Minha Cunhada Muito Safada



Minha Cunhada Muito Safada.
Da série Um Harém Incestuoso Muito Especial, Só Mulheres Parentes.

Um conto erótico de Bola7

Categoria: Heterossexual

Data: 20/09/2026 05:19:30

Assuntos: Amor Proibido, Desejo, Heterossexual, Peitos Grandes, Rabuda.

Ao se apaixonar, eu terei que lidar com minha jovem cunhada viciada em sexo.

Conheci minha esposa de uma forma bastante inusitada. Eu estava em uma festa de Ano Novo com meus amigos quando vimos um grande grupo de rapazes formando um círculo em volta de alguém que devia estar dançando muito bem ou muito mal para atrair tanta atenção. Quando conseguimos nos espremer pela multidão para ver o que estava acontecendo, o que vimos nos deixou sem palavras.

No meio da pista de dança, uma garota dançava de forma provocante, enquanto um grupo de pessoas gritava obscenidades para ela e a pressionava para tirar a roupa. Ela era uma jovem bonita, com um top decotado que insinuava um belo par de seios e uma bunda que parecia perfeita em seu vestido justo, mas seu rosto denunciava sua juventude, pelo menos por estar ali. Tentei argumentar com alguns daqueles valentões, e tudo o que consegui foi um soco no rosto.

Eu estava deitado no chão, cercado pelos meus amigos, quando o que me pareceu um anjo naquele momento se aproximou. Uma linda garota, mais ou menos da minha idade, se interessou pelo meu estado e tentou me afastar, enquanto outra jovem conduzia a dançarina para longe. Minha cabeça girava, a música ressoava nos meus ouvidos, mas tentei me concentrar na beleza à minha frente.

- Obrigado por enfrentar aqueles otários.

- O que você disse?

A jovem que estava dançando é minha irmã Tânia.

— Ela não é um pouco jovem para estar aqui?

— Não, ela já tem idade suficiente, mas quase sempre arruma confusão por aqui.

Eu não sei que acordo ele tem com o segurança, e prefiro não saber.

- Qual o seu nome?

- Eu sou Tainara.

Meu nome é Samuel Prazer em conhecê-la.

Todas as dificuldades que enfrentei valeram a pena. Foi amor à primeira vista. Começamos um relacionamento idílico desde o início. A vida era linda e simples com Tainara. Meus amigos me zoavam por estar tão apaixonados, mas eu não ligava nem um pouco.

Meu relacionamento com Tânia, que se tornou minha cunhada, não era tão simples. Ela era uma jovem muito problemática que enlouquecia toda a família. Não era uma má pessoa, mas seu apetite sexual era insaciável, algo incomum para uma pessoa tal jovem. Minha namorada já havia perdido a conta de todos os casos que a irmã teve, das vezes em que a flagrou. Achei que ela estivesse exagerando um pouco, até ver com meus próprios olhos.

Certa manhã, quando nenhum de nós tinha aula na universidade, decidimos ir à casa da Tainara para transar, aproveitando que a irmã dela estava na aula e os pais estavam no trabalho. Quando chegamos, ouvimos gritos vindos do final do corredor. Corremos na direção do barulho, pensando que fossem gritos de dor. O que encontramos foi minha cunhada de quatro na cama dos pais, sendo estuprada por um cara muito mais velho que ela.

O tio pegou as roupas e saiu, mas Tânia nem se deu ao trabalho de se cobrir. Tapei os olhos, embora fosse improvável que eu esquecesse a cena que acabara de presenciar. Minha namorada deu uma bronca daquelas na irmã, mas ela não pareceu se importar. Ela tinha matado aula para trazer o irmão de uma colega para casa.

Os anos se passaram e Tânia não mudou. Ela dormiu com quase todos na universidade, seduziu inúmeros estudantes, e até professores, e dormiu com eles. Mesmo depois dos vinte anos, perdeu mais de um emprego por causa de escândalos sexuais. Ela era viciada em sexo, mas para ela isso não era algo ruim, e meus sogros preferiam fingir que não viam a situação a reconhecer o problema da filha.

Sete anos depois de nos conhecermos, Tainara e eu nos casamos e esperávamos nosso primeiro filho. Tinha sido muitos anos de felicidade, amor e muito sexo. Desde o primeiro momento, estávamos perfeitamente em sintonia na cama. Ela não tinha o mesmo corpo voluptuoso da irmã mais nova, mas eu adorava me perder entre seus seios de tamanho médio, dar umas palmadas em sua bundinha empinada e penetrar sua vagina quente e sempre receptiva.

