A mãe de Leonardo, tinha pegado e estrada de última hora para o outra cidade do interior. A matriarca da família dela tinha dado uma entrada no hospital porque caiu e torceu o pé, e as obrigações de filha mulher falaram mais alto, foi cuidar dela nos primeiros dias. "Cuida do meu menino, Marcos", ela falou antes de sair, com um beijo apressado na boca do marido e um abraço apertado no filho.
Marcos, com seus 45 anos, era a personificação do macho seguro. Cabelos lisos, curtos e já um pouco grisalhos caíram sobre a testa, sempre um pouco despenteados. A barba por fazer dava um ar rústico ao seu rosto bonito, e seu corpo, coberto por uma pelagem escura e sedosa, foi um testemunho de anos de academia e trabalho braçal. Era um cara grande, não gordo, mas parrudo: forte, protetor, com um olhar que parecia ver através das pessoas.
Leo, por sua vez, tinha feito dezoito anos. Corpo de garoto, mas com o olhar curioso de um homem. Estava prestes a trocar o uniforme do colégio pela liberdade do campus universitário, e a energia do carnaval, mesmo distante, parecia zunir em suas veias.
Para espantar o tédio, eles chamaram uns amigos de Marcos – um grupo de homens – e fizeram um churrasco. A cerveja gelada na mão, a carne crepitou na grelha e as risadas ecoaram pelo quintal com a piscina. Leo se sentiu adulto, parte daquele mundo de homens que falavam de futebol, trabalho e mulheres com uma naturalidade que ele ainda estava aprendendo a imitar.
Quando o último amigo foi, a casa voltou a mergulhar no silêncio, agora preenchida pelo zumbido dos grilos e pelo calor que parecia ter intensificado. “Cara, não tem como dormir nesse forno”, reclamou Leo, enxugando o suor da testa.
"Vá pro meu quarto", sugeriu Marcos, levantando-se e esticando o corpo, os músculos das costas se tensionando com o calor. "Tem ar condicionado de 20 mil BTUs. Vamos virar uma geladeira lá.". Era o primeiro ambiente em que tinham investido e colocado um ar condicionado, faltava na sala e no quarto de Leo também.
Leo não precisou de convite. O quarto de Marcos era os santuários da casa: grande, com uma cama de casal, cheirava a perfume masculino do padrasto. O ar gelado bateu em seu rosto como uma vitória. Enquanto Marcos tomava seu banho, Leo deitou na cama, sentindo os lençóis.
O padrasto saiu do banheiro, uma nuvem de vapor o seguindo. Só de cueca branca, o suficiente para esboçar o volume pesado entre as pernas. A água pingava de seus cabelos e descia pelos pelos do peito, um rio que percorria o abdômen antes de se perder no tecido da cueca. Ele não fez cerimônia, apenas se deitou na cama do outro lado, suspirando aliviado. “Melhor que a praia”, ele murmurou.
Ficaram em silêncio por um tempo, a única luz da TV que assistia um filme de ação sem graça. Leo não conseguiu parar de olhar para o padrasto. Era admiração, curiosidade, e uma pontada de um certo desejo que ele mal compreendia, sentido no fundo da barriga. Ele via a barba, o peito peludo subindo e descendo, a força contida naquele corpo deitado ao seu lado. Sentindo o olhar, Marcos virou a cabeça. O brilho da TV iluminava seu rosto. "O que é, moleque? Me achando velho?"
Leo engoliu em seco. "Não. É que... você é fortão, Marcos."
Marcos soltou uma risada baixa, um som rouco que vibrou no peito. "Já estive melhor! To véio, já".
"Não, você está bem pra caramba. Grandão!", o garoto reforçou. "Eu sou mais magro, bem menor que você".
"Cara, isso muda com o tempo. Você ainda vai crescer mais. Escuta seu padrasto." Ele explicou enquanto pousava a mão em cima do pau na cueca. "O que importa é se a ferramenta aqui funciona bem...", riu alto apertando o pau." A sua já está sendo usada? Na tua idade estava passando ferro na mulherada".
