Drive in e a essência de ser liberal

Conto verídico!

Sou do RJ. Fiz uma conta num app de relacionamento. Após uns dias frustrantes, eis que um texto chamou atenção. Gosto da inteligência materializada em palavras. Aprecio o Português bem explícito. A narrativa envolvente trazia a informação de poliamor, fantasias, desejos , aventuras e afins. As imagens do perfil exponham paisagens. Pingente de pimenta, abacaxi invertido e tatoo de "dama de paus". A curiosidade aguçou os meus pensamentos. Resolvi arriscar. Fato é que, no dia seguinte, nada havia acontecido. Nao houve interesse manifesto da outra parte.
Porem, para a minha surpresa, eis que, dois dias depois uma combinação aconteceu. Deixei uma mensagem de apresentação. Externei a satisfação na leitura do texto apresentado e imagens inteligentes, implícitas e excitantes. Trocamos inúmeras mensagens e, apos um tempo, fomos para o Telegram, pois, segundo a perfil, nao partem direto para o outro aplicativo de mensagens ou trocam imediatamente o contato telefônico. Enfim, um ritual que o perfil adota para evitar problemas.

No Telegram, trocamos mensagens de apresentação. O perfil é composto por Beatriz e Reinaldo. Moradores do Graça, Rio de Janeiro. Ele e comerciante e ela empreendedora. Juntos ha alguns anos, encontraram na vida liberal a chama para manter viva a sexualidade do casal. O meio para apimentar e realizar desejos, mas sempre com os dois juntos. Regras próprias e bem definidas. Expus os meus pensamentos e deixei claro que entendo perfeitamente a insinuação do desejo, a materialização das vontades liberais e o mistério que conduz.

Após o entendimento preliminar, triocamos fotos. Reinaldo tem 53 anos, estatura mediana, calvo, cavanhaque, magro e branco. A Beatriz é loira, alta, corpo lindo e 48 anos. Enviei fotos também.

