Quando os Mortos Chamam 02.

Quando os Mortos Chamam 02.
Da série Quando os Mortos Chamam   
Um conto erótico de Anonimo
Posted By: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 16/10/2026 20:25:31
Última revisão: 21/10/2026 14:45:44
Direitos autorais do texto original © 2026
Assuntos: Acidente, Heterossexual, Hotel, Mistério, Mortos, Revelação, Socorro.   
O som ritmado dos limpadores de para-brisa voltou a ser o único ruído dentro do carro, arrastando a água rala contra o vidro em estalos incômodos. A névoa subia a serra como fumaça densa, engolindo o asfalto molhado logo à frente e reduzindo a visibilidade a pouco mais de três metros. Gil segurava o volante com tanta força que os nós de seus dedos estavam brancos. Ao seu lado, Mariana olhava fixamente pela janela, a estrada sinuosa não dava trégua: curva fechada após curva fechada, cercada por árvores altas que pareciam se inclinar sobre o veículo.

Não havia outros faróis no retrovisor, apenas eles, cortando a escuridão úmida da montanha. Ao contornar uma curva acentuada à esquerda, os faróis altos rasgaram a névoa e atingiram algo no acostamento. Gil pisou no freio de soco, fazendo os pneus cantarem no asfalto molhado. O carro derrapou de leve antes de parar a poucos metros da figura. Mariana soltou um grito afogado, levando a mão ao peito.

No meio do nada, parada à beira de um barranco, havia uma mulher. Ela parecia ter saído de um pesadelo: vestia um vestido branco, agora rasgado e sujo de lama e sangue escuro. Seus cabelos pretos e empapados pela chuva grudavam no rosto pálido, escorrendo pela pele tomada por escoriações e cortes. A pele sob a luz dos faróis tinha um tom acinzentado, quase sem vida.

Gil parou o carro, a mulher avançou e seu rosto contorcido pelo desespero colou-se na janela.

— Por favor! Me ajuda! — a voz dela vinha abafada, mas carregada de uma agonia brutal.

— O meu carro... ele perdeu o freio e despencou lá para baixo! Eu consegui sair, mas a minha filha... a minha menininha ainda está lá presa!

Ela apontava para a ribanceira escura e sem fim ao lado da estrada, onde a névoa engolia qualquer sinal de luz.

—Por favor, vocês precisam descer lá e salvar ela! Eu não consigo voltar, me ajudem! - ela implorava, as mãos ensanguentadas e o corpo com várias marcas!

Mariana olhou para Gil, o pavor nos olhos de ambos travando qualquer reação lógica.

Lá fora, o vento uivou forte entre as árvores, e a névoa pareceu se fechar ainda mais ao redor deles.

Gil estava agoniado, com a respiração descompassada. Ele olhou para Mariana, cujos olhos arregalados refletiam o mesmo desespero. Sem dizer uma palavra, tomado pelo dever impulsivo de salvar uma criança, ele puxou a alavanca do freio de mão e abriu a porta do carro. O ar frio e úmido da serra atingiu seus rostos como uma lâmina.

— Espere no carro, Mariana! — Gil gritou por cima do ruído da chuva fina.

— Nem pensar, eu vou com você! — respondeu ela, pulando para fora, o coração batendo na garganta.

A mulher de branco apontava para a ribanceira com mãos trêmulas, os olhos fundos e desorientados. Ela não os seguiu; apenas continuou parado na beira do asfalto, a névoa dançando ao seu redor enquanto repetia baixinho: “Salvem minha filha... por favor...”.

Gil pegou a lanterna no porta-luvas e, ao lado de Mariana, começou a descer o barranco escorregadio. A lama e as folhas molhadas tornavam cada passo um risco. Eles seguravam em galhos e raízes, cortando a vegetação fechada enquanto o feixe de luz da lanterna lutava contra a neblina densa.

Abaixo, no fundo da ribanceira, algo brilhou.

