AS EXPERIÊNCIAS EXISTEM PARA SEREM VIVIDAS, a 2...a 3 ou a 4: Não era possível viajar, ir à praia passar o Carnaval na Praia do Pinho ou em BC, mas decidiram tirar um dia para montar o seu BLOCO! O Bloco que Eles poderiam ate já ter conhecido, mas que viverem juntos ainda era sonho: o Bloco de casal com mais um ou outros casais. SWING não fica tão longe da imaginação de ninguém, e só não vive que não se arrisca. E Eles precisavam arriscar. Não há garantias de que você goste ou se identifique, e nada é obrigatório, são audácias, são possibilidade, são dias, e são pessoas. Talvez a gente não se identifique no primeiro momento, talvez ele seja único, talvez sim, ou talvez não. São momentos em que você precisa ter ciência do seu corpo e da confiança que como casal, se estipula, e se conhece, quais são os limites, o que é permitido e até aonde é permitido. Conheciam um casal em potencial, elas tinham tesão pela vida, e eram experientes em outros relacionamentos, já não somos “meninas”, somos mulheres, maduras, independentes, e gostosas pra caraaalhhhooo: - e o momento aconteceu: apenas uma noite de verão e de carnaval, se rolar = “rolou”. E a conversa foi boa, as bebidas entraram e as verdades dos seus desejos pessoais e sexuais, saíram – já se conheciam do trabalho, já tinham confidenciado alguns episódios da vida, tinham gostos parecidos, e tudo isso facilitou o tesão. Não havia espaço para ‘mimimi” nem para guardar pudores. Havia o desejo de experenciar, e aconteceu como queriam que acontecesse: sem pressão e sem exageros. – é verdade que uma casa de swing tem lá seus estímulos extras: o ver e o não ver, o poder tocar, o exibir, o escolher e ser escolhido... Nenhuma das duas, se fez de Santa, e começamos a nos tocar, um toque leve, respeitoso, mas delicioso ...e passamos a nos beijar, sem delongas tiramos parte de cima de nossas roupas, ficamos de top e shorts. Meninos assistindo, bebendo e incrédulos na cena que se seguia. Fomos adiante, nos esfregamos nos dois, trocamos de cadeira, e de homem, e como era bom ver aqueles olhos brilhando...aqueles dois paus que não paravam de crescer, e eles também passaram a se masturbar, e nos masturbar, sugavam nossos seios, enquanto beijávamos e nos enroscávamos. Paramos um pouquinho para uma chupadinha nos nossos “meninos” que estavam loucos de tesão, e que não piscavam...para as cenas que viviam, e com muita desenvoltura, chupamos de cima abaixo, as bolas, e tudo mais, praticamente batendo uma punheta com a boca entre casais trocados. Ser mulher nessas horas é muito mais fácil, vc conhece e reconhece o corpo que está a sua frente: sabe onde pode e onde deve tocar, e manipular...por isso, a sensação é ótima, em ser chupada por uma MULHER ...mas eu não perdi a chance e chupei a língua dela com gosto, sentindo ainda o restinho da porra do “meu vício”, uma porra grossa, docinha...que eu seria de reconhecer a milhares de quilômetros! Usamos camisinha, e nos dispomos nos pelando por total, nos beijando e nos tocando, ao que os meninos davam sinais de que pouco aguentariam, sem meter nas duas o mais breve, havia fome, havia necessidade de possuir as duas naqueles olhinhos saltados, naquelas bocas entreabertas, que bebiam dos copos e bebiam dos nossos corpos, os gostos de misturavam, não havia mais “C” ou “J”, haviam dois casais libertos a viver os prazeres inegáveis da vida. Nos posicionamos de quatro nas poltronas e os casais invertidos entraram em cena novamente, o novo sempre nos causa tensão, e nesse caso, mais tesão, e como é gostoso viver o novo, ahhhh, o sem limites, o obscuro, o incerto, são prazeres que só quem vivencia, entenderá. Ainda, Ela me chupava e levava as bombadas do meu amante, de vez em quando parava e dava uma rebolada, fazia um drift na piroca e dávamos um ré no bumbum, enlouquecendo e trocando “nossos homens”. Não aguentamos e começamos a gozar nos tocando e batendo siririca de renomes, e os nossos machos que bombavam atrás também. Ainda deu tempo deles tirarem das xotas e gozarem nas costas e na bunda das suas parceiras “trocadas”. Não me aguentei e puxei meu amante com violência para outro sofá, o cheiro de sexo era enorme, os gemidos... o tesão foi a mil... fomos tateando e esbarrando em tudo que vinha pela frente, mas o desejo e o tesão de nos fundirmos nós dois depois dessa experiência, era algo inexplicável que só uma boa pegada amenizaria: fiquei de quatro, ele me lambeu inteirinha, meteu aquela língua fogosa no meu cool e sem dó meteu tudo, e ainda sussurrava “depois de hoje tu é minha puta ainda mais puta e a puta mais vadia que eu sempre quis”, e eu gozei, e muito e alto, e ainda ouvindo nosso casal amigo, que também extravasava seu prazer. Perto do fim, cheguei perto da minha nova Amiga e vi ela toda arrombada, com a buceta vermelha, mas muito feliz, safadas como deve ser!
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