Me chamo Sthe, tenho 26 anos, 1,57m, peitos naturais tamanho médio, um corpo natural também, e com uma bunda deliciosa, cabelos castanhos e olhos verdes. Meu marido se chama Arthur, tem 30 anos, 1,90m, corpo "normal", um pouco mais fofinho, mas forte por treinar diariamente.
Isso que vamos relatar para vocês aconteceu no início de 2025, como vocês já sabem já estávamos nessa vida liberal, e o Arthur já era um corno bem obediente, e eu, como sempre uma puta insaciável hahahah. As vezes as pessoas que não estão nessa vida pensam que os casais não se relacionam mais tanto entre si quando começam a ter outros parceiros, que só querem os amantes, etc… Mas isso não é uma realidade. Acho inclusive que é o contrário, nosso sexo ficou muito mais frequente e melhor, não existiam mais travas, mais vergonha, mais receios, o que um quer o outro tenta agradar, dar prazer, sentirem tesão juntos. O fato de incluir outras pessoas também é um fetiche, e não uma troca de amor.
Dito isso, conforme o tempo foi passando, e cada vez nós íamos descobrindo mais um ao outro, eu fui tentando chegar em lugares no Arthur que antes ele não deixava, quando ia chupar ele ia descendo para suas bolas, passava a língua na famosa “costura” do saco, quase indo no seu cuzinho, e voltava, para não ir além do limite, pegava na sua bunda, quando conseguia roçava o dedo no seu cu enquanto ele me comia. E aos poucos fui aumentando isso, queria muito poder chupar o cu dele, sempre tive tesão com isso nos filmes.
Uma noite ele me surpreendeu, tomamos umas taças de vinho, tesão subiu e começamos a nos pegar, tiramos a roupa e o Arthur veio logo me chupando, ele chupa muito gostoso, principalmente com a minha buceta cheia de porra de macho hahaha, e eu sei que ele morre de tesão em ser humilhado, então eu já falava logo “chupa essa buceta que os machos comem seu merda, chupa o leite deles seu viado do caralho”, o pau dele subia na hora. Me fez gozar duas vezes na sua boca, ele não durava muito me comendo, então queria me satisfazer na língua. Na hora que ele deitou para eu chupar ele, fui mamando seu cacete, babando todo, engolia tudo e voltava, e ia alisando suas bolas e descendo um pouquinho os dedos hahaha. Tirei o pau dele da boca e desci para seu saco, como de costume fui lá na costura novamente, e ele deu um gemido gostoso, eu estava chupando e olhando nos olhos dele, e ai ele me surpreendeu e pediu “Tu ta louca pra chupar esse cu né puta?”, eu fiz que sim gemendo e balançando a cabeça, e ele falou “Então chupa gostoso”, e se virou parando de 4 pra mim. Eu estava amando aquilo, aquele rabo do meu corno empinado, já conseguia ver o cuzão dele ali piscando pra mim, abri suas nádegas com as mãos e enfiei minha língua naquele cuzão, chupei muito, e naquele momento falei pra ele “A partir de hoje tu é meu corno e minha puta, entendeu?”, ele confirmou, então continuei, “Abre esse rabo com as mãos e fica ai quietinho”. Assim ele fez. Fui até o quarto e peguei 3 consolos que tenho, um pequeno, um médio e um grandão, achei que ele ia arregar no primeiro já, mas eu estava louca pra arrombar ele hahaha. Passei um KY e comecei a meter o menor, entrou que nem parecia um cu virgem, engolia ele com vontade, então não me demorei muito nele, peguei o médio. Fiz um pouquinho de força mas entrou e ele gemia igual uma cadela, era um gemido de prazer contido a muito tempo, fudia aquele rabo com gosto, estava amando fazer aquilo, e eu via seu pau muito duro. Meu lado maligno não me deixou quieta, tinha que arrombar aquele cu. Peguei o consolo grande, tem 24cm, e é grosso, preto, do jeito que eu gosto. Mostrei pra ele, que quis dizer que não, apertei suas bolas para machucar mesmo e falei “Cala boca que tu é minha puta, e puta minha aguenta tudo caladinha”. Esse foi difícil de entrar, mas eu não queria saber, fiz força e empurrei aquela pica inteira pra dentro dele. Agora eu via um gemido de dor, quase um choro, e isso me deixou escorrendo de tesão, eu sabia o que ele estava sentindo, e queria mesmo arregaçar ele todo. Fui metendo aquele pauzão nele, e depois de alguns segundos, para minha surpresa novamente, ele começou a gozar, sem nem encostar no pau. Eu ria, muito cínica, e dizia “Olha só, achamos uma puta que gosta mesmo de ser arrombada por macho pauzudo, sua cadela”.