Entre as árvores retorcidas, repousava um carro completamente destruído, virado de rodas para o ar. O teto estava esmagado e a lataria, amassada. Ao se aproximarem, a luz da lanterna iluminou a porta do motorista, onde letras amarelas desgastadas e cobertas de lama revelavam uma inscrição: Hotel Real de Laroles

Mariana parou de estalo, a respiração presa na garganta.

— Gil... é o nome do lugar onde reservamos o quarto. É o nosso Hotel.

O choque gelou o sangue dos dois, mas o choro imaginário da criança que a mulher mencionara ecoava na mente de Gil. Ele avançou até o veículo. O cheiro de gasolina misturado ao de terra molhada era forte.

— Me ajuda aqui! — pediu ele, segurando a maçaneta retorcida.

Com força extrema e o metal rangendo em um protesto agudo, os dois puxaram a porta até que ela cedeu e se abriu com um estalo seco. Gil jogou a luz da lanterna para o banco de trás, esperando encontrar a garotinha.

Não havia ninguém lá. O banco traseiro estava vazio, coberto apenas por cacos de vidro. Confuso e com o pulso acelerado, ele direcionou o feixe de luz para a parte da frente do carro. Presa ao cinto no banco do motorista, pendurada de ponta-cabeça, havia apenas uma única pessoa. Sem sinal de respiração. O corpo estava inerte, coberto por cortes e vestindo um vestido que um dia fora branco.

— Gil... só tem uma mulher adulta aqui — sussurrou Mariana, a voz falhando.

Gil se inclinou para dentro do carro retorcido. Com os dedos trêmulos, alcançou o ombro da mulher e afastou os cabelos pretos e empapados de sangue que cobriam seu rosto.

A luz da lanterna focou na face pálida e sem vida.

O estômago de Gil deu um nó. O rosto inanimado, com os olhos entreabertos e vidrados mirando o nada:

ERA EXATAMENTE A MESMA MULHER QUE PEDIU SOCORRO, e que ficou lá em cima, na estrada.

— Não mexe nela, Gil — disse Mariana, segurando o braço dele com força. — A gente não pode tocar no corpo. Vamos subir e ligar para o resgate, agora!

Gil recolheu a mão devagar, o peito subindo e descendo rápido. Ele encarou a mulher desacordada — ou morta — por mais alguns segundos antes de concordar com a cabeça.

Enquanto começavam a escalar o barranco íngreme, pisando sobre a terra úmida e a vegetação amassada pelo impacto do acidente, a mente de Mariana trabalhava a mil por hora.

— Não faz sentido — murmurou ela entre arfadas, lutando contra a inclinação do terreno. — Ela disse que a filha estava lá dentro. Ela jurou que tinha uma criança no carro!

— Talvez... talvez ela estivesse em choque — respondeu Gil, a voz falhando por causa do esforço e da tensão. — Em pânico, com traumatismo craniano... a mente prega peças.

Ou talvez ela quisesse dizer irmã. Gêmeas, quem sabe? A mulher no volante pode ser a irmã dela.

— É... pode ser — concordou Mariana, agarrando-se a um galho para se projetar para cima. — Vamos subir logo. A gente pergunta direto pra ela e já chama o SAMUR.

Apertando o passo, venceram os últimos metros do barranco. Com os pés finalmente no asfalto molhado da estrada, Mariana direcionou a lanterna para o local onde haviam deixado a mulher ensanguentada, esperando encontrá-la caída ou sentada no acostamento.

O feixe de luz cortou a escuridão, iluminando apenas o asfalto vazio.

Nada.

Nenhum vestígio da mulher. Nenhuma marca de sangue no chão.

Mariana ficou alguns segundos sem entender o que estava vendo. Então virou a lanterna para o carro.

O veículo continuava exatamente onde haviam deixado. Ela se aproximou e passou o feixe de luz pelos vidros. A mulher havia se encostado ali momentos antes. Mariana tinha certeza disso. Mesmo assim, não havia uma única mancha de sangue nos vidros, nas portas ou na lataria.

— Pra onde ela foi? — perguntou, a voz subindo de tom enquanto o pânico voltava a apertar sua garganta. — Ela estava gravemente ferida! Não tinha como ter caminhado pra longe!

Mariana moveu a lanterna para os lados, varrendo a escuridão da estrada deserta.

