Um mês depois a empresa sofreu um prejuízo enorme – um investimento ruim que custou milhões. Marcus estava furioso, gritando com a equipe durante a reunião. "Alguém vai pagar por isso!" Seus olhos se fixaram em mim, e eu soube que era o alvo. Após o expediente, ele me arrastou para sua sala, trancando a porta com violência.
"Você acha que pode foder tudo e sair impune?", rosnou ele, me jogando contra a parede. Suas mãos rasgaram minha camisa, e ele me virou de costas, baixando minhas calças com raiva. "Aquele prejuízo? Foi culpa da sua análise preguiçosa!" Não era verdade – eu havia alertado sobre os riscos –, mas ele não queria ouvir. Seu pau já estava duro, latejando de fúria. Ele cuspiu na mão e me penetrou seco, me fazendo gritar de dor e prazer misturados.
"Ah, porra, Marcus... devagar!", implorei, mas ele me socava com força, cada estocada como uma punição. "Cala a boca, sua vadia. Você gosta disso, não é? Gosta de ser fodido como uma puta barata." Suas mãos apertavam minha cintura, deixando marcas, enquanto ele me bombava sem piedade. O som das nossas peles batendo ecoava na sala vazia. Ele me virou, me forçando a olhar nos seus olhos enquanto me fodia sobre a mesa, sua raiva se transformando em um desejo animalesco. "Goza pra mim, Alex. Mostra que você é meu."
Eu gozei forte, jorrando no chão, e ele veio logo depois, enchendo meu cu com sua porra quente. Ofegante, ele se afastou, ajustando a gravata. "Da próxima vez, faça melhor". Saí dali trêmulo, sabendo que Lucas ainda me esperava no escuro, pronto para mais chantagem. Mas, no fundo, eu amava cada minuto dessa loucura.
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