Conto Erótico de Jonas Corno
"Ele tá com a mão na sua coxa, né?" Ouço a voz de Jonas, quase um sussurro, enquanto a gente segue em silêncio pela estrada. Meu marido tem aquele sorriso travesso nos lábios, os olhos fixos na estrada, mas a atenção toda dividida entre o trânsito e a cena no banco de trás. Meu irmão, Mateus, finge não ouvir nada, mas consigo ver o constrangimento queimando a cara dele, aquele rosto quadrado avermelhado, a barba de dois dias roçando no pescoço enquanto ele tira a mão da minha coxa com pressa.
Faz três dias que a gente saiu de casa pro fim de semana. Jonas dirigindo, eu no passageiro, e meu irmão mais novo vindo atrás porque sua namorada terminou com ele semana passada e ele tava precisando de distração. Mateus tem esse corpo de quem trabalha na obra, musculoso mas com aquela barriguinha de cerveja crescendo, peito peludo que aparece quando ele tira a camiseta, braços grossos com veias marcadas. Sempre foi bonitão, sempre teve mulher atrás, mas dessa vez apanhou mesmo.
O que Mateus não sabe é que Jonas e eu combinamos isso tudo antes. Meu marido, há uns seis meses, começou a falar sobre corno, sobre aquele tesão de me ver com outro homem. No começo achei estranho, mas depois virou nosso jogo particular. A gente fala disso na cama, ele fica louco de tesão, e eu acabo gozando feito uma louca também. Só que até agora era só conversa suja, fantasia mesmo. Nunca aconteceu nada de verdade.
Mas Jonas começou a insistir. Quer ver. Quer de verdade. E quando ele propôs trazer Mateus pra essa viagem, eu entendi que ele tava falando sério. Combinamos que eu ia provocar, que deixava acontecer um pouco mais longe do que o normal, pra ver se meu irmão entrava na brincadeira. Claro que Mateus não sabe de nada. Pra ele, é só um fim de semana normal entre irmãos e cunhado.
Eu coloco a mão de volta na coxa dele. Dessa vez com mais firmeza. Mateus respira fundo, aquele peito peludo subindo e descendo em baixo da camiseta cinza que fica apertada nele. A gente tá saindo da auto estrada agora, entrando numa estrada mais vazia, e Jonas reduz a velocidade, como se quisesse esticar esse momento.
"Vocês vão me deixar maluco, cara", fala Mateus, mas ele não tira a mão que coloquei lá. Eu sinto o tesão queimando na minha buceta, aquele formigamento que só aparece quando a gente está jogando esse jogo. Meu short é curto, praticamente uma calcinha de pano, e as minhas coxas grossas estão praticamente de fora. Jonas escolheu pra mim antes de sair de casa.
Eu viro pro lado, ficando de frente pra Mateus. A gente tá com a distância de um braço só. Seus olhos descem pro meu colo, e eu vejo o pau dele endurecendo dentro da calça jeans. Mateus passa a língua nos lábios, aquele nervosismo tomando conta dele agora.
"Jonas tá te vendo, né", sussurro pra ele, e Mateus olha pro espelho retrovisor onde nosso marido tá observando tudo com aquele sorriso maroto. Meu marido tem os peitos marcados na camiseta preta, os ombros largos, e aquele jeito calmo de quem tá seguro do que quer. Ele apenas acena pra Mateus, como quem diz "pode ir".
"Isso é loucura", diz Mateus, mas a voz dele tá rouca, a mão voltando pra minha coxa, mas dessa vez subindo mais, chegando perto do meu short. Eu abro as pernas devagar, deixando a calcinha rosa aparecer. Mateus geme baixo, aquele som que faz meu clit ficar inchado de tesão.
Jonas sai da IP de repente, entrando numa estrada secundária que segue pro lado de uma floresta. Ele conhece essa região, sabe onde tá indo. Uns cinco minutos de carro e ele para num lugar isolado, longe da estrada principal. Desliga o motor.
"Vocês queriam transar, né? Pois bem, vocês vão transar", diz Jonas, saindo do carro. Ele abre a porta de trás e puxa Mateus pra fora. Eu os vejo pela janela, meu marido falando algo que eu não consigo ouvir. Mateus tá com a cara vermelha, confuso, mas Jonas tá com aquele jeito determinado. Quando ele quer algo, ele consegue.
Eu saio do carro também. A noite tá fresca, a gente tá bem longe de qualquer luz da cidade. Jonas vem pra mim, me beija na boca com aquela língua dele, aquele beijo que faz eu ficar molhada de uma vez. "Você vai chupar o pau dele", ele sussurra na minha boca, "e eu vou ficar vendo, tá?"
Mateus tá parado do lado, a calça jeans apertando no pau dele que tá completamente duro agora. Ele tira a camiseta, aquele peito peludo e suado brilhando na luz da lua. Os músculos dos braços contraem quando ele desabotoa a calça. O pau dele sai pra fora, grosso, veiado, com aquele tom avermelhado de quem tá com muito tesão.