Essa noite ficou na nossa memória, eu queria mais, queria ver ele sendo comido mesmo. Tinha sido fantástico, mas eu queria ver um pau de verdade fudendo ele e gozando naquele putinho. Então passaram-se algumas semanas, nossa vida estava ótima e dentro da normalidade. Toquei no assunto com ele daquela noite, pedi se ele tinha sentido prazer mesmo, e ele disse que sim, que doeu, mas gozou de um jeito muito diferente. E falei pra ele que queria ver isso com um pau de verdade, se ele toparia. Pensou por alguns minutos e disse que sim, que queria experimentar. Então eu falei para ele que aprontaria tudo para o final de semana, e seria surpresa.
Caros leitores, poucas vezes eu senti tanta ansiedade, pois estava em um território totalmente novo, e muito indecisa, não sabia quem chamar para realizar isso. Passei dois dias só olhando coisas em relação a isso, e então pensei, já que vamos fazer algo totalmente diferente, que seja em todos os sentidos. Passei a buscar alguma Trans na região para realizar isso. Muitos dos anúncios eram de Trans lindassss, maravilhosas, eu tinha um desejo reprimido por aquilo também. Selecionei algumas que achei mais bonitas, e principalmente, mais pauzudas, e fui chamando, descobri que nem todas aceitam atender casais, mas achei uma que era perfeita. Uma morena linda, muito feminina, tanto o rosto, quando o corpo, uma bunda linda, e um cacete que eu queria sentar 24hrs por dia, 21cm, lindo cabeça rosada, chego a me molhar de lembrar. Conversei com ela sobre o que queria e ela aceitou, disse que faria com prazer, então marcamos para o final de semana a noite, sairíamos com ela em um bar e depois para um motel.
Chegou o dia, nos arrumamos e fomos até o bar combinado, em outra cidade obviamente. Esperamos uns minutos e ela chegou, estava linda, com um vestido curtinho, um decote maravilhoso, costas de fora, não daria para dizer que não é uma mulher, e sim uma Trans, a única coisa que denunciava um pouco era a voz. Estávamos sentados em uma mesa de canto, que era tipo um sofá, então estava ela, eu no meio e o Arthur do meu outro lado. Ficamos ali conversando, tentando relaxar um pouco, ele estava meio tenso de início, mas foi se soltando, e eu acabei não resistindo de aprontar um pouquinho ali mesmo. Disse para ela que eu também tinha tesão em experimentar uma noite com ela em algum momento, não esse dia, pois tínhamos outros planos, mas queria tirar uma casquinha. Eu estava de saia, tirei minha calcinha, entreguei para ela e pedi eu podia tocar uma pra ela ali mesmo por debaixo da mesa, enquanto ela enfiasse os dedos na minha buceta melada. Ela era muito safada, nem me respondeu, levantou um pouquinho do banco, tirou a calcinha, me entregou e falou “Claro amor, com uma condição, se tu pode ficar sem calcinha, eu também vou, e teu marido vai sair de mãos dadas comigo daqui assim mesmo depois”, detalhe, o vestido dela era muito curto, sem calcinha com aquele pau balançando no meio das pernas, daria para ver com ela caminhando. Não me preocupei com nada, aceitei na hora, e ainda falei “Corno todo mundo já sabe que ele é, agora vão descobrir que é viado também”. Arthur não tinha mais reação, ele estava babando por nós, e ela deu uma risadinha, abriu um pouco as pernas, e mandou eu pegar no seu cacete ainda mole. Aquilo foi delicioso, sentir aquele pau crescendo na minha mão no meio de todo bar, e ela enfiando os dedos na minha buceta, me fez gozar muitooo gostoso. Paramos um pouco para ela se “acalmar” e podermos ir ao motel. Quando fomos levantar, eu segurei ela por 5 segundos, cuspi na minha mão e dei uma 5 bombeadas no seu pau de novo falando “Mostra pra todo mundo que tu vai arrombar esse puto!”, quando ela levantou com o pau meia bomba se notava de longe o volume marcado no vestido na frente, e de verdade, se via a cabeça do pau dela no meio das pernas. Deixei eles saírem um pouco na frente, de mãos dadas, e todo bar olhando e dando risadinhas, quando estavam quase na porta, ela soltou a mão dele e apertou sua bunda, mostrando de verdade quem ia ser comido logo em seguida.
