Categoria: Heterossexual
Data: 06/09/2026 23:47:52
Assuntos: Heterossexual, Incesto
Como tenho vindo a referir esta minha situação não é ficção.....é real.
Depois daquela noite em que percebi que o Alexandre foi além do que devia, a minha vida mudou.
Foram dias bastante complicados. Não tinha alguém com quem "desabafar" sobre o que se tinha passado.
Alguém familiar nem pensar....amigas também não.
No fundo, e de forma errada, aquilo fez-me sentir mulher, mas era o meu filho. Alguém que nasceu do meu ventre, enfim.....
Naquele fim de semana pouco ou nada falamos. Nas semanas seguintes evitava falar ou até mesmo estar com ele. No entanto sentia que o estava a prejudicar.
Foram tempos em que muito chorei.....de revolta....de raiva....pensei mesmo em terminar a minha vida. A própria vida pregou-me uma grande partida.
Não podia esquecer a Maria(minha filha) nem o meu filho Alexandre, apesar de tudo.
Pensava onde tinha falhado (mais uma vez).... pensava se ele teria ouvido alguma discussão mais acesa entre eu e o marido... pensava se, em algum momento, teria visto a tocar-me.......ou se se teria passado algo com alguma namorada ou amiga. O certo é que aquilo não estava certo e é verdade que andava carente, muito carente mas não ao ponto de....ser tocada ou desejada pelo próprio filho.
Voltando aos factos, as semanas foram- se passando na mesma rotina durante a semana e aos fins de semana, quando o Alexandre voltava da faculdade, já havia um nervosismo que mexia comigo.
Nada se passou de especial..... evitava deixar a minha roupa interior por lavar ou na despensa, essencialmente ao fim de semana. Admito que "procurei" no seu quarto algo que me alertasse no seu comportamento... mas nada.
Numa noite em que estava sozinha (marido no café) tocava-me e aquela imagem veio a cabeça.....o Alexandre a tentar algo. Fiquei petrificada com aquele misto de "pecado proibido", de errado, mas ao mesmo tempo excitada. Não consigo explicar mas acariciei- me.....muito.
Tive prazer....aquele prazer em que mesmo sem haver algo "dá a sensação de satisfação ".
Outro momento que aconteceu, mas mais discreto, foi na passagem de ano.
Por norma costumamos fazer alternar o Natal e a passagem de Ano Novo, entre a casa dos meus pais e dos meus sogros.
Nesse ano foi em casa dos meus pais.
Já depois de jantarmos e preparamos a passagem de ano, entre dança e musica à mistura, o meu irmão, o meu marido e o meu cunhado, foram preparar o fogo de artificio (nada de especial mas é tradição).
Eu já vinha a reparar no comportamento do Alexandre, discreto, observador, conversador com o meu pai, distante e sempre com copo na mão. Atencioso com a irmã e os primos (bem mais novos). Como já tinha dito anteriormente é um jovem um pouco mais alto que eu. Bem feito admito....talvez pelo fato de jogar futebol.
Após lançarem o fogo a meia noite e abrirmos o champanhe com a dança à mistura sinto abraçarem me por trás (discretamente) bem encostado a mim. Era o Alexandre....quando ouvi a voz dele a desejar me um "Bom Ano 2025" estremeci e apavorei. Lembrei logo daquela noite. Virei me para ele, com receio que fizesse algo que alguém reparasse, e encetei na dança enquanto sentia o seu hálito a álcool. Senti o "seu entusiasmo" .....dava para sentir e deixei me ficar um pouco mais para que ninguém reparasse. Naquele momento não reconheci o meu filho e perguntei lhe o que andava a fazer. O que se passava? Se estava tudo bem com ele??? A única coisa que respondeu foi " está tudo bem mãe "! Deu me um abraço. Senti algo que não consigo explicar mas foi bom. Disse lhe: Alexandre, tem cuidado. A nossa noite ficou por ali....
Veio o ano 2025 em que a minha situação com o meu marido piorou.
9 Janeiro, uma quinta feira, tinha tido um dia horrível no trabalho com atrasos nas entregas. Correria para ir buscar a minha filha à escola e levar à atividade....vir a casa preparar o jantar, enfim....um dia daqueles.
Acaba de jantar e como de costume, café. Quando volta, já tarde, vem para a cama e faz sexo comigo. Horrível. Já não sentia prazer. Senti me usada. Estava cansada e mesmo assim....foi rápido mas pareceu me uma eternidade.
Para quem se lembra o inicio de 2025, em Portugal, foi bastante chuvoso e com muito vento.
7 Fevereiro, sexta feira. Dia com muita chuva e vento. A minha cunhada tinha ido buscar a filha dela à escola e a caminho levou a minha para casa dela.
Pediu se poderia lá dormir e disse que sim. Chovia mesmo muito.
Quando cheguei a casa preparei o jantar (algo rápido porque não tinha muito apetite). Comi apenas uma sopa. O marido lá resmungou pelo jantar e depois foi para o café. Não lembro de me deitar tão cedo. Estava sozinha.
Deitei-me cedo e adormeci ao som da chuva e do vento. Apesar de não ter sido aquele final de dia a correr sentia- me cansada.
Acordei às 23:00 com o bater da porta de casa. Ouvi o caminhar dos passos, o acender a lâmpada do corredor que vem ao meu quarto. Era o Alexandre.
