Oi, tudo bem? Tamires novamente. Dessa vez, meu relato vai complementar a última postagem que o Arthur fez. Como ele disse, nessa nossa primeira vez numa festa de Swing aconteceram várias coisas, mas vou focar aqui no momento seguinte ao qual nos separamos. Assim que o deixamos na porta daquela sala com o velhinho, nosso dono seguiu comigo para outro local. Ele foi em frente, sempre puxando minha coleira sem me deixar me afastar muito. Paramos em alguns momentos e, enquanto ele conversava, pareceu que a forma correta de me portar seria segui-lo de cabeça baixa e sem falar nada, a não ser que ele falasse comigo. Isso meio que se confirmou quando encontramos um amigo dele, que também trazia junto uma escrava encoleirada. O comportamento dela foi exatamente igual: só falamos quando nossos donos nos apresentaram e pudemos trocar algumas palavras. Mais adiante seguimos para o segundo andar da festa. Passamos por um corredor largo com várias portas, aquelas eram as salas dos glory holes. Assim que o mestre encontrou uma vazia, entramos e ele mandou que eu tirasse a calcinha. Conforme ele havia ordenado antes, eu estava com uma calcinha de renda estilo fio dental preta, cinta-liga com meia-calça presa nela (ambas pretas), salto alto preto. A roupa eu podia escolher, desde que fosse algo confortável e folgado. Coloquei uma saia reta vermelha sem estampa, que passava um pouco do joelho, e uma blusa preta leve, de manga curta e um decote V grande. Sinceramente não queria ter que ficar naquela sala. Sabia que naquela noite iria interagir sexualmente com outras pessoas, mas queria pelo menos saber quem eram. No fim, fiquei aliviada, pois tudo que tive que fazer ali foi soltar a meia-calça da cinta para poder tirar a calcinha e entregá-la ao nosso dono. Depois de me arrumar novamente, saímos dali e fomos para onde de fato era o objetivo dele. À frente, chegamos às “salas de cinema”. Eram pequenos auditórios, com algumas fileiras de cadeiras e um filme pornô sendo projetado. Homens e mulheres podiam entrar ali sem problemas, mas, ao entrarem, as mulheres davam permissão implícita para que pudessem ser tocadas de todas as maneiras. Quando chegamos, havia dois homens: um branco, um pouco mais velho que eu (lembrando que, nessa época, Arthur e eu estavamos com 29 anos), calvo, com corpo normal, sentando na fileira do meio; o outro era negro, bem magro, mas atlético, sentado na última fileira. Como a sala não era escura como um cinema de verdade, deu pra ver que ele estava se masturbando enquanto assistia ao filme. Entramos e fui levada a sentar na fileira do meio ao lado do primeiro homem, ficando entre ele e meu dono. Estava me sentindo muito estranha naquela situação e nem prestei atenção no filme. Mas, depois que sentamos, vi que a atriz nele se parecia muito comigo: baixinha, meio gordinha, só era mais branca. Aprendi que geralmente os homens levam suas parceiras ou escravas para as salas com filmes onde as atrizes se pareciam com elas, para atiçar os presentes. Ele pediu pra eu abrir o zíper da calça dele e começar a punhetá-lo. Tive muita vergonha por estar fazendo aquilo “em público” e, claro, que o homem do lado estava vendo. Não demorou muito e esse estranho começou a passar a mão no meu joelho direito. Ficou fazendo algumas carícias e, quando viu que não teve rejeição, foi subindo a mão pela coxa devagar, sempre alisando enquanto subia minha saia. Ele disfarçava para não ficar tão óbvio, mas o objetivo era colocar a mão no meio das minhas pernas. Assim que o fez, viu que eu estava sem calcinha e ganhou mais confiança, começando a me apalpar mais descaradamente. Ele me dedilhou bem; não tinha a perícia do meu dono, mas foi bom o suficiente pra me deixar molhada rápido. Em seguida ele abriu o próprio zíper e guiou minha mão direita até o pênis dele. Eu estava masturbando meu mestre e esse estranho enquanto ele fazia o mesmo em mim. De repente, senti uma mão descendo pelo meu ombro direito. O homem negro veio para a fileira atrás da nossa e passou a mão por cima de mim para alcançar meu seio esquerdo, meio