Categoria: Heterossexual
Data: 30/08/2026 23:13:40
Assuntos: Heterossexual, incesto
Como disse na última parte final do último texto, passamos a ser um casal distante, não só a nível íntimo.
Qualquer coisa que dissesse acabava, por norma, em discussão.
Mesmo antes de tudo isto chegar a este ponto tínhamos as nossas conversas para "apaziguar" o mal estar mas dias depois tido voltava ao que era. Escusado será dizer que após meses nisto, deixei de abordar este assunto.
Para que saibam, trabalho numa empresa na área administrativa. Felizmente ganho bem, trabalho relativamente perto de casa. Ele também ganha bem, embora seja um trabalho mais físico (remodelação interior de casas).
Como disse anteriormente, a relação tornou- se distante. Pouco falávamos ao jantar. Mal acabava de jantar e já estava a sair para o café. Tinha dias em que a minha filha tinha atividade ( anda em vários tipos de dança )era eu que a ia buscar.
Ao meu filho ia busca-lo ao treino de futebol e por vezes a mãe de um colega dele trazia-o no final. Admito que era um corre corre em levar os filhos as atividades, busca-los, fazer o jantar.... era extenuante.
Sentia me só. Não falava com os filhos sobre esta ausência do pai porque eles notavam e viam. Fechei me um pouco no meu "mundo" com o passar dos meses. E tudo piorou com a pandemia em Março de 2020.
Tive de começar a trabalhar a partir de casa por causa da minha filha( aulas on line). O meu filho também tinha(11 ano).O meu filho faz anos em Maio.
O marido começou a frequentar mais vezes o café apesar das restrições. Inclusive os sábados à tarde eram passados no café.
Foram tempos muito complicados.
Com o início do ano letivo seguintes coisas voltaram ao seu ritmo. Filhos na escola. Voltei a trabalhar na empresa. A única coisa que não mudou foi a relação de casal.
Ano 2021 passou na mesma monotonia. Levar filhos, buscar filhos, lidas da casa, presenciar algumas atuações da minha filha( ainda algumas restrições devido a pandemia). Eu a passar pelas necessidades enquanto mulher. Confesso que ainda pensei em recorrer a " profissionais do sexo" mas nunca o fiz. Cheguei a ver alguns filmes de mulheres com mulheres. Foi confuso mas nunca passei disso.
Setembro de 2021-Filho entra na faculdade passando a sermos 3 em casa. Eu, minha filha e o marido.
Nunca fui uma mulher muito ligada ao sexo. Gosto sim, sempre gostei mas não era doida. Cheguei a tocar me muitas vezes enquanto via filmes. Se o meu marido procurou me meia dúzia de vezes nesse ano, acho que foi muito mas bem no fundo não me importava porque no final(apesar de rápido) sentia- me usada. Era sempre o mesmo. Vinha esvaziar o seu "prazer". Nada mais. Mais ano se passou.
Ano 2022
Entre uns domingos em que visitava os meus Pais lá saía daquela "normalidade estúpida ". Nada de especial mas estava com a minha família, mãe, pai, por vezes o irmão e a cunhada ou a irmã e o cunhado e os meus sobrinhos. Sempre fomos uma família conservadora enquanto vivíamos em casa dos Pais.
O marido não acompanhava porque ia para o futebol ver o seu ....clube(quase sempre).
O meu filho só vinha a casa aos fins de semana da faculdade porque jogava futebol num clube local. A faculdade fica a uns 60 kms de casa.
Vieram as férias de verão e após 2 anos sem podermos sair, lá marcamos e fomos para um hotel em Peniche. Para quem não conhece, é um local para passar boas férias. Fomos (marido inclusive) ,a minha irmã, o marido e os filhos dela e meus pais. Nessas ferias consegui carregar as minhas energias. Senti um aproximar do meu filho. Sempre foi distante apesar de fazer tudo por ele. Agora sei que cresceu um pouco à força. Ausência do pai em não ver os seus jogos de futebol. Fiquei a saber depois que era o capitão da sua equipa de futebol. Não percebo muito de futebol mas disse me, mais tarde, que apesar de dos mais novos na equipa o elegeram como capitão mesmo participando num treino semanal.
O meu filho é um jovem normal. Mais alto que eu, deve ter 1.75, atlético, pele morena, cabelo rapado. Não gosta de ser o centro das atenções. Nesse verão, entre muitas outras coisas foi.
Qua do chegamos ao hotel fomos para o nosso quarto, eu o marido e a filha. O meu filho ficou num quarto só dele.
A minha irmã no quarto deles com o marido e os filhos e os meus pais no deles.
No segundo dia no hotel, após virmos da praia no inicio da tarde fomos para a piscina. O marido entretido com os jornais desportivos aproveitei de entrar na piscina com a minha filha em que, entretanto juntou- se o meu filho. Numa das brincadeiras que fazíamos, coisa normal de atirar ou empurrar para dentro de água, eu e a minha filha atiramos o "Alexandre" (vou tratar assim o meu filho) para a piscina sem ele contar. Quando ele apanhou a irmã e a lançou para dentro de água foi a minha vez só que agarrei me a ele caímos juntos (não vi mal algum nisso).
Nessa altura senti que o meu filho tinha se tornado num homem. Foi aquele pensamento que nos percorre a mente mas não damos interesse. Não sei explicar. Não dei interesse mas confesso que fiquei a saber que ele já não era aquele menino tímido que criei. Continuamos a brincar até à chegados meus pais.
Não pensem que fantasiei com ele, nada disso, mas gostei daqueles momentos. Tanto com ele como com a minha filha....adorei.
Esqueci durante uns dias a mulher que era.....dona de casa, escrava, revoltada...esqueci isso. Nesse dia à noite, após o jantar fomos caminhar. A família toda. Num determinado momento o meu filho que vinha a falar com os meus pais vem até ao meu lado, abraça me (sem pararmos de caminhar) e da me um beijo na face e no pescoço dizendo: "és uma grande mãe. Adoro te". Bem, quase que chorei....
Foram estes momentos que me marcaram nessas férias.
Ano 2023
Foi o ano do início de muita coisa.
Nota:
Isto aconteceu de facto comigo. Não é ficção ou conto.
Por Tuga069