Visita da sub

Olá. Este conto não tem relação direta com os anteriores que escrevi, mas continua sendo uma história real que vivenciei.

Sempre tive uma inclinação forte pela dominação no sexo. Não sou muito adepto de usar diversos brinquedos, embora também não tenha experimentado muita coisa nesse sentido. Minha vibe sempre foi mais voltada à dominação psicológica; na parte física, costumo usar o próprio corpo. Segurar a mulher pelos braços, pela cintura, pela cabeça… As ofensas também sempre fizeram parte desse meu lado: chamar de minha puta, minha cadela, minha vadia. A sensação de propriedade é importante. O difícil é encontrar uma sub que realmente goste de um sexo mais intenso, que aguente de verdade os tapas e que se deixe ser usada como objeto. Não há prazer maior do que submeter uma mulher a isso — mas as que realmente suportam são raras.

Nessa situação, conheci uma jovem mulher, no início dos 20 anos, com um espírito submisso bastante forte e que adorava, acima de tudo, chupar e dar o cu. Porém, era virgem. Sua paixão vinha muito dos filmes que assistia e do consolo que usava. Nossas conversas começaram por aplicativos e sempre giravam em torno de como iríamos transar, com bastante ênfase na dominação. Tínhamos um fascínio intenso por sexo oral, e este relato conta como eu a fazia ir até a minha casa apenas para que eu usasse a boca dela com vontade.

Um belo dia, mandei mensagem do nada:

— Oi, minha putinha. Que horas tu tá livre do trabalho?
— Oi, Dom — ela respondeu. — Pelas 18h. Por quê?
— Passa aqui. Hoje eu vou foder a tua boca.

Ela ficou animada e incrédula. Ainda não tínhamos feito nada e, talvez na cabeça dela, nossas conversas fossem ficar apenas no aplicativo.

Quando chegou ao meu endereço, entrou na minha casa, nos beijamos e eu a sentei na cama.

— Então hoje a minha putinha vai chupar pela primeira vez?
— Sim, Dom… — respondeu, olhando nos meus olhos, já com a boca salivando.
— Que delícia, minha putinha…

Segurei-a pelos cabelos e levei sua cabeça até mim, que já estava duro e pronto. Apesar de virgem, ela tinha talento e sabia que eu gostava de uma chupada bem babada, pelas inúmeras conversas que tivemos. Cuspiu com vontade e caiu de boca, com uma sede que eu nunca tinha visto — como se aquilo fosse o que ela mais precisava.

— Isso, minha vadia… Começamos bem…

Tirei dela por um instante e deslizei por todo o seu rosto. Ela ofegava e esfregava ainda mais a face contra mim. Aproveitei o momento e cuspi novamente, espalhando saliva pelo rosto dela e pelo meu membro, que passou a deslizar com mais facilidade.

— Era isso que tu precisava, né?
— Sim, Dom. Eu preciso muito disso. Todo dia.
— E agora tu vai ter. Cospe de novo. Deixa escorrer.

Ela obedeceu. Tinha muita baba, o que só me deixava mais excitado. Dei um tapa em seu rosto; ela gemeu e voltou a me chupar.

O movimento de vai e vem estava delicioso. Depois de alguns minutos, segurei sua cabeça por trás e disse:

— Abre bem a boca. Agora deixa comigo.

Comecei a guiar o ritmo. Como tinha pouca prática, ela ainda engasgava bastante e não consegui aprofundar tanto quanto queria. Mesmo assim, o som dela tentando acompanhar era excitante.

— Tu precisa treinar mais. Ainda falta prática pra engolir tudo.
— Sim, Dom… mas eu chego lá contigo me ajudando. Fode minha boquinha…

Dei outro tapa e continuei. De tempos em tempos, ela alternava, descendo até as bolas, lambendo, sugando, deixando tudo brilhando de saliva. Levava jeito. Brincava com a baba nas mãos e, quando escorria da cabeça até a base, sugava novamente, como se não quisesse desperdiçar nada.

Depois, levei-a até a sala. Sentei no sofá, inclinei o corpo para trás e disse:

— Agora eu quero que tu dê o teu melhor e faça o teu dono gozar.

Ela se ajoelhou sem hesitar e voltou ao movimento frenético. Cuspia, lambia, engasgava, tossia um pouco, mas não parava. Subia e descia com intensidade.

— Que delícia…

Após alguns minutos, avisei que ia gozar. Ela abocanhou a cabeça e me olhou enquanto estimulava o restante com a mão.

Gozei forte. Ela arregalou os olhos, surpresa com a quantidade de porra que saiu. Engasgou um pouco, mas engoliu tudo, sem deixar escapar nada.

Fiquei ali, ofegante, aproveitando o pós-gozo, quando ela disse, com a voz levemente rouca:

— Caramba, Dom… preciso de um copo d’água. Minha garganta tá doendo um pouco.

Conversamos mais um pouco e combinamos de nos encontrar outras vezes. Afinal, ela ainda queria treinar — e eu também tinha planos para os próximos encontros. Nos despedimos com um beijo quente. O resto fica para outro dia.

Foto 1 do Conto erotico: Visita da sub


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Comentários


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dom-max Comentou em 17/02/2026

Só faltou ela fazer beijo grego, as minhas submissas tem que chupar tudo.




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Ficha do conto

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ronin1350

Nome do conto:
Visita da sub

Codigo do conto:
254861

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
17/02/2026

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