Nenhum rastro. Nenhum som além do vento uivando entre as árvores e da chuva fina batendo no asfalto. Uma sensação ainda pior começou a se instalar.

Ela tentou reconstruir os poucos minutos anteriores.

A mulher estava machucada, estava chovendo. Eles estavam no meio do nada, sem casas por perto, sem iluminação, sem qualquer lugar para onde alguém pudesse simplesmente ir.

Então por que ela teria saído dali?

E, principalmente, se estava tão preocupada com alguém dentro daquele carro, por que não tinha ficado esperando?

Mariana olhou novamente para o veículo.

— Isso não faz sentido...

Ao se virar para Gil, notou que ele não parecia surpreso. O tique leve no canto de seu olho e a forma como respirava fundo indicavam que algo acabara de se encaixar em sua mente. Era a expressão exata de quem juntava uma peça de um quebra-cabeça sombrio.

— Gil? — Mariana deu um passo na direção dele, a desconfiança congelando seu sangue. — Isso... isso tem a ver com o segredo que você disse que precisava me contar?

Gil piscou devagar, finalmente olhando para ela. Seus olhos pareciam carregar um peso.

— Eu não tenho certeza — disse ele, a voz baixa e densa. — Tenho de parar e pensar um pouco. Mas primeiro, eu vou chamar a ambulância.

Gil passou as informações sobre o acidente, a localização e explicou que havia uma mulher aparentemente inconsciente dentro do veículo. O atendente fez algumas perguntas e orientou que não retirassem a vítima do carro, a menos que houvesse algum perigo imediato.

— Eles estão vindo — disse Gil, desligando.

— Quanto tempo?

— Disseram que já estão a caminho.

Os dois ficaram esperando.

Mariana voltou a olhar para o barranco.

— Será que ela é funcionária do Hotel?

— Pode ser, ela estava dirigindo um carro do Hotel – Disse Gil se referindo à plotagem.

— Estranho.

— O quê?

— A gente está indo justamente para esse Hotel.

Gil não respondeu.

Cerca de quinze minutos depois, o som distante de uma sirene rompeu o silêncio. Uma ambulância surgiu na estrada e parou próximo ao veículo.

Os socorristas desceram rapidamente e foram até a motorista. Gil e Mariana se afastaram para deixá-los trabalhar.

Um dos profissionais fez algumas perguntas.

— Foram vocês que ligaram?

— Fomos.

— Viram o acidente?

— Não. Quando chegamos, o carro já estava assim.

O socorrista assentiu e voltou sua atenção para a vítima.

Gil e Mariana decidiram não falar nada sobre a mulher idêntica que pediu ajuda e nem falaram nada sobre a suposta filha que estaria no carro, apenas permaneceram alguns minutos observando, até que ficou claro que os profissionais assumiriam a situação.

— Acho que podemos ir — disse Gil.

Mariana ainda olhava para a ambulância, ela respirou fundo e voltou para o carro.

Antes de entrar, porém, lançou mais uma vez os olhos para o veículo acidentado.

Real de Laroles, o mesmo hotel para onde estavam indo.

A viagem prosseguiu em silêncio durante alguns minutos.

A chuva havia engrossado um pouco, e os limpadores de para-brisa trabalhavam sem parar.

— Vinte minutos — disse Gil, quebrando o silêncio.

Mariana olhou para ele.

— O quê?

— O aplicativo diz que faltam uns vinte minutos para o Hotel.

Ela voltou a olhar pela janela.

— Só estou pensando naquele carro.

Gil apertou um pouco mais o volante.

— Também estou.

— Você não acha estranho?

— Bastante.

— Talvez seja só coincidência.

— Talvez.

Mariana sorriu de leve.

— Você não parece muito convencido.

— Porque não estou.

Ela ficou alguns segundos em silêncio.

— Então vamos chegar lá e perguntar sobre a mulher.

Gil assentiu.

A estrada continuava serpenteando entre a vegetação escura. À frente, os faróis iluminavam apenas alguns metros do caminho.

