Boa tarde, dando continuidade ao conto anterior, tenho muito tesão em ver a minha esposinha transando com outros homens, ela já me confessou a vontade de fazer DP vaginal mas o medo, o receio dela ainda não deixou chamar ninguém, então resolvi dopar ela e chamar um grande amigo meu pra comer ela.
Então, minha esposa é baixinha mede 1,5 metros, um rosto lindo, um bocão (de boqueteira), peituda, a baixinha tem peitão, os peitos mais lindos que já vi, durinhos, não são caídos e uma buceta enorme e gulosa, enche a mão e já cheguei a enfiar 4 dedos dentro.
Como falei no conto anterior, ela ficou com vergonha por ter transado com outrto cara. Não me deixou chamar o Vitor nem pra conersar melhor. Deixei os dias passarem pra ver como ela reagiria e nada.
O Vitor me ligou nesse final de semana perguntando se poderia encontrar comigo e com o amigo dele que comeu a Claudia. Nos encontramos num barzinho aqui da minha cidade. O amigo médico colocou em cima da mesa um frasco de um remédio que segundo ele manteria ela acordade e sem resistência, iria tirar a inibição dela, ele falou que no centro cirúrgico chamam de soro da verdade. Me explicou como dar pra ela e os 2 me perguntaram quando poderíamos por em prática.
Como já estava tarde e iria pegar ela no serviço e não iria trabalhar no dia seguinte, perguntei se poderia ser naquele sabado mesmo. Eles toparam na hora. Fui ao encontro da Claudia e enquanto ela tomava o banho dela, botei o remédio na água dela e depois quando terminei o meu banho vi que ela tinha bebido a água, pedi pra abrir uma cerveja pra nós podermos beber um pouco.
Nisso já mandei mesagem pro Vitor Que estava esperando eu chamar, pelo que o médico falou o efeito era rápido e nisso já foram lá pra casa.
Chamaram na porta e mandei a Claudia atender eles. Ela foi atendeu, cumprimentou a a todos, foi abraçada. Chamei ela perto de mim na cozinha dei um beijão nela apertando os peitões dela e botei pra fora, e ela safada não reclamou, se estivesse bem não aconteceria. Mandei ela tirar a roupa e dei uma calcinha pra ela bem pequena e ir servir cerveja as visitas. Ela foi bem obediente.
A baixinha estava de salto, e calcinha servindo os 3 na sala da nossa casa. O Vitor mandou ela ficar de 4 no meio da sala e ficaram passando a mão nela.
Vitor chamou ela até ele mas era pra continuar de 4, ela foi engatinhando até ele. Ele mandou ela fazer o boquete especial que eu havia falado pra ele, nisso ela vai e começa a mamar a pika dele e esfregar as tetas na coxa dele. Os 2 médicos se posicionam atrás dela e arrancam a calcinha dela e começam a meter na bucetona dela, ela não falava nada, só obedecia a eles.
Eu chamei a Claudia e mandei ela levas as visitas para o nosso quarto e atende-los bem. O Vitor pegou ela pelas mãos e foi subindo as escadas pelada enquanto eles estavam vestidos. O Vitor falou pra um dos médicos deitar na cama e ela ir por cima dele primeiro fazendo um boquete de 4 e esfregando as tetas nele. O outro médico perguntou se ela tinha vontade de dar pra eles , ela respondeu que sim enquanto mamava.
Ele pergunta se tem alguém que ela queira transar muito, ela vira e fala de um outro médico do hospital ammigo deles. Eles ligaram na hora pra esse cara chamando ali mas não falaram nada. Como ele é da cidade chegou rápido, o recebi e chamei pra entrar sendo recepcionado no alto da escada pelo amigo, ele sem entender até porque ele estava pelado. Ele o leva pra dentro do quarto nisso ve a claudia peladinha toda arreganhada e pede pra ele meter com força dentro da buceta dela.
Cara que loucura foi ver isso acontecendo. Fiquei tranquilo pois eles mesmos já tinham o controle do horário e iam administrando o remédio nela pra manter ela sob o controle deles. Ela ficou com elesmuito tempo, gozaram não sei nem quantas vezes dentro dela. Como ela nunca tinha dado entrada e sendo até grossa com eles, eles esculacharam ela, foi muito tapa na cara dela, ela é branquinha estava com a cara toda vermelha de tanto tapa, igual no rabo, ficou a amarca das mãos deles. A bucetona dela gulosa, aguentou a tão esperada DP vaginal que ela tanto queria, todos gozaram dentro da buceta dela e todos gozaram dentro da boca dela. Com o passar das horas eles preferiram ir eembora e me deram o remédio pra desfazer o efeito do remédio. Madei a Claudia os acompnhar até a garagem do jeito que estava. Deu um beijo em todos e um boquete antes de sairem, que falaram que voltariam. Mando a Claudia entrou mandei ela ir se deitar e dei o remédio pra ela. Ela apagou e acordou no dia seguinte sem saber o que aconteceu, não perguntou nada só sentiu uma ardência, como se estivesse assada, até porque deveria estar mesmo de tanta pirocada que levou. Transamos bastante depois disso e achei ela mais arrombada ela pedindo pra enfiar o brinquedo e fazer DP. Coitada da baixinha, vai ser abusada mais vezes.

Amigo vc perdeu a oportunidade de fazer como bom corninho assim como eu também sou e sempre faço na minha mulher de chupar e lamber a buceta dela toda gozada cheia de leitinho do outro da um tesão louco toda semana a Mari chega em casa com a buceta cheia de porra dos machos dela pra chupar e lamber tudo enquanto me conta tudo e fudemos muito tempo alguns contos nossos de nossas aventuras abraço