que me abraçando por trás. Deu pra notar que ele ainda estava se masturbando enquato fazia isso. Rapidamente, ele baixou meu sutiã por dentro da blusa e começou a acariciar meu seio. Ele sentiu o meu piercing e começou a brincar com ele, alternando entre isso e apertos de mão cheia no meu peito. Em um momento, ele até tentou virar meu rosto pra me beijar, mas meu dono, sem nem mesmo se virar, só falou com aquela voz de alpha dele: “Nada de beijos”. Logo em seguida, ele mesmo me deu um beijo delicioso, marcando território e mostrando que havia alguns privilégios que só ele tinha. Pouco depois, ele se levantou e disse que eu deveria ficar ali enquanto ele ia buscar seu outro escravo, meu marido. Nesse tempo, chegaram mais algumas pessoas: um homem na casa dos 40, gordinho, e um casal: um homem de uns 30 e poucos anos, alto,corpo normal, e sua companheira, que aparentava ser mais nova que ele, um pouco mais alta que eu e loira. O primeiro homem, assim que entrou, já veio em minha direção, sentou no meu lado que estava vazio, me alisou um pouco e logo colocou o pênis pra fora para que eu o masturbasse também. O casal viu tudo e pareceu ficar bem excitado, mas foram para uma outra fileira e ficaram se pegando. Ao retornar para sala trazendo meu marido pela coleira, nosso dono fez questão de falar alto: “Trouxe o corno”. Em seguida, tirou a minha calcinha que estava em seu bolso e deu a ordem para que o Arthur tirasse toda parte inferior da roupa e a vestisse. Vindo em minha direção depois de falar isso dessa forma e com a porta meio aberta, foi o suficiente para que um casal que estava do lado de fora, no corredor, também viesse ver o que estava acontecendo. Eles estavam na casa dos 50 anos: o homem era grisalho, corpo normal só com um pouco de barriga, e a mulher era loira, pele bronzeada inteirona, cheia de curvas. Como ordenado, o Arthur tirou os sapatos e meias, baixou a calça e a cueca, mas fez isso segurando a barra camisa um pouco pra cima, assim todos puderam ver que ele estava com um micro cinto de castidade. Não imagino o quão humilhado ele se sentiu com todos olhando pra ele naquela situação e ainda tendo que vestir uma calcinha. Vindo até mim, nosso mestre falou para os outros homens me soltarem um pouco e me levou para a primeira fileira. Mandou que eu virasse para a cadeira e prendeu minha guia no braço de uma delas, o que me fez ficar um pouco curvada. Nesse tempo, o Arthur já havia se trocado e então ele foi ordenado a vir até a gente. Quando chegou, nosso mestre disse: “Bora, corno, já sabe o que fazer”. Ouvindo isso, o Arthur abriu o cinto do nosso mestre, desabotoou a calça e iria continuar até tirar o pau do dono pra fora, mas foi interrompido: “Prepara ela pra mim”. Meu marido me alisou um pouco entre as pernas, depois separou um pouco as minhas pernas e minhas nádegas. Nosso mestre colocou o pau pra fora, segurou com uma mão enquanto colocava a outra nas minhas costas e foi enfiando. Não foi difícil, pois já estava bem molhada, mas como sabem, o cacete dele é um colosso e nunca é totalmente fácil. Rapidinho ele já estava dando umas bombadas de leve e fez sinal com a mão chamando os demais. Todos se aproximaram. Os três homens que estavam comigo antes foram os primeiros. Por estar naquela posição, meus peitos balançavam muito e eles aproveitaram para baixar minha blusa e deixá-los expostos, brincando com eles, apalpando e dando pequenos tapas neles enquanto eu os masturbava. O negro ficou bem na minha e perguntou ao nosso dono: “Ela pode mamar?”