O preço da gasolina.

O preço da gasolina.
Um conto erótico de Maurício Nunes
Posted By: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 03/11/2026 05:59:14
Direitos autorais do texto original © 2026
Assuntos: Gostosa, Grupal, Heterossexual.                  
O cheiro de gasolina e o zumbido da bomba ainda estão no ar quando ela encosta o quadril no balcão e me olha de um jeito que não tem nada de profissional. Eu vim abastecer. Só isso. Juro.

— Vai querer o quê hoje? — ela pergunta, e a boca dela se curva num sorriso que já vi de longe, quando outros caras param aqui e ela some por uns minutos atrás do prédio.

— Você sabe o que eu quero — eu digo, e a voz sai mais rouca do que eu esperava.

Ela ri baixinho, pega a nota do meu bolso sem pressa, e aponta com o queixo para o corredor lateral, aquele que dá no depósito de óleo, meio escondido entre a loja de conveniência e o muro do fundo. É semiaberto. Qualquer um que puxe o freio de mão aqui pode ver, se olhar na hora certa. Meu coração bate como bomba desregulada.

— Segue o cheiro — ela diz, e vira as costas, o short de uniforme subindo um dedo a mais na curva da bunda.

O depósito é quente, abafado, cheio de fardos de óleo empilhados e uma lâmpada que pisca. Ela me empurra contra a parede fria e me beija com força, mordendo meu lábio, a mão já descendo pelo meu peito, pelo meu cinto. Eu seguro o quadril dela, puxo para mim, e ela geme na minha boca.

— Devagar — eu digo, e ela me olha com aqueles olhos escuros, surpresa. — Eu quero te ver primeiro. Toda. Sem pressa.

— Ah, é? — ela desafia, mas deixa eu virar o jogo.

Eu a giro, encosto ela na pilha de fardos, e desço o fecho do uniforme dela milímetro por milímetro. Cada sombra da lâmpada piscando é uma ameaça, um passo, alguém chegando. Meu pau já tá duro que dói, mas eu não acelero. Passo a boca pelo pescoço dela, pela clavícula, e paro. Sopro. Ela se arqueia, impaciente.

— Bobo — ela sussurra. — Não faz isso comigo.

— Faz o quê? — eu pergunto, e desço mais um centímetro, a língua no meio dos seios dela, sem pressa nenhuma, o polegar girando o mamilo até ela gemer alto e cobrir a boca com a própria mão. — Fala pra mim.

— Não para — ela corrige, a voz falhando. — Não para, porra.

Eu rio contra a pele dela, e desço, e desço, o cheiro dela me deixando louco, o gosto dela na minha língua. Ela agarra meu cabelo, os quadris rolando contra a minha boca, e eu seguro as coxas dela abertas, sentindo o tremor subir. A lâmpada pisca. Passos lá fora. Ela prende a respiração, e eu não paro, e ela goza com a mão na boca, o corpo todo tremendo contra a parede.

— Você é bom nisso — ela ofega, quando consegue falar. — Que merda.

— Calma — eu digo, me levantando, beijando o canto da boca dela. — Ainda não terminei. Você está bem?

Ela assente, os olhos brilhando, e puxa meu cinto com as duas mãos. — Agora é minha vez de te deixar doido.

Ela me desnuda com uma pressa que me faz rir, e me empurra para o banco improvisado de fardos, e se ajoelha. Eu seguro o cabelo dela, e ela me olha de baixo pra cima, e a boca quente dela me envolve devagar, tão devagar que eu xingo baixinho.

— Isso — eu sussurro. — Assim. Tá perfeito.

O som dela, molhado, e o risco de alguém abrir aquela porta a qualquer segundo, me deixam à beira. Eu puxo ela pra cima antes de acabar ali, e a giro, e ela se apoia na pilha de fardos, a bunda empinada, me olhando por cima do ombro.

— Vem — ela diz. — Antes que o velho volte.

Eu entro devagar, sentindo ela me receber apertado, quente, e paramos os dois por um segundo, respirando. — Tudo bem? — eu pergunto, a boca no ouvido dela.

— Tudo — ela geme. — Vai. Capricha.

Eu vou, e cada estocada faz os fardos raspar na parede, e ela morde o próprio braço pra não gritar, e eu seguro o quadril dela, metendo fundo, o barulho do corpo dela me deixando fora de mim. — Você é tão boa — eu digo, ofegante. — Está aguentando? Está tudo bem?

— Mais — ela responde. — Fala mais.

— Você é linda assim — eu digo, e ela se aperta em volta de mim. — Toda aberta pra mim. Vai gozar de novo? Vai?

— Vou — ela chora. — Se você não parar.

E eu não paro. Sinto ela tremer de novo, apertar, e aí eu perco o controle, me enterro até o fim e gozo com o rosto no pescoço dela, os dois ofegando no ar quente do depósito.

Ficamos assim um instante, colados, a lâmpada piscando. Ela ri, sem fôlego.

— Primeira vez e já quer repetir? — pergunta.

