Pois bem, ainda não noite de ontem, recebi uma mensagem aqui na página de contos. Trata-se de um marido que leu um conto que escrevi e manifestou o desejo de uma conversa. Deixou e-mail e Telegram. Fiz contato no Telegram e a conversa fluiu naturalmente. A pessoa tem 48 anos, casado com uma mulher muito bonita (enviou foto), morena, 39 anos e dentista. Entre os muitos assuntos abordados, o tema fantasia sexual predominou. Uma delas, porém, mostrou-se atrativa, pois ja havia realizado. O marido, chamado Michel, falou sobre o desejo de presenciar a esposa, Renata, ser beijada, tocada e desejada em local público. Rapidamente propus pegarmos um cinema. Sim, cinema! Michel ficou surpreso com a sugestão e, ao mesmo tempo, interessado. Seria inédito para eles. Imediatamente ligou para a esposa e a convidou para o cinema, mas sem informar que haveria outra pessoa com eles. Em pouco mais de dez minutos a Renata deu a resposta positiva, pois o seu paciente desmarcou a consulta em função do mau tempo.
Propus ao Michel nos encontrarmos na entrada do cinema, num shopping da Barra da Tijuca. Sugeri que convencesse a esposa ir com vestido.
Encontro marcado, cheguei 15h. Comprei 3 ingressos, sessão da tarde, filme de pouco interesse. Escolhi os lugares superiores e centralizados. Troquei mensagem com o Michel, através do WhatsApp e disse onde estava. Sentei numa cafeteira e aguardei. Nao demorou e chegaram. A Renata nao sabia da minha presença. Informei onde eu estava e o Michel disse que ia ao banheiro. A esposa ficou na frente do cinema e ele veio ao meu encontro. Apertamos as mãos e conversamos um pouco. Ele estava nervoso, pois seria algo inédito para eles. Entreguei os ingressos e pedi que a esposa sentasse à esquerda dele. Pedi ainda que ele propusesse um desafio a ela, que fosse ao banheiro e entregasse a ele, dentro do cinema, a calcinha. Ele sorriu e achou interessante. Ele voltou ao encontro da esposa.
Passei por eles, como se nao o conhecesse e fui para o meu lugar na sala. Sentei e avaliei o cenário. Pouquíssimas pessoas. Precisamente 10 pessoas, espalhadas em duplas. Próximo a mim, um casal, porém na extremidade da fileira de baixo. As luzes se apagaram e , pouco depois, Michel e Renata chegaram. Ela tentou sentar no outro assento, mas o esposo indicou aquele mesmo. Ela sentou e me olhou discretamente. Fingi que nao percebi. Eu estava excitado com tudo aquilo. Dentro da calça ja latejava. Vesti um conjunto de moleton cinza. Renata estava muito perfumada. Que mulher! Vi quando ele sussurrou algo no ouvido dela e ela estendeu a mão. Ele pegou algo e abriu. Era a calcinha. Ela ficou brava e tentou esconder, mas ele impediu e cheirou. Ela novamente me olhou e falou algo, mas nao entendi. Filme passando e eu nem ai. Com quase 15 minutos de filme, os dois passaram a se beijar. Uma das mãos dele tocava os seios dela, enquanto ela alisava a perna dele. Eu estava inquieto e apenas apertava meu pau sobre a calça. Numa manobra ousada, Michel subiu parte do vestido e tocou a sua buceta. Ouvi quando ela gemeu baixinho. Novamente ele disse algo no ouvido dela. Renata encostou a cabeça na poltrona e me olhou. Dessa vez a encarei. Embora escuro, pude observar o seu semblante de prazer. Michel fez subir ainda mais o vestido e passou a alisar o grelo. Vi quando ela abriu as pernas e facilitou. A minha pica pulsava. Deixei o meu braço no appio lateral e, inevitavelmente, tocava o braço dela. Assim, discretamente passei a alisar o braço da Renata. Ela se virou e falou algo no ouvido do marido. Provavelmente informou que eu a tocava no braço. Michel falou algo e ela me olhou mais uma vez. Resolvi ousar e passei a alisar a perna dela. Acabei encostando na mão do Michel. Ele segurou a minha mão e levou ate a buceta da esposa. Toquei no grelo e ela suspirou. Jogou a cabeça ainda mais para trás e ele beijou no pescoço. Levantei levemente e enfiei dois dedos na buceta. Estava ensopada. Renata abriu mais as pernas e facilitou. Passei a entrar e sair cadenciadamente. Ela gemia baixinho. Michel estava com o pau fora da caixa e Renata segurava. Aproximei do pescoço dela e beijei. Ela mantinha os olhos fechados. Alisei os seios, beijei a orelha, desci pelo pescoço e abocanhar o seio mais próximo. Lambi o biquinho, mordisquei e suguei. Ela segurou o meu cabelo. Subi e a beijei. Algo marcante, quente e extremamente excitante. Nossas línguas se tocando, a minha mão nos cabelos , rosto, uma maravilha!!!