Eu me considerava um homem sexualmente satisfeito até a gravidez. A ideia de fazer sexo com minha esposa grávida era algo que eu fantasiava há muito tempo. A excitação crescia na mesma proporção que a barriga dela. Mas um pequeno problema durante a gravidez fez com que Tainara tivesse que passar os últimos quatro meses em repouso absoluto.

Tentei de tudo para aliviar minha tensão. Ela não me deixava fazer sexo com ela, mesmo que ficasse parada e permitisse, o que era compreensível. Ela também não me deixava fazer sexo oral nela. Nem mesmo queria que eu a masturbasse para aliviar a tensão. Ela estava com tanto medo de perder o bebê que simplesmente ficava deitada na cama, vendo as horas passarem.

Naquela época, Tânia estava desempregada, então combinamos que ela cuidaria da irmã enquanto eu estivesse no trabalho. Mas metade das vezes ela não vinha, e na outra metade ficava só esperando eu chegar para poder ir embora. Eu não precisava perguntar por que ela estava com tanta pressa.

Sua irmã nunca vai mudar.

— Chega, considero isso uma causa perdida.

- Certamente algo pode ser feito por ela.

- Samuel , ela já tem vinte e cinco anos e ainda me conta coisas...

— Ela explica o que faz?

O que ela faz, com quem faz, a frequência... é um absurdo.

— Não me diga isso, você está me deixando ansioso e chateado.

- Hahaha. Assim que eu der à luz, você vai descobrir.

Mas até então, eu tinha que me contentar em me masturbar no chuveiro. Devo confessar que, oito anos depois daquela cena, a imagem da minha cunhada jovem sendo fodida ainda me vinha à mente. O jeito como aqueles seios grandes se moviam não saía da minha cabeça, quando dei por mim eu estava me masturbando com aquela lembrança.

Certa tarde, quando cheguei do trabalho, Tânia já me esperava, nervosa porque precisava sair. Ela usava um vestido que mal cobria alguns centímetros de suas coxas atraentes. Parecia que seus seios iam saltar para fora a qualquer momento, embora provavelmente fosse essa a intenção dela. Era como colocar uma fruta proibida bem na frente do nariz de alguém faminto.

— Tânia, você está com pressa de novo hoje?

— Bom, sim, vamos ver se você começa a chegar cedo ao trabalho.

- Você não terá nenhum problema se chegar cinco minutos atrasada.

— Isso é um problema meu.

Você está cuidando da sua irmã grávida, não de uma estranha.

É por isso que estou aqui, mas agora tenho que ir.

"Ainda tem alguém para você transar?" Escapou-me a pergunta.

— Claro. Você sabe quem?

— Não sei se quero saber.

- Você!

Depois de dizer isso, ela piscou para mim, pegou a bolsa e saiu. Ao longo dos anos, nosso relacionamento tinha sido bastante cordial, até mesmo amigável. Ela nunca tentou nada comigo, nem eu jamais a provoquei. Gostava de me considerar um homem fiel, apaixonado pela minha Tainara, mas se eu a traísse, jamais seria com a própria irmã dela. Não importava o quanto eu me sentisse atraído por sua figura deslumbrante e pela sua vasta experiência na cama.

Eu sabia que minha cunhada tinha dito aquilo para me provocar, mas aquilo despertou algo em mim. Eu não achava que ela fosse capaz de fazer isso com a irmã, mas e se fosse? Tentei me distrair o máximo que pude, mas uma excitação considerável havia me dominado. Fui até minha esposa com a tênue esperança de convencê-la a fazer algo, mesmo que fosse apenas uma simples masturbação, mas ela recusou categoricamente. Irritado com a teimosia dela, fui dormir no sofá. Estava tão cansado que adormeci imediatamente.

Ainda estava escuro quando acordei. Tive um sonho erótico com minha cunhada e minha esposa grávida. Estava excitado e com muita tesão. Liguei a TV, abaixei o volume e coloquei um filme pornô. Estava me masturbando enquanto assistia a um homem maduro dando uma surra na bunda de uma garota jovem quando meu telefone tocou. Na reta final da gravidez, eu estava sempre em alerta máximo para o meu telefone, então reagi imediatamente e atendi sem nem olhar quem estava ligando. Reconheci imediatamente a voz de Tânia.

— Samuel, você tem que me fazer um favor.

- Sim, claro, você está bem?

— Por enquanto, sim, mas fui expulsa do clube e esta não é uma área muito boa.