Reinaldo exposição que gostariam de apimentar, realizar algo excitante nos próximos dias. Algo diferente , que trouxesse a sensação de liberdade, apimentasse e os tirassem da tensão diária. Pensei um tempo sobre o assunto e propus um drive in. Reinaldo revelou que nao conheciam . Em todo o tempo juntos, jamais tinham entrado em um drive in. Conversou com a Bia, que se mostrou curiosa.
Passei segurança e disse que nao se arrependeriam. Gosto de experimentar locais diferentes, realizar desejos e fantasias. Após o aceite, marcamos na última quinta-feira do mês de janeiro . Encontro marcado 20h e o ponto de encontro foi uma famosa rede de lanches na Freguesia/Jacarepaguá. Paramos os nossos carros lado a lado. Desci e os conheci. Aperto de mão e demais formalidades que a apresentação exige. Beatriz estava de vestido com alças, tecido fino e visivelmente sem sutiã. Tinha uma discreta bolsa e sandália rasteira. Disse estar nervosa , mas ansiosa para viver a novidade. Reinaldo disse estar com as maos frias, tambem pela novidade que estaria para acontecer. Resolvemos ir num carro. Deixei o meu no posto de gasolina e embarquei no banco de trás do veículo do casal. Saímos do local discretamente e, apos uns 5 minutos, Reinaldo parou o carro e, para o meu deleite, Bia passou para o banco traseiro. Uma forma de estabelecer contato e facilitar o processo. Beijamo-nos intensamente. As línguas se tocavam avidamente. Toquei o rosto dela, apreciei sua forma, seus cabelos e explorei cada detalhe daquele corpo. Uma mulher muito interessante. Na frente, Reinaldo mexeu no espelho do carro e tinha a visão rica em detalhes. A música suave dava um tom agradável. O beijo encaixou com mestria. Fez parecer que ja nos conhecíamos. As línguas se tocavam com facilidade, movimentos cadenciados e prazerosos. Retirei uma alca do vestido e a confirmação se estabeleceu, ou seja, seio exposto. Toquei, alisei, apreciei. Toquei a ponta da língua no mamilo. Suguei, lambi e mordisquei, suavemente. Enquanto isso, uma mão percorria as pernas da Bia e encontrou outra maravilhosa surpresa...Bia estava sem calcinha. Simplesmente maravilhosa surpresa. Passei a mão pela virilha e aproximei da sua intimidade. Notei que estava muito molhada. Deixei o seio de lado e me concentrei entre as pernas. Levantei o vestido e abri as pernas. Ela se acomodou no encosto do banco e segurou a minha cabeça, demonstrando que precisava sentir a minha lingua. Olhei bem, estava completamente lisa, convidativa e muito excitada. A ponta da lingua encontrou o grelo intumescido, duro e muito convidativo. Encostei levemente e o suspiro ouvido foi excitante. A suavidade da lingua, circundando o grelo, calmamente, ao passo que sentia o carro se deslocando, a música de fundo, tudo fluindo muito bem. Introduzi um e outro dedo na buceta, que escorria desejo. Novo gemido. Bia se contorcia. Cadenciei os movimentos e sincronizei a lingua no grelo e os dedos na buceta, num entra e sai prazeroso, sem ansiedade, mas vivendo as etapas do prazer. Enquanto realizava os movimentos na buceta, um dedo encostava no cozinho. Sentia as contrações anais. Beatriz deitou ainda mais e se rendeu. Reinaldo dirigia e falava com a esposa. Perguntava como estava e ela falava com suavidade, prazer. A voz era um espetáculo a parte. Passou a narrar para o marido tudo o que eu fazia. Reinaldo se mostrava inquieto e perturbado, pois precisava dirigir. Ergui o meu corpo e retirei o vestido. Deixei Bia completamente nua. Retirei a minha blusa e minha bermuda. Voltei ao estado inicial e continuei com a preliminar. Explorei o grelo avidamente , ao passo que os dedos entravam e saiam. Lambi a buceta avidamente. Passei a ponta do dedo indicador no cozinho. Senti nova contração. Introduzi cuidadosamente a ponta do dedo, enquanto outros dedos estavam na buceta. A lingua no grelo deixava a Bia fora de si. Gemidos altos, fortes e intensos. Algum tempo depois a explosão do gozo. Bia se contorceu repetidas vezes , segurando a minha cabeça. As contrações vacinas e anais eram espetaculares. Aos poucos relaxou. Ergui o meu corpo e lambi os meus dedos. O mel daquela mulher estava ali. Bia se levantou e disse ao marido que havia gozado intensamente. Reinaldo alisava o pau sobre a calça. Olhei o entorno e percebi que estávamos próximos do destino. Bia novamente me beijou e segurou meu pau. Retirei a cueca boxer e a pica saltou. Estava dura, quente, pulsante e em riste. Bia punhetou enquanto me beijava.uma punheta magnífica! Interrompeu o beijo e perguntou ao marido se poderia abocanhar. Disse que estava pulsando na mão dela. Ele devolveu a pergunta, se ela queria sentir na boca. A voz macia da Bia respondeu que sim, mas que queria beijar o marido depois. Perguntou se ele queria. Ela disse que sim, com a voz embargada. Ela desceu e abocanhou. Cuspiu, punhetou, lambeu a extensão, a cabeça da piroca, tudo. Explorou cada centímetro. Ora lambia, ora engolia. Que boca! Fez parecer que degustava um sorvete na casquinha. Eu estava incrivelmente em êxtase. A minha piroca na boca daquela mulher, magistralmente tocada e degustada. Uma loucura.
