R: N, oq tu acha da gente ir passar férias lá na casa da C?
C: Menino??? Tá maluco?
R: N tô nem falando contigo, ué u.u
R: N, e aí?
R: Gostou da idéia?
N: Que tipo de férias, meu amor?
N: Eu topo!
C: O que vocês estão falando?
R: Eu só tô preocupado com vc!
R: A gnt pd passar o tempo da viagem do seu marido aí
R: Oq acha?
N: kkkkkkkkkkkkkkk
N: Adoro as tuas idéias
R: kkkkkkkkkk
R: Tu sempre adora minhas idéias, não conta 3:)
C: Vocês tão falando sério?
C: Talvez fosse legal, mas preciso ver com p D primeiro
R: Veja e avise!
R: Estamos esperando s2
Para nossa surpresa, Sr. D era totalmente a favor, inclusive, deixou o cartão com C, disse que se precisasse de qualquer coisa, ligasse, mas não se preocupasse, se divertir, ela ficou nervosa, eu e N, tórridos de tesão, se antes a conversa no grupo estava animada, na amizade, uma chave mudou naquele grupo, sempre que transava com N, mandava um áudio no grupo, as vezes dela gemendo, as vezes provocando, C parecia nervosa, mas estava morrendo de tesão também, a vida com D era feliz mas nada excitante, até que um dia ela perdeu a paciência, a viagem de D era numa quinta, numa terça, eu e N tínhamos transado e mandado uma foto, era a minha pica gozada saindo da buceta de N e deixando escorrer o leitinho:
R: FOTO
R: Podia ser você
R: Mas ainda não é quinta :c
N: Desculpa N!
N: Esse leitinho era seu
N: Mas eu não aguentei ><
C: Quer saber, chega!!
R: Calma C
R: Vc ficou brava?
C: Brava? EU TÔ FURIOSA!??
C: EU TÔ MORRENDO DE TESÃO!??
N: Jura?
N: Uau
N: Logo você
N: Toda quietinha
C: FOTO (buceta molhada com 2 dedos dentro)
C: Eu não aguento mais! Vocês me tentaram tanto até agora!! Eu não vou mais me segurar!!
C: Chega!! Eu não aguento mais!! Preciso de uma rola e não é do meu marido!! Quinta vocês me pagam!!
R: Opa
R: Pago sim
R: Nem se preocupe
R: Com juros u.u
Não era da boca pra fora, C estava bem mais soltinha, mandava foto dos peitos de fora, vídeo se masturbando, falei para N que não ia comer ela mais até quinta, ela concordou, disse que “agora o pau era todinho dela”, e então, quinta chegou, D viajou de manhã, eu trabalhava até 18:00, mas nessa quinta, não iria para casa, fui com uma mochila para o trabalho, esperei N no trabalho, ela chegou também com a mochila cheia, e fomos de Motorista por aplicativo até a casa de C, era na parte alta da cidade, já passamos por lá, mas sempre de passagem, cheguei tímido, dei o nome ao porteiro que estranhou, mais tarde descobrimos que C não recebia visita de homens, só das amigas, descobri também que o porteiro ligou para o Sr. D primeiro, ele acalmou e disse que eram amigos da esposa e poderia subir, interfonou ao apartamento, onde C aceitou, e então liberou a gente, era na cobertura, aquilo nos surpreendeu, sabíamos apartamento, andar e bairro, mas não ligamos os pontos, no elevador, fui abraçadinho com N, ela estava palpitante, coração a mil, dei um beijo nela, o suficiente para ela derreter, e sussurrei no ouvido dela: Fica tranquila, você é minha, vou cuidar de você.
Chegamos no andar, e mais uma surpresa, o elevador dava direto no apartamento, não tinha corredor, não tinha porta, o olhar de C me mediu, 1,80m de puro mulherão, era a C me olhando, N olhando a C, e eu finalmente tranquilo que aquilo estava acontecendo, entramos, abracei C, estava cheirosa, não de perfume, parecia um sabonete caro, um cheiro frutado, o cabelo no entanto estava seco, ela cumprimentou N com um abraço e um beijinho no rosto, e eu comecei as brincadeiras:
- Aí magoa, achei que eu ganhava um beijinho também!