Demos muita risada no carro até o motel com aquela situação, o que foi interessante para descontrair, e como estávamos em outra cidade, ninguém dava bola pra nada. Chegamos no motel, entramos no quarto, e dessa vez eu assumi o papel de observadora. Tirei minha roupa, peguei meu consolo que havia levado junto, e sentei em uma poltrona do lado da cama para olhar. Nossa amiga guiou tudo, chegou e foi beijando o Arthur, namorando gostoso com ele, e eu via o pau dela balançando e crescendo lentamente. Ela tirou a roupa dele, se ajoelhou na sua frente e chupou seu pau por alguns minutos, ele estava muito excitado, fodia a boca dela com força. Ela parou de chupar, se levantou, mandou ele tirar o vestido, e mostrou aquele corpo maravilhoso, ela era definida, muito feminina, peitos grandes e siliconados, uma bunda maravilhosa, e um pauzão apontando para frente. Deu mais um beijo no Arthur, e no meio do beijo guiou a mão dele até seu cacete, ele pegou e começou a punhetar devagar. Ela mandou ele ajoelhar, e começar a chupar seu pau. Foi ensinando ele, e quando pude reparar, ela estava com as duas mãos na sua cabeça e fudendo sua garganta como se fosse uma buceta. Via as lágrimas correndo do rosto dele, e os barulhos se engasgando, com ânsia por aquele cacete estar lá no fundo da garganta. E um último movimento ela tirou o pau da boca dele, mandou ele respirar algumas vezes, e segurar o ar, botou o pau de volta, enfiou tudo, nem um cm de fora, e assim segurou, eu via ela abraçada na cabeça dele, que tentava sair, e não conseguia. Quando soltou, ele voou para trás puxando ar, quase morrendo afogado.
Ela olhou para nós dois e disse “Tua esposa me pagou para te tratar igual uma puta barata, aproveita que o boquete foi a parte mais fácil da tua noite. Fica de 4 na beira da cama”. Arthur meio receoso me olhou, eu só falei “Obedece ela por bem, ou vai obedecer nós duas por mal”, e assim ele foi, empinou bem o cuzão na beira da cama. Nossa amiga foi até lá, me chamou e pediu para eu chupar bem aquele cu, pois ela não usar nenhum gelzinho, queria meter só com cuspe. Eu chupei muito aquele rabo, cuspia nele e ia enfiando os dedos para lacear suas pregas um pouco. Então ela veio, com o pau do lado da minha cara, colocou uma camisinha e mandou eu sair. Deu uma cuspida de novo no cu dele, encostou a cabeça da pica ali, e falou pra ele “Aproveita bb, a primeira pica no rabo só se leva uma vez”, e foi empurrando seu pau, e empurrou até encostar as bolas com o saco dele também. Arthur mal respirava nesse momento, sentindo aquele pau inteiro de uma vez no seu rabo, e nossa amiga não queria saber, fez uns 3 movimentos mais lentos e começou a macetar com força o rabo dele, eu ouvia o barulho do corpo dela batendo na bunda dele, e junto com seus gemidos de prazer por estar arrombando um putinho na frente da esposa. Depois de algum tempo assim o Arthur parece que começou a se soltar, gemia muito, começou a ter prazer com aquilo, e seu cu já estava acostumado com o tamanho.
Nessa hora ele começou a falar putarias, pedia pra ela “Fode vai, mete no meu cu caralho. Me fode na frente da minha mulher. Isso, me faz de puta caralho”, e ela metia, socava forte, batia nele. Realmente ele era uma putinha naquele momento. Viraram de frente, de lado, ela colocou ele para sentar, parecia que não tinha fim, ela não gozava, e eu já tinha me acabado de tanto socar aquele consolo na minha buceta e no meu cu junto. Fudeu ele mais um pouco de 4 e anunciou que ia gozar, me olhou e pediu “Onde eu largo meu leite na tua puta?”, eu sem pensar duas vezes, deitei do lado deles, e mandei ela gozar em cima da minha buceta. Nossa amiga devia estar dias se segurando, pois gozou muitooooo, me lavou de porra na buceta, e eu já ordenei na hora, “Limpa corno de merda”, ele veio e limpou tudinho com a boca, nossa amiga já veio e socou o pau na boca dele novamente “Agora limpa quem te arrombou”, deixou ele mamando mais um pouco. Nós duas nos olhamos, e lembramos que ele ainda não tinha gozado, ela teve uma ideia, fez um 69 comigo, e mandou ele gozar em cima do seu cu enquanto me via chupando uma pica de Trans. Não levou muito tempo ele estava leitando o rabo dela, e no mesmo segundo ela mandou “Agora vem e limpa esse cu que eu tava dando até encontrar vocês!”, e fez ele chupar seu cuzão e enfiar a língua lá dentro.
Essa foi uma das noites mais inesquecíveis até hoje, mas ainda vamos contar muita coisa para vocês aqui.
Bjs
Fantasia, erotismo e parceria de primeira, delicioso conto.
Quando um casal tem essa sintonia, a vida sexual vira uma maravilha, parabéns para vocês, adorei e li o conto todo com muito tesão!