Categoria: Heterossexual
Data: 21/09/2026 06:49:48
Assuntos: Casal, Corno, Esposa, Heterossexual, Marido, Traição.
*Continuação...
As horas se arrastaram enquanto eu continuava amarrado àquela cadeira, pelado, com a fita na boca e o rosto marcado pela cuspida do Bruno. Minhas pernas estavam dormentes. Foi só quando o sol começou a baixar na sala que a minha esposa finalmente mexeu os dedos. Juliana acordou totalmente entregue aos resquícios da orgia: o cabelo dela estava duro, com a porra dos caras seca grudada nos fios, e a buceta e o cu ainda continuavam abertos e completamente arregaçados, escorregando os fluidos daquela maratona.
Assim que ela abriu os olhos e se deu conta de que eu ainda estava ali amarrado, uma onda de culpa bateu. Ela olhou para mim com pena, veio correndo, pegou no meu pau que ainda tentava reagir e começou a me pedir mil desculpas por ter me deixado esquecido naquela situação. Rapidamente, ela arrancou a fita que tampava a minha boca. Eu tentei abrir a boca para falar alguma coisa, mas não saiu som nenhum; eu estava em completo choque, paralisado, tentando digerir o que havia acontecido e aterrorizado com o que o Bruno faria comigo agora que controlava o sistema.
Sentindo-se culpada, Juliana tentou me compensar:
— Meu amor, me desculpa... De verdade. Deixa eu cuidar de você agora.
Ela se abaixou e começou a me chupar com vontade. Conforme a saliva e o calor faziam o trabalho, meu pau foi ficando totalmente duro de novo. Sem perder tempo, ela subiu no meu colo e sentou com a buceta em cima de mim. O problema é que ela estava tão fustigada e dilatada que o meu pau de 16x6,5cm parecia nadar lá dentro; não havia atrito nenhum. Ela tentou rebolar um pouco, mas a falta de atrito, somada ao pavor da ameaça do Bruno rodando na minha cabeça, fez meu pau murchar e amolecer na hora.
Percebendo que a buceta estava larga demais, ela não se deu por vencida. Voltou a me chupar até o meu pau recuperar a rigidez e, com um sorriso malicioso e curioso, sussurrou que queria tentar no cuzinho dela. Ela tentou encaixar, mas o meu pau simplesmente não parava dentro, tamanho era o nível de arrombamento que ela havia sofrido horas antes. Disfarçando a frustração com um sorriso meio sem graça, ela resolveu mudar de tática: disse que queria sentir o gosto da minha porra quente. Me chupou intensamente até que eu gozei na garganta dela, engolindo tudo. Logo depois, ela terminou de me desamarrar, mas me olhava de um jeito estranho, meio pensativa, como se a cabeça dela estivesse em outro lugar.
Juliana tomou banho, lavou o cabelo e limpou o corpo, mas a cabeça dela parecia ter ficado presa naquela tarde. Ela andava distraída, tocando o próprio corpo com saudade, enquanto eu estava em constante pânico esperando o bote do hacker.
Até que, na noite do dia seguinte, o meu celular vibrou na mesa de cabeceira. Quando abri o aplicativo, o painel de controle já não era meu; a interface exibia um aviso discreto de que a minha conta havia sido vinculada a um "modo restrito de submissão". O sistema agia de forma fria e automatizada — nada indicava o nome de quem estava por trás; para todos os efeitos, parecia apenas que o algoritmo do jogo havia atualizado.
A primeira missão caiu no meu perfil:
> Desafio para Guilherme: Para aceitar a nova dinâmica e entender o seu novo lugar na relação, pergunte detalhadamente à sua esposa como foi a experiência com os três homens. Faça-a descrever cada um deles, o tamanho dos paus e o que mais lhe deu prazer. Enquanto ela relata os detalhes da foda coletiva, peça para que ela o masturbe usando apenas dois dedos.
>A mão dela deslizou devagar pela minha virilha, envolvendo meu pau com dois dedos enquanto lia a tela do celular. Ela deu um riso sem jeito, mordendo o lábio inferior, e desviou o olhar, sentindo um misto de timidez e excitação.