- R! - Ela falou virando o rosto e a atenção para mim - Você é o convidado, o que você quiser! - E me deu um beijo no rosto, tímido, dava para perceber que estava bem nervosa.
Eu segurei a cabeça, segurei o cabelo entre meus dedos, puxei o cabelo cacheado, ela deu um suspiro e eu dei um beijo no rosto dela, mais longo que deveria, descendo brevemente a um cheiro no pescoço, senti ela arrepiar.
Ui! - Disse ela se arrepiando - Eu… tô nervosa! Isso… Vamos com calm-
Com a mão segurando o cabelo, dei um beijo longo e intenso na boca da C, ela estava claramente nervosa, mas ia amolecendo, eu tentei acalmar ela, que ia cada vez mais se entregando, larguei a mão da N, e puxei C pela cintura, agora entregue ao beijo, terminando com um selinho e olhando nos olhos dela.
- Calma, viu? Não é nada de outro mundo, eu sou seu namorado, não é estranho um namorado dar um beijo na namorada, fica de boa.
- Sim, claro, é normal… - C corou, deu um risinho aliviando a tensão - Mas então, eu fiz o jantar, vocês querem comer?
- Quero sim!!! Tô morrendo de fome! - Disse N, já entrando a casa mesmo sem ser convidada
- Que casa grande, C! - Falei pegando na mão dela e ficando de mãos dadas - Como você tá? Tá nervosa que o meu sócio viajou?
- Como assim sócio? - Disse ela, honestamente confusa
- Eu e ele temos um negócio em comum! - Falei puxando C pela cintura e dando um selinho.
- Ahhhhhhhhhhhh! - C riu e estava rindo alto
- O que os pombinhos fazem aí, hein? - N voltou do passeio pela casa, honestamente curiosa.
- Acho que a C demorou um pouco demais para entender uma piada. Achou o jantar meu amor?
- Achei! LAZANHA!!!!! - Disse N, levantando os braços, sempre fofa.
- Achei que vocês iam gostar de uma massa, espero que gostem, vamos, entrem!!
O jantar foi agradável, C já não estava mais nervosa, nos sentamos todos de um lado da mesa só, eu no meio, N de um lado, C do outro, o papo fluía, as meninas pareciam amigas de infância, muitos assuntos em comum, eu estava feliz em ouvir, sempre fui bom ouvinte, mas era um show a parte ver 2 beldades ao meu lado, aos poucos, fui me soltando, ao fim do jantar, perguntei onde era o banheiro, disse que ia escovar os dentes, perguntei se tinha um vinho, e sugeri assistir um filme na sala, a sala era enorme, tinha uma janela em toda a lateral, a TV era especialmente enorme, não era um painel como em casa, era parte da parede, no centro, um sofá quadrado, parecia confortável, e era, por mais que preferisse o meu, o meu choque maior é que um simples sofá era quase do tamanho do meu sofá cama, ao voltar, N foi escovar os dentes, encontrei C abrindo um vinho, não conseguia ler palavra nenhuma do rótulo, era francês, C foi explicando que adora tomar esse com o marido, e vi o rostinho dela ficar preocupado, não por muito tempo, puxei ela para perto pela cintura, e a beijei, um beijo longo, a língua dela não parecia treinada, mas ia pegando o ritmo.
Quando N voltou, ficou ali olhando, só reparei ela ali ao terminar, C tomou um susto, ficou vermelha imediatamente, por mais que o tom de pele amadeirado não permitisse notar se não muito de perto, pediu licença e foi ao banheiro escovar os dentes, N pegou uma taça e se serviu, ela me olhou como se soubesse um segredo meu, tirei a taça da mão dela e dei um beijo, tão longo e intenso quanto da C, mas ela sabia beijar melhor, ao terminar, o olhar de cumplicidade era claro, pegamos nossas taças e esperamos C voltar, levamos a taça ao sofá e escolhemos uma comédia romântica, rimos muito, nenhum dos 3 estava nervoso mais, talvez fosse o álcool, talvez o conforto do sofá, mas não havia mais tensão, estávamos abraçados, na mesma ordem da mesa, eu no meio, elas ao lado, até que reparei C olhando a hora no celular e ficando nervosa, olhei ao lado, estranhei N não rir de uma piada, sempre teve riso solto, ela estava dormindo, foi um dia longo, aproveitei a oportunidade, toquei de leve o ombro de C, ela levantou o rosto para me olhar, e eu olhei para ela, novamente, com cara de preocupada, eu me aproximei e a beijei, um beijo lento, intenso, meus dedos entrelaçados no cabelo cacheado, ela estava entregue, em meio ao beijo, N acordou com os estalos, e começou a beijar meu pescoço, não tinha mais o que fingir, estávamos às claras, puxei o cabelo de N e falei bem pertinho:
Minha cadelinha, acho que a nossa nova colega tá com muita roupa, ajuda ela a se livrar!
