VELHO DO BAR

Coroa


Depois de dois dias meu corpo ainda tinha as marcas de um fim de semana gostoso, eu estava pelada na frente do espelho me prepara para se arrumar para a faculdade. Minha bunda ainda tinha marcas de roxa dos tapas que levei, e meus dois mamilos estava com marcas de chupão, era menos, mas ainda havia marcas.
Coloquei uma calcinha, mas o tecido estava apertando meu grelo que estava sensível, eu tirei a calcinha deixando ela livre e coloquei uma mini saia e uma blusinha branca sem sutiã.
Fui para a faculdade e fiquei a noite inteira pensando no fim de semana, os flashbacks de uma foda inesquecível não saia da minha cabeça.
Sai da faculdade era por volta das 22:40 estava garoando, apressei o passo para chegar até a estação. Antes de chegar lá a chuva piorou, me molhando toda, a blusa que era branca ficou transparente deixando meus mamilos amostras. Me acomodei em um barzinho que estava fechando as portas.
- Moço posso esperar a chuva diminuir aqui?
- Pode, entra.

Assim que eu entrei, ele abaixou as portas e ficamos só nós dois lá. Eu estava com frio e comecei a me tremer.
- Obrigada por deixar eu ficar aqui. Qual o nome do senhor?
- Luiz. Pode ficar o tempo que quiser.
- Obrigada seu Luiz.
- Quer uma coisa para você se secar?
- Quero sim…
Seu Luiz foi até os fundos e trouxe uma toalha, amassada, quando eu passei no rosto, senti o cheiro de toalha usada, cheiro de homem viril.
Eu passei por todo o meu corpo e ele estava me olhando, me incline para secar as pernas e a saia subiu, mostrando minha bucetinha.
Eu fiquei morrendo de vergonha e infelizmente não tinha mais o que fazer.
O seu Luiz não tirava o olho de mim e ele agora sabia que eu estava sem calcinha, para quebrar o gelo eu disse:
- Tem cigarro?
Ele tirou o maço do bolso e me entregou, eu acendi e comecei a fumar.
- você não tem medo de andar por aí assim?
- Assim como?
- Pelada, sem calcinha. Isso deixa um homem doido
- Eu te deixei doido, seu Luiz? Perguntei rindo.
- Demais, deixando a buceta a mostra.
Eu já estava ali com ele e com tesão, a única coisa que eu poderia fazer era, ser bem fodida. Eu para provocar, levantei a saia até a cintura, mostrando minha buceta.
Ele ficou doido realmente, ele me agarrou pela cintura e eu pude ver que ele não era um senhor bobo, ele era bruto, homem de pegada.

Com um movimento rápido, ele passou as mãos grandes pelos meus quadris e me deu um puxão seco, colando o meu corpo no dele. O impacto me fez perder o fôlego por um segundo. Sem dizer uma palavra, ele enterrou o rosto no meu pescoço, e começou a chupar com uma vontade que parecia querer arrancar minha pele. Um suspiro longo escapou da minha garganta, seguido de um gemido baixo que eu não consegui segurar. Minha cabeça pendeu para trás, e eu senti os dentes dele roçarem na minha jugular.

As mãos dele, grossas desceram para a minha bunda. Ele não apenas segurou; ele apertou com uma força que me fez arquear as costas, os dedos dele se enterrando na carne macia sob a mini saia. Naquele momento, toda a minha resistência sumiu. Meus joelhos fraquejaram e eu me amoleci completamente nos braços dele, rendida ao domínio daquelas mãos.
Eu coloquei minhas mãos no zíper da sua calça e pude sentir seu pau endurecendo.
Ele me pegou no colo e me levou até os fundos onde era seu quartinho, por incrível que pareça éra um ambiente limpo e arrumado, mas cheirava a cigarro e a sexo.
- Tira a roupa! Ordenou com a voz firme
Enquanto eu tirava tudo ali em pé, ele arrancou suas roupas com rapidez, eu olhei pra ele e soltei um : - Caralho, que grande.
Ele riu com quem já sabia que eu ia dizer isso, não deve ter sido a primeira vez.
Esse era meu primeiro pau preto, as veias saltadas pra fora, o saco enormes cheio de cabelo branco, dava o charme.

- Ajoelha putinha. - voz autoritária.
Meu joelho bateu no chão, eu estava me tremendo e ele segurou meu cabelo, com força deu beijo na minha boca.
Ele bateu o pau na minha cara, de um lado e depois do outro, que pauzão.
- Põe a língua pra fora.
Eu coloquei e ele bateu o pau na minha língua
- Isso, boa garota! Gosto de puta obediente.
- Agora chupa

A grossura dele era absurda; eu senti os pelos grisalhos do seu púbis roçarem no meu queixo enquanto ele empurrava a cabeça do pau contra o fundo da minha garganta, ignorando meu reflexo de náusea. Era um boquete agressivo, um ritual de posse. Ele segurava meu cabelo como se fosse uma rédea, ditando o ritmo, me forçando a engolir cada centímetro enquanto eu gemia abafado, sentindo o gosto forte daquele homem viril.

