Marise Vovó submissa

Meu nome é Marise, e aos 62 anos, eu nunca imaginei que minha vida tomaria um rumo tão inesperado. Passei décadas no sítio em Santa Catarina, ao lado do meu falecido marido, vivendo uma rotina simples, cercada pela natureza e pelo silêncio. Quando ele se foi, o vazio me consumiu, e aceitei o convite da minha filha para passar uns dias na casa dela em Porto Alegre. Cidade grande, barulhenta, cheia de gente apressada. Minha filha e o genro trabalhavam o dia inteiro, deixando-me sozinha com o neto, Luis. Ah, Luis... Um rapaz bonito, no auge da juventude, com olhos penetrantes e um sorriso que desarma qualquer um. Ele tinha acabado de completar 19 anos, mas seu corpo e sua energia eram como um fogo recém-aceso, cheio de vigor e mistério.

No começo, era só companhia. Eu cozinhava para ele, contava histórias do sítio, e ele me mostrava a cidade pela janela do apartamento. Mas aos poucos, aqueles momentos inocentes começaram a ganhar um tom diferente. Luis era sedutor, persuasivo, sem nem tentar. Ele me olhava de um jeito que me fazia corar, elogiava minha comida com um tom de voz grave, e às vezes roçava o braço no meu enquanto lavávamos a louça. Eu, com meu corpo ainda cheio de curvas – especialmente essa bunda farta que sempre chamou atenção, mesmo na minha idade – sentia um formigamento que há anos não sentia. Ingênua? Talvez um pouco, mas não tanto quanto pareço. Sabia o que estava acontecendo, mas o afeto que crescia entre nós era como uma correnteza, impossível de resistir.

Uma tarde, enquanto minha filha e o genro estavam no trabalho, estávamos na sala assistindo a um filme antigo. Luis se sentou perto de mim no sofá, mais perto do que o normal. Seu joelho encostou no meu, e ele não se afastou. Eu fingi não notar, mas meu coração acelerou.

"Vovó, você é tão bonita", ele murmurou de repente, virando-se para mim. "Sabe, no sítio você deve ter deixado muitos homens loucos com esse seu jeito."

Eu ri, nervosa, ajustando a saia sobre as pernas. "Ora, Luis, não diga bobagens. Sou uma velha viúva agora."

"Velha? Você? Nem um pouco." Seus olhos desceram pelo meu corpo, demorando na curva dos meus quadris. "Você tem um charme que as meninas da minha idade não têm. Experiência, sabe? E essa bunda... Desculpa, vovó, mas é impossível não notar."

Senti um calor subindo pelo meu pescoço. "Luis! Isso não é jeito de falar com a avó."

Ele sorriu, aquele sorriso malicioso, e se aproximou mais. "Por quê? É verdade. Eu fico pensando nisso o dia todo. Você andando pela casa, balançando esses quadris... Me deixa louco."

Antes que eu pudesse responder, sua mão pousou na minha coxa, leve, mas firme. Eu deveria ter afastado, mas não fiz. Em vez disso, olhei para ele, vendo o desejo em seus olhos jovens. "Isso não está certo, meu menino. Somos família."

"Família que se ama, vovó. E eu amo você de um jeito que não devia." Ele se inclinou e beijou meu pescoço, suave, testando. Meu corpo traiu minha mente – um arrepio delicioso me percorreu, e eu soltei um suspiro involuntário.

"Luis... Para", eu disse, mas minha voz era fraca, quase um convite.

Ele não parou. Sua boca subiu para a minha orelha, mordiscando de leve. "Você quer que eu pare? Diga de verdade."

Eu não disse. Em vez disso, virei o rosto e nossos lábios se encontraram. Foi um beijo faminto, proibido, cheio de anos de solidão da minha parte e de curiosidade da dele. Suas mãos exploraram meu corpo, apertando minha bunda com uma possessividade que me fez gemer. "Ah, vovó, você é tão macia... Tão gostosa."

Nós nos levantamos, tropeçando até o quarto dele, as roupas caindo pelo caminho. Ele me empurrou na cama, admirando meu corpo nu. Meus seios, ainda firmes apesar da idade, meus quadris largos, minha pele marcada pelo tempo mas cheia de vida. "Você é perfeita", ele sussurrou, tirando a própria roupa. Seu corpo jovem, musculoso, com o pau já duro e latejante, me deixou sem fôlego.

