Depois das aventuras à três, eu e Sérgio estávamos numa fase bem casal. Continuávamos a transar muito e nossa intimidade estava no nível máximo.
Quase todos os sábados saíamos para algum bar, bebíamos e dançávamos, terminando a madrugada num motel com muito sexo. Numa dessas noites, encontrei um colega da faculdade acompanhado de sua namorada, Débora (Déby para os íntimos). Álvaro devia ter a minha idade, uns 29 anos, era moreno de praia, alto e musculoso, típico garotão da zona sul. Sua namorada aparentava ter mais de 40 anos, mas era muito bonita e gostosa. Pele morena, cabelos louros pouco acima da cintura. Como o bar estava lotado, Sérgio os convidou a sentar conosco. Déby esbanjava sensualidade, o vestido justo mexendo com a libido de todos à mesa.
Depois de nos apresentarmos, Álvaro nos falou que se conheceram numa das academias da Déby, onde ele era professor.
Naquela noite estreitamos nossos laços de amizade a ponto de sermos convidados a passar o réveillon na cobertura da Déby, no Recreio.
Quando saímos do bar, fomos pro motel, eu e Sérgio, e depois de uma transa maravilhosa, ele me perguntou:
- Você já transou com o Álvaro?
- Não.
Eu o achava gostoso, mas nunca rolou nada.
Respondi, emendando uma pergunta:
- O que você achou da Déby?
- Uma mulher muito interessante. Tem jeito de pegadora.
Sérgio respondeu, sua respiração ainda ofegante contra meu pescoço. Continuei:
- Ela tem um jeito sedutor. No banheiro flagrei ela olhando pra minha bunda.
Com a cara mais safada do mundo, Sérgio perguntou:
- E aí, te deu tesão ser assediada por um mulherão daqueles?
Respondi sem nenhum pudor:
- Claro que sim. Inclusive, acho que esse convite pro Réveillon está cheio de segundas intenções.
Sérgio perguntou.
- E vamos aceitar o convite?
- Claro que sim. Não perco essa festa por nada.
Falei, com cara de tesão. Voltamos a transar gostoso, pensando no casal que passaria a noite de ano conosco.
Chegado o grande dia, me preparei como a ocasião exige. Cabelo solto e ondulado, depilação íntima (em forma de coração). Vestido frente única branco decotado, sandália de salto alto dourada e uma minúscula calcinha amarela. Como estava muito calor, Sérgio colocou uma bermuda branca e blusa polo amarela.
Chegamos antes das onze e subimos à cobertura, onde fomos recepcionados pelo casal. Déby usava um vestido vermelho, colado ao corpo. Seu decote revelava um lindo par de seios. As pernas à mostra, enfeitadas por sandálias da mesma cor do vestido. Álvaro vestia bermuda e camiseta brancas.
Quando entramos, o que antes era uma desconfiança, logo se confirmou, pois não havia mais ninguém na festa, apenas nós quatro. Déby nos conduziu ao andar superior, um lindo espaço com piscina, além de uma área interna com um enorme sofá e um tapete branco.
Começamos a beber espumante próximos à sacada que nos oferecia uma linda visão do oceano. Conversávamos amenidades, mas era indisfarçável o tesão no rosto de todos. Qualquer centelha poria fogo naquela festa.
Cinco, quatro, três, dois, um...Feliz ano Novo!!!
Trocamos beijos, abraços e votos de um Feliz Ano Novo. Depois de assistirmos ao show de fogos de artifício, Álvaro colocou uma música sensual. Eu e Sérgio começamos a dançar, emendando num beijo apaixonado com línguas dançando famintas. Quando olhei para os anfitriões, os vi no maior amasso, Déby estava com o vestido na cintura, revelando uma bunda maravilhosa e firme (a safada estava sem calcinha), a pele morena brilhando sob as luzes. Sérgio me virou de costas e tirou meu vestido, deixando-me apenas de calcinha, o ar fresco arrepiando minha pele nua. Suas mãos deslizavam pelo meu corpo enquanto sua rola dura se alojava entre minhas nádegas. Boca em meu ouvido, ele sussurrava palavras que fariam qualquer mulher subir pelas paredes, o hálito quente enviando calafrios pela espinha.
