O entregador coroa deu leite para a loirinha - Um conto de Rebeca

Fala, safadinhos! Rebeca com vocês para mais um conto picante. Loira, bem safada, tenho 21 anos com 1,68m e 75kg... moro com meus pais no interior de SP. Tenho belos seios e uma bunda espetacular que desenvolvi na academia.

Bem, o que vou contar aqui aconteceu quando tinha 18 anos. Comprei alguns suplementos pela internet e estava aguardando chegar.

Estava sozinha em casa, meus pais tinham saído para irem fazer compras no mercado. Usando uma saia jeans branca e uma camisetinha larga preta, fiquei deitada no sofá assistindo televisão. Por estar muito calor, estava sem sutiã. Foi ai que apareceu uma reportagem falando sobre obesidade.

“Que delicia.” — pensei quando apareceu alguns gordinhos sem camisa.

Senti um calor e sabia o que era. Passei o dedo na buceta e estava melando. A campainha tocou.

Me levantei correndo, fui até a porta.

— Bom dia, entrega para...

— Rebeca?!? Sou eu.

O entregador aparentava já ter uns 50 e poucos anos. Estava de uniforme cinza e sua calça era bem larga.

— Sim, moça. Aqui está!

Peguei a caixa e coloquei no chão.

— Deixa eu ver se mandaram certo. — Me agachei e comecei a abri-la. — Hummm!

Sem perceber, me encurvei demais e meus seios ficaram a mostra. Quando olhei pra cima, o coroa estava boquiaberto.

— Está tudo certo?

— Sim. — respondi. — Está tudo aqui.

Olhei para a calça do coroa, um volume havia se formado, fiquei parada e arrepiei. A pica pulsava na calça e consegui ver o movimento. Coloquei o dedinho indicador na boca e sorri pro coroa.

— Qual seu nome?

— Caio.

— Nossa, Seu Caio. Parece que tem mais coisa pra me dar!

— Tu quer dizer. — Apalpou a rola. — Isso?

Puxei o coroa pela calça, fazendo-o passar pelo portão.

— Eitaaaa! Calma!

Abaixei a calça dele rapidinho e logo, sua cueca.

— Noooosssaaa! Que cacetããooo!

A rola bateu na minha cara. A cabeçona vermelha parecendo um cogumelo.

— Aproveita que já está na posição. — Ele botou a mão na minha cabeça. — E mama, loirinha!

Só tive tempo de abrir a boca. Logo, o coroa socava fundo.

— 18cm de pica grossa pra você, safada!

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB

Eu me apoiei nas coxas grossas do coroa e senti a saliva escorrer pelo queixo. Minha camiseta ficou transparente e os bicos estavam aparentes.

— Puta que pariu, mocinha. Tira essa camiseta e....

Ele nem precisou terminar a frase. Tirei a camiseta e alojei a rola entre meus seios.

GLUB, GLUB, GLUB

— OHHHH! ISSSOO! QUE DEMAISSSS! VAQUINHAAAA!

GLUB, GLUB, GLUB

Fiquei na espanhola só aguardando a porra vir direto na minha cara.

— CARALHOOOO! ARGHHHH! UINNNN! CHUPETEIRAAA!

Quando o pau endureceu ainda mais, olhei para o coroa e sorri.

— Vai gozar?!? Vaiii! HUMMM!

A primeira esporrada veio direto no meu queixo. As outras melaram meus seios. Peguei a pica dele e esfreguei nos meus mamilos espalhando toda a gala.

— Nossa! Que tesão da porra! Que loira mais biscate!

Ele tomou a pica da minha mão e deu umas batidinhas no meu rosto.

— Sorte sua que já gozei. Ia atolar tudo isso no seu rabo, piranha!

Me levantei, subi minha saia deixando minha bunda para ele ver e apoiei na parede.

— Que pena! Justo hoje que to doida pra levar no cu!

O coroa veio por trás e deu um tapão na minha raba.
— AINNNN! DOEUUUU!

— Sua puta! — Alisou minha bunda. — Seu azar é que minha rola tá meia bomba! — Vou socar assim mesmo.

Ele tentou meter mas tranquei. HAHAHA

PLAFT, PLAFT

— Abre logo essa porra! Fica de manha comigo, não, caralho!

Ele enfiou a cabeça e foi deslizando. Segurou na minha cintura e começou a bombar.

PLAU, PLAU, PLAU

— UINNN! OHNNN!

Mesma a rola estando meio mole, vi estrelas.

— Tira! Tira! Porraaaa! Ohnnnn!

— Qual é, loirinha?!? Era isso que você queria? Vadia... já estava preparada.. sem calcinha, né?