Sim, meu dono! - Me deu um selinho e veio beijar a N.
Claramente ela não esperava esse beijo, depois entendi que ela achava que ela não ia participar assim, nunca tinha beijado mulher, estava ali mais por mim, mas foi com o fluxo, eu conduzi as duas a um canto do sofá, N tirava a roupa de C, mas não tinha muita roupa, era um vestido longo, o mesmo da foto com o marido, e uma calcinha, N foi seca chupar os peitos de C, até eu puxar o cabelo dela.
Eu disse pra minha cadelinha lamber a outra?? - Falei, dando um tapa leve na cara
Não, meu dono! Eu só queria ajudar com a nova cadelinha! - Me olhou com os olhinhos de pena
Você vai ajudar muito agora, senta ali, no canto, deixa a cadelinha nova comigo! - Falei conduzindo ela e empurrando na outra ponta do sofá.
Ela sentou, estava de saia e top, descobri no ato que estava sem calcinha, começou a se tocar caladinha, olhando firme, a luz que iluminava a cena era apenas a da luminária da mesa de jantar, peguei N nos braços e beijei, tirava minha roupa entre os beijos, e apertei a bunda, tinha que ter cuidado, nunca tive a conversa sobre limites com C, então fiz o que costumava fazer na minha época de solteiro, o momento que ela não gostasse de algo, era só falar que eu não fazia, ela assentiu e eu a coloquei sentada no sofá, e chupei sua buceta, era diferente o gosto de uma buceta que não fosse a minha, menos lubrificada que a da N, mas uma delícia, segurava as coxas com força, em especial, o grelo dela era muito bom de chupar, fácil fiz ela gozar na minha boca, quando senti a perna tremendo, tirei a calça, vi os olhos abrindo olhando para o volume na cueca, ela estava congelada, segurei ela pelo rosto, ela olhou para mim, dei um tapa na cara, leve de início, ela não reclamou.
- Esse olho tá olhando o que, hein? - fiz carinho e apertei o pau
- O seu pau - Disse, tímida, eu sabia que ela tinha um limite na timidez, forcei.
- Que é que tem o meu pau? - Fiz cara de sonso.
- Ele tá duro, né? - Ela engoliu em seco.
- Tá sim, quer ver? - Mais uma vez, com cara de sonso.
- Quero sim - Assentiu com a cabeça, ansiosamente.
- Pode tirar, vá em frente! - Disse brincando com ela, enquanto fazia carinho no cabelo dela
- Tá… - Engoliu a seco, meu pau saltou, perigosamente próximo da cara dela, ela abriu a boca indo botar a língua pra fora
- Ei! - Puxei ela pelo cabelo - O que você tá querendo fazer?
- Eu queria… - Engoliu novamente a seco, sentia a respiração pesada encima do meu pau.
- Fala logo, o que você quer? - Falei puxando o cabelo e puxando ela para longe, vendo ela se desesperar
Eu quero chupar seu pau!! - Ela falou olhando nos meus olhos, com o olhar cheio de desejo.
Soltei o cabelo e ela começou a chupar, dava para ver o desejo mas também a falta de jeito, era fome mas sem classe, um completo contraste com a imagem no retrato ali perto, a mulher comportada e simples estava chupando meu pau com vontade, um barulho roubou minha atenção, olhei para o lado, N estava com os peitos para fora, a saia na cintura, se masturbando loucamente, tentando conter um gemido:
- O que você tá tentando esconder hein cadela? - C achou que era com ela, empurrei a cabeça para o pau, N abriu os olhos e me olhou.
- Eu tô quietinha, meu dono! - Falou sem fôlego
- Eu sei que tá quietinha, até demais - tirei C da minha pica - Se incomoda se minha cadelinha gemer assistindo você?