— Quer que eu vá te buscar?

— Sim, por favor. É o mesmo lugar onde nos conhecemos.

Tentando não fazer barulho, vesti um casaco por cima do pijama, peguei as chaves do carro e saí para encontrar minha cunhada. Eu nem queria pensar no que ela tinha feito para ser expulsa de uma boate às quatro da manhã — um lugar que era praticamente sua segunda casa. Dirigi até a boate e a encontrei sentada na calçada, tremendo de frio. Quando ela entrou, liguei o aquecedor no máximo.

— Você vai me contar o que aconteceu?

— Não, estou com muita vergonha.

— A essa altura? Você não se lembra de quando pegamos vocês fazendo sexo?

- Sim, mas era mais jovem.

— Bem, você não mudou nada. Vamos, me conte mais sobre o que aconteceu.

Eu estava dançando com um cara, a boate estava lotada, cada um na sua... Achei que ninguém ia notar...

— Pelo amor de Deus, Tânia, o que eles não notariam?

— Que eu estava ajoelhada chupando o pau dele.

— Mas eles te pegaram, é claro.

— Um círculo se formou ao nosso redor, assim como no dia em que você me defendeu.

- Lembro-me como se fosse ontem.

— Eu nunca te agradeci.

- Não é necessário, mas você precisa dar uma nova direção à sua vida minha cunhada.

— Eu sei, vou tentar. Mas primeiro tenho outra coisa para fazer...

Estávamos parados num semáforo quando Tânia se inclinou sobre mim e me beijou. Minha ereção foi instantânea, mas difícil de esconder no meu pijama. Embora eu quisesse negar, era óbvio que eu queria retribuir o carinho da minha cunhada, então não hesitei. Estacionei num beco e a sentei no meu colo, beijando-a apaixonadamente. Do jeito que ela se mexia no meu colo, roçando no meu pau, era impossível parar, mas eu precisava fazer algo para aliviar minha consciência.

- Tânia, o que estamos fazendo vai nos assombrar pelo resto de nossas vidas.

— É justificável, eu sei que a Tainara não dorme com você há meses.

— E qual é a sua desculpa?

Sempre quis dormir com você. Preciso tirar isso do meu peito.

— Isso não parece ser justificativa suficiente para trair a própria irmã.

— Você quer fazer isso ou não?

— Caramba... Sim!

Ela baixou as alças do vestido, oferecendo-me seus dois seios enormes. Devorei-os com a fome de quem não o fazia há meses, de quem nunca havia provado seios tão grandes. Ela agarrou meu pescoço, enterrando meu rosto entre eles, sem nunca cessar seus movimentos. Deslizei uma mão por baixo do vestido, procurando por sua umidade. Não me surpreendeu nem um pouco que ela não estivesse usando calcinha. Sua vagina irradiava um calor que exigia carícias, penetração.

Acariciei sua área íntima com a palma da minha mão enquanto ela continuava a brincando com a minha boca. Ela beijava, mordia e lambia com prazer. O simples movimento de suas nádegas contra meu pau me fazia lutar para conter o iminente gozo. Incapaz de me conter por mais tempo, abaixei minhas calças e a sentei em cima de mim, penetrando fundo em sua vagina quente e úmida.

Ela agarrou meus ombros e começou a quicar contra meu pau. Seus gemidos e o som dos meus testículos batendo repetidamente contra sua bunda eram tudo o que se ouvia naquele carro; eu estava completamente eufórico. Eu a segurava pelas nádegas enquanto chupava um de seus mamilos duros.

Ela parecia ter orgasmos a cada investida; provavelmente era multiorgásmica, o que explicaria muita coisa. Meses de desejo reprimido me levaram a ejacular brutalmente dentro da vagina da minha cunhada, sem ter tido tempo ou vontade de avisá-la. Ela permaneceu sentada em cima de mim, com meu pênis ainda dentro dela.

— Não vou conseguir olhar sua irmã nos olhos.

Você precisa aprender a levar o sexo menos a sério cunhado.

— Nós somos casados, isso significa alguma coisa.

— Mas você quer transar e ela não pode, então eu fico no lugar dela.

— Gostaria de poder ver tudo com a mesma simplicidade que você, Tânia.

Você vai acabar vendo tudo de qualquer jeito, eu vou te mostrar.

- O que você quer dizer?

- Temos até o nascimento da criança para continuarmos aprendendo um com o outro.

Continua...

Por Tuga069
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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Minha Cunhada Muito Safada

Codigo do conto:
272710

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/09/2026

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2

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