Sou do RJ. Participo ativamente de um grupo de futebol, formado por pessoas acima dos 40 anos. Após os jogos, naturalmente ocorre o momento de descontração, em que muitos são os assuntos conversados. Pois bem, na última semana do ano ocorreu a festa de encerramento. Momento em que as famílias participam. Após o jogo, ja de banho tomado, sentei numa mesa com outros colegas e suas esposas. Peguei a minha agua com gás e interagi. Muitas risadas e momento de descontração. Algum tempo depois, muitos ja estavam sob efeito do álcool. Eis que um colega, chamado Renato, passou a monopolizar a minha atenção. Ao seu lado, a esposa, que, embora tenha consumido cerveja, estava em melhor condição que ele. Renato entrou no assunto de massagem, pois externou a esposa que eu fazia. Ele disse que a esposa adoraria fazer, mas que era difícil encontrar profissional no mercado. A esposa, chamada Mayara, entrou no assunto e manifestou que realmente tinha o desejo, mas que o receio era maior, pois ja tinha ouvido relatos negativos, principalmente de condutas reprovaveis. Apresentei a minha opiniao e o assunto esquentou. Mayara perguntou muitas coisas, mas Renato foi direto ao ponto, abordando a massagem tantrica. Entre um "gole" e outro, Renato falou que adoraria assistir. Fiquei sem jeito, afinal, ele era um colega próximo e a esposa estava ali, na minha frente. Ela respirou, bebeu um pouco de cerveja e disse que adoraria receber a massagem. Bebi a agua e, num momento de leveza, disse que poderíamos combinar. Porém, de forma inesperada, Renato, ja afoito, perguntou se eu teria a disponibilidade de realizar o desejo da esposa naquele instante. Fiquei sem entender como, pois estávamos na confraternização. Ele propôs levar a esposa em casa e, depois, ele chegaria para assistir. A esposa se assustou com a proposta e o chamou para conversar. Levantaram e foram ao estacionamento. Aproveitei para renovar a agua com gás e dar atenção aos outros colegas do grupo de futebol. Nao demorou e Renato voltou, porém sozinho. Imaginei que uma briga de casal fosse a explicação. Ele se aproximou, apertou a minha mão e disse para ser discreto e ir ao estacionamento. Encarei bem nos olhos e percebi que era realmente o seu desejo. O álcool apenas deu a "coragem". Enrolei uns minutos, peguei alguns pertences e sai. Mayara estava ao lado do meu carro. Abri a porta e ela entrou. Sorriu e reafirmou o desejo da massagem. Disse que havia tensão e precisava relaxar. Sendo assim, saímos do clube com total discrição, pois os vidros escuros facilitaram. Destino próximo, Jacarepaguá, fomos para a casa do Renato, conforme ele combinou com a esposa. Ja no edifício, subimos pelo elevador de serviço e nao chamamos atenção. Ja no imóvel, a esposa foi ao quarto tomar um banho na suíte do casal e ofereceu uma toalha. Nao recusei e também tomei um banho, porém. No banheiro social. Na volta, sentei e aguardei. Mayara saiu, envolta numa toalha. Estava a vontade e segura de si. Como fui surpreendido, pedi que buscasse óleo corporal, pusesse uma música relaxante, dispusesse algum aromatizante e deixasse uma luz indireta. Assim o fez. Mayara me conduziu a cama do casal e deitou. Selecionei algumas músicas, liguei o aparelho aromatizador e me aproximei. Posicionei Mayara de brucos e retirei a toalha, ela estava com shortinho e soutien. Iniciei movimentos sobre a nuca, ombros, pescoço, costas
e lombar. Momentos cadenciados, suaves, cuidadosos e incessantes. Fui aos pés, panturrilha, coxas. Ao atingir a parte interna da coxa, Mayara soltou um leve suspiro e facilitou os movimentos. Abriu ligeiramente as pernas. Estava visivelmente excitada. Ela comentou que o marido estava ansioso, querendo saber o que estava rolando. Ela externou que, ao se ausentarem no clube, ela ficou brava, pois nao me conhecia. Mas disse que o marido falou muito bem e, principalmente, que eu era discreto. Seguimos com a massagem. Movimentei próximo a virilha. Mayara inquieta, disse que estava com calor, embora o ar condicionado estivesse ligado. Ela mudou a posição e se deitou frontal. Posicionei uma toalha sobre os olhos e pedi para se "entregar" as