Percebi o carro passando por um local de piso irregular e notei que ja era a rua do drive in. Permaneci no meu lugar e Bia ali, engolindo a pica. O carro parou. Bia ergueu a cabeça para entender. Respondi que estávamos na entrada do local. Pedi para nao interromper a chapada. Ela me olhou e perguntou ao marido se poderia engolir a pica. Ele pediu que continuasse. Ela desceu e engoliu. Reinaldo baixou o vidro do carro e conversou com a pessoa que controla o acesso. Pagou o valor da entrada e comprou umas cervejas em lata. O carro seguiu. Sugeri que dobrasse a esquerda e subisse a rua. Assim o fez. Bia mantinha a posição, engolindo a piroca. Subimos a rua e , no descampado, que surgiu, pedi que fosse para a direita, ate o final. Seguiu e pedi para estacionar em frente ao bambuzal. Assim tambem o fez. Desligou o carro. Pronto, chegamos ao drive in. Bia levantou e custou a se acostumar com o escuro. Sai do carro, completamente nua. Bia disse que eu era louco. Dei a volta e abri a porta. Ela saiu, porém insegura. Nao havia carro próximo. Reinaldo desembarcou, ainda vestido. Olhou a natureza em volta, a lua e a esposa. Beijou com intensidade e amor. Ali, naquele gesto, o amor foi claramente exposto. O toques entre eles era de pura cumplicidade. Ali, naquele momento, a explicação prática que nao ha corno ou puta, mas um casal que se ama muito, que sabe os limites e anseios. Aproveitei e olhei para o bambuzal. O drive in tem "dois ambientes". O superior, onde estávamos, que e um terreno aberto e a parte de baixo, com cabines individuais para os carros. A parte alta e para aqueles que desejam ser vistos, que curtem o voyerismo e a exibição. Eu e a Bia completamente nua. Reinaldo retirou a blusa e permaceu de calça. La embaixo, um casal estava fora do carro, trancando. Bia olhou e ficou maravilhada. Disse que era excitante ao extremo aquele ambiente. Reinaldo tambem fixou o olhar no casal e ficou em silêncio. Peguei Bia pela mão e fomos para a frente do carro. Apoiei o seu corpo no caput do carro, pedi ao Reinaldo para acendeu a lanterna do carro e ajoelhei. Bia apoiou um pe no parachoque do carro. Reinaldo ligou a luz. Nao era forte como um farol, mas o suficiente para sermos vistos. Nao havia outro carro, mas a qualquer momento chegaria um. Pedi uma música de fundo e assim ele fez. Ouvi o barulho de uma lata se abrindo e tambem a mala do carro sendo aberta. Logo estava ali, ao lado, Reinaldo numa cadeira de praia , bebendo cerveja. Lambi a buceta, que estava ainda mais molhada. Os dedos entravam facilmente, dada a lubrificação natural. Enfiei dois dedos na buceta e um no cozinho. Sincronia perfeita. A lingua no grelo era o plus. Bia estava em êxtase. Reinaldo, com a calça aberta, tocava punheta e bebia cerveja. Bia passou a gemer alto. Que tesao! Nao demorou e um carro encostou. Parou metros a frente. Ninguem saiu. Bia paralisou. Trocamos de posição e permanecemos na lateral do carro contrária ao carro que chegou. Dessa vez Bia se apoiou no banco do motorista e ficou de quatro. Lambi o cozinho e enfiei o dedo na buceta. Em pouco tempo Bia gemeu e disse ao marido que gozava. Ficou fraca e sentou. Reinaldo curtiu quando ouviu um tapa na bunda e um gemido de mulher. Era o casal do carro ao lado. Baixaram o vidro traseiro e deixaram que assistissemos a cena, como se fosse um filme porno, porém ao vivo. Percebi que Reinaldo realmente curtia ser voyer. Fiquei próximo da cadeira onde ele estava e pedi a Bia para me chupar. Ela pegou outra cadeira de praia na mala do carro. Sentou e punhetou. O marido, ao lado, ora olhava a esposa, ora olhava o casal. Bia lambeu minha pica com intensidade. A boca ia e vinha. Beijava a cabeça do pau, lambia, punhetava, tudo sincronizado. Pedi que Bia beijasse o marido. Aquele beijo de amor. Ela manteve a punheta em mim e beijou o marido. As línguas se tocavam