Publicado por Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 04/08/2026 22:15:41
Assuntos: Brutal, Casual, Elevador, Heterossexual, Rececionista.
Me chamo Camila e, para quem me vê toda engomadinha na receção daquele prédio comercial no centro da cidade de Lisboa, nem imagina a safadeza que se esconde por trás do crachá. Sou daquelas bem cavalonas, sabe? Coxa grossa, um rabo grande que a calça social justíssima chega a espremer, e uns peitos naturais e fartos que vivem brigando com os botões da blusa de poliéster vagabunda da empresa. Meu cabelo castanho comprido estava preso num coque frouxo e despenteado.
Naquele dia, o turno tinha acabado e o ar-condicionado do andar estava quebrado. Eu só queria chegar em casa e arrancar os sapatos de salto.
Entrei no elevador aliviada. Mas, antes da porta fechar, uma mão grande e grossa a segurou. Era um dos caras que tinha ficado na reunião, eu nunca tinha visto ele antes no prédio.
Fingi olhar pro painel, mas o clima ficou pesado. Ele apertou o botão do décimo andar, mesmo que eu já tivesse apertado o térreo. Foi aí que ele me olhou. Não foi um olhar educado de colega de prédio. Foi um olhar sujo, faminto. Ele secou minhas pernas, subiu pelo tecido marcando meu rabo, parou nos meus peitos empinados e finalmente cravou os olhos nos meus. Minha boca secou na hora e minha cona deu a primeira fisgada.
— Você trabalha aqui? — a voz dele era grave, rouca.
— Sim... na receção — gaguejei, sentindo um calor subir pelo pescoço.
Ele deu um sorriso preguiçoso, de canto de boca. Deu um passo na minha direção, me encurralando no canto do elevador, e, sem dizer mais nada, apertou o botão de emergência. O elevador parou com um tranco violento.
Antes que eu pudesse respirar, ele me jogou contra o espelho gelado. O corpo dele prensou o meu e eu senti, na mesma hora, o pau duro e grosso dele marcando a calça social, cutucando direto na minha barriga. Minhas pernas ficaram bambas.
— Você tá molhada? — ele rosnou, o hálito quente batendo no meu pescoço.
Engoli em seco e só consegui concordar com a cabeça.
A mão grande dele não pediu licença. Desceu rasgando pelo tecido da minha calça, enfiou a mão por dentro do cós e puxou minha calcinha para o lado com brutalidade. Os dedos grossos dele foram direto na minha buceta encharcada. Um gemido alto escapou da minha garganta quando ele enfiou dois dedos de uma vez, dentro da minha buceta.
— Caralho, você tá pingando, puta — ele sussurrou, metendo os dedos com força, entrando e saindo sem dó, enquanto o dedão esfregava meu clitóris sem parar. Eu me agarrei nos ombros largos dele, cravando as unhas no terno. Minha cabeça batia no espelho a cada estocada dos dedos dele.
Ele tirou a mão da minha buceta e levou os dedos brilhando de suco à própria boca, chupando o meu gosto sem desviar os olhos dos meus.
— Tira a porra do meu pau pra fora — ele ordenou.
Eu não pensei duas vezes. Caí de joelhos ali mesmo no chão acarpetado. Abri o fecho dele, que quase emperrou na pressa, e puxei a pichota pra fora. Era um caralho grosso, cabeçudo, com uma veia saltada pulsando e já babando aquela gota de pré-gozo. Segurei a base com as duas mãos, passei a língua quente na cabeça da picha, provando o gosto salgado de macho, e enfiei tudo na boca.
Ele soltou um grunhido animal e agarrou meu cabelo.
— Chupa direito, caralho! — Ele não esperou eu dar o ritmo. Começou a foder a minha boca, socando a pichota na minha garganta com raiva. Eu abria bem a boca, relaxando para receber a picha inteira, chupando com vontade enquanto o tesão me deixava cega. O caralho foi inchando, latejando contra a minha língua.
— Para, se não vou gozar na sua cara... — ele avisou, ofegante, acelerando a metida na minha boca.
Sem aviso, ele me puxou do chão pelos braços, me virou de costas e prensou minha cara contra o espelho. A respiração dele era puro fogo nas minhas costas. Minha calça social era muito justa, então ele teve que puxar com força bruta, travando o tecido nos meus joelhos e me deixando com as pernas abertas, o rabo empinado pro ar e a calcinha pendurada em uma das pernas.
Ouvi o barulho rápido do pacote de camisinha rasgando. Segundos depois, a cabeça da picha roçou no meu buraquinho encharcado.
— Empina essa bunda — ele rosnou.
Eu empinei meu rabo o máximo que consegui. Ele não teve pena. Segurou meus quadris com firmeza e socou o caralho todo de uma vez. Fui arrombada com violência, um grito rasgou minha garganta enquanto ele abria minha buceta até o talo.
Ele metia feito um animal, puxando meu cabelo para trás e macetando meu útero com raiva.
— Buceta apertada do caralho... gostosa! — ele xingava a cada estocada, me arregaçando.
Minhas pernas tremiam, o tesão era tanto que eu já não sentia dor, só a pichota grossa dele roçando no meu ponto G. A pressão foi subindo, tomando conta de mim.
— Soca, porra! Fode! — eu gritei, sem ligar se tinha alguém no corredor ouvindo.
Minha buceta contraiu desesperada. Gozei espremendo a picha dele com as paredes da minha cona. Minhas pernas cederam, mas ele me segurou firme pelo quadril, continuando a meter sem parar, prolongando o meu orgasmo até eu quase apagar. Logo em seguida, ele grunhiu alto, o pau pulsou violento dentro de mim e ele gozou, enchendo a camisinha lá no fundo.
Ficamos alguns segundos parados, ele ainda afundado em mim, a respiração dos dois pesada.