PLAU, PLAU, PLAU

— AINNNN CAIOOO! OHNNN!

PLAU, PLAU

Foi ai que escutei o barulho de carro parando em frente.

— Ai caralho! São eles!

— Quem?!?

— Meus pais, porra! — falei já saindo e abaixando a saia. Rapidinho, me vesti e o coroa pegou as coisas dele.

— Sua vagabunda. Não pensa que acabou... outra hora eu volto pra terminarmos!

O portão foi aberto. Minha mãe me encarou e sorri.

— Olha, mãe. Meus produtos chegaram! Seu Caio acabou de trazer!

O coroa apenas acenou com a cabeça e saiu. Ainda bem, que nem ela e nem meu pai, desconfiaram que a filhinha deles estava tomando no cuzinho.

Enfim, depois disso entramos. Fui tomar um banho e trocar de roupa. Quando cheguei na porta da sala.

— Re, vamos sair de novo. Falei com seu pai e vamos aproveitar que ainda está cedo e vamos lá no centro. Daqui a pouco, as compras chegam. Você sabe aonde pedir para eles descarregarem.

Minha bucetinha acendeu.

— Ok, mãe. Pode deixar!

Eles saíram e, alguns minutos depois, bateram no portão. Eu estava com um shortinho colado e uma camisetinha azul.

— Oi...isso, podem deixar lá no fundo.

Eram dois homens, um bem novinho e um tiozão já de certa idade, cabelo grisalho e com cara de bravo.

Eles começaram a levar as caixas e escutei o coroa falar:

— Sim, Jonas... ás vezes, a gente se dá bem... viu só a delicinha que nos atendeu.

— Caramba, Seu Rui... uma gracinha mesmo.

Fiquei irritada com aquilo, mas ao mesmo tempo, meu cuzinho precisava de rola.

Fui até eles, peguei a notinha entregue pelo coroa e falei:

— Certo, vou conferir se está tudo aqui.

O coroa, de branco ficou vermelho de raiva.

— Tá de sacanagem?!? Digo... — Ele respirou fundo. — Precisamos ir, mocinha. Qualquer coisa, pode ligar lá e reclamar.
Dei um sorrisinho sacana.

— Nem fudendo. Se tiver faltando alguma coisa e eu não ver agora, meus pais me matam quando chegarem.

O coroa coçou a cabeça.

— Jonas, fica lá no caminhão esperando. Vou acompanhar ela aqui.

O rapaz saiu e fiquei sozinha com o coroa. Reparei que ele era fortinho e tinha os braços peludinhos.

— Vai ser rápido, Seu Rui!

— Como sabe meu nome?

— Escutei vocês conversando. Agora, deixa a delicinha aqui conferir as sacolas.

Me agachei para conferir algumas caixas e o coroa ficou parado me olhando.

— Qual seu nome, princesa?

— Rebeca.

Foi ai que, me joguei pra frente buscando outra caixa, ficando praticamente de 4.

— NOSSSAAAAA! Essa caixa ai, pode olhar com calma, viu?!?

Olhei para trás, o coroa estava de braços cruzados, vidrado na minha bunda.

— Você gosta.

PLAFT

Dei um tapinha na bunda.

— Eitaaa! Gosta de um tapinha, é?

PLAFT, PLAFT

O coroa bateu em cada lado da minha bunda.

— Olha que rabão, porra! Que isso, hein?!?

Me joguei pra frente e empinei bem a bunda.

— É disso que preciso.
PLAFT, PLAFT

O coroa agachou atrás de mim. Alisou minha bunda e passou os polegares na minha xota.

— Aposto que essa bucetinha é rosinha!

Seu Ari abaixou meu short.

— Vai se fuder! Sem calcinha, cachora?!? Delicia de rabo!

Comecei a piscar o cuzinho e a língua do coroa já veio contornando meu anel.

— AINNN SEU ARIIII! UINNNN!

Ele parou. Escutei o barulho do zíper sendo aberto.

— Queria te comer de jeito. Mas Jonas não é bobo. Vai desconfiar se demorarmos e pode voltar.

Apenas com a rola de fora, Seu Ari encostou a cabeça na minha xota.

— Quero no cuzinho, por favooor!! OHNNN!

Ele nem ligou. A rola já invadiu minha xota sem cerimônia.

PLAU, PLAU, PLAU

— Acha mesmo que vou deixar essa buceta sem piru?!? HEINNN! OHNNN!

PLAU, PLAU, PLAU

A cada metida, a rola ia mais fundo. Até que enfiou a mão por debaixo da minha camiseta, passou as mãos pela minha barriga até meus seios e me ergueu.