Leo riu sem jeito e ficou vermelho. O padrasto percebeu pela reação que ele não tinha praticado. "Você é virgem ainda?", insistiu. "Não teve experiências?"
Ele pausou, o olhar se fixou em Leo, que agora parecia um pouco nervoso e envergonhado. A atmosfera mudou. A tensão, antes apenas do calor, agora era de outra natureza. Marcos se virou de lado, o corpo todo voltado para o enteado. "Mas você não é mais criança, né? Dezoito anos...não rolou oportunidade? Ou você não gosta?"
A mão de Marcos, grande e com os dedos, pousou na perna de Leão, acima do joelho. O toque foi elétrico. Leo não se mexeu, apenas sentiu o coração bater mais forte, um tambor de guerra em seu peito. "Eu não sei...", gaguejou. "Ainda não sei do que eu gosto".
"Sabe, Leo...", começou Marcos, a voz um sussurro grave e sedutor. "Em momentos assim, longe de todos, a gente acaba se conhecendo de verdade." A mão começou a subir, lentamente, pela coxa. "E eu vejo a curiosidade nos seus olhos. A mesma curiosidade que eu tinha na sua idade.", ressaltou. "Você precisa deixar a timidez ir embora, experimentar novas sensações. Isso tudo é muito gostoso". Decidiu ir mais a fundo no assunto. "Vou colocar uns videos na TVpara gente ver. Deixa eu espelhar a tela do meu notebook na TV". O padrasto pegou o computador abriu uma pasta com filmes pornográficos e jogou na tela da TV do quarto. Eles começaram assistir. E o pau logo subiu inevitavelmente.
"Olha que delicia isso...precisa aprender". O padrasto colocava em algumas cenas e ia comentando o que achava ou as situações. Leo não conseguia falar. Apenas consentia com a cabeça. O clima de tesão era muito forte. O pau do padrasto era um rocha na cueca, a ponto da cabeça sair pelo elástico da cueca. Leo não conseguia tirar o olho e não conseguia esconder isso. Em um movimento a mão de Marcos pegou a mão de Leo e levou até a sua virilha, parando por um instante sobre a lateral da sua cueca. Leo podia sentir o calor, uma pulsação. "Não precisa ter vergonha de nada, não comigo. Tudo que um homem precisa saber, ele pode aprender com outro homem."
Leo não resistiu mais e segurou o pau durão do padrasto que soltou um gemido rouco. E então, Marcos se inclinou e Leo pôde sentir o cheiro da cerveja. O beijo não foi como ele imaginou. Foi firme, autoritário. Os lábios de Marcos eram macios, mas a barba roçava em sua pele, uma sensação áspera e extremamente excitante. A língua do padrasto invadiu sua boca, explorando, ensinando, e Leo respondeu de forma instintiva, desajeitadamente, mas com uma fome que surpreendeu a si mesmo.
A mão de Marcos desabotoou a bermuda de Leo. A mão fria e firme envolve sua pica, já dura e pulsante. Leo gemeu contra a boca do padrasto. Era a primeira vez que outra pessoa o tocava ali, a sensação era avassaladora.
"Calma, garoto", sussurrou Marcos, afastando-se um pouco. Ele se sentou na cama, puxando Leo para sentar também. Com movimentos seguros, ele tirou a camiseta do enteado, depois a bermuda e a cueca. Leo ficou nu, o corpo jovem e liso sob o olhar intenso do padrasto. "Você é bonito, Leo."
Marcos tirou sua própria cueca. O membro que ele libertou foi impressionante, grosso, ereto, com uma cabeça grande e veias saltadas. A pelagem escura e abundante na base contrastava com a pele mais clara do pau. Ele se ajoelhou na frente de Leo, que estava sentado na beira da cama.
