Se leram meus contos sabem que sou tarada em coroas gordinhos. Sou uma moça morena, com 20 anos... peituda e com um bumbum empinadinho. Toda ninfetinha que adora ser alvo dos olhares de coroas sedentos por sexo.rsrsrs
Bem, neste conto, estava com uns 1.6 anos... bem novinha e tarada. Havia acabado de mudar de escola e o período letivo iria começar. Vamos ao conto!
Tínhamos acabado de mudar de bairro e precisei mudar de escola. Sabem como é? Escola nova, pessoas novas, outra rotina... Nos primeiros dias, resolvi sentar na primeira carteira do lado oposto da porta, bem em frente a mesa de professores. Até ai, nada de mais.. até que...
— Bom dia, pessoal. A professora Márcia irá se ausentar por alguns meses e estarei no lugar dela dando aula de matemática para vocês. Meu nome é Luis.
Luis era nosso novo professor substituto. Muito tempo depois descobri que era casado, tinha 44 anos e pai de dois filhos..enfim...
Luis parou em frente à lousa. Usando uma calça social e camisa branca, consegui ver um pequeno volume entre suas pernas. Para mim, aquele coroa era tudo que precisava. Branquinho, rosto liso e cabelos curtos... todo sorridente. Um tesão!
— Bem, por favor... antes de tudo irei fazer a chamada e conhecer cada um de vocês!
Ele se sentou na carteira e arregalou os olhos quando me viu. Naquele dia, eu estava de maquiagem, batonzinho vermelho, cabelo preso..uma delicinha!
Enfim, logo depois, ele começou a aula e notei que não tirava o olho de mim. E, claro, eu fazia questão de encará-lo com um sorriso meigo. Ele passou algumas tarefas do livro. Foi quando me levantei para ir jogar uma folha no lixo.
“Ele precisa ver isso.”
Minha calça legging marcava meu belo rabo e minha camiseta cinza da escola estava grudada. Fui até a lixeira, disfarçadamente, olhei para trás e o coroa estava me encarando. Dei um sorrisinho e ele se virou, sem graça.
“Safado... será que ficou de pica dura?”
Me sentei novamente e tive uma ideia. Peguei o livro e fui até ele.
— Prof... não estou conseguindo resolver esta questão. Me ajuda?
— Sim...é... Alicia, correto?
— Isso.
— Pega a cadeira e senta aqui.
Fiz o que pediu. Logo, estava ao seu lado escutando sobre como resolver aquela merda..HAHAHA
Mas, eu só queria estar perto dele. Discretamente, olhava para a calça, imaginando qual seria o tamanho da rola do safado.
— Entendeu?!?
— Oi...oi... sim, claro!
Os outros alunos estavam concentrados. Então, ele colocou a mão na minha coxa, apertou devagarzinho e disse:
— O que precisar, é só me pedir.
Meu coração disparou. Queria agarrar ele ali mesmo. Claro, que me controlei. Por impulso, coloquei a mão na coxa dele e acariciei. Fiz minha cara de garota devassa.
— Posso pedir qualquer coisa?
Seu Luis arqueou as sobrancelhas e deu um sorrisinho.
— Tudo tem limite! Se controla, Alicia!
Me levantei e ele me olhou de cima até embaixo. Voltei pra carteira.
Enfim, a aula prosseguiu. Era a última aula daquela tarde. O sinal bateu. Rapidinho, os alunos saíram e fiquei esperando.
— Vamos, Alicia! Preciso fechar a sala. — falou Seu Luis já com a bolsa na mão parado na porta.
Eu estava de pé segurando meu livro, coloquei ele na mesa do professor. Me apoiei com as mãos sobre a mesa e empinei.
— Pode trancar a porta. Ainda tem dúvidas em algumas questões.
Seu Luis coçou a testa, olhou para o corredor e fechou a porta. Veio até mim e sentou na cadeira dele.
— O que quer saber?
Fui até o coroa, me virei e sentei no colo dele. Pensei que fosse me tirar ou dar um esporro. Mas, apenas colocou as mãos nas minhas coxas e deixou eu me ajeitar.
— Você é muito danadinha, hein?
Peguei nas mãos dele e fui subindo pelo meu corpo até meus seios.
— Eu sou?!?
Comecei a rebolar, sua pica se alojou na minha bunda e foi ficando maior.
— Safadinha! HUMMM! Que mais sabe fazer?
Me levantei, me virei e tirei a camiseta. Seu Luis começou a apalpar a rola por cima da calça. Então, tirei o sutiã e meus seios saltaram. Ele me puxou pela cintura e me botou em seu colo, novamente.