— Amor... sério que o jogo pediu isso? — ela murmurou, corando levemente antes de respirar fundo. — Bom... o que você quer que eu diga? Foi... foi legal. Quer dizer, na hora eu estava super nervosa, meu coração disparou, eu não sabia direito o que fazer com três caras daquele porte na nossa sala...
Enquanto falava com a voz mansa e travada pela vergonha, os dois dedos dela começavam a deslizar ritmados na minha pele. O toque quente e a vulnerabilidade daquela confissão sincera fizeram o meu sangue correr mais rápido. Mesmo tentando manter a compostura, meu corpo me traiu completamente: o meu pau começou a pulsar e a enrijecer depressa na mão dela.
Juliana olhou para baixo de relance. Ao perceber a rigidez do meu membro, a vergonha inicial evaporou, dando lugar a uma curiosidade febril. O tom de voz dela mudou, ficando mais solto e carregado de um calor denso.
— Mas... nossa, Guilherme... — ela continuou, embalada pelo ritmo dos dedos. — Depois que passou o nervosismo, foi uma loucura. Eu nunca tinha imaginado como seria ter três homens comigo ao mesmo tempo. É uma sensação surreal, parece que a gente transborda. Eles são tão grandes... saber que cabia tudo aquilo em mim, o pau imenso de um deles, os outros dois... era um tesão absurdo.
Nisso, enquanto os dedos dela aceleravam o movimento na minha haste latejante, ela pareceu se dar conta do peso do que estava dizendo e tentou contornar rápido, gaguejando levemente:
— Quer dizer... não que... assim, o seu pau também é muito gostoso, amor! É claro que é! Só que... é, ele só não é tão grande quanto o deles, né... mas...
O nervosismo de tentar consertar a frase fez com que a mão dela disparasse sem controle. O ritmo dos dois dedos na minha pele ficou frenético. A forma como ela falava da diferença dos tamanhos, misturada àquela pressa constrangida, foi a gota d'água.
— Espera, Juliana... — tentei avisar.
Mas já era tarde. Com um gemido abafado, meu corpo cedeu e eu gozei com força, despejando toda a minha porra quente bem nos dedos dela. Juliana parou os movimentos, olhando para a própria mão suja de sêmen com os olhos arregalados e as bochechas coradas, enquanto o meu pau pulsava levemente.
O sol já estava alto no dia seguinte quando meu celular vibrou de novo, mas dessa vez com uma notificação direta no WhatsApp de um número desconhecido:
> Número Desconhecido: Bom dia, corno. O seu joguinho de fingir que está tudo sob controle acabou. Acabei de criar um desafio novo para a sua esposa no aplicativo. Ela vai ler para você daqui a pouco e vai te fazer uma pergunta para testar se você aceita a nova realidade dela. Você vai responder exatamente o que eu vou te mandar aqui, sem tirar nem pôr. Se inventar de gaguejar ou recusar, eu mando todo o seu plano escroto para o WhatsApp dela neste exato segundo. A resposta que você vai dar quando ela perguntar é: "Você deve aceitar, meu amor. Eu sei que o meu pau não é o suficiente para te satisfazer de verdade. Eu te amo demais e você merece aproveitar com quem pode te dar o que eu nunca vou conseguir."
>Fiquei petrificado com a tela acesa na minha mão, o pavor me tirando o ar. Poucos minutos depois, ouvi os passos da Juliana vindo do corredor. Ela entrou no quarto vestindo uma calça legging justa e uma blusa leve, segurando o celular na mão com um sorriso intrigado. Ela parou na minha frente e girou o celular para mim, mostrando o novo desafio gerado para o perfil dela:
> Desafio para Juliana: Sua iniciação na nova dinâmica foi concluída com sucesso. Para provar que você está totalmente liberta e pronta para o próximo nível, mande mensagem para os três caras daquela tarde convidando-os para uma suíte de motel para uma nova rodada a sós. ATENÇÃO: Você só poderá fazer isso se o seu marido concordar e apoiar totalmente a situação querendo ser corno.