. Ao receber a confirmação que sim, já foi juntando meu cabelo pela nuca pra levantar minha cabeça e enfiando o pau na minha boca. Ele não era tão grosso, mas era bastante comprido. Fez questão de foder minha boca com força, talvez por não poder me beijar, estava descontando. Machucou bastante minha garganta. Não demorou muito pra gozar, veio bem forte e me engasguei um pouco, mas o pau dele não desinflou. Como ele já não segurava minha cabeça tão agressivamente, os outros também pediram para que eu os chupasse. Então tive que ficar intercalando entre punhetar e usar a boca para satisfazê-los, tudo isso enquanto meu dono me macetava. Os casais chegaram perto. A princípio não interagiram muito; o primeiro casal já estava transando, mas pouco depois o marido veio até mim para que eu chupasse ele também. Foi bem rápido, ele já devia estar em ponto de bala. Depois de gozar na minha boca, a esposa dele veio até mim e me deu um beijo pedindo pra compartilhar a porra. O outro casal também veio para a primeira fileira e, em alguns momentos, o marido brincou comigo, mas a esposa dele também estava pra jogo e até os rapazes que estavam comigo também foram se divertir com ela. Depois de gozar primeiro e estrear minha buceta, o mestre disse aos demais que eu estava liberada, só de camisinha e sem anal, mas que podiam tirar a camisinha pra gozar na minha bunda. O primeiro a chegar foi o rapaz negro. Nosso mestre pediu para o corninho dele colocar as camisinhas e ajudar qualquer um que mandasse. Ele vestiu a camisinha no jovem e escutou ele dizer: “Vai, corninho, segura ela abertinha pra mim”. Meu marido o fez e eu já fui sentido o pau comprido dele entrar. Ele era bem selvagem e eu até gostei de ser fodida por ele, foi a pessoa com quem mais tive orgasmos depois do meu senhor. Aquela sessão de foda foi bem intensa e extensa. Todos abusaram de mim como quiseram. Tive que deixar meu seios sempre a disposição para apertos e chupões, seguir seus pedidos de tocar uma pra eles enquanto esperavam sua vez na fila que fizeram pra me foder, fila que não diminuía, pois ou iam pra frente se divertir com a minha boca ou voltavam para o final da fila pra me comer novamente. Meu dono, claro, não esperava na fila e me comia bem gostoso, pele na pele. Nem sei quantos orgasmos eu tive nem quantas vezes o meu marido foi humilhado pelos homens que não paravam de chamar ele de corno, sempre mandando ele abrir minha bunda para eles meterem ou segurando a cabeça dele bem próximo da ação pra ele ver de pertinho minha buceta sendo penetrada. Tirando o homem do primeiro casal (onde a mulher dele só deixou ele ser chupado por mim), todos os demais me comeram múltiplas vezes, menos o Arthur rsrs. Pelo que vi a mulher do segundo casal também aproveitou bem, mas a atração principal da sala fui eu. Pode ser até que tenham aparecido outros homens, mas, sinceramente, estava sendo tão requisitada que até parei de prestar atenção e não sei qual foi o total de caras que me foderam naquela sala. Só me preocupei em aproveitar e gozar. Por falar em aproveitar a sacanagem, todos fizeram como meu mestre disse: sempre tiravam a camisinha e gozavam na minha bunda e no comecinho das costas. Estava muito molhada, sentindo escorrer bastante porra. Estava preocupada como ia fazer pra me limpar e poder vestir minha saia, não queria me vestir suja e também não ia ao banheiro só de blusa mas o nosso dono tinha a solução. Depois que todos acabaram de se divertir, já estava entrando naquele momento de descontração entre os homens e os casais, todos conversando e rindo quando meu mestre mandou o Arthur se ajoelhar atrás de mim e fazer a limpeza com a boca, admito que tive um pouco de pena por ele já ter passado por muita coisa, mas também não queria ir embora toda suja, fora que é sempre ótimo sentir a língua dele entre as minhas penas quando estou me sentido um pouco assada, alivia bastante rsrs. Nosso dono disse que éramos os escravos perfeitos, ele gostava assim e por isso iria continuar preparando muitas outras experiências incríveis pra gente, por exemplo, como foi a aventura no hotel que relatei anteriormente e aconteceu alguns meses antes. Esse foi o meu relato de uma das coisas que aconteceu nessa nossa primeira experiência em uma casa de Swing, uma festa na verdade. Vejam se o Arthur fez um bom trabalho em mim, comentem e mandem mensagens privadas, adoramos interagir, gostamos do feedback pra saber se está chato, ou longo demais, gostamos de detalhar bastante, então ficamos inseguros quanto a isso, mas podemos melhorar. Beijos.
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