— AINNNN, PROOOOFFFF!
Ele mordeu meu pescoço e desceu até meus seios.
— Sua cachorra. Conheço uma piranha de longe quando vejo! Morena safada!
Ele agarrou minha bunda e nos beijamos. Desabotoei a camisa dele e passei as mãos naquele peitoral lisinho e por sua barriga saliente.
— HUMMM! SAFADINHAAA!
Quando desci a mão pra calça, ele me deteve.
— Ainda não. Primeiro, quero ver esse bundão.
Me levantei, me virei e fui tirando a calça legging. Fiquei só de calcinha e tirei meu tênis também. Seu Luis se levantou, me fez ficar encurvada com as mãos na lousa.
— Piranha! Abre as pernas!
PLAFT, PLAFT
— Redondinha, hein! Seu namorado tem muita sorte!
— Não tenho namorado.
Ele riu.
— Bem... — Abaixou minha calcinha. — Vou ser seu macho, então.
Seu Luis apertava minha bunda e chupava minha xota. Sentia seu nariz batendo no meu cuzinho.
— UINNN! ASSIIMMM! VAI SEU LUIISSS! UINNN!
PLAFT, PLAFT
Ele se levantou, me virou e me colocou em cima da mesa de pernas abertas.
— Delicia de fêmea! Você sabe como servir um macho, não é?!?
— URRRUUMMM! UINNN!
O coroa me chupava toda. Mordia os lábios da minha xota, descia para meu cuzinho e voltava.
— Pronto! Agora sim, tá no jeito pra levar vara!
Seu Luis tirou o cinto, abaixou a calça e me jogou de volta na mesa quando tentei levantar.
— Aonde pensa que vai?
— Te chupar, uai.
Ele riu.
— Pela minha experiência. Você deve já ter usado sua boca muitas vezes pra mamar. E, querida... — Posicionou o cacete na minha xota. — Quando estou com muito tesão, eu gozo rápido. OHHHH! QUE BUCETA MOLHADAAA! OHHHNNN
— UINNN! Então come. Vai professor. AINNN!!
— PUTAAAA!!
PLAU, PLAU, PLAU
O cacete dele era grossinho, mas minha xota recebeu tudo.
— AINNN! AINNN!
Seu Luis abriu ainda mais minhas pernas. Se jogou sobre mim e chupou meus seios.
— Já to quase gozando, Alicia! Como pode existir umas novinhas tão tesudas assim?
— Sou gostosa, prof?
Ele me olhou, saiu e sentou na cadeira.
— Você sentando deve ser sensacional.
Me ajoelhei entre as pernas do coroa e abocanhei com vontade.
GLUB, GLUB, GLUB
— OHNNN! QUE DELICIAAA! AINNN!
Seu Luis gemia a cada sugada. Eu segurava forte na base e abocanhava aquele cacete de uns 14cm de uma vez só. Fiquei assim por alguns segundos e ele já me tirou.
— Pára, pára... assim eu não aguento.
Me levantei e sentei no colo dele.
— Vamos ver quanto tempo suporta comigo rebolando na sua pica.
PLAU, PLAU, PLAU
Ele me segurou pela cintura. Eu subia e descia, rebolava... jogava os seios na cara dele e ria.
— Quem é sua aluninha mais sapeca?
— Vocêêê.. ohnnn!
PLAU, PLAU, PLAU
— Me xinga, caralhooo! OHNNN!
Seu Luis deu uns tapões na minha raba.
— Isso, sua putaaa! Safadaaa! Vacaaaa! AHNNN!! Essa buceta tá querendoooo OHHH! ARGHHH!
Ele me segurou pelas pernas e levantou ficando de pé comigo grudada. Foi até minha carteira e me largou sobre a mesa.
— Ainda não... inda não!
Seu Luis suava enquanto removia o cacete. Puxou minha cadeira, encostou perto da lousa e colocou suas roupas no assento. Eu sabia o que ele queria.
— Pensei que não fosse me comer de 4?
— Vem aqui, logo, biscatinha.
Fiquei de 4 na cadeira, bumbum empinado e com a buceta melada de tesão.
— UINNN! AINNN!
PLAFT, PLAFT
A cada pirocada, ele dava um tapa na minha bunda e metia sem dó.
— Vou te engravidar, sua cachorraaaa! OHNNN! PUTONAAAA!
É muito bom fuder assim. Saber que nós novinhas temos o poder de deixar os coroas com tesão nos deixa mais assanhadas.
— Goza então, CARALHOO!! OHNN!