Depois de alguns minutos entraram na cidade e o hotel surgiu entre as árvores, era exatamente como nas fotografias: uma construção antiga, charmosa, cercada por vegetação

Gil estacionou em frente à entrada.

Por alguns segundos, ele e Mariana permaneceram dentro do carro, em silêncio.

Nenhum dos dois havia comentado mais nada sobre o acidente desde que deixaram o local.

— Você conta? — perguntou Mariana.

— O quê?

— Sobre o carro.

Gil olhou para ela.

— Você acha que a gente não deveria?

— Eu não sei.

— Então?

Mariana respirou fundo.

— Primeiro vamos descobrir quem é o dono.

Entraram e encontraram o salão do hotel praticamente vazio. Atrás do balcão havia um senhor de idade, cabelos completamente brancos e expressão tranquila. Ao vê-los, abriu um sorriso cordial.

— Olá. Sejam bem-vindos ao Real de Laroles.

— Olá — respondeu Gil. — Temos uma reserva

Entregaram o comprovante e documentos para o senhor que começou a conferir alguma coisa em um computador antigo.

— Ah, sim. Gil e Mariana. Estava esperando vocês.

— O senhor é o proprietário? — perguntou Mariana.

— Eduardo. Prazer.

Eles trocaram um aperto de mãos.

Eduardo começou a procurar as chaves enquanto Gil e Mariana se entreolhavam discretamente.

— Normalmente quem faz o check-in é minha gerente, Claudiane — comentou

Eduardo, sem tirar os olhos da tela. — Só que ela precisou ir até a cidade vizinha comprar uma peça para a manutenção do sistema de gás. Disse que voltaria rapidamente.

Mariana ficou imóvel.

Gil levantou lentamente os olhos.

Os dois se olharam.

— Claudiane? — perguntou Gil.

— Sim.

Mariana engoliu em seco.

— Por acaso...

Ela hesitou.

— Por acaso ela é branca, aproximadamente uns 28 anos, tem os cabelos lisos pretos e estava dirigindo um carro branco com o nome do Hotel escrito na porta?

Eduardo levantou os olhos do computador.

— Sim. É exatamente isso.

O sorriso desapareceu lentamente de seu rosto.

— Por quê?

Gil e Mariana se entreolharam novamente.

— Vocês a encontraram quando vinham para cá?

Gil respondeu:

— Sim.

Ao mesmo tempo, Mariana disse:

— Não.

O silêncio que se seguiu pareceu muito maior do que deveria.

Gil virou o rosto para Mariana.

Mariana olhou para ele.

Eduardo observava os dois, confuso.

— Desculpem... — disse o velho. — Vocês acabaram de dizer coisas diferentes.

Eduardo deixou o computador de lado.

— O que aconteceu?

Gil respirou fundo.

— Bem, seu Eduardo...

Mariana segurou discretamente o braço dele.

Os dois olharam para o homem atrás do balcão.

— Temos uma péssima notícia para lhe dar.

Eduardo empalideceu.

— Aconteceu alguma coisa com a Claudiane?

Gil assentiu lentamente.

— Nós encontramos um carro capotado na estrada, com o nome do Hotel plotado.

O velho ficou imóvel.

— E dentro dele havia uma mulher.

Eduardo levou uma das mãos ao balcão para se apoiar.

— Não...

— Nós chamamos a ambulância — continuou Gil. — Os socorristas estavam atendendo quando fomos embora.

Eduardo fechou os olhos por um instante.

— Meu Deus...

Do lado de fora, um relâmpago iluminou a fachada do HOTEL.

Por uma fração de segundo, a luz branca atravessou as janelas e projetou os três no vidro.

E Mariana teve a impressão de que havia uma quarta pessoa refletida ali.

Eduardo respirou fundo, ainda visivelmente abalado.

— Vamos fazer o check-in de vocês. Depois eu vejo o que consigo descobrir sobre a Claudiane.

Sentou-se novamente atrás do balcão, terminou de preencher alguns dados e entregou a chave a Gil.

— Quarto quinze.

— Fica longe daqui? — perguntou Mariana.

— Não. Primeiro andar. Eu mesmo levo vocês.

