JUSSARA. Cada evento um capítulo 08. Férias Praia.Realidade
Todos os anos era costume, já na semana de Natal, ir para nossa casa da paria, eu tirava dias de férias neste período. Normalmente também, sempre a gente convidava um casal de amigos, pq ficar sozinhos não era legal. Casal amigo ,desta vez, Gládis e Jonas, nossa relação era bem legal, sem frescura e sem segredos. Tínhamos idades semelhantes, o Jonas já tinha sido meu colega de trabalho anos atrás e uma das viagens que fizemos juntos, nós dois solteiros ainda, ele se soltou em um restaurante. Depois me contou, confessou sua bissexualidade. Entre nós nunca rolou nada. O tempo passou e já estávamos casados, eu com a Jussara ele com a Gládis uma linda mulher. A primeira vez que estiveram em nossa casa na praia, depois as coisas começaram a ser comentadas abertamente, sem nada combinar, ficamos sabendo naquela noite que assim como eu e a Jussara, eles tinham um casamento bem liberal, as duas riam muito se confessando, falando de um ou outro caso que tiveram, com a permissão dos maridos. Jonas também deixou claro que gostava de ver a Gládis com outro, já tinham feito isso algumas vezes, mas agora tinham se tornado bem mais seletivos, a declaração deles, o modo de colocar as coisas, parecia que éramos eu e a Jussara falando, mesmo sistema, mesmo comportamento. Foi muito divertido saber tudo aquilo. Naquela noite mesmo, as duas seguramente quando foram ao banheiro combinaram algo, eu conhecia aquele olhar da Jussara. Foram elas que combinaram tudo. Voltamos para casa, tarde da noite. A Jussara depois do banho me contou que tinham combinado de trocarem de maridos, eu fazia tempo que estava a fim de conhecer melhor a Gladis, confirmei pra ela, que iria trocar de quarto com o Paulo, provoquei ela sobre o Paulo, pq ele se mostrava pauzudo, na sunga quando íamos para o mar, dava pra notar o volume, a Jussara só deu uma risada e arregalou os olhos. Esperamos ouvir que o banheiro deixou de ser usado, então deu a certeza que todos estavam de banho tomado, sai do nosso quarto e fiz o que a Jussara me mandou, era o que tinha combinado com a Gladis, bati na porta deles e fui para o banheiro, esperei ouvir o barulho de porta deles e ouvir o Paulo indo para nosso quarto. Sai entrei no quarto deles, a Gládis deitada só de calcinha, linda, linda. Ví que na mesinha de cabeceira, tinha umas camisinhas e um tubo de gel, entendi tudo. Tinha deixado no nosso quarto o mesmo esquema. Acariciando a Gládis, meu pau parecia que ia explodir de duro, beijando os seios dela, desci para a barriga e ela com as duas mãos nos meus ombros me empurrou para baixo, cai de boca na bucetinha dela, ela já teve o primeiro gozo, se contorcendo toda e me segurando pela cabeça, me apertando contra a bucetinha, subi entre as pernas delas, e acertei meu pau na bucetinha, era um forno, quente, ela gemia o tempo todo, o que me dava mais tesão, comecei a ter a vontade de gozar, ela notou, me empurrou, cai fora, fiquei ajoelhado na cama, ela estão espichou o braço, pegou uma camisinha, me passou, ao mesmo tempo abriu o tubo de gel, e ela mesmo passou entre as nádegas, rápido coloquei a camisinha ela já estava deitada de ladinho, pernas meio encolhidas, eu entendi o que ela queria, direto no cuzinho dela, encostei e forcei, meu pau deslizou pra dentro sem maior esforço, ela gemeu alto,.., soca querido, soca forte, vai, mete forte, então depois de algumas enterradas, fortes e rápidas, não consegui segurara meu gozo, enchi a ponta da camisinha com meu gozo. Ela permaneceu na posição sem se mexer ou falar qualquer coisa. Sai do quarto para o banheiro e fiz tempo esperando ouvir o Paulo sair do nosso quarto. Não demorou ouvi a porta abrir. Logo fui para nosso quarto, curioso para saber