Depois da primeira fez, Renatão foi me adestrando para ser putinha obediente e moldando minha mente para aceitar que eu nasci inferior e não podia ser menino normal, mas um viadinho que aceitar ser usado e servir ao prazer do Macho.
Sexualmente o adestratamento me fez ficar fixada na rola dele, idolatrar e viciar em ser usada por ele, mesmo eu sendo ainda novinho. Já mamava me esforçando para engolir o pauzao dele, deixar bem babado e lamber o sacão peludo dele. Meu cuzinho ficou laceado, continuava doendo, mas não muito e eu já aguentava estocadas fortes, posições como de quatrou ou de franguinho, e até cavalgar nele. Aprendendo a gemer igual putinha e ser esculachada por ele. Também a desejar a beber a porra grossa dele, eu me submetia a incvlusive implorar para isso para ele. Assim, como ele comprou uma camisolinha pra eu usar e tb um vestidinho, e eu adorava ser mulherzinha de um Macho bruto e experiente.
Nos dias que se seguiram, Renatão passou a exigir um ritual quando eu chegava na sua casa: primeiro, eu tirava toda a roupa e vestia o que ele mandava, sempre usando a calcinha q roubei de mamãe... após, isso eu ficava de bumbum empinado apoiando minhas mãos numa mesa, e Renatão enfiava o dedo no meu cuzinho e começava a moldar minha mente, mandando eu repetir afirmações dele:
- sim, eu nasci pra ser viadinho.
- sim, não tenho direito de querer ser menino normal.
- sim, sou uma bixinha inferior.
- sim, só sirvo pra ser usada por Macho.
- sim, Machos tem direito de me usarem como putinha.
- sim, aceito sofrer pra fazer o Macho gozar.
- sim, gostar de dar o cuzinho é uma vergonha.
- sim, gostar de dar o cuzinho é coisa de vadia.
- sim, não tenho direito de comer ninguém.
E outras coisas desse estilo... também fazia perguntas, e quando eu errava batia no meu bumbum ou apertava minhas bolinhas. Ao final dessa lavagem cerebral, eu me ajoelhava, e agradecia beijando seu sacão: obrigada, por me ensinar a ser uma boa putinha, paizão (passou a exigir que eu o chamasse assim).
Aquilo marcou a mim profundamente, entendendo que ele estava totalmente certo... uma pena que nos anos seguinte, mamãe não foi mais para aquela praia passar as férias... mas fiquei profundamente marcada com aquilo, excitava sempre em lembrar, passei usar calcinhas escondido, aceitando meu fracasso de ser um menino normal, e aceitar minha condição inferior de bichinha... depois até fui fodida por meninos do condomínio e escola, mas não era a mesma coisa de sentir um Macho experiente, mas sempre com medo de me assumir... e quando fiz 18, eu tentei viver isso no "armário" e ter uma vida normal, indo morar sozinha em outra cidade ao passar na faculdade, e para complementar com a mesada que mamãe enviava, eu procurei um emprego e foi quando vi o quanto Renatão estava certo naquilo que falava sobre mim e como deveria ser minha vida... conto na próxima parte.