freneticamente. Reinaldo segurava o pescoço da esposa e demonstrava amor e tesao. Pedi a Bia para me chupar e alternar com os beijos. Ela olhou para o marido e agradeceu por proporcionar aquilo. Por permitir a realização da fantasia. Disse que estava maravilhada com tudo. Ele riu e apontou a pica. Ela veio, lambeu, cuspiu, engoliu tudo. Voltou e beijou o marido. Enfiava a boca na pica e imediatamente beijava o marido. Assim fez durante um tempo. Perguntei se estavam gostando. Eles se olharam e responderam que estavam adorando a cumplicidade. O casal saiu do carro e ficou no lado contrário, com a mulher apoiada próximo ao retrovisor, de quatro e o cara metendo. Os gemidos eram fortes e excitantes. Bia lambeu a minha pica e aproximou a cabeça do marido. Pediu para ele olhar bem de perto ela chupar a pica de outro. Perguntou se ele estava gostando. Ao passo que falava com ele, lambia a cabeça da pica. Reinaldo olhava fixamente e balançava a cabeça, concordando com as perguntas. Ela perguntou se elr queria beijar a sua boca depois de chupar. A voz dele, embargada, respondeu que sim. Bia engoliu, chupou, cuspiu e tornou a engolir. Puxou a cabeça do marido e o beijou. Passou a chupar e beija-lo, seguidas vezes. Olhou nos olhos dele e disse que chupava a piroca de outro. Algumas vezes falou para ele sentir o gosto da pica. "Sente, amor, o gosto da pica de outro macho". " Beija a tua mulher, que chupa a piroca de outro". Após algum tempo assim, anunciei que ia gozar. Eu estava com muito tesao. Aquela cena de cumplicidade havia multiplicado o meu tesao. Bia abriu a boca e aumentou o ritmo da punheta. " Goza, safado!" Goza na minha boca. Enche de leite para eu dividir com meu maridinho". Quando ela acabou de falar, gemi alto e gritei que ia gozar. O casal ao lado ficou paralisado. Gozei muito gostoso. Bia agasalhou a pica com a boca. Alisou o meu saco. Notei que Reinaldo gozou, silenciosamente. Bia absorveu nada gota do meu leite. Deixou a pica limpa . Olhou para o marido e puxou sua cabeça. Foi um beijo extremamente excitante. As línguas se tocavam intensamente. Beijo molhado, com tesao e paixão. Bia parou e, fixamente observando o marido, mandou sentir o gosto de leite de outro. Mandou sentir o gosto da piroca de outro homem, que a esposinha acabara de chupar. Ele a beijou ardentemente e disse que a amava. Fiquei hipnotizado, pois ali, na minha frente, um casal se divertia, mas se amava. Uma cena espetacular! Amor e sexo vividos no mesmo ambiente, porém, separadamente. Ser liberal tambem e preservar a chama do amor, do respeito e cumplicidade . Bia levantou e me beijou. Reinaldo ficou atrás da esposa . Beijou a nuca e alisou a bunda da esposa. Puxei os dois para a frente do carro. Seria o momento de darmos nosso show. Ao lado, o sujeito estava em pe, encostado na porta do carro e a esposa agachada, chupando seu pau. Rapidamente olhei a cena. Encostei no caput e pedi a Bia para me chupar. Ela ficou de quatro. Reinaldo aproximou e meteu seu pau. Bia olhou para o lado, viu o casal tambem nos olhando e falou para o marido curtir tudo. Ela engoliu meu pau com tesao. Punhetou, enquanto o seu corpo se movimentava pelas estocadas do Reinaldo. Ao lado, o casal interrompeu o sexo oral e a esposa ficou em pe. Ambos passaram e se masturbar. A mulher tocava uma siririca, enquanto o rapaz tocava uma frenética punheta. Virei a cabeça da Bia e mostrei a cena. Ela gemeu alto com a metida do marido e falou que era melhor do havia imaginado. Que so em filme tinha visto algo semelhante. Voltou a engolir a minha piroca. Interrompi a deixei os dois namorarem. Eles se beijavam muito. Coloquei uma camisinha . Fui ate eles e pedi a Bia para colocar as pernas sobre a minha cintura. Ela nao entendeu, mas acabou fazendo. Encostei na lateral do carro, de frente para o outro casal. Bia veio, ficou de costas para eles. Entrelaçou os braços no meu pescoço e pulou. As pernas passaram pela mi ha cintura. A pica entrou. Segurei pela bunda e as metidas foram gostosas. O casal aumentou o ritmo da masturbacao. Pedi ao Reinaldo para aproximar. Ele veio. Sussurrei no ouvido da Bia se ela queria uma DP, mostrar ao casal do lado do éramos capazes. Ela gemeu e apertou as pernas . Reclinou a cabeça para o lado do marido e pediu suavemente para ele comeu seu cu. Ele suspirou. Pegou algo na bolsa e passou no pau. Provavelmente lubrificante. Aproximou e meteu. Pedi para ele me ajudar a segurar a esposa. Assim o fez. Ali estava, uma dupla penetracao, em pé. Eu enfiava na buceta e o Reinaldo no cu. Bia gemia mais alto. Gritava que queria mais. "Mete mais". "Rasga meu cu". "Comam, seus fdp", gritava ela. " amor, estou na pica de outro", disse ela. Assim que acabou de falar, o casal ao lado gozou. Gemeram alto. Bia gritou para a gente meter mais. Meter com força. Em instantes ela gozou. Gritou tao alto que desfaleceu. Ficou mole e se entregou. Desceu e colocou os pés no chão. Abri a porta do carro e ela sentou. Peguei uma cadeira de praia e pedi que ela sentasse.
