Os dois trouxeram a construção clara do Cuckold e da Hotwife. A sinergia das duas expressões, materializadas em pessoas autênticas, felizes e que se amam.
O Cuckold Marcio, nasceu na sua inquietude em exibir a sua bela esposa. Roupas curtas, que delimitava a forma fisica. Roupa de academia insinuante, muitas vezes com fio dental, claramente marcando a cada agachamento. Na praia, biquíni micro, valorizando a forma e despertando os olhares de cobiça masculino.
A Hotwife Mirela, nasceu do desejo profano do marido. Quantas vezes, na cama, respondeu o marido sobre transas do passado ou tamanho do pênis do ex. Muitas vezes, sem a clareza , sentiu não ser amada pelo esposo. Cobrou de si respostas, mas todas estavam ali, claras e objetivas. Aos poucos, com tempo, participou ativamente do jogo e alimentou, dia a dia, a composição das fantasias do marido. Narrativas fiéis de transas do passado, das boas às ruins. O namorado que a fez "sofrer" com o tamanho avantajado do pênis. A transa em local proibido.
Mirela, muitas vezes, na intimidade do casal, masturbou o marido e,ao ouvido, fantasiou cenários palpáveis, viáveis e realizaveis. Narrou que deixaria o esposo numa pedra, na praia de nudismo, e faria sexo oral num desconhecido. Narrou que, no cinema, sentaria ao lado do estranho e, com as luzes apagadas, colocaria a mão sobre o pênis alheio, enquanto beijaria o marido. Ou mesmo, num drive in, sairia nua e transitaria entre os carros. Assim, o Márcio, inquieto, gozaria, segundo a esposa.
Mirela narrou que, certa vez, o marido havia pedido que se insinuasse mais, expusesse o seu corpo. Viajaram para Santa Catarina. Lá , fizeram um passeio de barco. Baixa temporada, óbvio, um passeio tranquilo e restrito a eles. O barqueiro os levou a praia, linda, segundo eles. Deserta, como esperado. Mirela perguntou se o rapaz iria permanecer. Ele disse que os deixaria a vontade e que, retornaria 15h. Ela suspirou e disse que seria uma "pena", pois precisaria de alguém para espalhar o protetor solar. O Márcio disse que ficou incrédulo, porém excitado, pois o volume cresceu imediatamente. O barqueiro sorriu e ficou. Mirela buscou um local ideal e organizou as coisas. Esperou o barqueiro aproximar e, propositadamente, retirou a blusa e o short. O biquíni era uma linha atrás e, na frente, extremamente cavado, de forma que entrava na buceta. A parte de cima ela retirnou, fazendo topless. O Márcio contou que ficou estático, congelado e sem ação. O barqueiro imediatamente colocou as mãos no bolso, disfarçando a ereção. Mirela contou que ficou na posição de quatro apoios, demorou assim e deitou. Chamou o maqueiro e pediu que caprichasse no protetor solar. O rapaz, sem fôlego, olhou para o Márcio, que consentiu . Ele aproximou e espalhou o creme. Massagem em todo o corpo. Lógico e compreensível, demorou na bunda. Mirela abriu as pernas, segundo ela, e facilitou a ação. Os dedos ásperos, muitas vezes, tocaram o ânus e a buceta. Mirela ficou muito excitada e, disfarçou um gozo, apertando a areia a sua frente.
O cuckold ama a esposa incondicionalmente. Ama, respeita e faz tudo por ela.
A hotwife , as vezes e não é uma regra, e subserviente. Os desejos do seu parceiro a consomem, de fato que, possuída, faz as suas adequações e aprimora aquilo que o marido deseja. Ela ama o marido. Ela o respeita. Mas ela se ama. Ela sabe do que e capaz e se sente emponderada. Ela e firme e decide. O seu desejo e a palavra final.
O cuckold não é corno. Não e traído. Ele é o "dono" da obra de arte que permite ser apreciada por outros.
A hotwife não é puta. Ela não é leviana. Ela é dona das ações. Sabe o seu valor como mulher. Sabe que os desejos existem dentro de si, mas que os limites imperam. Permitir sem invadir. Aquele que, tendo o privilégio do momento, deve saber que, ali, nada mais é que a permissão provisória, muitas vezes.
O swinger, vulgo "comedor" , como muitos se intitulam, vende a imagem do viril, do másculo e do insaciável. Quantos insaciáveis, hiper mega dotados, como se auto constroem, fazem dos 5 minutos do respiro o máximo que atingem? Não é o pace, é a qualidade que se dá ao pace. E saber que, ali, você é o coadjuvante de uma relação da construída e sólida. Você e o elemento de prazer extra. A esposa, sempre será a principal e , o marido, aquele que detém o privilégio de, todos os dias , ao seu lado dormir.
Portanto, a relação cuckold e hotwife , é algo complexo, amável e transformadora.
O meu amigo passou uns dias na minha casa, no Rio. Trouxe a esposa. Um casal feliz, cúmplice e intenso. Mas foram capazes introduzir a minha presença no intimo do casal. Permitiram que eu pudesse sentir prazer com a esposa, sob o olhar atento do marido. Sorrimos, gêmeos, gozamos e fomos intensos.
Massagem, praia naturista, blocos de Carnaval e motel "liberal" foram ingredientes reais de momentos incríveis!
Às hotwifes, digo, sejam felizes. Façam os maridos felizes. Estabeleçam os seus limites próprios. Inovem e sintam-se poderosas!
Aos cuckold's, vocês são leais, fiéis ao propósito, seguros, amam as esposas, parceiros e cúmplices. Dominam a arte do voyerismo. Entendem profundamente o sexo. Sabem que, ao termino, as esposas serão integralmente suas. Poderão beija-las, toca-las e ate limpa-las. E estarão juntos, em casa, para as narrativas próprias. Não ha corno ou puta.
Ha amor incondicional!




Sábias palavras !!!! Somos cuckold, mas cá entre nós da muito tesão quando o macho alpha chama a gente de corno manso do caralho, quando esposa chupa minha buceta com porra corno frouxo ! O poder das palavras é delicioso inspira foder mais, dar mais, incentivar ela foder, beijo chupo limpo. Amo minha esposa safada !
Um texto melhor do que o outro!
Os seus contos são deliciosos! São ricos em detalhes que me fazem gozar muito!
Adoro os seus contos amor, votado com louvor! Ângela casal aventura.ctba Adoraria um comentario seu no meu ultimo conto.