>Juliana me encarava com os olhos semicerrados, curiosa, achando que era apenas mais um teste ousado do nosso jogo:
— E aí, Guilherme... O aplicativo mandou eu chamar aqueles três caras para um motel... Mas o desafio diz que eu só devo ir se você concordar em ser corno. O que você acha? Minhas mãos tremiam segurando o celular. A ameaça ecoava na minha cabeça. Engoli em seco, forcei um sorriso amarelo de pavor, respirei fundo e repeti exatamente as palavras que me foram ordenadas:
— Você deve aceitar, meu amor... Eu sei que o meu pau não é o suficiente para te satisfazer de verdade. Eu te amo demais e você merece aproveitar com quem pode te dar o que eu nunca vou conseguir.
Os olhos da Juliana se arregalaram de um jeito que eu nunca tinha visto. O choque por ouvir aquilo da minha própria boca a deixou paralisada por alguns segundos. Ela processou cada palavra, ponderando o peso daquela permissão tão humilhante. Mas a hesitação durou pouco: dominada pela excitação e querendo tirar a limpo, ela guardou o celular temporariamente e foi para o quarto ao lado.
Fechada e sozinha, a ficha começou a cair de verdade. Sentada na ponta da cama, olhando para o aparelho, ela foi tomada por uma onda de dúvidas e hesitação. Aquilo era muito pesado. Começou a se perguntar se não estava indo longe demais. Sentindo a cabeça a mil e precisando desabafar, ela pegou o telefone e ligou em viva-voz para a melhor amiga, a Camila:
— Amiga, você não vai acreditar no que o aplicativo acabou de mandar... — Juliana começou a falar com a voz trêmula, contando tudo sobre a permissão que eu havia dado e a nova tarefa de ir sozinha com os três caras para o motel. — Eu tô em choque, Camila. Será que eu não tô indo longe demais? Tô com medo de estragar tudo.
Do outro lado da linha, a risada da Camila ecoou divertida e empática, desfazendo instantaneamente qualquer pingo de culpa:
— Menina, você tá louca?! Perder tempo com culpa? — Camila respondeu sem o menor filtro, com um tom de voz que gotejava incentivo. — Isso é o sonho de 10 entre 10 mulheres, sua tonta! Qual o problema de ter um marido que quer ser corno, que vai te dar passe livre pra você ir pro motel foder com quem você quiser, do jeito que você quiser, e que ainda vai ficar comendo na sua mão quando você voltar? Aproveita, garota! O cara literalmente colocou a faca e o queijo na sua mão. Vai lá pro motel, fode gostoso com eles, e faz desse maridinho submisso o seu capacho particular quando chegar em casa. É a vida perfeita! Vou liberar o Bruno novamente, vou falar pra ele avisar os amigos dele e te avisar.
As palavras da Camila funcionaram como o empurrãozinho final que faltava. A hesitação de Juliana evaporou no segundo seguinte, substituída por um sorriso largo, cheio de malícia e de um tesão incontrolável. Ela desligou o telefone, virou o celular para preencher a interface do aplicativo confirmando o aval, e recebeu uma mensagem do Bruno acertando os detalhes e avisando pra ela sobre que horas, qual motel que e qual quarto ela deveria ir.
Quando Juliana chegou ao quarto de motel indicado, a surpresa foi avassaladora: a suíte estava completamente lotada. Não eram apenas três homens; havia o Bruno e mais doze amigos esperando por ela, totalizando treze caras na sala do motel. Assustada, com o coração disparando e o sangue gelado, ela travou na porta, pronta para dar meia-volta e ir embora.
Percebendo o pânico dela, o Bruno se aproximou rápido, pegou Juliana pelo braço e a puxou para um canto reservado do quarto, inventando uma desculpa capciosa para justificar a multidão:
— Olha, me desculpa... Eu acabei errando sem querer. Fui mandar a mensagem num grupo e acabei mandando no de amigos do futebol e vacilei. Tentei apagar na hora que vi que tinha mandado errado, mas cliquei em "apagar só para mim" em vez de apagar para todo mundo... Quando os caras viram seu nome e o convite, vieram atrás. Eu tentei explicar que era só para três, mas eles viram que você vinha e disseram que, se ficassem de fora, iam espalhar prints no grupo da cidade inteira para todo mundo ver. Inclusive, eles já filmaram você chegando aqui no estacionamento... — o Bruno fez uma pausa, fingindo preocupação, e tocou o rosto dela com falsa gentileza. — Mas fica tranquila, tá? Eu não vou deixar ninguém te fazer mal. E quer saber? Você vai adorar, vai ser a melhor experiência da sua vida.