Ele então inclinou a cabeça e, com um som gutural, juntou uma quantidade generosa de saliva e cuspiu direto dentro da minha boca aberta. O líquido quente e denso escorreu pela minha língua, e antes que eu pudesse processar o gosto de tabaco e virilidade, ele empurrou a cabeça do pau para dentro. Eu não tive tempo nem de respirar. O Seu Luiz me arrancou do chão pelos braços com uma força que me fez sentir pequena e me jogou na cama. O impacto no colchão me fez quicar e, antes que eu pudesse entender onde estava, ele já tinha aberto minhas pernas com uma brutalidade O rosto dele mergulhou entre as minhas coxas com a fome de um animal. Senti a língua dele, grossa e áspera, golpear o meu grelo com uma pressão absurda ele enterrou dois dedos imensos, grossos dentro de mim de uma vez só. Ele estocava fundo, atingindo meu ponto g, me fazendo arquear as costas e perder o contato dos pés com o lençol.
Sem me dar descanso, ele mudou o alvo. As mãos gigantescas dele agarraram minhas nádegas e as afastaram com tanta força que eu me senti totalmente exposta. Senti a boca dele colar no meu cuzinho e começar a chupar com uma voracidade que eu nunca imaginei ser possível. A sensação daquela língua experiente explorando minha entrada mais apertada, enquanto os dedos continuavam o trabalho bruto na buceta, me levou a um curto-circuito.

Eu perdi completamente o controle. Eu sentia meu cu piscar com uma frequência frenética contra os lábios dele, um espasmo involuntário que eu não conseguia parar. O prazer era tão agudo, tão sujo Eu tentei segurar o grito, mas meu corpo colapsou. Uma onda violenta explodiu na base da minha coluna e eu gritei.
- TO GOZANDO, AÍ SEU LUIZ.
- AHHHHJJ GOZEI GOSTOSO.

Eu estava exausta, o corpo mole e o rosto ainda quente de vergonha e prazer, mas o Seu Luiz só estava começando. Ele se posicionou entre as minhas pernas, que ainda tremiam, e eu senti a cabeça do pau dele — quente, latejante e absurdamente grande — encostar na minha entrada. Minha buceta, que ainda pulsava e contraia por causa do orgasmo anterior, parecia buscar o contato, implorando para ser preenchida.
— Sua buceta é tão quente, tão apertada! — ele disse com a voz rouca, quase um rosnado de satisfação.
Ele se apoiou com os braços envolta de mim, me prendendo contra o colchão com o peso do seu peito largo. Senti cada centímetro dele entrando devagar, uma invasão lenta que parecia esticar cada fibra do meu ser. Era um preenchimento absoluto, um peso que eu nunca tinha sentido. Quanto mais ele enfiava, mais o ar fugia dos meus pulmões e mais eu gemia, cravando minhas unhas nas costas dele, sentindo a pele firme do homem sob os meus dedos.
— Entrou tudo, tô dentro de você por completo — ele sussurrou no meu ouvido, e eu senti o volume dele batendo no fundo do meu útero.
— Me fode, Seu Luiz... eu quero que você me foda! — eu supliquei, perdendo qualquer rastro de dignidade.
Ele não teve pena. O ritmo lento sumiu, dando lugar a estocadas brutas e impiedosas. A cada investida dele, meu corpo era jogado contra a cama, e eu sentia o impacto seco daquela carne negra e poderosa contra a minha. Minha buceta contraía involuntariamente a cada estocada, como se quisesse prender ele ali dentro para sempre. Era uma dor deliciosa, um sentimento de estar sendo possuída por alguém que não se importava com a minha delicadeza, apenas com o prazer bruto de me usar.

— Fica de quatro, vadia — ele ordenou, a voz carregada de uma autoridade que me fazia vibrar.
Eu me virei na cama, sentindo meus músculos protestarem pela exaustão, mas o tesão falava mais alto. Apoiei os joelhos e os cotovelos, afundando meu rosto no colchão que cheirava a ele. Minha bunda ficou empinada, totalmente exposta e oferecida, brilhando com o rastro do meu próprio suor e do mel que escorria das minhas coxas. A cada vez que a mão imensa e pesada do Seu Luiz atingia a minha bunda, um choque elétrico percorria a minha espinha. Ele não tinha dó!