- Não! - Falou apressadamente voltando a chupar minha pica
- Ai meu Deus! - Um gemido alto saiu de N imediatamente
C estava chupando minha pica e eu vi ela se masturbando, decidi levar ela para o próximo passo, aproveitei que N estava deitada no sofá, puxei C pelo cabelo, beijei sua boca, dei um tapa na sua cara, e perguntei “O que você é?”, ela parecia confusa, não expliquei, joguei ela em cima da N, que estava de olho fechado e não entendeu nada já se assustando, empinei a bunda da cadelinha nova, e passei a pincelar, ela estava deitada na minha namorada, absolutamente louca de tesão, N estava em êxtase, abraçou sua nova amiga e que apesar de em cima, parecia não saber encostar nela direito, comecei a provocar:
- Eu perguntei o que você é - Pincelei o pau na bunda de N.
- Uma puta? - Ela falou já com a respiração pesada.
- Você acha que ela é uma puta, minha cadelinha? - Provoquei N, que agora abraçava C e fazia carinho no cabelo dela.
- Puta dá pra qualquer um, meu dono! - Falou orgulhosamente, já tinha passado por essa aula.
- Eu sou uma safada, então, me come! - Falou desesperada C.
- Safada toda mulher é, meu bem, eu quero saber o que você é! - Falei puxando a bunda para perto e quase enfiando a pica, voltando a pincelar
- Eu não sei, eu só quero que você me coma, por favor, me come!!! - Em desespero
Abraçou N, que puxou a cabeça dela, elas se olharam, e dessa vez mutuamente começaram a se beijar, parecia uma pintura, eu não queria interferir aquilo, mas o tesão foi maior, C afastou o beijo e N gritou:
- Ela é uma cadelinha também, meu dono!
- Eu puxei o cabelo cacheado, ela levantou os peitos, ficando de 4 - É isso? Você é uma cadelinha?
- SOU! SOU UMA CADELINHA, ME FODE, ME FODE!!!! - Gritou, finalmente.
Dali em diante, o que estava às claras ficou escancarado, eu comecei a meter na buceta da C, que gemia alto, posteriorme descobri que o apartamento tinha isolamento acústico por natureza, coisa de rico, ela não sabia no entanto, fez o que fez por tesão, N estava dividida entre se masturbar e cuidar de C, eu metia e judiava da nova aquisição do canil, cada tapa que dava era mais forte que o anterior na bunda, esperava o momento que ela fosse reclamar, mas em determinado momento, ela pediu mais, então entendi que na verdade ela também curtia ser dominada, só nunca teve a oportunidade, puxei seu cabelo, N beijou novamente, dessa vez também se abraçaram, as duas estavam se pegando gostoso enquanto eu trabalhava comendo aquela mulher madura e gostosa, aquela escultura monumental, então, sem surpresa, senti a perna dela amolecer, diferente de N, ela não apertava a buceta, mas senti escorrer pelo meu saco, o gozo dela, enfiei a pica fundo, e ela gritou agarrada na minha namorada, N olhava nos meus olhos, eu nos dela, ambos satisfeitos, colocamos ela deitada no sofá, e passei a comer minha namorada, fiz questão de colocá-la de frente para minha nova aquisição, um lembrete que ela agora não era mais exclusiva, ela gozou fácil, posteriormente descobri que era o segundo orgasmo dela, puxei C, deitada no sofá, novamente pelo cabelo, ela achava que ia colocá-la para chupar, mas não exatamente, coloquei de barriga para cima na diagonal do sofá, segurei seu pescoço, e fodi a sua boca, ela não estava acostumada, engasgou muito, demorou até entender como funcionava, enquanto isso, N queria participar, e havia uma buceta sobrando, ela viu o tesão daquela mulher, apertava os peitos e se masturbava, N não contou conversa e foi a chupar, enquanto eu fodia a boca da nova cadelinha, a antiga se deleitava em sua buceta gozada, o êxtase se sustentou no ar por longos minutos enquanto eu olhava nos olhos da minha namorada chupando e chamava ela de corna, de sapatona, e dizia o quanto ela era vagabunda, então, em uníssono, eu e a nova cadelinha gozamos, ela engoliu cada gota de leite, enquanto N chupava cada gota de seu gozo, ironicamente, a imagem parecia de um cachorro bebendo água, tirei o pau, C tirava o restante de porra do meu pau, eu fiz um carinho na sua cara, e fiz a pergunta derradeira:
- A cadelinha quer ser adotada por mim? - Não tirei os olhos dos dela - Ser minha cadelinha?