"Abre as pernas", ele tentou, mas a voz era suave. Leo obedeceu, e Marcos se colocou entre eles. Ele pegou a pica de Leo novamente, mas desta vez, em vez de apenas segurar, ele levou à boca.
Leo arqueou as costas, um gemido alto e involuntário escapando de sua garganta. O calor, a umidade, a textura da língua de Marcos envolveu sua cabeça, depois desceu pelo eixo... Era uma revelação. Cada movimento da cabeça do padrasto, cada sucção, cada roçada da barba em sua coxa era uma nova camada de prazer sendo descascada. Ele nunca sentiu nada igual. O mundo fora do quarto simplesmente desapareceu.
Marcos sugava com maestria, alternando entre a velocidade e a profundidade, uma mão massageando o saco de Leo enquanto a outra segurava sua base firme. Ele olhou para cima, para o rosto contorcido de prazer do enteado, e nos olhos dele havia uma mistura de tesão e de orgulho, como um mestre vendo seu aluno finalmente entender a lição.
Leo sentiu uma pressão crescendo, uma onda subindo de seus pés. "Marcos... eu... vou...", ele avisou, ofegante.
Em vez de parar, Marcos aumentou a intensidade, levando Leo até o fim. O orgasmo explodiu no corpo do garoto como um raio, fazendo-o tremer e gemer o nome do padrasto enquanto ele gozava na boca quente e receptiva de Marcos. O padrasto engoliu tudo, não deixando escapar uma só gota, continuando a mamar suavemente até sentir o corpo de Leo relaxar por completo, ofegante e trêmulo.
Quando se afastou, um fio de saliva e porra conectou seus lábios à pica mole de Leo. Marcos limpou a boca com o dorso da mão, um sorriso satisfeito no rosto. "Essa foi a primeira lição", disse ele, a voz rouca de desejo. "Agora vem a segunda."
Ele se pediu, puxando Leo consigo. O enteado estava fraco, as pernas bambas, mas se deixou guiar. Marcos o deitou de bruços no meio da cama, alinhando seus quadris com travesseiros para erguer o bumbum. Leo sentiu uma mistura de medo e antecipação. Ele sabia o que vinha a seguir.
Marcos abriu as duas nádegas do moleque com as mãos e começou a linguar seu cuzinho. Leo passou a gemer imediatamente, nunca tinha sentido aquilo antes também. Um mar de sensações invadiu seu corpo. Querendo se abrir e sentir ainda mais o padrasto dentro dele. Gemia muito e se abria.
Marcos levantou de pau durão. Um cacete enorme e mandou Leo mamar também. "Retribuiu a mamada. Agora já sabe como fazer. Engole tudo e chupa esse cacete do teu macho", ordenou. Leo ainda sem jeito tentava engolir o máximo que conseguia e ia recebendo as orientações. Mamou por um tempo e antes de Marcos gozar, ele resolveu parar e voltar para a bunda redonda do enteando. Era uma bunda lisa, redonda, branquinha e empinada. Ele colocou ele de quatro na beira da cama.
"Relaxa, moleque", sussurrou Marcos, passando a mão por suas costas. "Vai ser bom, eu prometo. Só precisa confiar em mim."
Ele se afastou por um instante e Leo ouviu o barulho de uma gaveta sendo aberta. Quando Marcos voltou, Leo sentiu o cheiro adocicado de um lubrificante. Um dedo gelado e lubrificado tocou seu rabo, fazendo-o estremecer. Marcos fez massagens circulares, relaxando o músculo, antes de introduzir lentamente o primeiro dedo.
Leo prendeu a respiração. Era uma sensação estranha, um pouco desconfortável, mas não dolorosa. Marcos esperou, deixando o corpo do enteado se acostumar.
"Pronto?", perguntou Marcos.
Leo só conseguiu balançar a cabeça, o rosto enterrado no travesseiro.
