Bem, o que vou contar aqui aconteceu quando tinha 18 anos. Comprei alguns suplementos pela internet e estava aguardando chegar.
Estava sozinha em casa, meus pais tinham saído para irem fazer compras no mercado. Usando uma saia jeans branca e uma camisetinha larga preta, fiquei deitada no sofá assistindo televisão. Por estar muito calor, estava sem sutiã. Foi ai que apareceu uma reportagem falando sobre obesidade.
“Que delicia.” — pensei quando apareceu alguns gordinhos sem camisa.
Senti um calor e sabia o que era. Passei o dedo na buceta e estava melando. A campainha tocou.
Me levantei correndo, fui até a porta.
— Bom dia, entrega para...
— Rebeca?!? Sou eu.
O entregador aparentava já ter uns 50 e poucos anos. Estava de uniforme cinza e sua calça era bem larga.
— Sim, moça. Aqui está!
Peguei a caixa e coloquei no chão.
— Deixa eu ver se mandaram certo. — Me agachei e comecei a abri-la. — Hummm!
Sem perceber, me encurvei demais e meus seios ficaram a mostra. Quando olhei pra cima, o coroa estava boquiaberto.
— Está tudo certo?
— Sim. — respondi. — Está tudo aqui.
Olhei para a calça do coroa, um volume havia se formado, fiquei parada e arrepiei. A pica pulsava na calça e consegui ver o movimento. Coloquei o dedinho indicador na boca e sorri pro coroa.
— Qual seu nome?
— Caio.
— Nossa, Seu Caio. Parece que tem mais coisa pra me dar!
— Tu quer dizer. — Apalpou a rola. — Isso?
Puxei o coroa pela calça, fazendo-o passar pelo portão.
— Eitaaaa! Calma!
Abaixei a calça dele rapidinho e logo, sua cueca.
— Noooosssaaa! Que cacetããooo!
A rola bateu na minha cara. A cabeçona vermelha parecendo um cogumelo.
— Aproveita que já está na posição. — Ele botou a mão na minha cabeça. — E mama, loirinha!
Só tive tempo de abrir a boca. Logo, o coroa socava fundo.
— 18cm de pica grossa pra você, safada!
GLUB, GLUB, GLUB, GLUB
Eu me apoiei nas coxas grossas do coroa e senti a saliva escorrer pelo queixo. Minha camiseta ficou transparente e os bicos estavam aparentes.
— Puta que pariu, mocinha. Tira essa camiseta e....
Ele nem precisou terminar a frase. Tirei a camiseta e alojei a rola entre meus seios.
GLUB, GLUB, GLUB
— OHHHH! ISSSOO! QUE DEMAISSSS! VAQUINHAAAA!
GLUB, GLUB, GLUB
Fiquei na espanhola só aguardando a porra vir direto na minha cara.
— CARALHOOOO! ARGHHHH! UINNNN! CHUPETEIRAAA!
Quando o pau endureceu ainda mais, olhei para o coroa e sorri.
— Vai gozar?!? Vaiii! HUMMM!
A primeira esporrada veio direto no meu queixo. As outras melaram meus seios. Peguei a pica dele e esfreguei nos meus mamilos espalhando toda a gala.
— Nossa! Que tesão da porra! Que loira mais biscate!
Ele tomou a pica da minha mão e deu umas batidinhas no meu rosto.
— Sorte sua que já gozei. Ia atolar tudo isso no seu rabo, piranha!
Me levantei, subi minha saia deixando minha bunda para ele ver e apoiei na parede.
— Que pena! Justo hoje que to doida pra levar no cu!
O coroa veio por trás e deu um tapão na minha raba.
— AINNNN! DOEUUUU!
— Sua puta! — Alisou minha bunda. — Seu azar é que minha rola tá meia bomba! — Vou socar assim mesmo.
Ele tentou meter mas tranquei. HAHAHA
PLAFT, PLAFT
— Abre logo essa porra! Fica de manha comigo, não, caralho!
Ele enfiou a cabeça e foi deslizando. Segurou na minha cintura e começou a bombar.
PLAU, PLAU, PLAU
— UINNN! OHNNN!
Mesma a rola estando meio mole, vi estrelas.
— Tira! Tira! Porraaaa! Ohnnnn!
— Qual é, loirinha?!? Era isso que você queria? Vadia... já estava preparada.. sem calcinha, né?