— Bate, Seu Luiz... bate mais forte! — eu supliquei, afundando ainda mais o rosto no colchão, sentindo as lágrimas de excitação brotarem nos meus olhos. — Eu sou sua vadia.
A minha bunda estava em brasas, ardendo de um jeito que me fazia querer mais, quando ele segurou minha cintura com aquela pegada de quem é dono de tudo. Eu estava de quatro, com o rosto enterrado naquele colchão com cheiro de mofo e sexo, sentindo cada centímetro da minha dignidade escorrer junto com o suor. Sem aviso, ele encaixou a cabeça daquele pau monstruoso na minha bucetinha — que já estava piscando, implorando por ele. Ele empurrou de uma vez, sem dó, me rasgando no meio enquanto eu soltava um grito abafado contra o lençol.
— Ai, cacete, Seu Luiz! — eu gemi, sentindo meu útero ser atingido por aquela estaca.

Minha buceta estava tão apertada e quente que parecia que ia explodir. Eu sentia as veias do pau dele pulsando dentro de mim a cada vez que ele entrava todo, me preenchendo até onde não cabia mais nada. — Me arregaça, Seu Luiz! Me fode igual a uma vadia! — eu gritava, totalmente fora de mim, enquanto sentia o peso dele me esmagando contra a cama.
Era uma foda crua, sem frescura. Ele me segurava pelos ombros, me enterrando no colchão enquanto me bombardeava. Eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer e dor, mas só queria que ele continuasse, que ele me arrombasse até não sobrar nada de mim.

Eu estava no meu limite, o corpo todo tremendo e a cabeça encostada no colchão mofado enquanto o Seu Luiz me usava sem dó. O ritmo dele mudou de repente; as enterradas ficaram mais curtas, rápidas e com uma força que parecia querer me atravessar. Ele não avisou, não perguntou, ele só decidiu que era a hora de me marcar por dentro.
Ele segurou meu quadril com tanta força que os dedos dele se enterraram na minha pele, me travando contra ele. Senti a primeira jatada de porra atingir o meu útero como um tiro quente. Era uma sensação absurda, um calor que inundou meu interior enquanto eu sentia o pau dele pulsar e crescer ainda mais dentro de mim.
— Toma porra na buceta! Não foge, vadia! — ele rosnou no meu ouvido, me apertando ainda mais quando eu tentei, num instinto de choque, me afastar daquela pressão. Minha buceta pulsava em sincronia com o pau dele, sugando cada gota daquela quantidade imensa de porra. Eu sentia tudo: o peso, o calor e a humilhação deliciosa de ser preenchida daquele jeito bruto.
Quando ele finalmente parou, o silêncio do quarto foi cortado apenas pela nossa respiração pesada e pelo som da chuva lá fora. Ele tirou o pau de dentro de mim devagar, e eu senti um vazio imediato, seguido pela sensação do líquido quente começando a vazar da minha buceta e escorrer pelo lençol Ele se jogou de costas, exausto, e deu um tapa final, mais leve, na minha bunda que ainda ardia.
— Que putinha gostosa — ele disse, com a voz carregada de satisfação. — O senhor acabou comigo... — sussurrei, enquanto sentia a porra dele continuar escorrendo pelas minhas coxas, sujando tudo. A chuva continuava castigando o telhado de zinco, criando uma bolha de isolamento naquele quartinho. Ficamos ali, jogados, sentindo o calor um do outro enquanto o suor secava na pele. O descanso não durou muito; o cheiro de sexo e a visão da minha bunda vermelha no espelho da cômoda acordaram o Seu Luiz novamente. Transamos mais uma vez, mas agora foi algo mais lento, mais possessivo, como se ele quisesse garantir que cada canto do meu corpo soubesse quem mandava ali.
Já era madrugada alta quando finalmente me vesti.

Me despedi do Seu Luiz com um selinho demorado, sentindo o gosto de cigarro dele pela última vez.
Saí do bar e a garoa fina batia no meu rosto, mas o fogo entre as minhas pernas não apagava. A cada passo que eu dava Minha buceta, completamente aberta e pulsante, não conseguia segurar o excesso. Eu sentia a porra do Seu Luiz, quente e espessa, escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão a cada movimento.
Eu caminhava devagar, saboreando a sensação de estar "cheia". Cada passo era um lembrete do Seu Luiz, do peso do corpo dele e daquela foda bruta. Eu era uma universitária voltando para casa, mas por dentro, eu era a mulher que tinha sido domada por um coroa em um quartinho de bar. E eu mal podia esperar pela próxima chuva.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254072 - VADIA DO AFTER - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
254065 - VIRANDO PUTA - Categoria: Heterosexual - Votos: 16

Ficha do conto

Foto Perfil barbara-cadelinha-
barbara-cadelinha-

Nome do conto:
VELHO DO BAR

Codigo do conto:
254141

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
07/02/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0