Marcos se posicionou atrás dele. Leo sentiu o peso do corpo do padrasto sobre suas costas, a pelagem do peito roçando em sua pele lisa. Sentiu a cabeça da pica enorme e dura de Marcos invadir sua entrada. Ele cerrou os dentes, preparando-se para a dor.
"Respira fundo e relaxa. Solta esse cuzinho, aguenta", experimentado Marcos.
Leo gemeu, Marcos empurrou as quadris para a frente. A cabeça de sua pica rompeu a resistência, penetrando-o com uma dor aguda e breve que fez Leo gemer alto. Marcos parou, enterrado apenas até a metade, esperando que o corpo do enteado se adaptasse ao seu tamanho. Ele beijava a nuca de Leo, sussurrando palavras de conforto. "Tá tudo bem... relaxa pra mim... deixa eu entrar tudo."
Aos poucos, a dor foi sendo substituída por uma nova sensação de ficar preenchido por dentro. Quando Marcos finalmente sentiu que estava pronto, começou a se mover. Os primeiros movimentos foram lentos, cuidadosos. Cada impulso abriu Leo um pouco mais, levando-o a um território desconhecido de prazer e submissão.
Logo, o ritmo aumentou. Marcos pegou o ritmo que queria, fodendo com força e precisão. Entrava tudo dentro, bem fundo. O som dos corpos batendo, dos gemidos de Leo e dos grunhidos baixos de Marcos preenchia o quarto. Ele segurava os quadris de Leão com força, marcando a pele, puxando-o contra si para encontrar uma profundidade ainda maior. "Seu cuzinho é apertado, caralho", Marcos rosnou ao ouvido de Leo. "Feito pra mim."
Leo estava perdido em uma escuridão de prazer. A pica de Marcos batia em sua próstata a cada impulso, enviando ondas de choque por todo o seu corpo. Ele sentiu as bolas do padrasto batendo em seu saco, sentiu o suor escorrendo pelas costas de Marcos e caindo sobre ele. Era cru, era animal, e ele nunca se sentiu tão vivo.
Marcos mudou de posição, virando Leo de costas para ele, sem sair de dentro. Agora ele podia ver o rosto do enteado, contorcido de prazer. Ele pegou uma pica de Leo, que já estava ficando dura novamente, e começou a masturbar no mesmo ritmo em que o fodia. "Olha pra mim, Leo. Quero ver você gozando de novo."
Leo olhou nos olhos escuros e cheios de desejo do padrasto. A visão daquele homem peludo e poderoso, o dono do corpo e do prazer dele, foi o empurrão final. Com um grito abafado, ele gozou pela segunda vez, espirrando seu leite quente em seu próprio peito e na barriga.
A contração do cu de Leo em seu orgasmo levou Marcos junto. Ele deu alguns impulsos finais e profundos, antes de enterrar a pica até o fundo e soltar um grunhido grosso. Leo sentiu a pica do padrasto pulsar dentro dele, sentiu o calor da porra enchendo-o, marcando-o por dentro. Estava cheio de leite do padrasto dentro dele, inseminado.
Ficaram assim por um longo tempo, ofegando, colados um ao outro, o suor e o cheiro de sexo preenchendo o ar. Marcos finalmente se retirou lentamente, fazendo Leo gemer com a sensação de vazio. Ele se deitou ao lado do enteado, puxando-o para um abraço.
Leo recostou a cabeça no peito peludo e quente de Marcos, ouvindo as batidas fortes e regulares de seu coração. O ar condicionado continuou a gelar o ambiente, mas dentro dele, um fogo havia sido aceso, um fogo que ele sabia que nunca mais se apagaria.
O fim da semana de carnaval tinha apenas começado. E o padrasto estava começando a treinar sua nova putinha. E Leo entendeu que nasceu pra ser submisso para aquele e outros machos. Era o seu papel.

Fodão... gozei junto... Votadíssimo