Eu me abaixo, meu rosto ficando bem perto daquilo. O cheiro é forte, suado, homem de verdade. Abro a boca e coloco a ponta dele lá dentro, deixando a língua passar por aquele buraquinho da ponta. Mateus geme alto, aquela mão grande dele descendo na minha cabeça, mas sem forçar nada, só deixando ali, quente.
Eu começo a chupar de verdade, descendo com a boca até sentir aquele pau grosso tocando a garganta. Mateus murmura palavras sem sentido, aquele corpo inteiro tremendo. Eu pego na base dele, que ainda não cabe na minha boca, e vou bombeando enquanto chupo a ponta, sentindo aquele gosto de pré-goza na língua.
"Ela suga gostoso, né", fala Jonas, e eu consigo ouvir o barulho de ele batendo uma punheta, a calça dele aberta também agora. Eu tiro a boca do pau de Mateus por um segundo, virando pra ver meu marido com aquele pau dele, que é mais comprido mas mais fino, já brilhando de pré-goza também.
"Deita ela no banco de trás", ordena Jonas, e Mateus não pensa duas vezes. Ele me levanta do chão, aquela força toda fazendo eu ficar leve, e me carrega pro carro, entrando pelo banco de trás onde a gente tava pouco tempo atrás. Ele me deita de costas, aquele banco apertado pra dois corpos grandes.
Mateus tira meu short e minha calcinha numa sequência, deixando meu corpo todo exposto pra ele. Minha buceta tá encharcada, aquele brilho de lubrificante natural escorrendo pro meu cu. Ele passa a mão nas minhas coxas grossas, acariciando aquela pele macia, subindo até meus peitos pequenos e duros que ficam ainda menores quando fico de costas.
"Você é muito gostosa pra isso", geme Mateus, beijando meu pescoço, descendo pro meu peito, passando a língua nos meus mamilos. Eu sinto o pau dele encostando na minha buceta, procurando a entrada. Jonas tá fora do carro, mas com a porta aberta, batendo uma punheta, observando tudo com aquele olhar queimando de tesão.
Mateus entra em mim de uma vez, aquele pau gordo rasgando minha buceta, e eu sinto o ar saindo do meu peito num grito abafado. Ele começa a meter com força, aquele corpo peludo em cima do meu, os braços grossos tremendo enquanto ele bate a bunda naquela buceta que tá cada vez mais molhada.
"Grita pra ele ouvir", sussurra Mateus no meu ouvido, e eu abro a boca, deixando sair aqueles gemidos que eu tava segurando. Meu clitóris tá inchado demais, batendo contra o osso do púbis dele a cada estocada. Eu passo as mãos no peito peludo dele, sentindo o suor, aquele cheiro de homem quente e trabalho manual.
"Ela tá gozando", fala Jonas de fora, e é verdade, meu corpo tá tremendo embaixo de Mateus, aquela sensação de queimação que só a gente que é corno manso conhece. É loucura, é errado, mas é o tesão mais puro que eu já tive.
Mateus mete com mais força, aquele pau grosso indo fundo demais, tocando no fundo da minha buceta. Eu sinto ele ficando ainda mais duro dentro de mim, aquele saco pesado batendo no meu cu, e sei que ele tá perto. Ele grita quando vem, aquele grito abafado no meu pescoço, aquela porra quente preenchendo minha buceta, escorrendo pra fora.
Ele se afasta, ainda ofegante, aquele peito peludo brilhando de suor sob a luz da lua. Mateus sai do carro e eu fico ali, a buceta dele escorrendo dentro de mim, aquela sensação pegajosa que me deixa ainda mais molhada. Jonas entra no carro, aquele pau comprido e veiado procurando a entrada da minha buceta já cheia de porra do meu irmão.
"Você tá louca", grita Jonas, mas é aquele grito de quem tá com tesão demais, entrando fundo em mim, aquele comprimento todo indo até o fundo. Ele me beija na boca, aquela língua me invadindo enquanto ele mete, e eu sinto o pau dele deslizando naquela mistura toda de meu suor com a porra do meu irmão.
Eu gomo de novo, dessa vez com mais força, porque agora é meu marido, é aquele jogo que a gente curte juntos. Jonas bate a bunda com ritmo, aquele corpo suado em cima do meu, e depois de pouco tempo ele grita também, aquela porra quente se misturando à do meu irmão dentro de mim.
A gente fica ali, os três, respirando pesado, cobertos de suor, ninguém dizendo nada por um tempo. Mateus tá fora do carro, fumando um cigarro que apareceu não sei de onde, aquele corpo musculoso resfriando no ar fresco da noite. Eu e Jonas ainda tamo dentro, meu corpo ainda tremendo, minha buceta ainda pulsando.
"Isso não pode virar rotina", diz Mateus quando a gente se veste de novo, mas a gente vê nos olhos dele que ele quer que vire sim. Jonas apenas sorri, aquele sorriso de quem sabe que ganhou.
Na volta pra casa, Mateus senta no banco de trás de novo, mas dessa vez ele coloca a mão na minha coxa enquanto Jonas dirige. Meu marido vê tudo no espelho retrovisor, aquele olhar dele brilhando de tesão já de novo. Ninguém sabe o que aconteceu naquela estrada vazia. Ninguém vai saber.
Mas a gente sabe que essa foi só a primeira vez.
Por Tuga069
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