da Jussara como foi. Fiquei olhando para ela, que sorrindo, ...querido quer saber né, ela broxou, pau meio mole e não conseguiu gozar, nem consegui entrar na minha bunda, estava bem mole, achei graça, rimos juntos. Falei, depois tenta outra vez, vai que ele não estava num dia bom. Pela manhã quando acordamos a Jussara veio se esfregar em mim, Querido, o pauzão dele é enorme, pode ser por isso também atrapalhou, me deixou maluca, vou perguntar para a Gladis se tem algum segredo. No café pela manhã, depois fomos para a sala a Jussara saiu foi para a varanda da casa chamou a Gládis, conversaram bastante, elas se divertiram conversando, depois voltaram. Vem querido vamos caminhar um pouco, a Gladis puxou o Paulo pela mão e saíram porta a fora, a Jussara veio e me falou que a Gladis já sabia que ele não tinha conseguido, que ele não soube explicar pq, simplesmente não funcionou, mas que ele tinha tesão por mim, então falei pra ela combinar com ele para aquela tarde mesmo, no nosso quarto., que eu ia subir e esperar ele, e vc fica aqui na sala com ela, foi minha vez de sorrir, ...nem pensar querida, eu vou convidar a Gládis para olhar com ela. Já estávamos no meio da tarde, a Jussara olhou para o Paulo e fez um sinal, subindo a escada na frente, ele deu um beijo na Gladis, me olhou sorriu e foi atrás. Levantei e sentei ao lado da Gládis, vamos espiar né? ela concordou de cara, sem nenhum comentário. Deixamos passar alguns minutos e subimos, entramos os dois nem nos olharam, como se não tivéssemos ali. A Jussara de pernas abertas abraçando o corpo dele, fomos para uma posição que dava pra ver tudo, então o pauzão dele desaparecia dentro da bucetinha dela, a Jussara estava tensa, se contorcia de minuto a minutos eu sabia que estava gostando aproveitando, repetidas vezes gemendo alto, ele socou, socou, socou, ela naquele estado de mulher insaciável, gemia segurava ele com as pernas, então deixou as pernas caírem, e meio que empurrou ele, que entendeu se afastou, o pau dele era uma coisa fora do comum, a Gládis viu meu espanto, e sorriu, a Jussara pulo num gestou rápido e ficou de quatro, entregou para ele o tubo de gel, oferecendo o cuzinho, então a Gládis pegou minha mão começou apertar, parecia nervosa, olhei, ela estava entre sorrisos respirando apressada, respiração pesado, Paulo então esnobando, sacudiu o pauzão, gel nos dedos e foi direto no cuzinho da Jussara, para mim este era o melhor momento, e para a Gládis parecia que era também, encostou e começou empurrar, a Jussara botou a mão para trás segurando o corpo dele, ficou segurando e ele foi empurrando, ela deixando entrar, gemeu alto quando começou entrar, a mão foi baixada e ele continuou empurrando até sumir todo. Ele parecia com raiva, gemia também socando, a Gládis parecia que queria esmagar minha mão, até que ele deu um enterrada final gozando, ficou puxando a Jussara pela cintura e ainda fazendo aqueles movimentos conhecidos, mas estava tudo dentro. Vi o pauzão dele saindo do cuzinho da Jussara uma visão dos infernos, o cuzinho dela estava um cuzão, ficou bem aberto e escorreu parte do gozo dele. Ele saiu da cama, pauzão ainda meio duro dependurado sacudindo, pegou a mão da Gládis e saíram do quarto, foram para o banheiro. Jussara deitada na cama, encolhida e de ladinho, notei que escorria numa nádega alguma coisa do gozo dele. Deitei atrás dela abracei, , não falei nada, ela falou, ... muito ardido. Depois de um tempo, acompanhei a Jussara no banheiro, ela no chuveiro, querido, estou arrombada, e sorriu. De3pois daquele dia, o mesmo aconteceu outra vez, semana depois, e logo nossos dias de praia terminaram. Nos depedimos na cidade, e combinamos continuar nos encontrando......
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