Lá fora, um carro buzina. Ela se arruma rápido, me dá um beijo rápido e sujo, e some pelo corredor. Eu ainda estou me vestindo quando o dono do posto aparece na porta, de braços cruzados, me olhando com uma cara que eu não sei ler.

— Tudo certo aí? — ele pergunta.

— Tudo — eu digo.

Ele olha para o corredor, depois para mim, e algo no olhar dele muda. — Ela é boa, né? — ele diz, baixinho. — Também quero a minha vez.

Eu fico parado, o cinto ainda na mão, e o dono do posto me encara com aquele meio sorriso que não combina com a barriga grande nem com a camisa social amarrotada. Ele não parece bravo. Parece com fome.

— Você tá falando sério? — eu pergunto, e a voz sai mais baixa do que eu queria.

— Estou sempre falando sério quando é sobre ela — ele diz, e acende um cigarro com a mão tremendo um pouco. — Eu vejo tudo pelas câmeras, rapaz. Tudo. E faz tempo que eu queria entender o que ela dá pros outros que não dá pra mim.

Aí eu entendo. Não é ameaça. É inveja. É um homem de quarenta e poucos anos, dono de tudo aqui, pedindo de mão beijada o que os frentistas ganham de graça.

— Ela que decide — eu digo, e o meu próprio tom me surpreende. — Não é sua, nem minha.

Ele apaga o cigarro no chão e assente devagar. — Justo. Então me leva até ela.

A gente acha ela atrás da loja, encostada na parede, ainda arrumando o cabelo. Ela vê a gente vindo junto e o sorriso dela congela, depois se abre de um jeito perigoso.

— Achei que era segredo — ela diz, olhando para ele.

— Eu vi tudo — ele responde, e a voz sai rouca. — E se você quiser, eu quero também. Mas só se você quiser. Sério. Eu não vou mandar nada aqui dentro que você não pedir.

Ela me olha primeiro. Eu dou de ombros e digo baixinho: — Você decide. Eu estou aqui de qualquer jeito.

Ela estuda o dono por um tempo longo, e depois ri, aquele riso dela que já me deixou doido uma vez hoje. — Está bom — ela diz. — Mas você faz o que eu mandar. E ele fica. Eu quero ele olhando.

O dono engole seco. Eu sinto o pau endurecer de novo, contra a minha vontade.

Ela me puxa pela camisa para o depósito outra vez, e agora a lâmpada piscando ilumina dois homens e uma mulher num espaço que não cabe mais do que isso. Ela encosta o dono na pilha de fardos, tira o cigarro atrás da orelha dele e joga fora. — Nada disso agora — ela diz. — Você quer o que eles têm? Então me escuta.

Ela abre o fecho dele com uma lentidão que é cruel, e ele geme antes mesmo de qualquer coisa. Eu fico atrás dela, a boca no ombro dela, as mãos na cintura dela, sentindo ela se arrepiar enquanto desnuda o outro. — Calma — eu digo no ouvido dela. — Está tudo bem. Você está no comando.

— Eu sei — ela responde, e a mão dela desce pelo peito do dono, pelo ventre, e fecha em volta dele.

Ele solta um som que não parece de um homem de negócios. Ela sorri, aperta, sobe e desce devagar, e eu beijo o pescoço dela, o lóbulo, e digo: — Você é boa nisso. Olha o estado dele.

— Fala mais — ela pede, e eu falo, a voz baixa e suja no ouvido dela, enquanto ela trabalha o outro homem. O dono treme, a mão dele sobe para o quadril dela e ela para com o polegar no topo. — Não — ela diz. — Ainda não. Você não manda aqui.

Ele obedece. E eu quase gozo só de ver.

— Agora você — ela me diz, virando a cabeça para me beijar, e me puxa para a frente, os três colados, o cheiro de óleo e suor. — Quero vocês dois. Um de cada lado.

O dono olha para mim, meio perdido, meio faminto. — Eu nunca — ele começa.

— Aprende — ela corta, e sorri. — E relaxa. Ninguém aqui vai te machucar. É só prazer.

Ela se apoia nos fardos, e eu entro nela por trás devagar, e ela geme e chama o dono com o dedo. Ele se ajoelha, ela guia a boca dele, e eu sinto ela apertar em volta de mim a cada gemido. — Isso — eu digo, ofegante. — Vocês dois. Estão bonitos assim.

O risco de alguém chegar, o dono lá fora com a chave da loja no bolso, me deixa ainda mais duro. Eu meto fundo, e ela chora de prazer, e o dono geme contra ela, e a lâmpada pisca, e ninguém aqui quer parar.

Eu seguro o quadril dela com as duas mãos e paro de pensar. O dono do posto está de joelhos no chão de cimento, a camisa social aberta, e ela guia a boca dele com a mão no cabelo dele, e a cada gemido que escapa dela eu sinto o aperto em volta de mim. É demais. Eu diminuo o ritmo só pra durar, só pra ver.

— Não para — ela manda, a voz falhando. — Não para, por favor.

— Não vou parar — eu digo, e meto fundo, e ela grita baixinho contra a própria mão. — Está tudo bem. Estou aqui. Você está linda assim.