Perguntou se eu estava bem ( acho isso muito carinhoso) e onde estava a irmã.
Respondi que estava cansada e que a irmã passaria a noite em casa da prima deles. Isto sem eu me virar para ele.
Perguntou se queria um chá. Lembrei daquela noite e respondi logo que não e agradeci. Saiu do quarto com um "ok" .
A minha mente já estava a questionar muita coisa...
Lembrei da raiva que senti quando fui usada pelo meu marido......do prazer que não tinha há muito tempo (meses)....o sentir me mulher. Passei pelo sono em lágrimas. Jamais esquecerei isso....
Pouco tempo depois sinto entrarem na minha cama. Aquele cheiro de quem tomou banho à pouco tempo. Alguém a encostar - se às minhas costas. Soube logo quem era.
Colocou a mão dele no meu ombro e deixou estar. Não mexi. Não falei. Apenas fechei os olhos.
Deu um jeito para se encostar totalmente,ao mesmo tempo que a mão dele deixa o meu ombro e para na minha cintura. Senti a mão dele apertar me ligeiramente e deslizar para a anca.
Eu estava de pijama(calça e camisola). Segundos depois sinto a mão a subir.....por baixo da camisola de pijama e faço um movimento de "afastar me um pouco". Para com a mão. Encosta se novamente a mim e puxa me contra o corpo dele em forma de abraço. Senti aquele abraço tão forte, tão intenso. Subiu a sua mão devagar até alcançar um dos meus seios. Senti a mão do meu filho acariciar um dos meus seios. O esforço que fiz para não soltar gemido.
Quando dei por mim já alcançava o outro seio. Tinha os bicos duros e grandes. Nunca me virei para ele enquanto me abraçava daquela forma. Sentia os movimentos do corpo dele atrás de mim e num desses movimentos desce a mão pelo meu corpo até à minha anca.
Enquanto isso e apesar de tudo não consegui soltar uma única palavra.
Num instante coloca a mão na minha pele, por baixo da calça de pijama. Sinto a mão do meu filho no meu corpo, na minha anca a tentar baixar me o pijama. Levo a minha mão à mão dele para que não baixe mais. Aperta me a mão e desce o pijama juntamente com a minha mão. Tinha o coração a mil. Abraça me novamente, desta vez por cima da camisola do pijama, e encosta se às minhas nádegas com um movimento lento( roçar).
Foi a primeira vez em muitos anos que senti um membro sem ser o do meu marido....um pénis roçar se em mim. Deu para sentir o meu filho mesmo com os boxers. Aquilo estava a ser.....
Até que deixa de me abraçar e sinto-o a tentar descer os boxers dele. A única coisa que fiz instantaneamente foi levar a minha mão para que não baixasse os boxers. Lembro de ir ao encontro da coxa dele, onde estavam meio descidos os boxers. Ele para e não desce mais. Ao sentir a minha mão na coxa dele paramos os dois até que ele dá um pequeno solavanco, discreto mas o suficiente para eu sentir o seu pénis nas minhas nádegas. A única palavra que disse foi o nome dele :"Alexandre".
Senti a mão dele numa das minhas nádegas e levei a minha mão à dele até sentir o seu pénis na minha mão.
Perdi a noção de tudo. Perdi a razão. Perdi tudo quando deslizei a minha mão pelo seu membro duro. Húmido na cabeça. Deslizei a minha mão uns segundos pelo seu membro/pénis. Tamanho normal mas bem grosso.
Ouvia os suspiros dele bastante profundos enquanto ele mesmo desviava o meu fio da cueca.
Estava doida com aquilo tudo. Sentia me húmida(molhada mesmo). Enquanto acariciava o pénis do meu filho....sentia o pénis dele em toda a minha mão e após ele desviar o fio da minha cueca faz um movimento de.... tentar entrar em mim. Suspirei apenas o nome dele uma vez mais de forma mais "agoniada"
---- "Alexandre"!!!
A respiração dele atrás de mim acelerada. Os suspiros que ouvia...
Deixei o seu membro e com aqueles movimentos dele "dei um jeito ao meu corpo" para que facilitasse as intenções dele. Num desses movimentos fui invadida pelo meu filho. Um pouco desajeitado. Gritei de prazer no meu interior. Senti me arreganhada por ele.
Não gemi...não queria que ele me ouvisse gemer, contive me.
Estava a ser fodida pelo meu filho. Ser penetrada por aquele pénis que tantas vezes lavei quando era pequeno. Preencheu-me bem.
Num momento em que ele "vai com mais força " sentes que está quase a...
Durou pouco porque ele atingiu o orgasmo. Veio se em pouco tempo. Normal para a sua idade.
"Vai lavar te e vai para o teu quarto".
Foi esta frase que disse quando senti-me invadida pelo seu " líquido quente e pegajoso". E foi.
Pensava no que se tinha passado. Tinha sido fodida pelo meu filho.
Só tinha tido 2 homens na minha vida. Ex namorado e o meu marido. O meu filho foi o terceiro....
Adormeci a chorar. Tudo isto foi errado. Não deveria ter acontecido.
O mal foi que apesar de não atingir......gostei. Só me lavei na manhã seguinte.
Parece mal uma mãe dizer isto mas é a verdade.
Por Tuga069