Ele se deitou sobre mim, beijando cada centímetro da minha pele. Sua boca encontrou meus seios, chupando os mamilos com voracidade, enquanto sua mão descia entre minhas pernas. Eu estava molhada, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. "Luis, isso é loucura... Mas não pare."

"Não vou parar, vovó. Quero te foder como você merece." Seus dedos me penetraram, devagar, explorando. Eu arqueei as costas, gemendo alto. "Assim, isso... Me diz o que você quer."

"Quero você dentro de mim", confessei, puxando-o para cima.

Ele obedeceu, posicionando seu pau na entrada da minha buceta. Entrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo de um jeito que eu não sentia há anos. "Porra, vovó, você é tão apertada... Tão quente."

Começamos a nos mover juntos, um ritmo lento no início, cheio de olhares e sussurros. "Me fode mais forte, meu neto", eu pedi, as unhas cravadas nas costas dele.

Ele acelerou, investindo com força, nossos corpos suados colidindo. "Você gosta, né? Gosta do pau do seu neto te arrombando."

"Sim! Ah, sim... Me faz gozar, Luis!"

Ele me virou de bruços, admirando minha bunda. "Essa bunda é minha agora." Deu um tapa leve, depois outro, me fazendo gritar de prazer. Entrou por trás, fundo, segurando meus quadris. "Vou te encher de porra, vovó."

Nós gozamos juntos, eu tremendo embaixo dele, ele pulsando dentro de mim. Caímos exaustos, mas aquilo foi só o começo.

Nos dias seguintes, o afeto virou obsessão. Toda vez que estávamos sozinhos, ele me seduzia de novo. Uma manhã, na cozinha, enquanto eu preparava o café, ele veio por trás, levantando minha saia. "Bom dia, vovó. Já acordou querendo?"

"Luis, eles podem voltar a qualquer momento..."

"Isso torna mais excitante." Ele me dobrou sobre a mesa, lambendo minha buceta por trás até eu implorar. "Me come, seu safado."

Ele me fodeu ali mesmo, rápido e furioso, tapando minha boca para abafar os gemidos. "Shh, vovó... Mas grita no meu ouvido que você ama isso."

"Eu amo... Amo seu pau me rasgando."

Outra noite, no sofá, enquanto assistíamos TV, ele me puxou para o colo. "Senta em mim, vovó. Quero sentir você cavalgando."

Eu obedeci, montando nele devagar, meus seios balançando no rosto dele. Ele chupava, mordia, enquanto eu rebolava. "Assim, isso... Rebola nessa pica, sua avó safada."

"Você me transformou nisso, Luis. Me fez viciada no seu corpo."

Nós exploramos tudo: oral, anal – ele adorava enterrar o rosto na minha bunda, lambendo e dedando até eu gozar. "Sua bunda é um sonho, vovó. Deixa eu te foder aqui?"

No começo hesitei, mas o desejo venceu. "Vai devagar, meu amor."

Ele lubrificou com saliva e óleo, entrando aos poucos. A dor virou prazer intenso. "Ah, porra, tão apertado... Você é incrível."

Nós transávamos em todos os cantos da casa, correndo riscos, mas o proibido nos excitava mais. "Se sua mãe souber...", eu dizia, mas ele ria.

"Ela não vai saber. Isso é nosso segredo, vovó. Nosso amor sujo e perfeito."

Com o tempo, os laços se aprofundaram. Não era só sexo; era carinho, conversas profundas à noite, depois do êxtase. Mas o erotismo nunca diminuía. Luis me ensinava coisas novas, e eu o guiava com minha experiência. "Me ensina a te chupar direito,"

Eu o fazia, ajoelhada, engolindo seu pau inteiro, olhando nos olhos dele. "Assim, devagar... Agora goza na minha boca."

Ele obedecia, gemendo meu nome. "Marise... Vovó... Te amo."

E eu, no fundo, sabia que aquilo era errado, mas o prazer, o afeto, me prendiam. Em Porto Alegre, longe do sítio, eu renasci nos braços do meu neto. E assim continuamos, dia após dia, em um ciclo de sedução e desejo que nos consumia por completo.

Foto 1 do Conto erotico: Marise Vovó submissa

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Marise Vovó submissa

Codigo do conto:
253994

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/02/2026

Quant.de Votos:
1

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5