O dono levanta os olhos, meio perdido, meio fora de si, e ela ri sem fôlego e puxa ele pela nuca. — Você está indo bem — ela diz. — Continua. Ninguém aqui está te julgando.

Ele volta pra ela com uma fome que eu não esperava. E eu vejo a bunda dele empinada no chão, a calça social caída, e uma ideia me passa pela cabeça. Eu seguro o cabelo dela, beijo o ombro, e pergunto baixinho no ouvido dela:

— Posso? Ele também?

Ela vira a cabeça, os olhos brilhando, e sorri aquele sorriso perigoso. — Pergunta pra ele.

Eu me inclino sobre o dono, a mão no quadril dele, e a voz baixa. — Ei. Você quer que eu te toque também? Fala pra mim.

Ele geme contra a boca dela, e depois se afasta o suficiente pra responder, a voz rouca: — Quero. Faz.

Eu cuspo na mão e desço devagar, um dedo só, sentindo ele se retesar. — Calma — eu digo. — Respira. está tudo bem. Se doer, você fala.

— Está bom — ele ofega. — Está bom, continua.

Ela geme quando eu volto a me mexer nela, e o dono treme entre nós dois, e a lâmpada pisca, e eu não sei quanto tempo passa. Eu sinto ela apertar, os gemidos dela ficando mais curtos, mais altos, e eu sei o que vem. — Vai — eu digo. — Vai, goza pra mim. Eu te seguro.

Ela goza com um tremor que atravessa o corpo todo, a mão cravada no cabelo do dono, e o aperto em volta de mim me leva junto. Eu me enterro até o fim e gozo com um gemido que eu não consigo segurar, o rosto no ombro dela.

O dono se ajoelha no chão, ofegante, e goza na mão dela, e fica ali, o rosto vermelho, a camisa aberta, parecendo um homem que acordou de um sonho comprido.

Ficamos os três parados, respirando. Ela limpa a mão na camisa dele, sem cerimônia, e ri.

— Você é um desastre de dono de posto — ela diz.

— Eu sei — ele responde, e a voz sai mole. — Eu sei.

Eu me visto primeiro, o coração ainda batendo forte. Lá fora, um caminhão passa devagar na estrada. Ela se arruma na frente do espelho quebrado pendurado na parede, e o dono fica sentado nos fardos, olhando pra ela como se ela fosse uma coisa que ele não sabia que tinha.

— Amanhã você trabalha — ele diz, e ela vira, e ele levanta as mãos. — Estou brincando. Estou brincando.

Ela pega o cigarro dele do chão, o que ela jogou fora, e acende. — Então está — ela diz, e me olha por cima da chama. — E você? Amanhã volta?

Eu abro a porta do depósito, o ar frio da noite entrando de uma vez, e sorrio.

— Volto. Eu ainda tenho um tanque pra encher.

*********************************

***************************

Gostou do conto?
Por Tuga069
Se você gostou, comente por favor, se não gostou, diga, queremos melhorar, ficaremos gratos.
Avatar
tuga069


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276333 - A melhor gozada da minha vida. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
276308 - Quando os Mortos Chamam 04. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276305 - Quando os Mortos Chamam 03. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276283 - Quando os Mortos Chamam 02. - Categoria: Confissão - Votos: 1
276264 - Quando os Mortos Chamam 01. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276224 - Quando os Mortos Chamam. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276191 - Minha sobrinha tarada passou uns dias na minha casa. - Categoria: Incesto - Votos: 5
276189 - O marido brochou e eu tive que foder sem pena. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
276152 - CRÔNICA PARA O DIA DE FINADOS. - Categoria: Confissão - Votos: 0
276108 - Trabalhando no Pet shop fiz um atendimento na casa do cliente coroa - Um conto de Regina (1•conto). - Categoria: Coroas - Votos: 2
276102 - Puta do colega de trabalho. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
275985 - Amizade entre esposa e personal. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
275978 - A negona rabuda da academia. - Categoria: Coroas - Votos: 2
275976 - A tribo das amazonas. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
275967 - Vi minha afilhada chupando um pirulito e senti o maior tesao. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275895 - Comi a gostosa mãe do meu amigo - parte 2. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275891 - O melhor boque-te foi feito pela minha filha. - Categoria: Incesto - Votos: 3
275885 - Meu filho dormindo e a nora comigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275868 - Comi o cú da gostosa mãe do meu amigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275867 - A melhor amiga da minha esposa. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275862 - Transei escondido com minha amiga na casa dela. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275845 - Comi a mulher do amigo. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275821 - Casada Safada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275818 - Casada Safada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275817 - Esposa do meu amigo escreveu uma de nossas putarias. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
275776 - Traindo Com Gosto - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
275743 - Fui a comida especial na despedida de solteiro. - Categoria: Confissão - Votos: 3
275688 - Grávida e dando para um bem dotado. - Categoria: Confissão - Votos: 2
275687 - O sogro precisava e eu...dei com amor! - Categoria: Confissão - Votos: 2
275683 - Tirei o complexo do rapaz com pau pequeno. - Categoria: Confissão - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
O preço da gasolina.

Codigo do conto:
276332

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
04/11/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0