Peguei a sua mão e levei ao meu pau. Ela alisou, apertou e segurou. Michel assistia e tocava punheta. Coloquei o meu pau pra fora e sussurrei no ouvido dela, se o seu companheiro deixaria ela saborear a minha piroca. Terminei de falar e logo ela apertou, insinuando muito tesao. Virou para o marido e falou algo no ouvido dele. Voltou, levantou o apoio de braço e beijou a minha pica. Punhetou, lambeu , engoliu. Que boca gostosa!!! Inegavelmente um sexo oral muito prazeroso. Segurei firma a sua cabeça e fiz engasgar com a pica. Olhei o casal na fileira da frente e estavam focados no filme. Levantei discretamente, fui para o lado. Renata achou que eu iria passar e retraiu. Agachei na sua frente. Ela falou algo do tipo " ta maluco "?! Michel mantinha ativa a punheta. Abri ainda mais as pernas e aproximei. Ela escorou na cadeira, colocou os dois pés sobre o assento e la estava eu, língua tintilando o grelo. A buceta esta lisa e encharcada. Encostei de leve, soprei, lambia, suguei e beijei. Ela ficou inquieta. Enfiei um e dois dedos. Língua no grelo e dedo na xota. Retirei um dedo e apenas toquei a entrada do cozinho. Fatal! Ela agarrou os meus cabelos e apertou forte. Gozou!!!! Apertou as pernas contra a minha cabeça. Aos poucos foi soltando e desfaleceu. Michel a beijou. Ela reclinou para o lado. Beijei o seu pescoço e fiquei com uma perna no assento e outra em pé. Observava tudo ao redor. Fui ao ouvido dela e pedi para chupar meu pau e beijar o marido. Ela apertou a minha mão. Entendi que foi o tesão da frase dita no seu ouvido. Renata foi ao ouvido do marido e sussurrou. Provavelmente repassou o que pedi. Michel intensificou a punheta em si próprio e gozou. Ela se virou e lambeu o meu pau. Engoliu e punhetou. Pedi para cuspir. Ela assim o fez. Babou e punhetou. Michel ficou ao lado. Ela engoliu mais uma vez. Passou a li gua, virou para o lado e deu um beijo apaixonado no marido. Beijo ardente, de língua, apaixonado. Percebi o quanto se amam. Ela voltou e fez isso algumas vezes. Engolia a pipoca e beijava o marido. Falou algo no ouvido dele, que passou a olhar de perto o boquete da esposa. Pedi para ela engolir meu leite. Ela punhetou e lambeu ao mesmo tempo. Lambeu o saco, segurou firme a pica e lambeu a cabeça da pipoca. Eu estava em transe. Era muito tesao. Anunciei o gozo e ela abriu a boca. Toquei uma punheta e acelerei os movimentos. Ela tocava apenas a ponta da língua. Segurei a sua cabeça e forcei contra o meu pau. Senti a sua garganta e gozei. Gozei intensamente!! Cinco ou seis golfadas de leite na boca quente. Que boca aveludada!!!! A pica latejando foi amolecendo. Renata deixou a piroca limpinha. Lambeu a cabeça e passou na fenda da pica. Extraiu a última gota. Olhou para o marido, segurou a sua cabeça e trocaram um beijo ardente, apaixonado e extraordinário. As línguas se tocavam e ele, certamente, sentia o sabor do leite que acabara de jorrar na boca da sua magnífica esposa. Beijo de aproximadamente 5 minutos. Recompus-me na cadeira, subi a calça e sentei. Renata arrumou o vestido e os cabelos. Michel tambem se vestiu. Ficamos em silêncio. Levantei discretamente e sai da sala de cinema. Lá fora, enviei uma mensagem ao Michel e disse que estava num restaurante. Não demorou e os vi saindo do cinema. Ele foi ao banheiro e mandou mensagem. Disse que adorou e iria sentar na mesa comigo. Assim o fez. Como se fosse algo acidental, eles vieram a mesa e Michel apertou a minha mão. A Renata não entendeu. Então, ele apresentou. "Amor, esse e o homem que você acabou de chupar no cinema". Ela me olhou completamente envergonhada e eu disse..." prazer, a sua boca e maravilhosa"! Ela riu copiosamente e se sentaram. Conversamos e tomamos um chopp.
Assim nasceu mais uma amizade! Penso que não existe corno ou puta. Existem pessoas cúmplices, que se amam e se permitem viver experiências marcantes, prazerosas e intensas. Assim, digo...permitam-se! A vida tem seus dissabores, mas , com grande certeza afirmo, viver é essencialmente maravilhoso!
Ah, já marcamos outra aventura, mas será na praia de nudismo. Voltarei para contar!!!