sensações. Novamente de cima para baixo. Dessa vez, ela retirou a peca de cima. Alegou calor. Seios perfeitos, lindos! Suspirei e mantive a performance. Desci para os membros inferiores. Pes, tornozelo e coxas. Ao atingir a parte interna da coxa, pedi que retirasse o short, pois, embora curto, dificultava os movimentos. Ela atendeu o pedido e, nua! Sim, estava sem nada por baixo do short. Admirei com discrição e mantive os movimentos. Mayara abriu as pernas e relaxou. Toquei próximo a virilha e ela gemeu. Movimentei próximo aos grandes lábios. Tintilei próximo ao grelo e ela se contorceu. Estava muito excitada. Era visível a sua lubrificação. Eu estava ao lado dela. O seu braço tocou o meu pau, que estava latejando. Ela segurou com firmeza. Fez uma leve rotação no corpo, baixou a minha bermuda e...abocanhou a pica. Punhetou, alisou, beijou e engoliu. Toquei a sua buceta, que estava enrolada. Nao demorou e ela gozou. Estava quente. Lambi os meus dedos e senti o sabor daquele mel. Retirei a minha roupa e posicionei num 69. Lambi o grelo com muito desejo. Língua no grelo e dedo na buceta. Ao mesmo tempo sentia a língua na cabeça da piroca. Boca quente, macia, língua habilidoso. Mayara estava em chamas. Lambi o cozinho e ela gemeu alto. Disse que nao aguentava mais. Que precisa fuder muito. Antes, porém, pediu para sentar na cama e lambeu a pica, cuspiu e pediu que eu filmasse. Assim o fiz . Eu gemia e falava palavras de safadeza. Que boca! Após uns 40 ou 50 segundos de vídeo, Mayara pegou o telefone e enviou o vídeo ao marido. Escreveu para abrir com cautela. Coloquei a camisinha e, sem tempo para pensar, Mayara sentou. Esfregou a buceta, quitou, gemeu e gozou. Eu apertava a sua bunda , enfiava um dedo no cozinho e lambia os seios. Beijei a boca de forma intensa e prazerosa. Que tesao de mulher! Mudamos a posição e ela ficou de quatro. O som da batida do meu corpo contra o dela, o som a piroca entrando e saindo da buceta molhada era excitante demais. Cerca de 1h depois, eis que Renato chegou. Mayara estava sentada na pica. Abri a bunda e olhei no espelho. Visão espetacular! Renato foi silencioso e se sentou na cadeira. Olhei sobre os ombros da esposa. Ele ja se masturbava. Não contente, se aproximou e beijou a nuca da esposa. Ela arrepiou e se jogou para trás. Renato colocou a mão na bunda e enfiou um dedo na bunda . A esposa gritou, gemeu e falou pularia. Mayara fez uma rotação e se manteve sentada na pica, porém, de frente para o marido. Reclinou o corpo para trás e Renato parece que entendeu o recado. Ele ajoelhou e lambeu o grelo. Fiquei paralisado e Mayara passou a conduzir. Enquanto a pica pulsava dentro da buceta, a língua tocava o grelo. Mayara estava entorpecida de tesao. Nao demorou e Mayara gozou. Que gozada!!! Ficou "mole", porém retirou a minha camisinha e engoliu a pica. Renato ao lado, apos cada lambida da esposa na pica, beijava a boca da esposa. Beijo longo, ardente, apaixonado e cheio de tesao. Mayara passou a lamber a cabeça da piroca e punhetar, simultaneamente. O desejo era indescritível. Aquela mão com a aliança de casada, segurando o pau era absurdamente excitante. Ela pedia leite. Gemia para gozar na boca. Renato se mastirbava e , sem aguentar mais, gozou. Explodi tambem. Segurei a cabeça da May e ela absorveu todo o leite. Que delícia!!! Renato se aproximou da esposa e a beijou. Um beijo apaixonado, sincero e cheio de cumplicidade. Resquício de leite era visível na boca da Mayara. A cumplicidade do casal ficou evidenciada. Renato se declarou. Disse que amava a esposa e agradeceu pela realização da fantasia. Tomamos um banho e pedimos uma pizza. Acabei dormindo na casa deles. Rolou ate uma dupla penetracao, com Mayara sentada no marido e o cozinho completamente aberto para mim.
Despedi-me na manhã seguinte . No final de semana seguinte, futebol novamente e discrição total. Realizamos outra fantasia sexual, porém, no cinema. Contarei futuramente!
Afirmo, conto genuíno! A escrita flui naturalmente quando o relato é real. Espero que se deliciem!
A vida se mostra inesperada. Planejar o futuro é necessário, mas viver o presente é excitante!

