mulher....
Durante estes dias em que o Alexandre estava em casa não voltou a acontecer nada do género como em casa dos meus pais, no churrasco. Pensei que eram fantasmas da minha cabeça, o facto de estar carente faziam-me "ver" aquilo que não existia. Sentia-me culpada por pensar algo do meu filho assim. Escusado será dizer que senti-me a pior mãe do Mundo. Como foi possível pensar que o meu próprio filho nutria algo físico por mim???? Foi horrível como me senti......horrível mesmo.
Dia 15 Novembro 2024,uma sexta feira (data que jamais esquecerei). Dia chuvoso. Filha foi dormir a casa da prima, filha do meu irmão.
Jantei com o marido em casa e como habitual ele foi para o café, na mesma com aquela chuva toda. Isto sem faltar uma discussão que tivemos, mais uma vez,por não ter ajuda dele nas coisas de casa. Arrumei a cozinha frustrada. Tomei o meu banho e fui deitar me. Ouvia a chuva e o vento na janela e caímos naquelas ideias depressivas em que choramos até adormecer. Caí num sono profundo, nem lembro de adormecer.....
Quando abri os olhos eram 00:12 no despertador. E acordei com um beijo do meu Alexandre, atrás de mim, na face (normalmente durmo de lado).
Perguntou se estava sozinha. Respondi que sim. A Maria tinha ido dormir a casa da prima deles.
Perguntou se estava bem (achei querido a pergunta). Respondi que sim. Não queria dar a entender que tinha discutido com o pai dele.
Disse que estava a chover bastante e com muito vento (ouvia se pela janela) e se queria um chá. Ao principio recusei mas com a insistência dele aceitei e fez questão que não saísse da cama que ele traria o chá. Não lembro de alguma vez me trazer um chá ou bebida quente a cama. Achei o preocupado comigo e muito querido.
Quando voltou com o chá falamos sobre a faculdade. Como estava a correr as aulas, os exames (pois ele nunca falava disso). Estava tudo bem com isso , respondeu ele. Foram uns 5 minutos agradáveis de conversa.
Não questionei sobre namoradas, não tive coragem.
E ele perguntou se estava mesmo tudo bem comigo e respondi que sim...que não se preocupasse. Nada que um bom descanso não curasse. Ele não acreditou mas mesmo assim agradeci o chá e que iria deitar me. Assim foi. Saiu e encostou a porta.
Deitei me de lado novamente. Ouvia chuva e o vento. Aquele som que nos faz estar mais aconchegadas na cama em que nos deixamos divagar em pensamentos....
Quando já estava mais a dormir do que acordada, sinto alguém atrás de mim a deitar se. Encostou se. Abraçou-me. Deixei me estar. Foi bom sentir aquele abraço. Tivemos assim um tempinho, sem falar, sem movimento.....apenas abraçada.
De repente sinto um beijo na face e a mão direita dele deslizar pelo meu pijama até junto dos meus seios (base deles). Não tive reação. Foi um turbilhão de pensamentos que não soube o que fazer/ dizer. Ele tinha sido tão querido em fazer me um chá, a conversa que tivemos, o ele preocupar se comigo. Não queria estragar o facto dele nestes últimos tempos ter-se aproximado tanto. Tivemos assim mais um tempinho ( para mim foi uma eternidade).
Entretanto senti um aproximar dele mais às minhas costas, aquele movimento em que sentimos a "pressão " de quem está atrás de nós. A sensação de "ajustar-se" ao meu corpo e ao mesmo tempo sentir a mão dele subindo de forma discreta e muito lenta pelo meu pijama foi.....não consigo explicar.
Normalmente durmo de pijama e naquele movimento dele não deu como não sentir o meu filho.....o seu membro atrás de mim, a mão dele tornar se mais atrevida ao ponto de acariciar um seio meu por cima do pijama. Faz mais um movimento intenso com a anca dele sobre mim ( as minhas nádegas) e a mão dele apertar suavemente mas com firmeza o meu seio.... fechei os olhos e rezei para que parasse mas não....
Quando o sinto fazer mais um movimento de anca contra mim, a mão dele já preenchida pelo meu seio e a tentar ir ao encontro do outro seio.....já dava para sentir o seu membro.....sabia que aquilo era errado.
O meu filho acariciava me um seio, mesmo por cima do pijama, aqueles movimentos de anca dele atrás de mim.
E quando tentava alcançar o outro seio....digo lhe que vá para o seu quarto.
Aquilo parou, congelou durante uns segundos....até que ele desliza a mão um pouco mais para a base do outro seio, volto a pedir que vá para o seu quarto e fechasse a porta do meu quarto. Hesitou um pouco....mas foi não antes sem me dar um beijo no pescoço.
Aquilo foi estranho para mim. Pensava que eram fantasmas meus das semanas anteriores mas afinal fiquei sem dúvidas que o meu filho tinha desejos por mim...
Chorei muito naquela noite. Pensei que a vida estava a ser tão injusta comigo. Onde teria falhado como mãe? Queria desaparecer...morrer.
Não bastava ter um marido ausente em tudo??? Agora isto???
O que via um jovem numa mulher como eu??? Logo eu??? O meu próprio filho......???
Foi um fim de semana em quase não nos falamos até ao domingo à noite quando se despediu com um abraço bem forte e um beijo na testa...
Vieram dias muito tempestuosos para a minha cabeça.....
Data que jamais esquecerei e ainda viria mais....
Por Tuga069