Ele passou a mão em meu cabelo e puxou. Minha cabeça foi pra trás.
PLAFT, PLAFT, PLAFT
— Assim, puta?!? Assim que tu se apaixona, né?
Eu estava sem voz, meu corpo era jogado pra frente a cada batida de coxa. E o professor me puxava pra trás segurando meu cabelo. Estava alucinando sendo feita de piranha.
— Fala pra mim.... o que tu quer?
— QUEROOOO PORRRAAA! AINNN!]
— ANH?
— PORRAAAA! AINNNHH!! OUNNNN!
Ele soltou meu cabelo, segurou meus seios e apertou os bicos. Foi então, que gozei loucamente sendo devorada pelo professor.
— OUNNN! AINNN! PUTOOOO!
— ISSSSOO! GOZAAAA COMIGOOO! ARGHHH! OOOOHHH!
Minha xota contraia apertando o pau dele que soltou esperma com vontade. É muito bom gozar assim.
— CARALHOOO! OHHH!
Ele saiu de dentro de mim.
PLAFT
— Que puta gostosa! Vagabunda!
PLAFT
Eu estava ainda alucinando com tanta putaria. Foi ai que ele enfiou um dedo na minha xota e começou a dedilhar com força.
— AINNN! EU Já gozei, professor!! OHHHNN!
— Que nada! Ainda tem muito mel pra soltar.
Eu quis sair, mas ele travou meu corpo se jogando sobre minhas costas. Tirou o dedo e enfiou dois. Aquilo foi muito pra mim.
— AINNNN! PRRROOOO OOOO OOOO FESOOOORR! OOOHNN
Comecei a urrar, minhas pernas tremeram e gozei novamente na mão dele.
— BOAAA! CADELAAAAA! ISSSOOOO!!
— OUNNN! AINNN! CARALHOOO!
Seu Luis alisou minha bunda e dedilhou meu cuzinho.
— Da próxima vez, vou leitar esse buraquinho.
Depois dessa safadeza toda, nos recompomos. Minhas pernas ainda tremiam.
— Nossa, Alicia! Hora só que horas são, caralho! Vamos sair logo daqui.
— Espero que meus pais não desconfiem de nada.
Ele riu.
— Você mora perto?
— Alguns quarteirões.
Falei para ele aonde morava e ele riu.
— O que foi, Seu Luis?
— Nada. Posso te dar uma carona até lá.
Enfim, aceitei. Entramos no carro e, claro, fui alisando a rola dele por cima da calça até chegarmos na rua da minha casa.
— Por que está parando aqui?
— Aqui, ninguém vai ver.
Ele parou o carro perto de uma casa aonde tinha uma imensa árvore e, naquele momento, já estava bem escuro.
— Ver o que?
Seu Luis tirou a rola pra fora, colocou a mão na minha cabeça.
— Ninguém vai ver você mamando.
GLUB, GLUB, GLUB
— Nossa, como chupa gostoso minha aluninha!
— Sou bem dedicada.
— OHNNN! ISSSOOO!
Eu passava a língua em torno da cabeça e apertava o saco dele.
— Nossa, morena! Que tesuda você é!
Me levantei e sorri.
— Tá gostando?
Ele deu dois tapas na minha bunda.
— Chupa, piranha! — Segurou minha cabeça e afundou na pica. — Só pára quando eu gozar! ARGHHH! OHHH!
GLUB. GLUB .GLUB
— Tá vindo... bebe tudooooo OHHH!!
Ele gozou e esperei. Com a boca cheia, me levantei para abrir a porta e cuspir no chão. Mas, vi minha mãe parada na porta de casa do outro lado da rua. Engoli o esperma amargo e fiz careta.
— Você faz a mesma careta que minha mulher quando gozo na boca dela.
Peguei minha mochila e sai do carro. Seu Luis ficou apenas me observando e ainda cumprimentou minha mãe.
— Quem é ele, Alicia? E isso é hora de chegar em casa?
— Só meu professor, mãe. Ele estava me ajudando em matemática.
Depois daquele dia, ainda peguei carona com o professor e meti mais algumas vezes com ele.rsrsrs...
Enfim, se gostaram, já sabem... comentem nossos contos... Alguém ai quer ser meu professor? O que iriam me ensinar? HAAHAH
Bjos.





Delicia de conto e que aluna safadinha, linda e bem gostosa, professor de sorte ter uma aluna desse nível, danadinha e sem medo de ser feliz e fazer feliz também quem estiver do lado dela. votado e aprovado
Nossa gostosa