O sol ainda nem tinha nascido. O céu lá fora era um roxo sujo, prometendo um dia de calor. Eu não dormi. Fiquei a noite toda com o rabo ardendo, o cheiro dele impregnado no meu travesseiro, escutando cada barulho da casa e esperando. Por volta das cinco, a porta do meu quarto se abriu sem fazer barulho. Ele estava lá, nu, com a pica já dura, apontando pra mim como uma arma.
"Levanta. Vamos," ele sussurrou, a voz rouca de sono e tesão.
Eu me levantei, meu corpo cansado e excitado. Ele não me deixou vestir nada. "Nu. Vamos como Deus te fez, sua vadia."
Andamos pela casa fria, pela varanda, nossos pés descalços no assoalho de madeira. O ar da manhã estava úmido, cheirando a terra e a mato. Ele me levou pelo braço, passando por trás da casa, até o pasto que descia até um pequeno córrego. A grama alta e molhada roçava minhas pernas, minhas coxas, meu rabo. Era tudo tão primitivo, tão nojento e perfeito.
Ele parou no meio do pasto, onde a grama era mais alta. "Aqui. De quatro."
Eu me ajoelhei na terra úmida e fria, sentindo a lama umedecer meus joelhos. Me curvei pra frente, com as mãos apoiadas na grama, o rabo empinado, totalmente exposto para ele e para o mundo que começava a acordar. Eu ouvia os pássaros começando a cantar, um som lírico e sujo que servia de trilha sonora pra minha humilhação.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Não fez nada. Apenas ficou ali, admirando. "Caralho... que visão. Meu primo, a putinha, de quatro no capim pra ser comida como uma cadela." Ele deu uma risada baixa. "Sua mãe se orgulharia se visse você agora, servindo de égua pro primo aqui no meio do mato."
Ele cuspiu na mão, passou no meu rabo e enfiou dois dedos de uma vez. Eu gritei, um som abafado pela grama. "Calma aí, seu arrombado? O cu tá ainda mais apertado que ontem. Vamos abrir esse buraco direito."
Ele me preparou com os dedos, me abrindo, me esticando, falando no meu ouvido cada palavra suja que podia imaginar. "Vai tomar rola no capim, sua bicha. Vai ser a montaria da manhã. Quero te ver gemendo pra vaquinha do vizinho ouvir."
Quando ele finalmente tirou os dedos, eu estava mole, todo aberto, pedindo. Ele não fez cerimônia. Posicionou a cabeça daquela pica monstruosa na minha entrada e empurrou. Entrou tudo de uma vez, fundo, brutal. A terra fria e a grama molhada contra minha pele, o sol começando a pintar o céu de laranja, e aquela pica me rasgando ao meio. Foi a melhor sensação da minha vida.
"AGORA SIM! AGORA VOCÊ É MEU, SEU FILHO DA PUTA!" ele berrou, socando sem piedade. "MINHA ÉGUA! ME DÁ ESSE CU!"
Ele segurava meu quadril com tanta força que eu sabia que ia ficar com as marcas dos dedos. Cada socada me empurrando pra frente, meu rosto quase afundando na lama. "LEMBRA DISSO, PRIMINHO? LEMBRA DAQUELA VEZ QUE VOCÊ FICAVA COM INVEJA DO MEU PAU? AGORA ELE É DONO DE VOCÊ!"
"SOU SEU! ME FODE, SEU TOURO! ME ENCHE DE PORRA NO MEIO DO MATO!" eu gritei de volta, a voz embargada de prazer e dor.
Ele me comeu como um animal selvagem, sem regras, sem vergonha. O sol já estava nascendo, lançando uma luz dourada sobre nós, iluminando a cena suja: ele, um deus brutal, e eu, sua oferta, sua criação, sendo destruída e renascida a cada socada.
"Vou te marcar, sua vadia," ele ofegou. "Vou botar tanto leite em você que você vai ficar grávido de porra. Vou te encher até escorrer pelas suas pernas o dia todo."
Ele começou a socar mais rápido, mais forte, um ritmo insano. O barulho da pele dele batendo no meu rabo, meus gemidos, os grunhidos dele... era uma sinfonia pornográfica ao amanhecer. Então ele gemeu alto, um som de dor e prazer, e senti meu cu sendo inundado por uma torrente de porra quente. Foi tanto que escorreu imediatamente, descendo pelas minhas coxas, misturando-se com o orvalho e a terra.
Ele caiu em cima de mim, nos dois suados, sujos, ofegando no silêncio do campo que agora estava banhado em sol. Ficou ali um minuto, a pica ainda pulsando dentro de mim.
Fotos do meu rabo pra vocês, comentem amores!
Espero que gostem.




Belo conto, votado! Sortudo que tu és em teres um macho bruto.