Trata o presente da continuidade de uma narrativa real, ocorrida em Sao Thome das Letras.
Os personagens, Aline e Franco, casal excepcional, que tive a oportunidade de conhecer. Fui numa excursão e, despretensiosamente, os conheci.
O conto anterior encerra com uma transação memorável, no quarto da pousada em que estava hospedado. Aline sentou sobre mim, rebolou e quicou diversas vezes, promovendo o deleite do marido, que assistiu atentamente a performance da esposa. Aline se mostrou uma autêntica fogosa. Simplesmente memorável!
Apos gozar, caiu desfalecida. Franco foi a geladeira e buscou água para a esposa. Após se recuperar, Franco a beijou e revelou que curtiu cada instante. Eu nao havia gozado. Aline se aproximou de mim e segurou meu pau. Olhou para o marido e pediu que ficasse ao lado. Ele, obediente, aproximou. Aline lambeu a glande, engoliu, deixou muito molhada. Fez um sexo oral magnífico! Inevitavelmente, gemi a cada ação. Aline levantou e beijou o marido. Beijo ardente e apaixonado. Alternou entre chupada e beijo no marido. Fiquei em pé, próximo da cama. Aline sentou na beirada e chamou o marido. Ela chupava e o beijava. Assim o fez algumas vezes. O beijo era cada vez mais demorado e molhado. Nao demorou e a esposa, enquanto chupava e passava a língua na glande, olhou para o marido que, atento, chegou mais perto e, derrapante, beijou a esposa com a pica no meio. Lamberam juntos e se beijaram. Ela segurou a cabeça do Franco, que abriu a boca e engoliu cada centímetro. Ela assistiu atentamente . Inverteu a ordem. Agora Franco chupava e beijava a esposa. Ela riu algumas vezes. O que deve ter passado na cabeça dela, nao se sabe. Ela assumiu o posto e abocanhou o pau. Punhetou, lambeu, engoliu e deixou molhado. Eu estava em extase. Ela beijou o marido e punhetou o pau simultaneamente. Uma punheta absurda, magnífica e excitante. Nao demorou e anunciei o gozo. Aline aproximou e o primeiro jato atingiu o rosto. Aline abriu a boca e engoliu cada gota. Abocanhou a piroca e a deixou limpa. Aproximou do marido e o beijou apaixonadamente. Ele lambeu o rosto e a limpou tambem. Trocaram carinho e foram ao banho. Aline chamou e fui tambem. Juntos, eu e Franco demos um caprichado banho na Aline. Saímos do banho e resolvemos dormir. Sugeri que ficassem. Não exitaram e aceitaram o convite. Aline e eu dormimos na cama de casal e o Franco foi para a de solteiro. Apagamos. Ja era madrugada quando senti uma sensação maravilhosa. Acordei com Aline chupando meu pau. Boca quente, aveludada e molhada. Grmi baixinho. Franco dormia pesado. Fizemos um 69. Lambi a buceta, que estava muito molhada. Alternei chupada com a penetracao dos dedos. Lambi o cuzinho. Aline gemeu alto. Franco se mexeu, porem nao acordou. Passei a ponta do indicador na entrada do ânus, enquanto lambia o grelo. Percebi que a sensibilidade e o tesao aumentava quando aproximava do ânus. Ela gemia e se contorcia. Então, provoquei. Lambi o grelo e introduzi parte do dedo médio no cuzinho. Fui carinhoso e, logo, a ponta entrou. Aline me sufocou, apertando a buceta contra o meu rosto. Ela rebolou e aumentei o ritmo. Ela intensificou os movimentos e explodiu. Gozou incessantemente! Gemeu muito alto.alem do Franco, certamente acordou toda a pousada. Ele levantou e se aproximou. Chamou a esposa de safada e cachorro. Ela o chamou de corninho. Aline saiu de cima e pegou uma camisinha na bolsa. Vhupou meu pau e colocou a camisinha com a boca. Punhetou depois e beijou o marido. Pediu que ele pegasse o KY. Ele entendeu o desejo da esposa. Pegou e entregou a ela. A esposa, porem, "ordenou" que ele passasse na pica. Franco espalhou o creme na maos e segurou a pica. Aline, imediatamente, reafirmou : " isso, corno, segura a pica do macho que vai fuder sua mulherzinha". Franco foi ao delirio. Punhetou a piroca e a deixou bem lubrificada. Aline levantou da cama e aproximou da pica, porem, de costas para mim. Abriu a bunda e baixou. Cada centímetro da piroca foi sumindo dentro daquele cuzinbo apertado. Aline deu meia parada. Mandou o marido tocar o grelo e apertar os seios. Ele assim o fez. Depois, ela ordenou que ele chupasse o grelo. Ele ajoelhou em frente a esposa, que subia e descia num anal incrível. Atrás, assistia aquela cena maravilhosa. A pica entrando e saindo daquele cuzinho apertado. Franco lambeu o grelo e, algumas vezes, dado o movimento de sobe e desce da esposa, lambeu o saco. Apos um tempo, Aline em extase, mandou o marido fuder a buceta. Ela sentou completamente na minha pica, escondendo cada centímetro e aguardou o marido. Ele se ajeitou e foi introduzindo seu pau. Aline gritou. Ele seguiu e ela novamente gritou, mas, dessa vez, soltou um "mete na sua puta, corno". Franco ganhou confiança e meteu de uma so vez. Aline falou diversos palavrões para definir aquela sensação. Segurei na sua cintura e a fiz mexer. Franco entrava e saía. Sincronizamos os movimentos e proporcionamos muito prazer a Aline, que deixou a cabeca cair pra trás, de forma que beijei o pescoço e falei diversas safadezas no ouvido. Aline gritou tão alto que, certamente, na rua, foi ouvida. A madrugada silenciosa testemunhou o orgasmo intenso dela, que agradeceu o marudo e disse que o amava. Saiu de cima e caiu na cama. Franco tocou uma punheta e gozou rapidamente, deixando rastro no chão do quarto. Retirei a camisinha e mandei Franco punhetar. Alime levantou a cabeça e assistiu. Franco segurou com firmeza e tocou. Subiu a desceu rapidamente. Aline aproximou e beijou a minha boca. Eu toquei os seus peitos e apertei. Franco tocava a punheta. Aline mandou o marido extrair leite, pois queria beber. Nao demotou e soltei um jato sobre ele. Aline segurou a cabeca do marido e trouxe para o meu pau. O segundo jato bateu na lateral do rosto. Ele abriu a boca e engoliu a pica. Terminei de gozar la dentro. Ele engoliu cada gota. Beijou a esposa, que disse que o amava. Tomamos um banho e voltamos a dormir. Eu e Aline juntos e o Franco na outra cama.
Na manha seguinte, fomos no Eldorado. Aventura junto a natureza!
Farei novo relato