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNNN CAIOOO! OHNNN!
PLAU, PLAU
Foi ai que escutei o barulho de carro parando em frente.
— Ai caralho! São eles!
— Quem?!?
— Meus pais, porra! — falei já saindo e abaixando a saia. Rapidinho, me vesti e o coroa pegou as coisas dele.
— Sua vagabunda. Não pensa que acabou... outra hora eu volto pra terminarmos!
O portão foi aberto. Minha mãe me encarou e sorri.
— Olha, mãe. Meus produtos chegaram! Seu Caio acabou de trazer!
O coroa apenas acenou com a cabeça e saiu. Ainda bem, que nem ela e nem meu pai, desconfiaram que a filhinha deles estava tomando no cuzinho.
Enfim, depois disso entramos. Fui tomar um banho e trocar de roupa. Quando cheguei na porta da sala.
— Re, vamos sair de novo. Falei com seu pai e vamos aproveitar que ainda está cedo e vamos lá no centro. Daqui a pouco, as compras chegam. Você sabe aonde pedir para eles descarregarem.
Minha bucetinha acendeu.
— Ok, mãe. Pode deixar!
Eles saíram e, alguns minutos depois, bateram no portão. Eu estava com um shortinho colado e uma camisetinha azul.
— Oi...isso, podem deixar lá no fundo.
Eram dois homens, um bem novinho e um tiozão já de certa idade, cabelo grisalho e com cara de bravo.
Eles começaram a levar as caixas e escutei o coroa falar:
— Sim, Jonas... ás vezes, a gente se dá bem... viu só a delicinha que nos atendeu.
— Caramba, Seu Rui... uma gracinha mesmo.
Fiquei irritada com aquilo, mas ao mesmo tempo, meu cuzinho precisava de rola.
Fui até eles, peguei a notinha entregue pelo coroa e falei:
— Certo, vou conferir se está tudo aqui.
O coroa, de branco ficou vermelho de raiva.
— Tá de sacanagem?!? Digo... — Ele respirou fundo. — Precisamos ir, mocinha. Qualquer coisa, pode ligar lá e reclamar.
Dei um sorrisinho sacana.
— Nem fudendo. Se tiver faltando alguma coisa e eu não ver agora, meus pais me matam quando chegarem.
O coroa coçou a cabeça.
— Jonas, fica lá no caminhão esperando. Vou acompanhar ela aqui.
O rapaz saiu e fiquei sozinha com o coroa. Reparei que ele era fortinho e tinha os braços peludinhos.
— Vai ser rápido, Seu Rui!
— Como sabe meu nome?
— Escutei vocês conversando. Agora, deixa a delicinha aqui conferir as sacolas.
Me agachei para conferir algumas caixas e o coroa ficou parado me olhando.
— Qual seu nome, princesa?
— Rebeca.
Foi ai que, me joguei pra frente buscando outra caixa, ficando praticamente de 4.
— NOSSSAAAAA! Essa caixa ai, pode olhar com calma, viu?!?
Olhei para trás, o coroa estava de braços cruzados, vidrado na minha bunda.
— Você gosta.
PLAFT
Dei um tapinha na bunda.
— Eitaaa! Gosta de um tapinha, é?
PLAFT, PLAFT
O coroa bateu em cada lado da minha bunda.
— Olha que rabão, porra! Que isso, hein?!?
Me joguei pra frente e empinei bem a bunda.
— É disso que preciso.
PLAFT, PLAFT
O coroa agachou atrás de mim. Alisou minha bunda e passou os polegares na minha xota.
— Aposto que essa bucetinha é rosinha!
Seu Ari abaixou meu short.
— Vai se fuder! Sem calcinha, cachora?!? Delicia de rabo!
Comecei a piscar o cuzinho e a língua do coroa já veio contornando meu anel.
— AINNN SEU ARIIII! UINNNN!
Ele parou. Escutei o barulho do zíper sendo aberto.
— Queria te comer de jeito. Mas Jonas não é bobo. Vai desconfiar se demorarmos e pode voltar.
Apenas com a rola de fora, Seu Ari encostou a cabeça na minha xota.
— Quero no cuzinho, por favooor!! OHNNN!
Ele nem ligou. A rola já invadiu minha xota sem cerimônia.