O medo de ser exposta na cidade, somado ao empurrãozinho daquela lábia manipuladora e ao tesão latente que já queimava por dentro, fez a resistência de Juliana desabar. Ela respirou fundo, engoliu o susto e acabou topando.
O que se seguiu foi uma maratona implacável de devassidão. Os treze homens a rodearam, despindo-a em segundos. A buceta e o cu dela, que já haviam sido castigados dias antes, foram redimensionados à força por uma fila interminável de corpos. Era uma orgia desmedida onde ela era usada sem descanso por todos eles, rodando de cama em cama, de boca em boca.
Em meio àquela loucura caótica, a variedade de homens era enorme. Tinha de tudo: caras com paus gigantescos que a faziam gritar, mas também gente com o pau pequeno e frustrante, exatamente do tamanho do meu. Houve até a vez em que um cara gordinho, suado e com o pau fedendo a suor e falta de higiene, exigiu que ela chupasse. Com um pingo de nojo inicial, ela abriu a boca e obedeceu. Para a total surpresa dela, o gordinho gozou em menos de vinte segundos na garganta dela, e, por mais absurdo que parecesse, o gosto daquela porra foi o melhor e mais viciante que ela já tinha sentido na vida.
A cada rodada, os gemidos dela ecoavam pela suíte. Um a um, os treze homens a comeram exaustivamente por todas as vias. No clímax da orgia, não satisfeitos em preencher o interior dela, eles despejaram baldes de sêmen quente por todo o seu corpo: a cara dela ficou encharcada de porra, os peitos pingavam fluidos brancos e o estômago e as pernas estavam completamente besuntados com a mistura dos rastros de todos os participantes.
Horas depois, exausta, com o corpo todo melado, dolorido e completamente imundo, Juliana apenas vestiu o vestido por cima daquela crosta de suor e sêmen dos outros treze homens, pegou a bolsa e entrou no carro, pronta para cumprir a ordem final e entregar a surpresa mais humilhante da minha vida.
O som da porta da sala se abriu e eu levantei o olhar, ainda paralisado na ponta do sofá, lembrando-me com o estômago revirado da última mensagem que o Bruno havia me mandado no WhatsApp:
> Número Desconhecido: Ela já está voltando para casa com o presente. Lembra do que eu te disse: abaixe a cabeça, obedeça cegamente e faça exatamente o que ela mandar. Mais do que isso: finja que você vai gostar da surpresa dela, quero ver o seu teatrinho de corno satisfeito.
>Juliana entrou em casa e veio me beijando com um bafo de pau, suor e um cheiro rançoso e inconfundível de sêmen acumulado que preencheu a sala inteira em segundos. O estado dela era absolutamente chocante. Ela não havia tomado banho; o corpo inteiro estava completamente coberto de porra. Havia rastros secos e esbranquiçados grudados na pele dos braços, marcas grossas escorregando pelas coxas, o rosto brilhando com a carga que haviam despejado na cara dela, e os peitos empastados de fluidos secos. O vestido de tecido leve estava colado ao corpo pelas manchas de suor e pelos restos da orgia com os treze homens, e a calcinha nem sequer existia.
Ela parou bem na minha frente, com os olhos vidrados de cansaço, mas com um sorriso cruel e vitorioso nos lábios.
— Cheguei, meu amor... — a voz dela soou rouca e arrastada. — Você não tem noção do que aconteceu lá no motel. E eu trouxe um presente especial para você, exatamente como o aplicativo mandou.