- Au au! - Ela disse, botando a linguinha para fora.
Naquele mesmo dia, estávamos mortos de cansados, o sofá e a sala cheiravam a sexo, N e C pediram para lembrar de um detalhe, a completa ausência de camisinhas na história exceto a vez em que comi o cu de N, bem, entre eu e N não havia qualquer doença nem medo de gravidez, além disso, uns 2 meses antes do começo da história, ela colocou um diu hormonal para tratamento de endometriose, não vou entrar nos detalhes clínicos, mas transar sem camisinha era plenamente seguro, já C, na verdade não se importava, ela tomava pílula quando saía com a gente, voltou quando começou a sair conosco, e o marido já não fazia amor com ela a muito tempo, então não havia mais possibilidade de doenças também, logo, os 3 não precisavam de qualquer proteção, voltando à história, não era viável nós 3 dormirmos no sofá, ele era grande mas meu tamanho e de C não era confortável juntos ali, então, ela trouxe a gente para o quarto, o quarto do casal, entrando um cheiro de camomila inundou os sentidos, o Sr. D era um homem de hábitos, e costumava tomar chá sempre, o cheiro não era mal, deixava o ambiente confortável, o quarto era enorme, o chão de porcelanato frio, a cama era tão grande quanto e ainda assim não preenchia o quarto, e havia um painel e uma TV a frente do móvel, os 3 nus, deitamos na cama, C perguntou se deveria vestir um pijama para dormir, eu puxei ela pela cintura, e sussurrei em seu ouvido que ela não sentiria frio, e talvez nem dormisse, não via perfeitamente a cara dela, mas ela me agarrou e me deu um beijo no peito, deitamos juntos, dei o controle a N, pedi que ela ligasse à TV e escolhesse um programa para assistir-mos, e voltei completamente minha atenção à novidade, trocava carinhos, beijos, apertava a bunda, enfim, estávamos namorando como diz o nome, apesar que deixamos claro no “canil” que minha namorada era a N, assim como o marido dela era o Sr. D, nós éramos amantes, iria chamá-la de namorada por 2 motivos, o primeiro era que era mais simples assim, ficar repassando as diferenças era cansativo, namorar era simples, segundo que o tesão da coisa era “trair”, tanto o marido dela quanto minha namorada, então a palavra ajudava a reforçar esse fetiche, deixando a explicação de lado, perdi a noção do tempo namorando, quando dei uma pausa, reparei na calmaria do quarto, o barulho da TV se confundia com alguns gemidos, enquanto meu foco estava na novidade, N estava no canto, gemendo, se masturbando, me coloquei atrás de minha nova cadelinha e virei-a de frente para minha cadelinha mais velha, dando a ela a visão mais privilegiada, apertei seus peitos, enquanto beijava seu pescoço e cheirava, o cheiro era bom, já não sentia nem traço do cheiro de camomila, o cabelo cacheado tinha aquele cheiro viciante, algo frutado e doce, escorreguei as mãos pela sua barriga, em direção a sua buceta, ao chegar, já estava molhada e totalmente sensível, mal tocava e ela respondia com barulhinhos, não era bem um gemido, era quase uma reclamação, notei que estava bastante sensível, ciente que não podia comer ela, decidi transformar um pouco a brincadeira:
- Minha cadelinha tá com tesão? - sussurrei em seu ouvido, baixinho, o suficiente para N não ouvir
- uhummmmm! - Ela gemeu, sua respiração estava novamente pesada.
- Eu percebi - Eu trouxe os 2 dedos que estavam em sua buceta à sua boca - Mas por que você tá reclamando tanto?
- Eu não aguento… - Ela falou baixinho, tirando os dedos da boca, envergonhada - Eu não estou acostumada, a tanto de uma só vez…
- Então acho que vou ter que adestrar a minha cadelinha, né? - Enfiei os dedos agora com a saliva dela, devagarinho, dentro da buceta
- Não! - Ela falou, alto, quase gritando - Minha buceta!
- Tá bom! - Tirei imediatamente os dedos - Você tá bem?
