Quando o desejo obedece

A noite de trabalho não tinha sido das piores. Vado tinha conseguido descansar bem nos intervalos e durante a noite, em muitas ocasiões se lembrou dele, do seu corpo, daquela bunda redonda de pele macia e aqueles pelinhos dourados que sempre ficavam arrepiados ao seu toque.

Se lembrou também do jeito como ele sempre estava disposto a se entregar.

A primeira vez foi ele quem procurou Vado e deixou clara as suas intenções. Ainda se lembrava das suas palavras. - Não consigo resistir a este desejo que sinto por você.-, entretanto Vado também o havia notado e os olhares sutis se encontravam deixando evidente o que as palavras eram incapazes ou proibidas de expressar.

Um toque, um respirar mais denso ao pé do ouvido, foram intensificando o que havia entre eles, e André fazia questão de servir. Muitas vezes disse isso ao homem mais velho.

Naquela manhã, quando encostou o carro na garagem, estava cheio de tesão.

A casa estava silenciosa às sete e meia da manhã. Foi direto para o banho. A água corria entre os fartos pêlos de seu corpo, o avantajado membro em riste prenunciando o que estava prestes a acontecer.

Quando terminou de se enxugar, penteou os cabelos, o bigode e foi para o quarto.

André estava deitado. O fino lençol cobria precariamente seu corpo.

Aquela visão deixou Vado louco de tesão. Apenas soltou a toalha da cintura e subiu no colchão que se acomodou para recebê-lo.

Assim que encostou no amante, sentiu seu pau latejar de excitação e ao mesmo tempo sentiu André se arrepiar ao seu toque.

_ Achei que você não fosse me procurar esta manhã.

_ Você sabe, eu sempre procuro, disse ele com aquela sua voz grossa e determinada.

André buscou tocá-lo, e sentiu a rigidez de Vado. Seus dedos mal se encostavam devido a grossura de seu membro.

_ Você sempre foi tão…

_ Vem, disse Vado. Mostra pra mim o quanto você gosta disso.

André virou-se de frente para Vado na cama e seus lábios se encontraram quase no mesmo instante em que seus olhos se encontraram.

Vado era um cara voraz, aos quarenta e quatro anos, estava em plena forma. Quando André se curvou sobre ele e envolveu seu pau com os lábios, soltou um gemido longo e profundo.

_ Você me acende de um jeito seu puto.

Enquanto mamava, André acariciava o corpo do homem, entrelaçando os dedos no peito peludo de Vado que ao mesmo tempo acariciava sua bunda, delineando cada centímetro de sua pele.

Quando Vado tocou seu orifício, André estremeceu ao seu toque, o corpo se arrepiou instantaneamente.

Vado sentia uma corrente de prazer subir pela coluna.

Quando ele forçou a pintabdo dedo para dentro de André, este empinou a bunda para que ele fosse adiante.

_ Isso…, este seu dedo sempre me faz tão bem, disse André entre gemidos.

O calor dos corpos foi aumentando gradualmente e quando André olhou para Vado, ele não demorou mais.

Deitou André de costas na cama; ergueu as pernas e passou a lamber seu buraquinho, arrancando espasmos do parceiro.

Quando elenestava devidamente lubrificado, Vado ficou de joelhos na cama. Apontou a cabeça da rola e começou a forçar.

_ Ai, Vado, você tá me arrombando com este pauzão, disse André excitado.

Vado ouviu aquelas palavras, as quais incendiaram seu íntimo. Uma mistura de excitação e prazer o invadiu e no minuto seguinte ele estava inteiro dentro do cara, só as bolas para fora.

Ele sabia que André, embora acostumado, adorava senti-lo duro dentro dele. Ficou ali, teso, grosso por um breve momento e em seguida começou entrar e sair num ritmo que sabia que André gostava.

Eles se enxergavam. Sabiam o que cada um gostava. Se entregavam sem pudores ou limitações.

Vado passou a foder o buraco do André com mais ímpeto e força. O cara aguentava a marreta.

Os corpos suados se enroscavam, beijos ardentes selaram aquele momento só deles.

Quando Vado percebeu, André soltou um gemido gutural, sentiu a musculatura interna de André pressioná-lo, e em seguida seu abdômen já estava molhado pelo sêmen do amante que gozou sem sequer tocar-se.

Vado não demorou mais. Sentiu o momento inevitável e gozou. A rola pulsava dentro de André enquanto ele sentia o macho inundado de esperma o seu buraquinho.

Estavam ofegantes deitados na cama. Os corpos ainda sentindo as ondas de prazer.

Depois disso, André deixou Vado na cama e foi para o banho.

O homem sorria de um jeito sacana ao vê-lo cruzar a porta para o corredor. Seu néctar escorrendo de dentro dele.

Depois do banho, André deixou Vado dormir. O homem se levantou era quase duas da tarde e ao chegar na sala viu André deitado no sofá, relaxado e cheio de vida.

_ Você sabe que me tira o fôlego, não sabe, disse Vado com um sorriso no rosto.

_ Pelo o que sei, o que não te falta é fôlego, respondeu cheio de sacanagem no olhar e já tocando o pau do Vado dentro da cueca.

_ Tá querendo o leitinho da tarde, é, perguntou Vado já sabendo a resposta.

Assim que se sentou, Andre se ajoelhou na frente dele e mais uma vez mamou no cara, dando aquele trato.

Passou a língua na cabeça e depois descia pelas haste do pau comprido e grosso enqanto segurava as bolas peludas do macho.

Chupava com vontade, arrancando do cara gemidos de prazer. Engolia aquele pau até onde conseguia e engasgava de um jeito que enchia Vado de tesão

Quando o macho despejou seu leite, sobre a língua de André, este foi recebendo e engolindo tudo

Depois chupou a pica até deixar limpinha.

Já era quase noite quando Andre foi para o banheiro para tomar outro banho.

Vado foi até o quarto e se vestiu. A seguir voltou para a sala e ligou a TV.

Não muito tempo depois a campainha soou. Vado olhou pela janela. Era sua filha.

Foi até lá fora e abriu o portão.

_ Desculpa pai, esqueci minha chave em casa. Tive um dia cheio de trabalho hoje. Está tudo bem por aqui. Cadê o André?

_ Seu marido foi tomar banho, já deve estar saindo do banheiro.

Quando ela entrou pelo corredor, André estava saindo do banheiro. Cumprimentou-o com um selinho e sentiu o aroma da pasta de dente.

_ Deixa eu providenciar a janta, vocês devem estar com fome.

_ É, eu estou faminto, disse André.

_ Não se preocupe com isso, filha. Acho melhor o pai pedir umas pizzas, o que acham?

Ela sorriu para o pai e agradeceu. Seguiu para o quarto e se preparou para tomar seu banho.

Quando ela estava longe o bastante. André se aproximou do sogro e disse:

_ Esta foi por pouco.

_ Fica frio. Ela não desconfia de nada, respondeu Vado colocando a mão de leve no ombro do genro, tranquilizando-o.

Mais tarde, sentado no sofá, Vado sentiu um orgulho quase indecente: tudo permanecia sob controle, e o perigo só tornava sua posição ainda mais excitante.

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Comentários


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ksn57 Comentou em 08/02/2026

Votado ! Que genro simpático, come a filha, e é comido pelo sogro...

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gutoalex Comentou em 08/02/2026

Que delícia de conto adoro seus contos bjs




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quando o desejo obedece

Codigo do conto:
254176

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/02/2026

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