As minhas pernas tremeram. Lembrava-me perfeitamente da ordem do Bruno: eu tinha que fingir que estava adorando, tinha que sorrir diante daquela humilhação escancarada para salvar a minha pele. Engoli o nó de pavor na garganta, forcei um sorriso trêmulo e estúpido no rosto, olhando para o corpo imundo da minha esposa.
— Eu... eu sabia que você ia se divertir, meu amor... — falei com a voz engasgada, tentando fingir um entusiasmo patético que fez o estômago revirar. — Mostra para mim... O que você trouxe?
Juliana abriu um sorriso largo ao ver a minha falsa aceitação. Sem perder tempo, ela deixou o vestido cair no chão, revelando-se completamente nua — nua, mas inteiramente revestida pela porra dos outros treze homens, com a buceta dilatada, escancarada e gotejando a mistura de sêmen que transbordava de dentro dela.
Ela se aproximou devagar, mandou eu me deitar e ajoelhou-se na minha frente e puxou a minha cabeça com carinho, encaixando o meu rosto bem entre as coxas dela. Aquele cheiro forte e denso invadiu o meu olfato, embrulhando o estômago, mas eu me lembrei da ordem rigorosa do Bruno: eu tinha que fingir que queria aquilo, que estava amando a surpresa.
— Eu sabia que você ia gostar de cuidar de mim, meu amor... — Juliana sussurrou com a voz mansa, afagando o meu cabelo com uma falsa ternura enquanto empurrava delicadamente o meu rosto contra a pele dela. — Pode limpar tudo, amor. Deixa eu te contar como foi lá no motel...
Enquanto ela fechava os olhos e começava a narrar os detalhes com um sorriso sonhador nos lábios:
— Eles me comeram de todos os jeitos, me viraram do avesso, amor... E quando acabaram, não satisfeitos em encher a minha buceta com toda essa porra que você tá limpando agora, eles despejaram o resto no meu peito, na minha cara, no meu cabelo inteiro... Eu fiquei completamente banhada na porra deles. E vim direto para casa assim, do jeitinho que eles me deixaram, para te dar esse presente. Não tá sendo o máximo realizar o seu sonho de corno, meu amor?
Enquanto eu continuava a limpar a buceta e o cu dela com a língua, sentindo o gosto pesado daquela mistura, Juliana enfiou a mão sem cerimônia na minha cueca, puxou meu pau para fora e começou a me masturbar ali mesmo, embalada pela própria excitação. Eu não estava entendendo direito o que estava acontecendo, mas, no fundo, a minha cabeça deu um nó: por mais absurdo e aterrorizante que fosse, a humilhação misturada àquela cena grotesca acabou despertando um tesão incontrolável em mim. Meu pau começou a pulsar e a endurecer rápido, até que não aguentei e acabei gozando ali mesmo, misturando a minha porra com toda aquela sujeira que eu estava limpando.
— Sim... é o meu sonho... — balbuciei, travado e sem fôlego, com o queixo e a boca encharcados de porra, forçando um sorriso mecânico para cumprir a ordem. — Obrigado, meu amor...
Os olhos de Juliana brilharam com uma intensidade febril e apaixonada ao ouvir aquilo. Ela abriu um sorriso radiante, completamente tomada por uma euforia cega e delirante, e deu um tapinha descontraído no meu rosto sujo de fluidos.
— Nossa, você conseguiu gozar no meio de toda essa porra que você tá limpando? — ela exclamou, rindo de felicidade, com a voz transbordando de uma euforia perversa e desajuizada. — Você é muito tarado mesmo, né? Sabe, vendo você gozando com esse pau durinho, eu vejo o quanto você foi feito para isso... Eu te amo demais, vou fazer de você o homem mais realizado do mundo!
Enquanto ela dizia aquilo, um turbilhão de confusão me atropelou por dentro. Como era possível que eu estivesse ali, lambendo a porra de outros homens da minha esposa, completamente molhado de tesão e gozando com a própria desgraça? E, por mais fodido que aquilo fosse, o que mais me quebrou por dentro foi ouvir ela chamar o meu pau de "durinho" no diminutivo, como se aquela merreca fosse só um detalhe patético no meio do meu papel de corno.
Por Tuga069