- Eu tô! Não queria que parasse… - Falou com os olhos doces - Por que você parou?
- Você pediu kkkkkkk, acho que não posso te treinar sem repassar alguns passos, me diz - voltei a apertar os bicos dos peitos dela e puxar - Qual é sua cor favorita?
- Por que você quer saber disso? - Falou manhosa, apertando o lençol
- Eu não quero perguntas, quero uma resposta! - Falei torcendo e puxando os peitos, para cima - e eu tô perdendo a paciência!
- Ahhhhhhhh! - Gemeu entre dor e tesão - Roxo, eu gosto de roxo!!!
- Então, a partir de agora, toda vez que você quiser parar, você fala roxo - apertei os peitos, aproximando um do outro - Se falar “não”, “para”, ou qualquer outra coisa, eu não vou parar, você entendeu?
- Uhummmmm - Gemeu longamente
- Então qual palavra você fala para eu parar?
- Roxo… Mas não precisa parar, continua!
- Ha ha, você acha que tem moral pra me mandar continuar, cadelinha? - Falei indo em direção à buceta novamente - Ei N, vem cá!
- O que foi, meu dono? - N estava vidrada, mas veio engatinhando do canto da cama.
- Chupa a cadelinha! - Puxei ela pelo cabelo e direcionei à buceta da nova cadelinha, ela não parava de tocar a buceta em momento algum!
- Ahhhhhhhhhhhhhh, meu Deus! Eu não aguento! - A mulher gemia, alto, não gritando, mas com certeza não baixo.
- É bom aguentar, você não acha que eu vou te comer só 1 vez por noite, acha? - Falei agora com a mão direita na gargante - É bom adestrar você, tem que aguentar!
- Tá bom, mas para, por favor! - Falou, mas dava para sentir a manha na voz claro como o dia - Eu não aguento mais!
- Não vou parar, cadelinha! - Empurrei a cabeça da N em direção à buceta de C - Pode gemer, gritar, hoje você é meu brinquedo!
A gente ficou brincando, N estava mal acostumada, era muito divertido reaprender a chupar buceta, antes de mim, ela ficou com meninas, chegou a namorar uma por meio ano, mas ela dizia que nenhuma dominava ela, então não funcionou por muito tempo, ela gozou em algum momento, enquanto eu castigava a nova cadelinha, eu a enforcava, sussurrava em seu ouvido que ela era minha, naquela noite, até o maridinho dela voltar, quando citava ele, estranhamente ela gemia mais alto, não sei se ela não queria a citação a ele, ou se aquilo dava tesão, em qualquer das opções, eu iria continuar cada vez mais, até que ela gozou, um momento de rigidez por todo o corpo, apertando a cabeça de N contra sua buceta, até um desmontar, caindo nos meus braços, seguida por N buscando um beijo, com a boca completamente melada com seu gozo, um beijo gostoso, dessa vez com bastante língua.
Depois daquilo, os 3 estavam satisfeitos, trocamos carícias e abraços os 3, enrolados, como cobras, até eventualmente relaxar e dormir. Não sei que horas dormi, mas acordei com meu celular tocando o despertador na sala, a cena era perfeita, ambas estavam dormindo no meu peito, plenas e pacíficas, com cuidado, dei um beijo na cabeça de N, que acordou e deu um selinho de volta, ela deu um beijo no meu peito e se afastou, sabia o protocolo, dei um beijo na cabeça da minha nova namorada, ela continuou dormindo, parecia cansada, deixei ela dormindo, me desvencilhar com cuidado, no caminho para a porta, olhei para trás, e vi N tomando C em seus braços, as duas dormindo abraçadas, mas eu não podia ficar, precisava trabalhar, era sexta-feira, pensei em ligar para o meu chefe e alegar problemas médicos, mas mesmo assim, eu sabia meus limites, gozei 2 vezes seguidas na noite anterior, eu aguentava por muito tempo até gozar, mas ao gozar eu esgotava, precisava “recarregar”, e meu trabalho me dava tempo para isso, eu peguei o celular, voltei pro quarto, vi novamente elas dormindo abraçadas, tomei um banho, me enxuguei, vesti a roupa que estava na mochila e fui trabalhar, o dia estava começando, e eu brincaria mais quando voltasse.