- Amor, você é a mulher mais gostosa do mundo. Quero te foder aqui e agora.
Meu tesão que estava a mil, foi a milhão quando Déby, veio em nossa direção, revelando a perfeição daquele corpo maduro. Uma borboleta tatuada adornava sua buceta totalmente depilada, emoldurada por uma linda marquinha de biquíni contrastando com a pele dourada.
Ela me abraçou, seus seios macios pressionando os meus, me beijando com volúpia, línguas entrelaçadas em um gosto doce de espumante. Meu marido, depois de algum tempo, nos deixou sozinhas. Eu estava com tanto tesão que minhas pernas ficaram bambas, o chão fofo do tapete cedendo sob mim, me fazendo desabar no sofá. Déby, postou-se entre minhas pernas abertas, tirou minha calcinha encharcada e enfiou sua língua quente e úmida na minha vulva inchada, o toque habilidoso enviando ondas de prazer que me arrancavam gemidos roucos. Os rapazes, completamente nus, se colocaram ao meu lado, deixando suas rolas grossas e latejantes à minha disposição, veias pulsando sob minha palma. Comecei a chupá-las alternadamente como se fossem dois sorvetes, cada um mais gostoso que o outro, o sabor terroso enchendo minha boca.
A língua habilidosa da Déby rodopiando em meu clitóris sensível me fez gozar intensamente, um jorro quente e tremores violentos deixando-me desfalecida, o corpo mole e a respiração ofegante.
Comigo momentaneamente fora de combate, os rapazes partiram pra cima da Déby. De quatro, ela chupava o pau de seu namorado, enquanto era fodida pelo meu marido, numa sincronia perfeita com estocadas ritmadas e gemidos abafados, parecendo uma cena de filme pornô.
Assim que me recuperei, fiquei de quatro na beira do sofá, olhei pro Álvaro com cara de puta e, apontando minha bunda com o dedo indicador, chamei-o a me foder por trás. Ele entrou com tudo, tocando fundo, fazendo cada veia pulsar dentro de mim.
Vap! Vap! Vap!
Ele metia gostoso, mas eu estava cheia de gás e queria mais ação. Então, ordenei:
- Deite aí, gato! Deixe-me quicar nesse caralho gostoso!
Com ele de costas no sofá, montei, descendo com força em seu pauzão, entrando fácil na minha buceta encharcada. Sua língua quente e úmida passeando pelos meus mamilos duros, me fazendo arrepiar.
Mas o que estava gostoso, podia ficar melhor. Senti a língua de Déby em ação, ora lambendo as bolas de seu namorado ora lambendo deliciosamente o meu anelzinho com um toque molhado. Eu provocava:
- Isso, safada! Chupa me cuzinho!
Quase gozei com sua língua no meu cu, sedento de pica.
Cansado, Sérgio saiu de trás da Déby e se sentou ao nosso lado, me convidando a cavalgar sua rola dura e escorregadia. Troquei de “garanhão”, liberando o Álvaro para que sua gata fizesse o mesmo. Eu e ela, lado a lado, quicando naqueles caralhos duríssimos e quentes, a fricção gerando calor, línguas se enrolando num beijo lascivo, nos deixando loucas de tesão.
O ritmo e os decibéis foram aumentando:
- Ai, amor! Eu vou gozar!!!! Ahhhh!
Gozamos os quatro, quase que simultaneamente, gritos ecoando misturados a jatos quentes e grossos. Espasmos em sequência, nos deixando prostrados.
Déby e Álvaro ficaram abraçados, trocando beijos e carícias. Eu insistia em quicar na rola do meu marido, ainda dura, tentando tirar até a última gota de prazer.
Assim que nos recuperamos de tamanho esforço, fomos para a piscina relaxar, a água fresca envolvendo nossos corpos exaustos. Beijos apaixonados, celebrando nosso amor. Mas aquela noite estava só começando. Tínhamos muito a dar e receber.