Ela obedeceu. Estava fraca. Chamei Reinaldo e ficamos ao lado dela. Disse que daríamos banho de porra nela. O casal ao lado ja se vestia. A mulher parou um instante e observou atentamente. Fiz um gesto com a mão e chamei. Ela olhou para o seu marido e deu uns passos a frente . Veio assistir a cena. Bia notou e punhetou as duas picas. Reinaldo notou a chegada da outra mulher. Bia tentou colocar os dois paus na boca. Ora lambia uma pica, oura outra. Punhetava um e depois o outro. Perguntei o que ela queria. Olhou para o marido fixamente e respondeu que queria muito leite na boca e beija-lo depois. A mulher do outro carro observava tudo atentamente. O companheiro ficou próximo ao carro deles. Bia pedia leite. "Quero leite". "Jorrem leite na minha cara, seus putos". " Amor, quero leite de outra pica, voce deixa"?. "Amor, quero leite de macho, divide comigo"?. "Beija a boca da tua mulher com leite de outro". Pronto, foi a senha para Reinaldo gozar. Ele puxou o cabelo da esposa e gemeu alto. Ela mandou ele gozar. A mulher, ao lado, alisava o próprio seio. Estava visivelmente hipnotizada e com tesao. Reinaldo ficou encostado na porta, fraco. Bia olhou pra mim e mandou gozar. Disse repetidas vezes que queria o meu leite. Leite de macho puto. Macho safado. Macho comedor. Ficou falando várias putarias. Eu estava enlouquecido com aquilo tudo. Ela olhou para o marido e disse que o beijaria com leite de outro. Ele disse que queria. Ela voltou a me olhar e soltou algo que foi determinante. "Goza, seu puto. Goza que meu maridinho corninho vai sentir o gosto do teu leite na boquinha da putinha dele". Nao segurei e goleiro. Um gozo tao forte que quase cai. Senti as pernas amolecerem. Bia sentia os jatos e deixava a boca aberta. Dava para ver o líquido na garganta. Ela acumulou uma quantidade na boca, levantou, mostrou a linha a mim e ao Marido e o beijou. Que beijo! Beijo quente, ardente, apaixonado, cheio de tesao. Repassou todo o leite para o marido. Engoliram juntos. Ela perguntou se ele estava gostando. Ele não respondeu, apenas segurou a sua cabeca e nao desgrudou. Notadamente havia gostado.
Recompomos. O rapaz do outro carro aproximou e agradeceu o "espetáculo ". Entregou um discreto papel com o número do telefone. Disse que adorariam participar na proxima vez. Trocamos poucas palavras e eles se foram. Vestimos nossas roupas e entramos no carro. Bia foi atrás comigo, porém encostou a cabeça na minha perna e dormiu. Reinaldo trocou poucas palavras e fomos ouvindo a música do rádio. Fiz carinho nos cabelos daquela mulher incrível. Olhei para o marido, ali, dirigindo e fiz reflexão. O amor e isso, cumplicidade, respeito, entrega, entendimento. Nao ha espaço para traição, desconfiança e negatividade. O menage proporciona prazer ao casal, desde que alinhados no mesmo propósito. Pode soar estranho falar que nao ha traição. Mas o entendimento sobre a palavra aqui descrita remete a alto oculto aos olhos no parceiro. Algo que apunhala, maltrata e causa dor. Quem ja foi traido(a) entende a narrativa. Quando ha cumplicidade do casal e ambos vivenciam o momento, bem, trata-se de amor liberal. Nao ha puta, nao ha corno e nao ha traição. Sao momentos eternizados , capazes de intensificar o amor que une o casal.

Ah, sobre o telefone recebido, voltamos ao drive-in , dois dias depois. Porem, um encontro a 5.

Foto 1 do Conto erotico: Drive in e a essência de ser liberal

Foto 2 do Conto erotico: Drive in e a essência de ser liberal

Foto 3 do Conto erotico: Drive in e a essência de ser liberal

Foto 4 do Conto erotico: Drive in e a essência de ser liberal


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Ficha do conto

Foto Perfil gladiador-
gladiador-

Nome do conto:
Drive in e a essência de ser liberal

Codigo do conto:
253767

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/02/2026

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5

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