— Que tetonas! NOOOSSAAA!

PLAU, PLAU, PLAU

Eu tomava piru deixando o coroa se aproveitar.

— METEEE! ASSIMMM! AINNN! TO QUASE GOZANDOOOM UINNN !

Seu Ari me soltou, ficou de pé e me puxou pelos cabelos.

— Vem sentir o gosto da sua xana na ponta do meu pau!

GLUB, GLUB, GLUB

O coroa me sufocava no meio das suas pernas. A rola dele devia ter uns 16cm e era uma delícia.

— Que boca de veludo. Tesuda!

Após alguns minutos, Seu Ari me ergueu e tirou minha camisetinha.

— Que seios deliciosos! Vai se fuder!

Ele foi me empurrando até a parede, segurou minha perna direita e encaixou a rola.

PLAU, PLAU, PLAU

Com uma perna erguida, fui penetrada com força pelo coroa safado.

— Que bucetinha quente! Tá deixando meu cacete ainda mais duro. OHHHH

— Fode a puta, Seu Ariii..ainnn! fodeeee!

Se vocês querem deixar qualquer homem com mais tesão é só pedir mais rola. Aind mais coroa. Eles adoram uma putinha nova. Pensam que nós não sabemos trepar e que vão nos ensinar a fuder..HAHAHA… Muitas de nós, já estão mais experientes que muitas mulheres casadas.

— Loira vagabundaaaa! TOMAAAA! TOMAAA!

PLAU, PLAU

Ele me ergueu do chão, me segurando pelas duas pernas e lambeu meu pescoço.

— Adoro uma biscate obediente! CARALHOOOO!!! OHHH!

— AINNN! FODEEEE! AINNN! ASSSIIMMMM…ASSIMMM!

Joguei minha cabeça pra trás e senti minha buceta melando.

— ÃÃHNNN! AINNN!

Minha xota contraiu no pau duro do coroa. Ele ficou parado enquanto eu me movia loucamente.

— ISSSO PUTONAAA! DELICIAAA!

O coroa se virou, com cuidado, me colocou no chão de pernas abertas e continuou metendo.
PLAU, PLAU, PLAU

— Minha vez de… ARGHHH!

Rapidinho, saiu de dentro da minha buceta e veio perto do meu rosto com seu corpo sobre o meu. Segurando a pica, bateu na minha cara.

— Pede porra, safada! Pede!

— Gozaaaa na minha cara! UINN!

Ele apertou o saco com uma mão e punhetou com a outra.

— Vadiaaaa! ARGHHH!

O leite quente veio direto no meu nariz, na minha boca e o coroa urrava.

— CARALHOO! QUE TESÃO, PORRA!

— Ariiii?!?

Quando percebemos, Jonas estava no corredor nos olhando. O coroa levantou rapidinho ajeitando a calça.

Me levantei sem graça com a cara gozada.

— Prontinho, Jonas! A loirinha aqui disse que estava faltando leite! Já matei a vontade dela!

Jonas meteu a mão na calça e riu.

— Também tenho leite pra essa vagabunda!

Seu Ari foi até ele.

— Tá doido?!? Já estamos atrasados. Ainda temos muita entrega pra fazer. Putinhas como essa ai é dificil de achar. Mas vamos arrumar uma pra vc, meu garoto!

Os dois sairam e fiquei lá, pelada e gozada.HAHAHA

Enfim, fui tomar banho e depois meus pais chegaram.

— Re…. conferiu as compras?

— Sim, mãe..sempre confiro!

— E o leite?!? Eles sempre esquecem de trazer.
Dei um sorriso malicioso e ela não entendeu.

— Também! A senhora sabe que não posso ficar sem leite.

Bem, aqui termina mais um conto. HAHA… Espero que tenham gostado e com muito tesão. Alguém ai tem leitinho pra me dar?!?

Beijinhos e até outra hora.

Foto 1 do Conto erotico: O entregador coroa deu leite para a loirinha - Um conto de Rebeca

Foto 2 do Conto erotico: O entregador coroa deu leite para a loirinha - Um conto de Rebeca

Foto 3 do Conto erotico: O entregador coroa deu leite para a loirinha - Um conto de Rebeca


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Comentários


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lozo Comentou em 31/01/2026

Delicia, delicia, delicia de conto, essas novinhas são deliciosas, lindas, gostosas e quando são safadinhas, são maravilhosas, não perdem uma chance, uma oportunidade de levar muita rola na bucetinha e no cuzinho e claro, gozar bem gostoso, que maravilha de conto. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O entregador coroa deu leite para a loirinha - Um conto de Rebeca

Codigo do conto:
253561

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
31/01/2026

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