Eduardo saiu de trás do balcão e fez um gesto para que o acompanhassem.

O corredor era estreito, iluminado por lâmpadas amareladas que deixavam a pousada com um ar antigo e silencioso. A chuva continuava batendo contra as janelas.

Mariana caminhou alguns passos em silêncio, mas parecia inquieta. Até que olhou para Eduardo.

— Eduardo, por acaso a Claudiane tem irmã?

Ele parou por um instante e franziu a testa.

— Uma irmã?

— Talvez uma irmã gêmea?

Eduardo soltou uma pequena risada, mais de estranhamento do que de humor.

— Não. Pelo menos que eu saiba, não. A Claudiane tem um irmão, isso eu tenho certeza. A família dela é de outra cidade, mas nunca ouvi falar de nenhuma irmã.

Mariana trocou um rápido olhar com Gil.

— E ela tem uma filha?

Dessa vez, Eduardo parou de andar.

— Uma filha?

— Sim.

A expressão dele ficou ainda mais confusa.

— Não. A Claudiane é solteira. Não tem filhos.

Ele olhou para os dois, tentando entender a razão daquelas perguntas.

— Por que estão perguntando isso?

Mariana hesitou por um segundo antes de continuar.

— E quando ela foi buscar essa peça na outra cidade ... alguém foi junto com ela?

Eduardo pareceu pensar.

— Pelo que eu sei, não. Ela foi sozinha.

Fez uma pausa e olhou de um para o outro.

— Por quê? Vocês viram mais alguém?

— Não — respondeu Gil rapidamente.

— Nunca vi ela nem com namorado. Na verdade, o único rapaz por quem ela pareceu se interessar foi um garoto ruivo que se hospedou aqui há alguns anos.

— “O Marlon!”! — pensou Mariana, visivelmente surpresa.

Continua ...

*********************************

***************************

Gostou do conto?
Por Tuga069
Se você gostou, comente por favor, se não gostou, diga, queremos melhorar, ficaremos gratos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276264 - Quando os Mortos Chamam 01. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276224 - Quando os Mortos Chamam. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276191 - Minha sobrinha tarada passou uns dias na minha casa. - Categoria: Incesto - Votos: 3
276189 - O marido brochou e eu tive que foder sem pena. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
276152 - CRÔNICA PARA O DIA DE FINADOS. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276108 - Trabalhando no Pet shop fiz um atendimento na casa do cliente coroa - Um conto de Regina (1•conto). - Categoria: Coroas - Votos: 2
276102 - Puta do colega de trabalho. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
275985 - Amizade entre esposa e personal. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
275978 - A negona rabuda da academia. - Categoria: Coroas - Votos: 2
275976 - A tribo das amazonas. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
275967 - Vi minha afilhada chupando um pirulito e senti o maior tesao. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275895 - Comi a gostosa mãe do meu amigo - parte 2. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275891 - O melhor boque-te foi feito pela minha filha. - Categoria: Incesto - Votos: 3
275885 - Meu filho dormindo e a nora comigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275868 - Comi o cú da gostosa mãe do meu amigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275867 - A melhor amiga da minha esposa. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275862 - Transei escondido com minha amiga na casa dela. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275845 - Comi a mulher do amigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275821 - Casada Safada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275818 - Casada Safada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275817 - Esposa do meu amigo escreveu uma de nossas putarias. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275776 - Traindo Com Gosto - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275743 - Fui a comida especial na despedida de solteiro. - Categoria: Confissão - Votos: 3
275688 - Grávida e dando para um bem dotado. - Categoria: Confissão - Votos: 2
275687 - O sogro precisava e eu...dei com amor! - Categoria: Confissão - Votos: 2
275683 - Tirei o complexo do rapaz com pau pequeno. - Categoria: Confissão - Votos: 1
275679 - De casada, mãe, puta e deixando a profissão. - Categoria: Confissão - Votos: 0
275660 - Casada pagando boque-te. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275659 - A FESTA - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
275614 - Preparando para uma festinha. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Quando os Mortos Chamam 02.

Codigo do conto:
276283

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
03/11/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0