PLAU, PLAU, PLAU
— Acha mesmo que vou deixar essa buceta sem piru?!? HEINNN! OHNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
A cada metida, a rola ia mais fundo. Até que enfiou a mão por debaixo da minha camiseta, passou as mãos pela minha barriga até meus seios e me ergueu.
— Que tetonas! NOOOSSAAA!
PLAU, PLAU, PLAU
Eu tomava piru deixando o coroa se aproveitar.
— METEEE! ASSIMMM! AINNN! TO QUASE GOZANDOOOM UINNN !
Seu Ari me soltou, ficou de pé e me puxou pelos cabelos.
— Vem sentir o gosto da sua xana na ponta do meu pau!
GLUB, GLUB, GLUB
O coroa me sufocava no meio das suas pernas. A rola dele devia ter uns 16cm e era uma delícia.
— Que boca de veludo. Tesuda!
Após alguns minutos, Seu Ari me ergueu e tirou minha camisetinha.
— Que seios deliciosos! Vai se fuder!
Ele foi me empurrando até a parede, segurou minha perna direita e encaixou a rola.
PLAU, PLAU, PLAU
Com uma perna erguida, fui penetrada com força pelo coroa safado.
— Que bucetinha quente! Tá deixando meu cacete ainda mais duro. OHHHH
— Fode a puta, Seu Ariii..ainnn! fodeeee!
Se vocês querem deixar qualquer homem com mais tesão é só pedir mais rola. Aind mais coroa. Eles adoram uma putinha nova. Pensam que nós não sabemos trepar e que vão nos ensinar a fuder..HAHAHA… Muitas de nós, já estão mais experientes que muitas mulheres casadas.
— Loira vagabundaaaa! TOMAAAA! TOMAAA!
PLAU, PLAU
Ele me ergueu do chão, me segurando pelas duas pernas e lambeu meu pescoço.
— Adoro uma biscate obediente! CARALHOOOO!!! OHHH!
— AINNN! FODEEEE! AINNN! ASSSIIMMMM…ASSIMMM!
Joguei minha cabeça pra trás e senti minha buceta melando.
— ÃÃHNNN! AINNN!
Minha xota contraiu no pau duro do coroa. Ele ficou parado enquanto eu me movia loucamente.
— ISSSO PUTONAAA! DELICIAAA!
O coroa se virou, com cuidado, me colocou no chão de pernas abertas e continuou metendo.
PLAU, PLAU, PLAU
— Minha vez de… ARGHHH!
Rapidinho, saiu de dentro da minha buceta e veio perto do meu rosto com seu corpo sobre o meu. Segurando a pica, bateu na minha cara.
— Pede porra, safada! Pede!
— Gozaaaa na minha cara! UINN!
Ele apertou o saco com uma mão e punhetou com a outra.
— Vadiaaaa! ARGHHH!
O leite quente veio direto no meu nariz, na minha boca e o coroa urrava.
— CARALHOO! QUE TESÃO, PORRA!
— Ariiii?!?
Quando percebemos, Jonas estava no corredor nos olhando. O coroa levantou rapidinho ajeitando a calça.
Me levantei sem graça com a cara gozada.
— Prontinho, Jonas! A loirinha aqui disse que estava faltando leite! Já matei a vontade dela!
Jonas meteu a mão na calça e riu.
— Também tenho leite pra essa vagabunda!
Seu Ari foi até ele.
— Tá doido?!? Já estamos atrasados. Ainda temos muita entrega pra fazer. Putinhas como essa ai é dificil de achar. Mas vamos arrumar uma pra vc, meu garoto!
Os dois sairam e fiquei lá, pelada e gozada.HAHAHA
Enfim, fui tomar banho e depois meus pais chegaram.
— Re…. conferiu as compras?
— Sim, mãe..sempre confiro!
— E o leite?!? Eles sempre esquecem de trazer.
Dei um sorriso malicioso e ela não entendeu.
— Também! A senhora sabe que não posso ficar sem leite.
Bem, aqui termina mais um conto. HAHA… Espero que tenham gostado e com muito tesão. Alguém ai tem leitinho pra me dar?!?
Beijinhos e até outra hora.



Delicia, delicia, delicia de conto, essas novinhas são deliciosas, lindas, gostosas e quando são safadinhas, são maravilhosas, não perdem uma chance, uma oportunidade de levar muita rola na bucetinha e no cuzinho e claro, gozar bem gostoso, que maravilha de conto. votado e aprovado