Para lembrar. Me chamo Nívea, tenho 19 anos. Minha mãe tem 55 anos e começou a namorar com um Alex, um coroa de 50 anos pra frente e safado.
Minha mãe me adotou quando eu era bebê. Há uns dois anos, quando eu tinha 17, eu quis conhecer minha mãe biológica e ela não se opôs. Deu um jeito de achá-la, fez contato e fomos ao encontro, numa cidade bem pequena, no interior do interior. Lá descobri que eu tinha mais um irmão, o Eduardo, que foi criado pela minha avó, mãe da minha mãe biológica. Ele tem dois anos a mais que eu, 19 na época, 21 agora.
Bem "coloninho", inocente, mas divertido e simpático.
Ao finalizar a visita, que foi de um dia, minha mãe verdadeira, a que me criou, disse para ele. "Se um dia quiser estudar ou buscar trabalho num centro maior, me avisa que podemos te ajudar", sugeriu. Na volta, ela me disse que ficou com pena do futuro dele naquele lugar e falou sem pensar: "mas ele não vai querer, foi mais por educação".
Uns seis, oito meses depois, ele mandou mensagem para ela, perguntando se a proposta estava de pé. Minha mãe veio me perguntar o que eu achava, disse para ela trazê-lo para cá, tínhamos um quarto sobrando, seria bom para nós. E foi o que aconteceu, faz pouco mais de um ano, eu estava começando a namorar o Matias. Viraram muito amigos - têm a mesma idade - e passamos a andar sempre os três juntos. Nunca rolou nada, juro.
Mas um dia destes, depois de voltar da escola, entrei em casa e vi, pela porta entreaberta do quarto dele, ele se masturbando. "Que pau grande do meu maninho", pensei, ficando toda encharcada. Nem sei se ele já transou algumas vezes na vida, mas aquilo me deu um misto de prazer e culpa.
Mandei uma mensagem para o Alex, perguntei se poderia ir lá, ele deu ok, peguei o Uber e disse que queria dar muito para ele. Ele me beijou e enfiou os dedos na minha boceta. "Que fogo, hein?" Me comeu gostoso.
Mas depois de gozarmos, ele me perguntou que tesão era aquele que eu estava sentindo, contei para ele o que se passou na minha casa.
"E você?", perguntou. "Você viu como eu estava", brinquei.
"Mas ele é meu irmão", falei.
"Como teu irmão? Até dois anos atrás, você nem sabia que ele existia", respondeu, me incentivando a pensar no assunto. "Bota umas roupinhas mais justinhas quando estiverem sozinhos", "provoca ele", "veja a reação", falava o safado do comedor da minha mãe.
Os dias se passaram, estávamos eu e o Matias em casa e começamos a nos pegar. Fomos transar no quarto - Matias estava ficando pouco para mim! - e lá pelas tantas sentei de costas para ele, que estava deitado na cama, cavalgando, quando vi que o Eduardo chegou e espiou no quarto. Matias não viu, mas eu percebi, meu mano. Cavalguei mais forte, mais selvagem, olhando para a porta onde eu sabia que ele nos olhava. Gozei no pau do Matias, mas pensava no meu irmãozinho.
Em seguida, uma meia hora depois, estávamos nós três juntos, como sempre fazíamos. Mas algo tinha mudado. Eu olhava para meu mano diferente, e ele parecia estar sempre de pau duro. Eu abusava do vestido curto, sem sutiã. Provocava, vi que ficou perturbado.
No outro dia, mãe na casa do Alex e Matias fazendo bico como delivery, Eduardo acordou a tempo de se despedir do amigo. Eu de camisola. Ele só de pijama curto, parecia sem cueca, volume grande.
"O que você vai fazer?", perguntei. "Voltar a dormir", disse o mano.
"Vem para meu quarto, tem ar condicionado", chamei para o tudo ou nada. Não deixei tempo de pensar, "quero este caralho", falei, agarrando-o por cima do pijama.
Ele ficou nervoso, senti... assustei ele.
"Desculpe, vamos conversar", abracei-o, levando-o para meu quarto. Vi que já estava de pau duro. Encostei a porta, ele já estava deitado, vi novamente aquele volume e fui direto para lá. Agarrei a mão, fui tirando o pijama e caí de boca naquele pau, novinho como o do Matias. Ele nem reclamou, pelo contrário... Me disse depois que nunca tinha sentido isso.
Eu, com 19 anos, desvirginando meu mano de 22.
Em breve, conto mais das minhas aventuras com meu maninho.

Fascinante